#601 - A descoberta do prazer de ser corno (Relato)


Caros amigos de chifres, 

no post de hoje do nosso Blog Meus Chifres, temos mais m delicioso relato de iniciação de um corno que integra o nosso grupo de troca de experiências no Telegram e que dá um spoiller de uma sequencia muito interessante que nos deixa com água na boca e (pau na mão) à espera de outros posts que poderão ser publicados no futuro, se o corno quiser.

O corno da vez é o Nic, um manso de 39 anos de idade que conheceu o meio liberal nos anos 1990, nas páginas da saudosa Revista Brazil. Em meio à conversa que tivemos no  Telegram, onde o manso nos conta como se deu a sua iniciação nesta deliciosa vida de corno manso, humilhado e submisso, extraí o texto a seguir onde percebemos o spoiller no qual o corno nos deixa querendo saber um pouco mais a respeito de uma experiência na qual a sua esposa  chupou um colega de treino na academia que o corno pagava, além de um chifre que ele tomou de um rande amigo considerado como um "meio-irmão" pelo manso. Ainda há indícios de uma narrativa sobre a descoberta do prazer da humilhação e o importantíssi mo relato sobre os efeitos da vida financeira sobre a relaçao cuckold X hotwife.

Ainda estou à espera de uma resposta do manso para conitnuarmos com a coleta das informações de cada história que ele viveu. Por enquanto vamos conhecer como se deu o seu processo de iniciação na arte de ser um corno.

A descoberta do prazer de ser corno 

Tenho 39 anos de idade  e descobri que existia o meio liberal através da revista Brasil ainda na década de 1990. Quando começou a era dos computadores,  descobri o Sexlog, de modo que, de alguma forma eu já sabia o que era esse meio, mas nunca me via como o corno.

Então fui morar e trabalhar em são Paulo e depois de alguns anos fui morar no nordeste, por conta de uma necessidade do meu trabalho.  Todo o tempo que fiquei por lá, cerca de 5 anos,  foi pra juntar uma grana que me permitisse voltar ao Rio de Janeiro, com grana mas sem pensamento de ter um relacionamento nem nada.

Às vésperas de embarcar de volta ao RJ, me hospedei no apartamento de um amigo até chegar o dia do meu vôo. Esse amigo iria passar o carnaval no Estado dele, o Rio grande do Norte e me fez a proposta de ir com ele curtir o carnaval, antes do meu retorno à Cidade Maravilhosa. De início declinei, mas ele insistiu, dizendo que voltaria comigo a tempo do meu embarque, e assim  cedi e fui com ele, conhecer o carnaval do interior do RN, aa região das cidades de Assu e Apodi, cidades próximas à Mossoró.

Lá no interior, ele como um excelente anfitrião, me levava para passear. Iamos de um cando para o outro, acho que conheci cada quadradado daquela cidade ainda no primeiro dia em que estáamos lá. No segundo dia de estadia, avistei uma deusa maravilhosa que eu, com minha timidez, nem sonhava ter algo além de olhar de longe. Porém esse meu amigo é uma criatura expansiva. E com o seu jeito dele falastrão e desenrolado, consegiu um contato com a deusa e me jogou pra cima dela. Apesar da minha timidez, a ajuda deu certo e nós ficamos umas duas vezes naquele inesquecível carnaval, fazendo com que eu me apaixonasse totalmente por ela. Embora fosse baiana, ela morava com a mãe em outra cidade (Dix-Sept Rosado), que também era da região de Mossoró, mas um tanto o quanto distante de onde estávamos. 

No entanto, em meio ao meu sonho, acordei quando ela me deu um balde de água fria dizendo que iria voltar para o ex-namorado. Desolado,  voltei para o Rio de Janeiro e me dediquei aos estudos para esquecer dela. Porém, em um certo dia, enquanto fazia um passeio no litoral norte de São Paulo, fui surpreendido por uma mensagem dela.

Voltei para o Rio e fiz o convite para ela vir conhecer minha família e a minha cidade entre outras na região. Inciialmente, ela relutou, mas aos poucos se sentiu confiante e aceitou as passagens de ida e  volta que lhe comprei para um passeio de duas semanas. Quando ela chgegou, foi aquela festa. Levei ela nos melhores lugares e praias. Namoramos muito e fizemos muito sexo de modo que eu fui ficando cada vez mais gamado naquela mulher que me deixou em ponto de chorar no momento do seu retorno, fazendo-me tomar coragem de fazer a proposta dela vir morar comigo de vez.

Até que um dia ela aceitou...e ai é que começa a minha história de corno manso, submisso e humilhado.

Instalando-se definitivamente na minha casa e na minha vida, a primeira coisa que ela exigiu foi a minha saída do meu trabalho embarcado que me exigia um bom tempo fora de casa. Submisso, aceitei e passei a trabalhar na cidade onde resido.

Em seguida, comecei a pagar uma academia para ela que gostava muito de cuidar do corpo de deusa que ela tem. Enquanto ela malhava, eu trabalhava  durante o dia inteiro, se me dar conta que eu já poderia estar custeando a preparação do corpo dela, para alguém mais se saciar nele. Enfim, naquele momento o que me interessava é que ela ficava, cada dia mais gostosa. 

Inevitavelmente, ela já ia fazendo novas amizades e com elas, despertou os meus ciúmes e desconfianças. Assim, comecei a pegar no pé dela que rebatia cada acusação ameaçando torná-las fatos reiais se eu continuasse com tais acusações.
Aquilo me paralisava de medo pois, além dela ser muito marrenta,  eu sempre achei que não dava conta da quelé mulherão todo. 

E assim o tempo foi passando, me enchendo de desconfianças mas sem poder fazer nada pois não havia como confrontá-la sem provas. Até que um dia, peguei o celular dela e lá achei uma foto  dela nua de frente para o espelho. Com certeza aquela foto tinha sido enviada para alguém apreciar o investimento que o otário aqui estava fazendo no seu corpo divino.

Manso, nada disse e me submeti à angustia de ter que engolir a raiva, temperada com o medo de perdê-la, antes de transar com ela. Em seguida, passamos o dia inteiro sem nos falarmos direito. Eu não pensava mas em relação a quase certeza da traição só tinha medo de perdê-la. A essa altura, além de manso, eu já estava me tornando um corno frouxo, muito frouxo. Passei muita coisa por ela, mas se pudesse voltar no tempo, estaria junto com ela até hoje.


Achando pouco, o corno escalou o nível de humihação e submissão, esmolando os restos que lhe caberiam se ela assumisse que gostava de chifrá-lo mesmo.

Então, assumindo de vez que eu seria um corno manso e frouxo, dei o passo definitivo, propondo um acordo,  onde ela seria liberada. De cara, ela reagiu mal, dizendo que eu estava querendo usá-la como moeda de troca e que aquela proposta era loucura. Então esclareci disendo que que somente ela iria ficar com outras pessoas. 

Dai pra frente, criamos um perfil no 
Sexlog, e começamos a alimentá-lo com as fotos dela que atrairam comentários que logo ela passou a curtir muito, sobretudo quando começou a chegar a chuva de mensagens para ela. Tudo estava sob controle até que um dia, um coroa de São Paulo entrou em contato conosco e logo ganhou a nossa confiança, até que ele pagou as nossa passagens e hospedagem em um hotel na sua cidade, para que ele pudesse conhecer e comer a min ha mulher.

E lá fomos nós, sem que eu imaginasse o que me aguardava na capital paulista. Embora eu estivesse lá com ela, na hra "H" ela me mandou sair do quarto. Não pude asssitir pessoalmente às cenas que só pude ver depois, no vídeo que eles gravaram para mim.

E dai pra frente, totalemente à vontde com a vida de hotwife, ela começou a caçar machos em sites de namoro. Embora eu não tenha gostado da ideia, submisso e sem forças para ela, fui deixando.

A safadinha dissimulada  que não queria relação aberta, logo começou a caçar rolas de outros machos para chifrar o corno manso!

Enquanto eu ralava no trabalho para sustentar os chifres que recebia, comprando até as calcinhas que ela usava com um comedor específico, ela vivia a sair com outros homens para os motéis da região.


E como nunca há limites para quem é corno manso, submisso e humilhado.....

...em um certo dia, ela me puxou o tapete querendo transar com um amigo que eu considero um irmão.  Era um amigo muito chegado mesmo, tanto que de vez ou outra dormia aqui em casa, e se ela o queria, ela o teria! Não demorou muito para ele começar a estranhar as roupas que ela estava usando em casa quando ele estava aqui. Mas o que ele achou mais estranho ainda foi quando eu, submisso e manso, tive que abrir o jogo para ele, dizendo que minha esposa queria ser possuída por ele, na nossa casa.

Rolou foi muito sexo entre eles. Dessa vez, comigo olhando, o que adorei pois via o quanto ela era uma hotwife natural, que me humilhava tranqilamente mandando eu sair do ambiente ou camando e me mandando eu olhar, já me chamando emandando meu amigo, quase irmão, me chamar corno. Foi muito gostoso ver como ele se soltou me chamando de corno inicialmente com certo embaraço, mas depois que perdeu a vergonha e assumiu o lugar de macho da minha casa, se soltou me tratando como manda o figurino.

Um dia fomos nós três em uma pousada. Ele passou a noite toda metendo nela e eu pedi pra chupar o cuzinho dela depois que ela desse pra ele. Ela falou que só daria a pepeca e me mandou eu dormir no chão depois de eu assistir bastante. Ele meteu muito na garganta dela.  Ela sempre gostou muito de fazer garganta profunda. E dps só na pepeca. Quando tava no chão pelo gemido dela eu cheguei perto e não deu outra tava dando o cu.(Que puto, humilhado!!!!!!) ! Aí deu treta que eu só queria um cuzinho bem comido pra eu chupar,mas ela mentiu.

Depois ela me acalmou e deixo chupála um pouco  depois do banho...

Mas, infelizmente, nos separamos. Muitas brigas desnecessárias e uma redução no padrão de vida por conta de uma mudança de emprego foram minando o nosso relacionamento até tornar inviável a nossa união, mesmo com todo tesão que sentia por ela,  por ser a hotwife que é.

Desde que nos separamos, vivo a eterna angústia de não poder voltar no tempo para reviver cada momento e me submeter, da forma mais extrema à tudo que ela desejasse e muito mais. Lendo as postagens sobre o Corno Morcego, tenho certeza que estaria, no mínimo, naquele nível ou dali para algo mais. E quando lembro que cheguei tão perto disso e fugi com medo...

Hoje vivo casado com outra mulher que nem de longe possui o furor da ninfa que a minha ex tem em si. Tenho interesse em tentar iniciar a minha atual esposa, mas não sei se consigo trazê-la para esse lado de cá da vida.

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