#661 - Comedor e Chifrudo? Pode isso, Arnaldo? (Relato)

Caros amigos de chifres,

Entre nós cornos, há uma máxima que diz que "um corno nunca pode dizer nunca" pois a vida liberal que escolhemos viver é um caminho desconhecido, que nos apresenta surpresas à cada curva que fazemos.

Assim então, no post de hoje do nosso Blog Meus Chifres, temos um relato, no mínimo inusitado de um amigo de chifre, Dom Cornucópio,  leitor e colaborador do Blog que já nos presenteou com três deliciosos relatos, e que hoje, retomando o ambiente do segundo relato, nos leva à reflexão a partir da curiosa pergunta: Pode um comedor ser chifrudo?

Vejamos, portanto,  a seguir, como o nosso amigo de chifres responde à essa pergunta.


Pode sim… E se você chegou até aqui é porque ficou curioso, mesmo que você discorde!

Em qualquer grupo, existe sempre uma variedade interessante de personalidades e preferências. Digo isso porque hoje percebo que quando eu me declaro ao mesmo tempo corno e comedor, isso causa um certo estranhamento em diversas pessoas. Mas eu sempre fui um estranho no ninho!

Mas eu não sou o assunto. Meu foco é nos casais e mulheres que querem sexo com um terceiro e buscam tipos diferentes. O comedor mais desejado é o clássico homem alfa do pau grande e com uma pegada mais forte. Mas nem toda mulher ou casal busca isso. Tem pessoas que preferem buscar um homem mais próximo da realidade deles. Outros casais e mulheres preferem homens que estão focados em diminuir a insegurança feminina mais do que na performance do macho. Não estou inventando, eu ouvi isso de diversas mulheres.

E foi assim que a minha história se desenrolou. Tive casos fora do casamento, sempre de longa duração. Até hoje tenho duas amigas que eu como quando surge oportunidade. Ambas transavam comigo quando eram casadas e me davam permissão pra gozar dentro. Os maridos compareciam na cama, mas eram meio desatentos e elas queriam mais atenção, mais bate-papo e uma foda gostosa. Era sem compromisso e elas não estavam pensando em divórcio na época. Eu fui consistente, dei o que elas queriam e 35 anos depois ainda somos amigos e amantes. 

Com casais, comecei a me aventurar com anúncios na Internet pelos idos de 2013. Encontrei um casal buscando um homem branco ou latino, eles eram um casal negro e o marido queria ver a esposa com um homem de pele clara e ia ser o primeiro dela. A gente se encontrou e rolou uma foda gostosa, ele ficou mansinho só observando. A gente trepou 3 vezes. Eles me pediram pra fazer sem camisinha no 3º encontro e o marido lambeu a buceta da esposa negra escorrendo meu esperma branco. O ponto aqui, nesse caso, é que o fator era racial, ele tinha um pau decente, o lance deles não era tamanho, era cor da pele. 

Depois disso, uma oportunidade meio que caiu do céu. Eu era consultor e viajava. Fui fazendo amizade com um casal de El Salvador que trabalhava na empresa, às vezes a gente até almoçava junto. Mas era de segunda a quinta. Uns 3 meses depois, a conversa com o marido foi ficando mais aberta e sexo veio à tona. Ele foi se abrindo, eu mencionei que gostava de comer mulher casada, ele admitiu o tesão de querer ser corno e me disse que a esposa dele transaria comigo. Eu fiquei surpreso, honrado e com tesão, a esposa dele era do tipo “mignon” e tinha um tom de pele bem bonito. A 1ª transa teve muita timidez, mas ela curtiu o suficiente pra querer repetir.  A 2ª trepada uma semana depois foi bem melhor, ela estava mais solta, foi sem camisinha, o marido punhetando do lado. A gente trepou 11 vezes até que o meu contrato terminou e eu infelizmente parei de viajar pra lá.  

O ponto, nesse caso, era que eles vinham falando nisso há mais de 2 anos, mas ela queria primeiro conhecer alguém e sentir segurança na pessoa, não queria casa de swing. Eu dei sorte, eles também, a gente se encaixou e as fantasias de corno deles foram todas realizadas: sloppy seconds, lamber buceta gozada, ver a esposa dando o cu, chupar rola juntos, ficar na clássica posição 69 em que o marido vê a rola entrando na esposa por trás, fotografar a putaria, etc. Enfim, tive mais dois casais, interações diferentes, mas o tema é que eles não estavam procurando pelos tipos mais clássicos. Tem gente que curte o fetiche de formas diferentes, é sempre bom lembrar que existe muita variedade nesse universo da cornitude! 

No meu caso, os atributos que me fizeram ter repetecos foram tão simples quanto diversos: eu era bem tranquilo e sabia interagir sem pressionar, eu era direto mas sempre gentil, eu gostava de elogiar a esposa mas sem exagero, meus assuntos nas conversas eram diferentes. E depois do sexo, quando havia confiança pra ejacular dentro, elas adoravam o meu volume de esperma, todas gostavam de ficar recheadas e escorrendo porra no final. Não sou cheio de músculos, meu pau é mediano (15 cm), estou longe do perfil de comedor clássico. Eu provavelmente teria transado com muito mais casais se tivesse um pau de 25 cm. Mas tem quem goste de como eu sou!

E só pra reforçar, também já deixei claro o quanto eu enlouqueci levando chifre das minhas esposas! Eu nunca quis monogamia do meu lado nem das minhas parceiras, trabalhei pra conseguir isso e com o tempo fui colhendo os frutos! Estou curioso para ler os comentários, eu nunca acho que estou sozinho e outros homens podem ter tido experiências semelhantes.

 

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