#674 - Vacilo clássico (Relato)

Caros amigos de chifres,

o post de hoje do nosso Blog Meus Chifres traz mais um relato de uma experiência real que tem o sabor de dica para os iniciantes nesta deliciosa arte de ser corno. 

O corno da vez é o Rogério, aspirante a corno de 44 anos de idade, membro do nosso grupo de diálogos no Telegram que generosamente compartilha com nossa comunidade espalhada em mais de 55 países, nos 5 continentes, um vacilo clássico dado por homens que no afã de realizar um desejo, atropela o mais importante de todos os detalhes envolvidos na realização, a anuência da esposa.

Casado há 14 anos com a Melanie uma potencial Hotwife de 49 anos, o manso brasileiro que atualmente vive no Reino Unido sentiu o desejo de ser corno crescendo em si,  após ter tido uma experiência com um casal quando ainda era solteiro e morava em Lisboa. "Foi essa experiência que me abriu a mente para o desejo de partilhar a esposa e oferecer-lhe o prazer absoluto ou o mais próximo disso possível" diz, com certo pesar, o aspirante a corno, em desabafo à nossa comunidade.

Vejamos a seguir que vacilo foi esse que ele deu e que milhares de aspirantes, afobados,  fazem da mesma forma quando deixam de agir com inteligência naquele momento em que está com tudo alinhado para tomar o seu primeiro chifre e põem tudo a perder.


Isto aqui é um ponto muito importante pois, do nada tudo pode ir por água a baixo se as coisas não forem bem planeadas e decididas. Passo a contar a minha experiência onde deitei tudo a perder em que espero ajudar alguém na mesma situação que eu. 

Estávamos de viagem já marcada pra visitar a família da minha mulher no Brasil e durante o percurso natural do dia a dia com muita cutucação da minha parte e brincadeiras durante a hora H, sobre o assunto em questão. Em um certo dia,  para a minha surpresa, ela me falou "pois bem, nas férias eu vou realizar essa fantasia. Vamos num pagode e aí vai rolar". Fiquei embasbacado, mas super feliz.

A data da viagem ia se aproximando e eu já ia planejando como seriam as coisas. Até um certo ponto, a ideia desse acontecimento se ir tornar realidade começou me a assustar um pouco, sobretudo quando pensava em torno de quem seria o cara, como chegar até ele, como o abordar, como ele irá reagir. etc., etc..


Nós já tínhamos chegado a conclusão que um desconhecido seria melhor que um conhecido/amigo, mas eu tinha muitas dúvidas pois não conhecer a pessoa que vai se envolver conosco como casal é uma grande incógnita que gerava intenso desconforto.

Então, tomei a decisão de fazer uma conta no sexlog como casal, na qual coloquei algumas fotos nossas para chamar a atenção e dar-nos a conhecer e começar a falar com homens, à procura de um macho para ela. Mas foi aqui que se deu o meu grave erro: Eu não falei disso para ela. Tomeui todas as inciativas sem ela saber.

Os papos foram avançando enquanto a data da nossa viagem ia se aproximando. Até que chegou o momento de mostrar para ela as conversas que eu vinha mantendo com os candidatos e definir com ela, qual deles seria o escolhido para realizar a nossa fantasia do melhor jeito possível de forma a não nos machucarmos.


Ela detestou o fato de eu ter feito isso sem a sua anuência. Toda aquela exposição de suas fotos, para que homens estranhos a escolhessem como quem olha um actálogo de compras, fez ela se sentir como ser fosse um produto qualquer, o que fez com que ela ficasse extremamente chateada, puta da vida e muito mais ainda por não ter me dado nenhuma permissão para tal exposição. Obviamente os rostos estavam ocultos nas imagens. Ninguém conseguiria perceber quem nós éramos, mas isso a deixou mal mesmo assim. 

Em razão de tudo isso, o plano dela se entregar a um alfa não se realizou. Demos muitos passos atrás naquilo que seria a realização do nosso desejo. Enquanto casal, continuamos bem, mas ficou essa espinha a ferir a carne durante um tempo curto. E fui eu quem lhe fez sentir esse sentimento, o que foi ainda muito pior. 

Atualmente está tudo ultrapassado. Infelizmente esse episódio fez com que ela tivesse perdido o interesse em realizar o fetiche. Posso até dizer agora, com clareza, que esse sentimento foi ultrapassado por ela, mas não foi bom ter vivenciado isso.  Mas a coisa vai indo novamente, quem sabe não estará próximo esse dia?

Concordo em absoluto, obviamente que há muita coisa que nós homens podemos e devemos proporcionar às nossas rainhas, partindo de nossa iniciativa. Mas, com certeza quando se trata de exposição e/ou fazer escolhas por ela, temos que ter muto cuidado.

No intuito de proteger a minha amada, acabei a magoando. Espero ao menos que o meu caso possa servir para que outros aspirantes aprendam com as experiências (boas e más) alheias. 

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