no post de hoje do nosso Blog Meus Chifres, temos mais um delicioso e vitorioso relato enviado por um dos nossos leitores participante do nosso grupo no Telegram, que orgulhoso, enche o peito para anunciar para os mais de 55 países de
onde somos acessados, que
"depois de quase uma década, fui corno novamente."
O corno da vez é o Caio, corno manso de 54 anos, carioca, casado há 28 anos com a Mara, uma deliciosa loba carioca de 48 anos que curte se exibir na praia, mas em geral faz o tipo tímida e recatada.
Depois de uma breve separação, a rainha resolveu dar um "troco" no marido quando soube que ele andou tendo relacionamentos enquanto estavam separados. Assim, ele que já tinha esperanças de receber a esposa após ter coitos com os amantes, viveu a glória de ser chifrado por dois anos, período em que ele descobriu qual seria o definitivo lugar nesta vida, até que a sua hotwife entrou numa chifropausa que durou quase uma década, alegando não estar mais interessada nas aventuras extraconjugais.
Confirmando o ditado que diz que "após uma longa noite o sol sempre voltará a brilhar", eis que a aurora dos chifres se fez mais uma vez e assim, orgulhoso e feliz, o manso nos coloca a par da sua reestreia no time dos cornos mansos, já ostentando a desejada medalhinha de humilhado, conforme poderemos perceber nos próximos relatos que o manso comparilhará no nosso blog, na sequencia desta delíciosa notícia de retorno.
Meu desejo de ser corno começou há mais de vinte anos atrás, mas só consegui realizá-lo quando separamos (não por esse motivo) e voltamos. Ela saiu com muitos caras e, ao saber que eu tinha tido namoradas no período, além de saber do meu desejo, quando voltamos, fez questão de me chifrar algumas vezes, mas sem a minha presença.
Ela me chifrava com conhecidos distantes, com um colega de trabalho dela e um cara da turma da pós-graduação que era casado e soube estabelecer um caso bem quente com minha esposa. além desses amantes conhecidos, ela teve um contato com um que conheci num site e a apresentei para um único encontro, muito intenso no qual ele namorou ela na frente das pessoas, com a minha presença.
Ela continua bonita e, se ousasse mais nas roupas e na atitude, chamaria mais a atenção do que já faz sem muito esforço. Só que mesmo tão atraente, ela perdeu completamente o interesse nos relacionamentos extraconjugais. Dizia que só se sentia atraída por mim, o que me levava ao desespero e reduzia a minha pegada, de modo que andei deixando a desejar na cama enquanto ela estava sempre cheia de libido,chegando portanto a uma encruzilhada dos meus sonhos com os bloqueios dela.
Conversando com um amigo de infância sobre o tema, naturalmente comentei a respeito da situação. Ele é casado e liberado. Na nossa conversa, ele me contava que a sua esposa sabe de tudo, conivendo tranquilamente com os seus pulos fora do casamento, ao ponto de ter até uma certa curiosidade a respeito de uma relação com outra mulher.
Durante esse tempo, o assunto da minha cornice aqui em casa ficou mais cotidiano e descontraído. Eu comentava, ela ria, eu fazia piadas, levávamos na brincadeira. Porém, quando eu tentava levar a conversa a um nível mais profundo, ela travava, jogando um balde de água fria na aquecida conversa.
Foi aí que ele propôs fazer uma massagem nela, depois que eu comentei a respeito da sua habilidade com as mãos, o que lhe rende a fama de ser um bom massagista.
Então, aproveitando que ela andava bem estressada, comentei casualmente sobre a possíbilidade de uma massagem para relaxar e reduzir o estresse que o seu trabalho vinha lhe causando, recebendo a resposta positiva dela ao meu aceno, cheio de segundas intenções.
Enquanto isso, minha troca de mensagens com o meu amigo ficava cada vez mais apimentada. Ele deixou transparecer o desejo pela minha esposa, mas também foi muito correto em avançar devagar, não forçar barra, prestar atenção nas reações dela. Ele me garantiu que esperava apenas fazer uma massagem, que seria a primeira de outras, em um caminho sem pressa até, caso desse sorte, rolar uma transa com a minha esposa.
De minha parte estávamos bem parados em relação a sexo, não por falta de iniciativa dela, mas porque eu me sentia um pouco frustrado em relação a não realização da fantasia e, principalmente, pelos problemas da vida de adulto, que não são poucos.
Então, neste cenário de um casal com poucas relações sexuais, uma mulher atraente com certa "fome" e um massagista cheio de tesão nela, enfim chegou o final de tarde agendada para recebermos a visita de Mário.
Ele trouxe um vinho para bebermos e conversamos um tanto, ainda antes da sessão de massagem combinada.
Quando a conversa já fuluiia naturalmente, Marcos falou de forma bem humorada que tinha um dever para cumprir, o que serviu de sinal para que ela fosse para o quarto se preparar, vestindo um biquini pequeno e se colocando à espera da massagem na nossa cama onde deitou-se e se pôs à disposição do nosso amigo que a desejava mais que como uma simples cliente de uma sessão de massagem.
Fiquei no quarto admirando o procedimento. Ele foi muito cuidadoso, fez massagem no rosto, pescoço, virou para as pernas com ela de bruços, enquanto ela ia se soltando, elogiando os movimentos dele.
Finalmente ele pediu para ela desvirar. Marcos me pediu uma toalha para cobrir os seios dela, que estavam sem o biquini. Entretanto, minha esposa virou-se antes de eu pegar a toalha, fazendo tanto com que ela não tivesse mais nenhuma função, quanto com que o clima fosse definido como favorável para o que eu mais desejava.
Ele percorreu todo o corpo dela com as mãos. Da lateral dos seios foi para a virilha, arrancando-lhe profundos e suspiros que delatavam os seus mais íntimos pensamentos. De olhos fechados, Mara abriu mais as pernas e em seguida guiou a mão dele para cima da sua bucetinha, pedindo uma massagem erótica. Nesse momento quase tive um ataque cardíaco. Meu coração disparava, comecei a masturbar-me, já sem nenhum controle sobre mim.
Ele massageou a vagina da minha esposa por cima do biquini, voltou para os seios, massageou-os com uma das mãos enquanto a outra ficava sobre sua bucetinha. Ela nada fazia, ficando de olhos fechados, gemendo, o que o autorizava a avançar lentamente.
Passando pelo biquini, beijou um dos seios fazendo-a gemer, agora mais alto e mais intensamente. Enfim, foi um furacão de emoções para mim e para os dois que passaram a se beijar intensamente enquanto ele desamarrou a parte de baixo do biquini branco dela. Com minha esposa totalmente despida, ele tirou a sua camisa sua camisa e em seguida a sua bermuda, esgotando o resto de fôlego que eu ainda tinha.
Senti o meu peito embolado, dor de barriga, taquicardia, uma mistura sem freios de incômodo, ciúmes, tesão, sem acreditar no que eu via pela primeira vez. Eu estava estarrecido!
Ao tirar o biquini, ele deu uma boa chupada na minha esposa, que gozou gritando na boca do seu massoterapeuta. Como sei que depois que goza no oral, ela gosta de ser penetrada, tive a certeza que havia chegado a hora de confirmar o que eu sabia que ia acontecer: minha esposa puxou meu amigo para cima dela, recebendo-o entre as suas pernar na posição de papai/mamãe.
Totalmente confortável com a situação, ele deitou em cima dela beijando-a intensamente. Completamente entregue ao macho alfa que a possuia, ela olhou muito pouco para mim, enquanto gemia como eu já esperava pois sei que no início das relações sexuais, ela tem uma certa dificuldade de receber o pênis que sempre lhe causa alguma dor no início.
Comigo é assim, e com ele, que tem o membro no mesmo tamanho, não foi diferente. Ela foi gemendo, de olhos fechados, enquanto ele a penetrava com cuidado. Foi até o fundo e iniciou as estocadas firmes, com pressão, fazendo-a se agrrar ao corpo dele enquanto gemia alto, descontrolada. O sexo ficou intenso, violento. Percebi no corpo da minha mulher os sinais do seub segundo orgasmo. Não sei quanto tempo passou, para mim foi uma eternidade.
Mudaram de posição com ele colocando-a de quatro, a possuindo na minha frente, enquanto, prostrado, eu me masturbava freneticamente. Fulminando a minha moral, ele olhou para mim e disparou:
“sempre quis comer a Mara assim desse jeito”.
Dono da situação, ele me olhava mais do que ela. Ele metia, dava palmadas. Ela aceitava dominada, passiva, entregue.
Ele olhava para mim satisfeito, e eu de queixo caído, corno, manso e humilhado pelo que via sem nada poder fazer, , gozei, como estava, sem forças, sentado na cadeira, melando minhas mãos sem tirar o olho da cena, na qual minha esposa era enfim tratada como gosta e merece.
Finalmente ele colocou-a de frango assado, e enquanto a beijava e a possuía com força. Ela gozou e ele também, logo em seguida, inundando-a. Melado, na cadeira ao lado, permaneci imóvel sem saber o que dizer.
Desfalecida após o gozo, ela ficou na cama abraçada com ele, namorando como um casal recém iniciado. Eles me olhavam e eu continuava sem saber o que dizer. Ficaram se beijando em silêncio, trocando carinhos. Até que ele se levantou e disse que ia para um banho. Nessa hora, ela se dirigiu a mim: “pega uma toalha para ele meu amor?”.
Não bastava ser humilhado daquela forma, vendo o que vi, gozado como gozei, sozinho, na mão, enquanto eles gozavam juntos um com o outro, um no outro. Manso, obedeci e entreguei a toalha para ele que foi para o banheiro, daixando-a para trás, permitindo-me enfim aproximar-me para ouvir dela a pergunta que era uma sentença: "Você gostou? Gaguejando, respondi que sim. Ela ficou na cama e ele saiu do banheiro já colocando a roupa. Ela o acompanhou até a sala, nua, com a porra dele escorrendo entre as pernas. Despediram-se com um intenso e demorado beijo na boca.
Tudo isso aconteceu na última semana de setembro. E eu vou passar o mês de outubro fora a trabalho, ela ficará sozinha em casa. Posso dizer que fiquei com uma certa ressaca, inseguro, com medo de perde-la. Mas também com muito tesão. Quando falei para ela que ela tinha aproveitado bastante, a resposta foi rápida: “você que quis, né?”
Até hoje não conversamos alongadamente sobre o acontecido, mas iremos fazer isso. Provavelmente ele fará mais visitas a ela, enquanto estarei fora, à trabalho. Eu já tinha dado sinal verde, falando que por mim, ele tem essa liberdade junto a ela.
Posso dizer que a primeira vez assistindo é como descer uma montanha russa sem cinto de segurança, tudo fica embolado, adrenalina, tesão e ciúmes. Os beijos, as carícias. Agora me vejo em outra montanha russa imaginando o ue eles não fizeram ainda, e que deverão experimentar em breve.
Como ele é casado com uma esposa compreensiva, e como Mara já o conhece faz muito tempo, não me preocupo de perdê-la. Só que não somos só feitos de pensamento, e os sentimentos se embolam dentro de mim, até orgulho eu senti, foi uma emoção muito grande.
Não sei como será o futuro, se viverei uma relação de corno manso, o que nos aguarda. Mas. No caso de meus chifres continuarem, vou relatar aqui as próximas fases.
Caso algum comedor do Rio de Janeiro, tranquilo, simpático, educado e safado se interesse, pode me procurar no Telegram mesmo. 








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