o post de hoje do nosso Blog Meus Chifres traz mais um delicioso relato enviado por um leitor colaborador, já conhecido pelos nossos quase 1.400.000 leitores espalhados pelos mais de 50 países de onde o nosso Blog é acesado e compartilhado.
Embora seja um corno, manso e viadinho, o nosso amigo Paulo Marcos compartilha conosco mais uma das suas excitante memórias de um momento muito antes de se tornar um corno manso irremediável como se fez ao longo da sua trajetória com as suas esposas. Assim como muitos de nós cornos assumidos, o amigo também teve os seus dias de comedor que, quase como uma regra, servem para nos despertar a curiosodade a respeito do prazer que existe do outro lado desse delicioso fetiche.
Vejamos então como se deu a experiência do manso viadinho, no dia em que viveu a experiência de ser um macho alfa.
Segredos de um ex-comedor
Parte 1 - Que tal a minha esposa?!
Houve um tempo, antes que eu me casasse e viesse a me tornar um cuckold, em que eu tinha o desejo de transar com mulheres casadas. A oportunidade para que eu realizasse esse objetivo me foi oferecida numa ocasião, por um amigo meu, Jonathan, que conheci quando ainda morava em Copacabana. Éramos parceiros de uma rede de vôlei no Posto 2. Jonathan era casado com Teresa, uma mulher muito bonita, mas discreta e recatada. Encontrávamo-nos frequentemente na praia do Lido, e certo dia em que nos encontrávamos sozinhos na barraca, Jonathan veio com um papo estranho. Lembro-me de parte do diálogo que travamos.
- Concordo. Muito...
- Desejável? -
cortou Jonathan.
- Sim, porque
não? Todas as mulheres são desejáveis.
Concordo com você. Até Teresa.
- Você não quer
fazer-nos uma visita? Não a achou bonita
- Sim, achei.
Sua pausa não foi interrompida. Achei um pouco esranho o convite de Jonathan, mas acabei concordando e combinamos de eu ir visitá-los no fim de semana, para nos conhecermos melhor. No dia combinado, lá estava eu no apartamento do casal, localizado num prédio luxuoso, em plena Avenida Atlântica.
Jonathan, o Jô, era alto, espadaúdo, com uma barba preta cerrada. Ainda conservava o bom preparo físico de quando jogava basquete. Teresa era miúda e morena, cabelos curtos, pretos como os olhos. Era uma mulher que tinha as medidas exatas nos lugares exatos. As nádegas eram rechonchudas e os seios fartos e firmes, que ela procurava esconder, pois frequentava a praia vestindo um discretíssimo maiô preto. Contava trinta e dois anos, segundo o marido me revelara.
A visita transcorreu num clima de alegria e descontração, além de um certo toque de intimidade, pois Jonathan era um excelente anfitrião e me pôs logo à vontade. Ele providenciou um excelente uísque doze anos e alguns tira-gostos.Teresa parecia pouco interessada na nossa conversa, e apenas perscrutava com olhos atentos a minha figura de homem comum com trinta anos, magro, altura mediana, olhos e cabelos castanhos, que aguardava com maldisfarçada curiosidade o que Jonathan me prometera revelar.
Aguardando que a música lenta recomeçasse e que eu a enlaçasse, deixando que o seu corpo se encostasse de cima a baixo ao meu. Sentiu meu hálito quente no seu delicado pescoço e notou perfeitamente que meu pau estava crescido, pela dureza encostada quase que de encontro ao seu sexo. Esfregou-se mais forte contra mim enquanto suspirava entrecortadamente. Receei ter sida ousado demais e procurei com o olhar, até ver que Jonathan nos olhava estava alisando os genitais, por cima da bermuda que vestia.
Teresa olhava para ele disfarçadamente. Deu-me a impressão de que iria dizer algo, mas não o fez. Tornou a pousar a cabeça no meu ombro, enquanto desisti de disfarçar a ereção que ela já percebia quando comprimia seu corpo contra o meu, provocando ainda mais tesão. Teresa procurava colar-se sem cerimônia em meu pênis já endurecido. Nada era tão agradável como o contraste de sua modéstia, de seu recato, com sua grande indecência. Por fim, o disco parou.
- Bem, vamos ao uísque - disse Jonathan, com naturalidade. - Você dança muito bem, Paulo.
- Obrigado. Sua esposa também é ótima dançarina.
- Paulo... - Jô
pareceu levemente encabulado. - Bem, ouça Paulo, eu... Ora, bolas. Escute,
Paulo, o que acha dela, hã?
- Já disse, Jonathan.
Muito bonita.
- Você bem que gostaria de ter visto os seios dela
naquele dia na praia, não?
Olhei olhei sério para os dois. Teresa enrubesceu ligeiramente, mas nada falou. Jô apenas acompanhava com os olhos e ouvidos bastante abertos.
- Olha, pra dizer mesmo a verdade, Jonathan . . .
- Pois bem. Quer mostrar a ele, querida?
Teresa chegou então à conclusão de que não poderia de forma alguma decepcioná-lo. Voltndo a cabeça para o marido, enfim resolveu agir. Colocou o copo de uísque sobre a mesinha de centro e andou até ficar a uns cinco passos, mais ou menos de nós, que, concentrados, a olhávamos, espectantes.
Com os olhos, Teresa passeou pelo olhar de cada um. Viu em Jonathan, seu marido, um toque de
orgulho misturado de alguma angústia, carinho e excitação. Em mim, a expressão
era de curiosidade e expectativa e Teresa parecia adivinhar nos meus olhos uma
mistura de erotismo e desejo. Em ambos, o mesmo olhar de lascívia, uma total e completa libertinagem.
De repente, os braços de Teresa e desfizeram, com dedos ágeis, o laço que prendia a blusa aos ombros e em seguida usou as mãos para segurar a bainha da vestimenta. Depois, consciente e calma, foi erguendo as mãos, e os nossos olhares convergiram para os pontos vitais. Daí em diante, o movimento de Teresa foi rápido e decisivo, para, num piscar de olhos estar de braços abaixados, segurando numa das mãos a blusa preta.
Nada torna uma fêmea tão superior quanto a situação de
estar sendo admirada, observada, desejada, por que não, por dois homens ao
mesmo tempo. Olhou para Jonathan e viu-o com um ligeiro sorriso satisfeito. Me
viu passar a língua pelos lábios então ressequidos, enquanto meus olhos não
desgrudavam dos seus belos peitos.
Teresa viu claramete que eu estava ardendo de desejos por
ela. Viu claramente que o marido estava se masturbando. Teresa apenas sorria e
acenava aprovadoramente. Foi exatamente a sincera franqueza nos seus olhos que
trouxe de vez o alívio a mim, a naturalidade. Deu então uma piscadela,
endereçada a todos, sorriu de leve, sentou-se novamente, mas não tornou a
colocar a blusa.
- Que tal a minha esposa? – me pergu
ntou Jonathan. Eu limpei a garganta,
silenciosamente. - Fantásticos. Lindos,
Jonathan. Gostei muito.
- Você está em plena forma, Teresa – elogiei.
E olhando para Jonathan, maliciosa. - O que acha,
querido?
Jonathan não perdeu a dica.
- Concordo. Não...
não quer divertir mais um pouco o nosso convidado, Teresa? – insinuou Jonathan,
olhando direto nos olhos dela.
Teresa permaneceu de braços estendidos ao longo do corpo
e quando Jonathan com os dedos empurrou a saia para o chão, esta desceu
fulminante, escondendo os pés pequenos da mulher.
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