Caros amigos de chifres,
Vejamos, portanto, a seguir, como o nosso amigo de chifres responde à essa pergunta.
Pode sim… E se você chegou até aqui é porque ficou curioso, mesmo que você discorde!
Em
qualquer grupo, existe sempre uma variedade interessante de personalidades e
preferências. Digo isso porque hoje percebo que quando eu me declaro ao mesmo
tempo corno e comedor, isso causa um certo estranhamento em diversas pessoas.
Mas eu sempre fui um estranho no ninho!
Mas eu não sou o assunto. Meu foco é nos casais e mulheres que querem sexo com um terceiro e buscam tipos diferentes. O comedor mais desejado é o clássico homem alfa do pau grande e com uma pegada mais forte. Mas nem toda mulher ou casal busca isso. Tem pessoas que preferem buscar um homem mais próximo da realidade deles. Outros casais e mulheres preferem homens que estão focados em diminuir a insegurança feminina mais do que na performance do macho. Não estou inventando, eu ouvi isso de diversas mulheres.
E foi assim que a minha história se desenrolou. Tive casos fora do casamento, sempre de longa duração. Até hoje tenho duas amigas que eu como quando surge oportunidade. Ambas transavam comigo quando eram casadas e me davam permissão pra gozar dentro. Os maridos compareciam na cama, mas eram meio desatentos e elas queriam mais atenção, mais bate-papo e uma foda gostosa. Era sem compromisso e elas não estavam pensando em divórcio na época. Eu fui consistente, dei o que elas queriam e 35 anos depois ainda somos amigos e amantes.
Depois disso, uma oportunidade meio que caiu do céu. Eu era consultor e viajava. Fui fazendo amizade com um casal de El Salvador que trabalhava na empresa, às vezes a gente até almoçava junto. Mas era de segunda a quinta. Uns 3 meses depois, a conversa com o marido foi ficando mais aberta e sexo veio à tona. Ele foi se abrindo, eu mencionei que gostava de comer mulher casada, ele admitiu o tesão de querer ser corno e me disse que a esposa dele transaria comigo. Eu fiquei surpreso, honrado e com tesão, a esposa dele era do tipo “mignon” e tinha um tom de pele bem bonito. A 1ª transa teve muita timidez, mas ela curtiu o suficiente pra querer repetir. A 2ª trepada uma semana depois foi bem melhor, ela estava mais solta, foi sem camisinha, o marido punhetando do lado. A gente trepou 11 vezes até que o meu contrato terminou e eu infelizmente parei de viajar pra lá.
O ponto, nesse caso, era que eles vinham falando nisso há mais de 2 anos, mas ela queria primeiro conhecer alguém e sentir segurança na pessoa, não queria casa de swing. Eu dei sorte, eles também, a gente se encaixou e as fantasias de corno deles foram todas realizadas: sloppy seconds, lamber buceta gozada, ver a esposa dando o cu, chupar rola juntos, ficar na clássica posição 69 em que o marido vê a rola entrando na esposa por trás, fotografar a putaria, etc. Enfim,
tive mais dois casais, interações diferentes, mas o tema é que eles não estavam
procurando pelos tipos mais clássicos. Tem gente que curte o fetiche de formas
diferentes, é sempre bom lembrar que existe muita variedade nesse universo da
cornitude!
E só pra reforçar, também já deixei claro o quanto eu enlouqueci levando chifre das minhas esposas! Eu nunca quis monogamia do meu lado nem das minhas parceiras, trabalhei pra conseguir isso e com o tempo fui colhendo os frutos! Estou curioso para ler os comentários, eu nunca acho que estou sozinho e outros homens podem ter tido experiências semelhantes.
Clique nas imagens abaixo ou siga o QR Code para conferir os detalhes dos outros chifres que o corno já compartilhou no nosso Blog Meus Chifres


Comentários
Postar um comentário
Use o bom senso e verifique se sua participação neste espaço é pertinente. Comentários ofensivos, desfocados, propagandas serão removidos.