no post de hoje do nosso Blog Meus Chifres, o leitor Daniel Cartaxo enfim volta ao seu lugar no mundo. Depois do fim da relação com a rainha-mor Letícia, o corno foi abençoado pelos deuses dos chifres e conheceu Mia, uma mulher na qual adormecia uma hotwife que foi despertada para fazer o nosso amigo manso, feliz.
Depois de superada as três fases iniciais do desenvolveimento da Hotwife, enfim Mia se entrega ao seu primeiro amante fazendo o nosso amigo corno voltar à sua verdadeira majestade.
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Desejos Secretos
Capítulo 28: O Limite do Prazer
Quando Mia entrou pela porta naquela noite, percebi imediatamente que algo diferente havia acontecido. Seus cabelos estavam bagunçados, as bochechas rosadas, e o vestido parecia um pouco desalinhado, como se tivesse sido ajustado às pressas. Havia um brilho em seus olhos que eu não via desde que começamos a explorar essa nova fase em nosso relacionamento.
— Como foi? — perguntei, tentando soar casual, mas minha voz saiu rouca de ansiedade.
Ela sorriu levemente, largou a bolsa sobre a mesa e começou a retirar os sapatos, um de cada vez, com um movimento quase teatral.
— Foi... intenso — disse ela, com um tom que era ao mesmo tempo casual e carregado de significado.
— Intenso como?
Ela não respondeu de imediato. Em vez disso, deslizou os dedos pela alça do vestido, abaixando-o lentamente até que ele caísse ao redor de seus pés. Seu corpo estava nu por baixo, e a luz suave da sala iluminava as marcas espalhadas por sua pele. Seus seios estavam avermelhados, como se tivessem sido apertados com força, e havia pequenas marcas de mordidas no pescoço e nos ombros.
— Ele foi bruto comigo hoje, Daniel — começou ela, a voz baixa e provocadora.
— Bruto como? — perguntei, incapaz de desviar os olhos de seu corpo.
Ela caminhou até mim, segurando minha mão e guiando-a até uma das marcas em seu quadril.
— Assim que entrei, ele me puxou pela cintura e me jogou contra a parede. Disse que não aguentava mais esperar... e eu não consegui dizer nada.
Minha respiração ficou mais pesada, e Mia percebeu. Ela mordeu o lábio, inclinando-se para sussurrar no meu ouvido.
— Você está sentindo, não está? As marcas que ele deixou.
Eu não consegui responder. Meu corpo estava reagindo de forma tão visceral que as palavras pareciam inúteis.
— Ele tirou minha calcinha ali mesmo... corno. E depois... — Ela fez uma pausa, olhando nos meus olhos enquanto deslizava os dedos pelo meu peito. — Ele me colocou em cima da mesa. Jogou tudo no chão, com tanta pressa que eu pensei que fosse quebrar alguma coisa.
— E você gostou disso? — perguntei, minha voz quase um gemido, e com o pênis tentando rasgar a cueca de tão ereto e duro.
— Eu adorei — respondeu ela, com um sorriso perverso.
Sem esperar mais, puxei Mia para mim, minhas mãos explorando cada centímetro de sua pele marcada. Ela riu, mas era um riso carregado de desejo.
— Ele foi tão forte, Daniel... — continuou ela, enquanto eu a empurrava contra a parede. — Quando a mesa não bastava mais, ele me deitou no chão do consultório. Eu senti o frio do piso contra minha pele, e ele... — Ela arfou quando minhas mãos apertaram suas coxas.
— Ele o quê? — perguntei, incapaz de me conter.
— Ele me fez gozar tantas vezes que eu perdi a conta.
Eu não consegui mais me segurar. Entrei nela com tanta urgência que sabia que não duraria muito. Mia riu novamente, puxando meu rosto para perto do dela enquanto sussurrava:
— Que delícia, meu corno... Você gosta disso, né? Gosta de me ver usada, saciada por outro macho.
Aquelas palavras me fizeram explodir quase imediatamente. Gozei demais dentro de Mia, e meu sêmen se misturou com o de Fábio, fazendo escorrer uma quantidade absurda de dentro de sua buceta. Quando finalmente relaxei contra ela, minha respiração ainda pesada, Mia sorriu, satisfeita.
— Você é tão meu quanto eu sou sua, Daniel.
No dia seguinte, Mia parecia mais tranquila, mas eu podia ver que algo ainda a incomodava. Quando voltamos a falar sobre Fábio, percebi que o desejo dela estava sendo lentamente acompanhado por uma dúvida crescente.
— Daniel, às vezes eu me pergunto... será que estamos indo longe demais? — disse ela, enquanto tomávamos café da manhã.
— O que quer dizer com isso?
— Não sei. Quando estou com ele, parece tão certo. Mas depois, quando volto para casa, começo a pensar em tudo. Na Carla, na confiança que ela tem em mim, em alguns momentos me sinto como um objeto de prazer dele e também seu, por me expor dessa forma... — Mia parou, mexendo distraidamente na xícara de café. — Talvez eu esteja me deixando levar.
Eu a segurei pela mão, tentando tranquilizá-la.
— Mia, você sabe que nunca faria nada que você não quisesse. E se em algum momento isso ficar demais para você, nós paramos. Eu adoraria participar, entendo que Campos é uma “bolha”, e tudo bem você só me contar depois. Mas se isso não estiver te satisfazendo, melhor pararmos. Eu não vou me importar.
Ela assentiu, mas seu olhar ainda estava distante.
Dois dias depois, Mia saiu para encontrar Fábio novamente. Eu sabia que ela estava ansiosa, e minha mente estava dividida entre o desejo de saber cada detalhe e o medo do que aquilo poderia significar.
As horas passaram lentamente enquanto eu imaginava o que estava acontecendo. O que ele estaria dizendo a ela? Como ele a tocaria desta vez?
Quando Mia finalmente voltou, estava diferente. Havia uma calma em seus movimentos que parecia conter algo mais profundo. Ela entrou no quarto sem dizer uma palavra e deitou-se na cama. O vestido, ainda perfeitamente alinhado ao corpo, era a única barreira entre mim e as respostas que eu tanto queria.
Ela olhou para mim, o olhar carregado de um misto de desafio e provocação.
— Adivinha onde ele gozou? — perguntou, puxando levemente o vestido para cima.
E assim, ela deixou o mistério no ar, como um fio prestes a ser puxado, prometendo mais do que eu estava preparado para ouvir...
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Sou leitor já faz algum tempo desse blog incrível, que tem relatos maravilhosos como esse que acabei de ler. Depois de uma longa jornada de autodescoberta, me descobri corno e preparado para viver esse fetiche. E agora, após passar por dois longos relacionamentos, em que eu não pude colocar em prática os meus desejos, estou em busca da mulher com a qual quero ter cumplicidade para realizá-los. hmadurodecidido@yahoo.com
ResponderExcluirCaro "Man50RN",
Excluiragradecemos por acompanhar o nosso Blog e mais ainda pelo envio do comentário.
Está interação é o grande objetivo do nosso blog.
Muito nos interessa essa su "longa jornada de auto descoberta" pois imagino que tenha muito que possa auxiliar outros aspirantes a corno que assim como vc estão iniciando a travessia para a libertação do machismo e liberdade de viver plenamente o melhor sentidos os fetiches.
Neste sentido, te convido a compartilhar o seu percurso com os nossos milhões de leitores. Que acha da proposta?
Se julgá-la possível, entre em contato comigo no e-mail cornomanso741@gmail.com que te darei as diretrizes para o compartilhamento da sua experiência.
Abraços de corno manso.
Carlos
Excelente, por fim as barreiras foram todas transpostas. Gostei demais, parabéns ao autor. Ressurge aqui o tema que tanto me excita: "Entrei nela com tanta urgência que sabia que não duraria muito", tema que eu adoraria ver melhor explorado aqui no blog. Isso de haver mecanismos humilhantes que nos fazem sucumbir ao gozo imediatamente, sem qualquer chance de segurá-lo me intriga bastante. Comentei sobre o tópico noutro post e o editor assegurou ser comum a todos os cucks/subs. Não sei se com todos, mas comigo é, nunca resisto a uma situação assim humilhante e curiosamente isso me deixa ao mesmo tempo vencido e logo depois ainda mais excitado. E, vejam, isso não tem a ver com ejaculação precoce, é numa situação específica de humilhação, fora desse contexto de humilhação seguro com tranquilidade. Enfim, se houver oportunidade de ler mais sobre o assunto, eu vou adorar. Pedro.
ResponderExcluirMeu marido também é um pouco assim, ele sempre demora comigo. Mas quando a gente faz trisal, o amante sempre goza dentro da minha pepeka primeiro, meu marido fica hiper excitado e quando me penetra, não demora muito. Eu gosto de receber o esperma dos dois e eu não fazia ideia que isso podia ser uma parte tão interessante da experiência como um todo...
ExcluirAssim, tendo recebido a ejaculação dentro, nunca aconteceu comigo, não que eu soubesse, rs... Mas já a penetrei pouco depois de ter dado a outro e pude sentir a vagina dela diferente (talvez tenha sido coisa de minha cabeça, não tenho certeza...), mas ela me dizia coisas enquanto eu metia e foi humilhante... imagino que pra ele, seu homem, tenha sido o mesmo: a humilhação de estar entrando em sua muher já "usada" por outro. Isso realmente pode ser muito excitante e causar, digamos, esse estouro precipitado do champanhe, rs... Pedro
ExcluirCaro,
ExcluirUma buceta nunca é a mesma logo depois da transa. Se vc penetrou a sua mulher depois dela ter sido penetrada por outro homem, com certeza tudo o que vc sentiu é real devido à reação física da mucosa dela, irritada pela fricção com o pênis do outro macho que a penetrou, o macho alfa.
É justamente ai que reside um dos pontos altos do nosso prazer de cornos, sentir o resultado da presença do outro na parte mais íntima do corpo da nossa esposa.
Daniel, por gentileza, me tira uma dúvida se puder: Mia sabe do seu passado, você contou a ela o que viveu nesse terreno com suas ex? Se sim, como ela reagiu? Se não, por quê? Parabéns pelo relato! Rocco.
ResponderExcluirBoa noite, Rocco. Nunca contei a Mia sobre meu desejo realizado com minhas ex, ela sabe de Letícia, mas não sabe toda a história. Eu fiquei conhecido na cidade natal como o "corno de Letícia" por vários anos, ela mesma sabia de alguns chifres antes mesmo de eu e Let terminarmos.
ExcluirNunca contei pois eu falei para Mia que esse desejo veio somente com ela. Como sei que Mia é dominadora e possessiva, sabia que isso iria desagradá-la, então nunca falei tudo abertamente
Caramba, exatamente o emsmo que aconteceu comigo. Também não quis contar pra minha "Mia" pelos mesmos motivos, rs. Não seria nada produtivo. Rocco
ExcluirMuito bom e excitante o relato acima, porém, ao ler o questionamento da Mia, fiquei na dúvida. Não será este adorável fetiche de ser corno (como eu sou) uma forma de objetificação da mulher, misógina, pois ela, esposa, seria induzida pelo homem, marido, a transar com outros machos, para satisfazer um fetiche dele, homem? O prazer dela seria subserviente ao prazer do marido, o que acham?
ResponderExcluirBoa noite. Creio que ao final do livro, você terá suas respostas, amigo. Espero que esteja curtindo todos os relatos
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