#614 - chifre na trilha (Relato)

Caros amigos de chifres, 

no post de hoje do nosso Blog Meus Chifres, temos mais um delicioso relato enviado por um dos nossos amigos cornos, membro do nosso grupo de mensagens que compartilha sua experiência de corno manso com a nossa comunidade.

O corno da vez é o Marcos, um corno pansexual que compartilha conosco a iniciação da sua relação com a sua atual companheira. Vejamos como se deu a iniciação deste delicioso casal.

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Primeiro, quando a gente se conheceu, já deixamos tudo claro. Falei pra ela que eu era pansexual e ela ficou muito curiosa e muito aberta a qualquer novidade. Ela já vinha com a vida sexual ativa, era viúva, e começou a ter experiências. Tinha vários parceiros, vários amigos, ficantes, alguns relacionamentos e muita putaria. Então, teve coisa que ela me contava do que ela fazia, que era muito gostoso de ouvir como, por exemplo, sobre transar na praia, transar no carro, transar no rio, chupar na garagem de casa, receber chupada de alguém que sabia fazer latê e squirt, coisa que eu não sabia e não me achava capaz de conseguir. 

Posso estar divagando agora, mas é porque eu quero mostrar o contexto das coisas, a reepito do momento em que a gente se conheceu, para que todos possam entender adequadamente o que aconteceu depois.

Enfim, depois da nossa primeira vez, eu viajei, pois já tinha uma viagem programada. Era uma viagem na qual eu iria sozinho para Florianópolis, de férias e ela viria no fim de semana para me encontrar. Então, lá ela ficou pelada na praia pela primeira vez, mas de uma forma muito natural, muito tranquila, sem nenhum pudor, afinal, ela gostava de se exibir para os outros. Logo não foi difícil para ela transar na praia comigo, mesmo com alguém vendo a nossa estreia para a vida liberal.

Em seguida, fomos para o Rio de Janeiro, curtir a segunda parte da programação das minhas férias em Abricó, praia de nudismo. Lá, tivemos a oportunidade de ir para uma trilha, que praticamente só tinha homens, a maioria fazendo sexo com outros homens. Logo ela ficou bem à vontade a ponto de começar chupar um cara, de modo que em poucos instantes já havia se formado uma rodinha de pirocas em torno dela, todos à sua disposição para ela chupar. No fim das contas, ela chupou umas oito pirocas, de vários tamanhos e formatos variados.

Enquanto ela mamava os rapazes eu estava me deliciando com aquela cena deliciosa. Então escolhi aquele que eu achava que era o melhor para penetrar a minha namorada. Ele tinha o maior e mais grosso dos cacetes que ela estava mamando e aparentava saber foder bastante. Enfim, era aquele que poderia dar mais prazer pra ela, naquele momento.

Ela ficou de quatro, se apoiou em mim e deu pra ele na frente dos outros que estavam assistindo o primeiro chifre que tomei dessa namorada. Foi uma coisa muito excitante. Ela não tinha nenhum tipo de escrúpulo, de pudor, em sentir prazer com eles diante do próprio namorado.

Depois disso, saímos dessa trilha e voltamos para a área comum, e no caminho encontramos esse cara novamente e ela a fodeu ela de novo e só então, depois que ele terminou e que eu enfim a 
comi. Eu já estava morrendo de tesão e como um bom corno broxa, claro que gozei muito rápido, né?! Ainda bem que ela tinha dado pra alguém melhor que eu antes.

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