#653 - O Despertar do desejo (Relato)

Caros amigos de chifres,

o post de hoje do nosso Blog Meus Chifres tem sabor especial de revelação de corno. Depois de 6 anos de espera, o nosso amigo de chifres, Edu, corno manso paulista compartilha com a nossa comunidade de cornos, comedores, hotwives, aspirantes e curiosos espalhados nos 5 continentes, os deliciosos detalhes da sua inciiação na desejada vida de corno manso que vivemos.

O manso que iniciou sua colaboração com o blog, nos falando sobre a delicia de ser um corno motorista que condziu o seu carro enquanto o alfa metia na sua esposa no banco de trás do seu carro, já chegou dando as suas credenciais de conrno manso afinal, se o carro é uma extensão do pênis de um homem, dirigir enquanto sua esposa toma uma rola de outro macho dentro do seu carro é um distintivo superior de corno que se humilha e se submete ao tesão da espsa uta e safada. Em seguida, o manso, submisso e humilhado nos contou como foi a sua iniciação na vida de corno morcego, amando a porra do alfa depois dele gozar na sua esposa,  restando a dívida, que paga hoje, de nos relatar o seu debut na vida de corno, conforme podemos ver a seguir


TUDO TEM UM COMEÇO

Hoje, após efetivos 14 anos do nosso primeiro contato no meio liberal em meados de 2012, enquanto ainda namorávamos, resolvi relatar com detalhes, a nossa iniciação. 

Nos conhecemos ainda adolescentes. Tinhamos 17 anos de idade eu nunca tinha tido um namoro sério como o que iniciaria com ela que assim como eu, era virgem e inexperiente. Nossa experiência se resumia somente a conhecer um ao outro. Vindo da sociedade comum, tradicional, conservadora, não saímos muito, não curtimos balada, nosso namoro sempre foi "normal". Saíamos para comer algo, depois iamos para um motel e no fim da noite, eu a deixava na sua casa e ia dormir na minha. 

Neste ambiente de poucas experiências, desde cedo fantasiei situações que fugiam à normalidade.  Ainda no terceiro ano colegial, marquei na revista (tipo Avon) de uma amiga que vendia lingeries, um fio dental bem pequeno preto, com óbvias intenções de ver minha Cris naquela calcinha devassa.

Certa vez, uns amigos foram viajar e nos pediram que fôssemos "cuidar" da sua casa. Me organizei e comprei um pepino que guardei nas minhas coisas e o leivei quando fomos acender a luz da casa e varrer a frente, conforme solicitado pelos amigos viajantes. 

Ao entrarmos na casa, levei a Cris para o quarto do casal onde começamos a nos pegar. Após os beijos, as mãos com bastante rapidez despiram um ao outro e naquele momento peguei o pepino e introduzi na bucetinha da minha namorada Cris, percebendo em mim aquele que com certeza foi um dos meus primeiros indícios do desejo de ser corno.

Naturalmente, passei a me interessar pelo assunto e fui pesquisar sobre o ambiente liberal na internet, mas a maioria das informações eram muito escassas naquela época de modoo que o lugar em que mais conseguíamos informações era nas revistas especializadas da época como a Revista Brazil, Erótica, entre outras. Após pesquisar bastante, em uma certa ocasião o assunto sobre troca de casais veio à tona, no entanto, ela reagiu com um ar de reprovação, dizemos ser algo sem nexo e incabível. 

Mantive o meu foco de experimentar a sensação de ver minha amada com outro parceiro, e assim, depois de bastante conversas sobre o assunto e todo um processo de paciência e convencimento, Cris passou a cogitar a possibilidade de nos aventuramos, incluindo outras pessoas em nossa relação.

Minha fantasia sempre foi a de poder contemplar minha esposa se relacionando com outros homens, me masturbando enquanto assististisse, enfim, poder viver a fantasia "Cuckold". Naquela época eu nem sabia ao certo o que era o fetiche cuckold ao certo, afinal éramos dois jovens de 25 anos de idade.

O assunto sobre casa de swing voltou ser debatido entre nós, e desejamos conhecer. Enfim, tivemos a oportunidade de conhecer um "casa de swing" próxima à nossa cidade, na qual o funionamento de segunda a sexta era dedicado àprostituição de garotas de programa e aos sábados era aberta só para casais. 

E lá fomos nós, conhecer a casa. De cara, conhecemos o "Golly Hlorie", mas assustados, não nos permitimos à experiência. Demos uma volta no ambiente pois ainda era cedo, tentávamos relaxar. À certa altura, vimos chegar mais uns três casais e resolemos nos aproximar para conecê-los e ver se rolava algo  mas, para a nossa surpresa,  vimos que todos eram da nossa cidade, cauando um espanto, me deixando, em especial, em estado de choque, fazendo-me  instantâneamente tomar a decisão de ir embora.

Foi tudo muito rápido, uma revolução de emoções e pensamentos que nos levou à conclusão de que ali não era um bom lugar para iniciarmos. Voltamos para casa e para a estaca zero, reinicando as conversas sobre a nossa iniciação nomundo liberal, até que chegamos à conclusão, mesmo com toda insegurança que sentíamos, de que deveríamos ir conhecer a Inner, uma casa de swing na capital, longe de casa e do risco de encontrar outros casais conhecidos por lá. 


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