657 - Serviço prestado, chifre consumado? (Relato)

Caros amigos de chifres,

no post de hoje do nosso Blog Meus Chifres, temos o prazer de retomar o compartilhamento da história de um corno manso, submisso e otário que, judiado pela esposa,safada que Deus lhe deu, nos deixa babando de inveja pela perversidade com que sua esposa lhe trata a testa.

Mesmo sendo liberada, e sabendo que o boi manso desejaria vê-la na cama com os amantes, ela ainda assim despreza a vontade do corvo e o humilha colocando-chifres com os colegas de trabalho, sem que o boi perceba o que qualquer criancinha já entendia.

Vejamos então, como se deu esse último chifre que o nosso leitor Carlos corno carioca, manso que gosta de ser feito de otário, recebeu da esposa enquanto ainda moravam no interior do RJ, antes deve vir a ser corneando na cidade maravilhosa.

Da nossa vida no interior, este é o último caso que eu me lembro, mas com o montador de móveis durou ate mudarmos para o Rio. 

Ainda moravamos no interior, ela já no emprego novo da loja de roupas. Nós tinhamos um carro velho, que viva dando defeito, e como ganhávamos pouco na época, estavamos sem dinheiro para consertar novamente, pois todo mês era um gasto com manutenção. 

Até que um dia ela veio com idéia de conversar com Walter, um um colega do emprego anterior, e que era mecânico nas horas vagas, para vermos se ele faria conserto, se comprassemos as peças 

Embora fosse entregador na loja em que ela trabalhou, ela sabia que ele era mecânico, daí veio a ideia de propor a ele, fazer o conserto gratuitamente quando estivesse de folga do trabalho. 


E assim foi feito. Como trabalhava de segunda a sábado, ele só poderia nos atender  aos domingos, quando levávamos o carro até a casa dele, e ficávamos esperando ele consertar. O serviço levou mais de um dia, por isso marcamos mais umas duas ou três vezes de modo que, em um certo dia,  ele deu ideia de deixar carro lá, para não ficarmos esperando à toa,  e ele nos devolveria na segunda ou terça depois do expediente dele na empresa. 

Então, o que eu achei estranho nesta situação foi nesta segunda vez que fomos levar o carro, a casa dele era num morro muito íngrime. Eu parava o carro embaixo, no pé do morro,  onde ele tinha uma garagem na qual o carro ficava.  Para chegar até a casa dele, tinha uma escadaria que só se conseguia subir indo a pé.


Chegando lá, na segunda vez que fomos, um conhecido do Walter, ou primo, não lembro, veio ate nós e falou para esperarmos que ele já vinha abrir a garagem para guardar o carro. Então minha esposa quis subir até a casa dele para falar com ele, e eu fiquei no carro esperando.

Depois de uns 40 minutos, ela voltou acompanhada por ele, explicando que demorou porque, só chegar na casa do colega, a mãe a ofereceu um café, ai não podia fazer desfeita. 

Apresentada a justificativa para a demora, perguntei pelo serviço do carro e o amigo dela falou que mexeria mais tarde, ai fomos embora de ônibus.

Lógico que fquei encucado com a situação. Ainda a questionei,  mas ela garantiu que não tinha nada com ele, alegando que nesta época, ela ainda saia com o montador de moveis, que citei  passei nos primeiros relatos.

Manso e otário, acabei acreditando nela (ou fingindo que acreditei) pois sempre preferi acreditar no que ela falava, por dois motivos: eu  já a liberei e estou disposto a assistir e; ela não faria nada escondido. Ainda havia o medo de uma briga caso eu ficasse insistindo nos questionamentos e por isso então eu evitava e me contentava com suas respostas, mesmo que suspeitas.

A questão é que, apesar de ser liberada, e saber que eu adoro assistir aos seus encontros, ela sempre fez coisas por fora, sem me contar nem antes, e nem depois. Creio que essa condição lhe dê mais tesão diante da situação do "proibido", sei lá. 


Por outro lado, nesta esta época eu era muito novo, tinha vinte e poucos anos, era do interior, inexperiente e pensava que ela não faria nada escondido. Somente uma década depois é que  fui ver que não era bem assim. Descobri que ela realmente fazia muita coisa escondida pois sentia tesão nisso, e somente após a descoberta é que  que comecei e ver a situação com olhos diferentes, ressignificando cada episodio do que já havia sido feito anos  atrás. 

Todos aqueles episódios nos quais preferi acreditar na palavra dela ganharam outro significado sob a nova ótica de um corno manso e otário, perante uma mulher safada que prefere esconder do marido, a verdade sobre o que realmente faz com a sua testa.


Então pensando sob este episodio do mecânico hoje vejo que ninguém faria serviços assim de graça baseado em amizade. Este fato dela ter subido sozinha a casa dele, é porque rolou algo ali, e com certeza já rolava antes, ou começou a rolar após ele fazer de graça.  Ele pode até ter feito isso para conseguir ter minha esposa como sua puta, em troca do serviço prestado. 

A coisa foi tão assintosa que no dia em que ele veio devolver o carro, ela chegou em casa junto com ele, dando a desculpa que ele foi  busca-la no serviço dela, já para testar e ver se o serviço ficou bom mesmo. 

Óbvio que ai teve algo também, né?! 

Já na terceira vez que o carro foi para o serviço com ele, com certa intimidade, ele já  veio buscar o carro na minha casa diretamente, num domingo em que eu estava prestando provas de um  vestibular. 


Ela jura que ele só veio, pegou o carro e foi embora. Porém, diante do seu comportamento, não posso garantir que foi assim. Sei o quanto ela é safada é prefere esconder os fatos. Por isso, jamais poderei ter certeza se ela foi com ele até a casa dele, ou se ela deu pra ele em minha cama.


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Comentários

  1. Esse episódio realmente deixa uma pulga atrás da orelha. Quarenta minutos sozinho com ela, serviço praticamente de graça, depois buscando ela no trabalho e indo até a casa de vocês... Pode até existir uma explicação para tudo isso, mas a soma das situações faz qualquer um ficar desconfiado. Entendo perfeitamente porque esse corno nunca conseguiu esquecer essa história.

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  2. Como diz o ditado, "se não há preço por um serviço, o preço é você". Neste caso, a sua esposa!

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  3. RS RS Não existe almoço grátis !!!

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  4. Sem julgamentos, é apenas a minha opinião. Entendo que se a esposa é liberada e sabedora que o marido gosta de vê-la com os amantes, enganá-lo sem necessidade me parece um total desrespeito a ele, ao combinado que fizeram no casamento. Ainda que ela não queira o marido participando diretamente das suas putarias, direito dela, penso que ser honesta com ele é o mínimo. Esse tipo de conduta, ao longo do tempo acaba minando a relação pela perda de confiança. Fiquei mal pelo amigo.

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