Caros amigos de chifres,
o post de hoje do nosso Blog Meus Chifres traz um delicioso e excitante relato enviado por um dos nossos amigos, colaboradores e membro do nosso grupo de mensagens no qual dialogamos sobre a deliciosa vida que levamos, recebendo os mais humilhantes chifres das nossas esposas e seus amantes machos alfa.
O corno que compartilha o relato a seguir é o Charles, um corno manso cearense que vive com uma linda hotwife que faria a prórpia Iracema de José de Alencar ficar com ciúmes de sua beleza que com certeza deve lhe alçar ao posto de uma das mulheres mais belas e sensuais do nordeste brasileiro, se não do país inteiro.
No relato de hoje, o manso nos leva à loucura expondo os detalhes de um delicioso encontro da sua esposa na noite de natal com o macho alfa que iniciou o casal, alguns meses depois de perder o contato com ele. O relato é uma provo incontestável que Papai Noel existe sim e traz presentes para o corno que se comporta direitinho depois que é iniciado nessa deliciosa vida de marido manso e humilhado.
Leiam e digam se não tenho razão.
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Depois que saímos a segunda vez com o macho que nos iniciou (experiência relatada anteriormente), ele sumiu. Não o achamos mais no sexlog ou no telegram e, por isso, tentamos outras possibilidades.
No sexlog um rapaz com quem ela conversou assim que criamos o perfil (e deu um bolo na gente) retornou e, por insistência dela, tentamos de novo. Porém, ela saiu sozinha - pela primeira vez, inclusive. A experiência, entretanto, não foi do agrado da minha esposa. Também por lá ela começou a conversar com outro cara, a conversa era promissora e ele prometeu mundos e fundos, mas na hora não chegou nem perto do que prometeu. Enfim, em menos de 10 dias foram duas experiências frustrantes.
Entramos em uma pausa forçada que durou longos 5 meses. Nesse meio tempo, o macho que nos iniciou reapareceu. Explicou que precisou trocar de número, trabalho, etc. Entretanto, a vontade de fuder a mulher do corno não havia diminuído durante esse tempo, e logo foi marcada uma terceira saída no início de dezembro. Mas a sorte não parecia querer ajudar e, por problemas de saúde, foi preciso remarcar. Como era fim de ano, agendas apertadas por conta de confraternizações e etc, a única data disponível foi 25/12. Que coincidência. O presente de Natal do corno? Chifre, LÓGICO.
Por duas semanas antes do dia, a bucetinha da minha esposa permaneceu intocada, sendo guardada para o macho. No dia marcado, nos organizamos e fomos ao encontro do amigo para seguirmos até o motel. A rainha foi com um vestidinho comportado, que o macho retirou assim que chegamos, a deixando só com a lingerie preta e cinta liga que estava por baixo.
Cinco meses depois a minha esposinha matava a vontade que estava do seu macho, chupando com vontade enquanto dizia ao corno que estava com saudades daquele pau, e assim ficou por longos minutos até que o macho mandou:
- Beija a boca do seu marido, vai.
E assim ela fez, afinal como ela diz, ela é a putinha do macho e a dona do corno. Com a boca que chupava tão voraz o pau do macho, ela me beijou intensamente. Parou, chupou mais um pouco e beijou de novo. Um processo que se repetiu umas cinco vezes antes do macho a deitar de pernas bem abertas e a fazer gozar com uma chupada que a deixou ainda mais encharcada.
Sem tempo para minha esposa descansar, o macho a colocou de quatro na ponta da cama e enfim começou a foder sua bucetinha como ela desejava há meses. Ele iniciou no pelo, como já acordado desde a última vez, mas no meio da foda preferiu colocar a camisinha antes de voltar a cravar, que esperava empinada pela pica do macho. Ele metia e arreganhava a bunda da minha esposa, admirando seu cuzinho, que ela logo adiantou que só daria numa próxima oportunidade.
Em seguida ele a colocou na ponta da cama de pernas bem abertas, fudendo sua bucetinha fundo e com força por uns bons minutos. Por fim, deitou e a colocou pra cavalgar, coisa que minha esposa faz divinamente bem. Não tinha como resistir a sentada daquela bucetinha guardada a sete chaves por duas semanas e sedenta pela pica do macho, e não deu outra. Após alguns minutos dela cavalgando o macho começou a urrar enquanto esvaziava suas bolas na bucetinha da minha esposa (mas, claro, ele estava de camisinha).
Voltamos pra casa, mas não sem antes ela prometer ao macho que em uma próxima saída lhe daria o cuzinho (que só o corno comia). Logo ao chegar já me despi e fui pra cama aguardar minha esposa que logo veio dar ao corno a bucetinha toda fudida pelo macho, dar apenas o resto pro corno. Fodemos loucamente, dava pra sentir como o macho havia alargado a buceta da putinha dele. No fim, como o macho não havia dado, a bucetinha sedenta dela teve que se contentar com a porra do corno.
Dez dias depois foi o fatídico dia em que ela deu o cuzinho para o macho. Acho que em breve te mando o relato que estou redigindo enquanto aguardo ela voltar para casa, com o pau preso na gaiola.
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