#625 - Crônica de um chifre (Relato)

Caros amigos de chifres,

no post de hoje do nosso Blog Meus Chifres, compartilho com a nossa comunidade de leitores cornos, hotwives, aspirantes, comedores e curiosos sobre o mais delicioso dos fetiches, um relato no qual descrevo todo movimento feito pela minha esposa, durante a preparação para um chifre com um colega de faculdade que, além de ensopado muitas calcinhas, tem sido muito chamado aqui na nossa cama, enquanto ela goza quando fazemos amor.

Cerca de duas semanas atrás, ela saiu vestida diferente para a faculdade. Não me disse nada. Apenas foi com uma leg super colada ao corpo, evidenciando as formas da região do seu quadril. Um pouco mais abaixo, ela fez questão de compor o "look liberada" com a tornozeleira e tatuagem de dama de espadas. 

Quando voltou da aula, comentou que pela primeira vez, a turma havia marcado um encontro num barzinho na próxima sexta-feira que era um feriado. Não teriam aula, assim todos se veriam “para matar as saudades” de apenas uma semana sem aula.

No fim de semana, ela quis ir à praia para pegar uma corzinha, muito embora alegasse que estava indisposta quando a chamei nas ultimas vezes. Agora, ela me chama duas vezes para irmos, em dois dias diferentes, com um claro interesse. E fomos! 

No dia do encontro, ela cortou, pintou e escovou o cabelo. Ficou ainda mais linda do que já é.

Chamou tanto a atenção que até um funcionário da cabelereira perdeu a linha e deu-lhe três cantadas ali, na frente de tudo e de todos, até mesmo de mim, que me fiz de desatento, diante dos olhares que interpelavam silenciosamente: "- E ai, não vai dizer nada?"

Como recebemos inesperadas visitas em casa, não deu para ir ao barzinho com os amigos. Enquanto conversava com os visitantes, a vi, umas três vezes, fazendo selfies lindas e sensuais. Nenhuma dessas fotos foram postadas em suas redes sociais, nem enviadas para mim. Todas foram feitas para fins privado, e íntimo!

Passado o feriado, um dia antes da aula seguinte ela me leva para comer algo e na mesa, me diz que segundo os comentários das amigas de turma,  há dois colegas que estão de olho nela. 

Rindo ela me fala que os dois a interessam. Um porquê tem o jeitão de macho alfa que ela gosta. O outro porquê é todo grandão e por isso deve ter um pauzão do jeito que ela gosta.

À noite, quando fomos dormir, ela nega o sexo que lhe insinuei. Negou e me proíbiu de me masturbar até que ela volte da aula pois, de repente, pode ser que ela tenha algo para me contar enquanto eu a como ou ela me punheta. 

Acelerando a carícia no meu pênis, ela me pergunta se eu gostaria de receber uma ligação amanhã à noite, após a aula, na qual ela diz que terminou o expediente mas não vai voltar para casa agora. "Me espera acordado que estou levando uma coisinha pra você", brinca com ar de provocação sacana. 

Percebendo o meu pênis começando a expulsar o líquido seminal, ela suspende a carícia e me manda relaxar pois ela quer dormir bem para acordar bem disposta no dia seguinte. Vou dormir de pau duro e ela me diz que se não baixar a ereção, amanhã vou ficar de cinto de castidade quando ela for para faculdade pois estou proibido de ter prazer antes dela.

No dia da aula seguinte, ela acorda com um beijo longo na testa me chamando de “meu corninho”. Pegando no meu pau, ela pergunta se eu tô pronto para algum chifre "eventual" hoje. 

Pergunto se tem algo arquitetado, mas ela diz que não e ri. Fui trabalhar. Pouco tempo depois, ela me pede para vir mais cedo pra casa pois precisa de ajuda com um banho de lua. Largo o expediente e vou para casa dourar os seus pelos mais íntimos. Ela diz que foi necessária a suspensão do meu trabalho hoje pois pode ser que alguém a veja mais de perto e tudo tem que estar prontinho, né?

Depois do almoço formos descansar um pouco e na cama ela me pergunta se eu não vou fazer nada para prepará-la para a hora dela sair. Me fazendo de desentendido, pergunto o que ela deseja e diz que quer uma massagem e hidratação no corpo para chegar na faculdade cheirosinha e com a pele bem macia. Faço o que ela pede e pergunto se eu vou recebê-la assim de volta. Ela apenas levanta as sobrancelhas e olha para cima como quem diz que não sabe de nada do que pode acontecer até a hora dela voltar.


Ela começa a se arrumar. Escova o cabelo, faz maquiagem, coloca a coleirinha de hotwife, capricha num baton que deixa seus lábios pedindo para ser beijados e passa vestindo uma calcinha minúscula na qual  há um recado escrito na frente, “Amigos primeiro, corninho depois!” Em seguida, veste uma mini saia e me olha sem dizer uma palavra. Sinto o frio correr pela espinha, de novo, como na primeira vez que a vi se entregando para outro homem. Agora não resta dúvida, ela vai se entregar para algum dos seus colegas hoje.  

Sinto meus pés e mãos gelar. O pau encolhe, o estômago revira. Ela percebe o pânico, põe os óculos escuros, ri, ignorando a minha agonia e diz, me ajuda aqui com o carro e sai na frente com a sua mini saia, balançando ao vento.

No carro, tomo coragem e tento lutar para não perdê-la para o macho alfa que irá tocar seu corpo, beijar sua boca. Já não posso mais tocá-la, os vizinhos a olha e elogiam sua beleza. Só me resta a última munição. Projeto meu corpo para perto do seu, e tento lhe dar um beijo naquela deliciosa boca. Mas ela desvia. Já não posso mais beijá-la, agora só ele terá o privilégio de apalpar o corpo dela, beijar os seus lábios. Ela dá o tiro de misericórdia dizendo: não vou beijar para não borrar o batom. Meu corpo murcha e ela joga a pá de cal: 


“Entra, põe o cinto de castidade e me aguarde!”

Minhas pernas perdem as forças, meus pés gelam como se estivesse na mais alta madrugada de inverno. As mãos tremem ao ponto de não conseguir digitar meu nome num teclado. Trinta minutos depois da saída dela, minha cueca já está toda babada de líquido seminal que verte como se houvesse um vazamento sem vedação.

Envio mensagens para ela falando do meu estado e ela só me ignora. Ela sabe como me dominar e como me fazer ficar ainda mais excitado. O seu desprezo perante o meu sofrimento de corno é combustível que me faz arder no fogo do tesão. Olho para o relógio aflito e o vejo parado, nenhum movimento. Quando ela voltará?

Aos poucos ela manda uma notícia ou outra. Na primeira, compartilha o aviso que as amigas lhe deram dizendo que está dando para ver tudo. “Mulher dá até pra ver a cor da calcinha!" Adverte a colega, impressionada com a ousadia da minha esposa.

Em outra mensagem, ela avisa que o alfa preferido já está na sala e demonstra aparente nervosismo quando a vê tão apetitosa. Isso a excita e por isso, ela parte ainda mais para cima dele.

Ela faz questão de sentar-se estrategicamente na direção dos olhos dele e inicia um jogo de pernas como uma dança de acasalamento. Ela cruza e descruza pernas com movimentos milimetricamente planejados, de modo a atiçar o macho alfa que ela quer ali, entre as suas coxas. 

Ele percebe o jogo, sente o chamado da fêmea e passa a dar sinais de excitação. Ele caiu na rede dela. Mais um chifre está à caminho da testa do corno manso em casa.

Impotente, preso num cinto de castidade, me vejo preso a um conta gotas de mensagens que ela me envia ardilosamente como quem sabe que está controlando a inundação da miha cueca. À cada mensagem que chega, sinto pulsar um tanto de líquido seminal na glande do meu pênis. 

O tempo é senhor no jogo da humilhação de um marido corno e ela sabe disso. Suas mensagens demoram, vinte, trinta, quartenta minutos entre sei. Não há uma regularidade para que o meu cérebro não possa assumir o controle sobre o tesão de estar sendo corno sem ter noção do que acontece.

Há mais de uma década e meia venho colecionando chifres dela. Sempre estive presente nos seus encontros íntimos extra conjugais. Esse era um combinado nosso para lhe garantir  devida segurança contra quaisquer riscos de abuso promovido por algum parceiro. Mas desde a estabilidade dos encontros com o namorado, um amigo de infância, esporadicamente passei a ficar em casa ou receber chifres enquanto estou impossibilitado de estar junto.

Estando longe, descobri o prazer de pegar as sobras, a humilhação de chegar no motel depois que ele se foi, encontrá-la na alcova, vê-la puta usada e abusda, limpá-la, pagar a conta e resgatá-la de volta, daquele antro de putaria para o nosso lar de família cristã e tradicional. Ou então, ainda mais humilhado, vê-la retornar ao nosso lar com aroma e marcas da perfídia praticada com seus amantes. 

Enquanto cumpro as suas ordens de limpar as evidências da coito com outro homem, sinto o sabor da traição no seu corpo e e certifico: estou mais corno que antes!

Dona da situaçao, ela me submete. Primeiro me nega o beijo, depois ordena que deite aos seus pés e esfrega a calcinha no rosto para que eu sinta o cheiro da secreção que lubrificou a sua vagina nos momentos anteriores à penetração do pau do seu novo macho alfa. Ela pisa no meu rosto e começa a me contar os detalhes do encontro íntimo com o colega da faculdade. Os detahes são sórdidos, ela foi até a casa dele e, aproveitando que a esposa do alfa estava viajdando,  assumiu o lugar de puta na cama do casal.

Não consigo suportar mais uma palavra. A imagem mental de ver a miha esposa servir de puta a um macho alfa, na sua cama, saciando a necessidade deixada pela esposa que estava de viagem, é muito forte, é muito intensa. Ela pisa e chuta meu rosto enquanto pergunta, desafiando-me, se eu não tenho vergonha de ser corno, de ser humilhaodo enquanto ela está servindo a um macho alfa  cuja mulher está viajando, enquanto ela é o depósito de porra dele. O gozo vem como a erupção do mais imponente dos vulcões para denunciar que esse é o meu lugar e que sim, estou pronto para ser ainda mais humilhado por uma hotwife fogosa que gosta de ser a puta que socorre machos alfas quando suas esposas não podem lhe satisfazer.

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Comentários

  1. Uau, Carlos, que relato excitante! Te asseguro que você conseguiu deixar também a minha cueca ensopada ao ler isso. Se não se importa, me tira uma dúvida: quando diz que ela pôs a coleirinha hotwife, devo ler isso textualmente, digo, ela sai mesmo usando uma coleirinha com esse texto? Só mais uma pergunta, e essa talvez mais complexa, se não se importa: é tranquilo para você que as e os colegas de turma dela saibam que você é corninho, tudo bem resolvido entre vocês nessa parte social? Pergunto porque realmente percebo ser essa uma das partes mais delicadas de tudo isso, o que se desenrola para além da vida a dois. Abraço e espero que nos deixe saber como foi o retorno de sua senhora desse excitante
    encontro. Rocco.

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    1. Caro Rocco,
      A foto publicada é a foto do momento em que ela se arrumava para ir à aula na faculdade.

      Obviamente não é todo dia, toda hora que ela usa a coleirinha com a qualificação que serve de aviso ao macho alfa que está no radar dela. Ela só usa o adereço quando está decidida que vai ser a putinha de outro homem, por isso já sai de casa com o aviso: sou uma mulher liberada, sou uma Hotwife!

      Quanto aos colegas de turma saberem que sou um corno manso, os mais de 15 anos de vida liberal me deram a segurança necessária para não ligar para o que dizem do meu fetiche, daquilo que me dá prazer.

      A forma como ela expõe nossa imagem, o modo como ela se comporta perante os amigos que sabem das nossas escolhas, fazem com que eles respeitem, porque passam a entender e admirar, a vida liberal que tivemos coragem de adotar e assumir publicamente.

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    2. Muito bom, amigo. Imagino o quão árduo pode ter sido para chegar a esse ponto. Há um ponto em que se torna difícil se medir a partir do que pensam os outros. Para quem vive em meio a grupos mais conservadores isso pode ser bem mais difícil. Parabéns a vocês! Rocco.

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    3. Sim, de fato foi muito difícil e conflituoso, até mesmo porque frequentamos uma igreja Evangélica (Missão Evangélica) e vc sabe como são as coisas nesse meio religiosos, né? Embora todos ali vivam enfiados no pecado até o pescoço, devemos vigiare punir o outro, porém ocultando nossos pecados.

      Tivemos algumas dores de cabeça até quando recolvemos colocar aquele que nos censuravam contra a parede, ameaçando compartilhar as suas podridões que fazem a nossa vida liberal ser como uma flor no jardim perante tamanha sujeira em que estão metidos.

      Hoje até somos designados para coordenar retiros de casais da nossa Igreja, onde damos o nosso testemunho de casal que se ama e se apoia independentemente do que quer que seja , vivendo apenas o amor que Cristo nos amou, sem preconceitos, como referência.

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  2. Carlos,
    meu sonho é comer tua mulher por trás, na tua frente, te chamando de corninho manso.
    Vendo as fotos dela ficou ainda mais entusiasmado com a ideia.
    Podemos nos falar sinceramente, em conversa privada, sobre o assunto? Vou aonde vocês estiverem, aceito qualquer condições, faço o que for preciso pra meter meu pau no rabo da tua esposa..Quero fazer ela de minha puta e você de meu corno puto e submisso.

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    1. Opa... chegou chegando, hein? Gostei da abordagem assim como do interesse demonstrado em me presentear com um belo e sacana par de chifres. Vou mostrar o seu comentário para ela e te falo a resposta por e-mail quando vc entrar em contato conosco por lá (cornomanso741@gmail.com)

      Abraços de corno

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    2. Mandei o e-mail. Responde lápara a gente trocar telefones

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  3. Corno da Fernanda
    Que belo relato, colega de chifres!
    Que saudades da época que a Fernanda tinha os seus namorados!
    Era muito bom ela se virar pra mim como a coisa mais natural do mundo e dizer:
    "Marquei com o Marcos pra gente sair na quinta. Preciso que vc vá pegar as crianças na escola, ok?"

    Ela TB mandava eu colocar a minha Gaiola de castidade,pra eu esperar ela chegar do encontro.
    Não tem como um marido apaixonado não curtir essa rotina!

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    1. Quanto tempo durou o relacionamento dela mais duradouro com algum comedor ?

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    2. Minha esposa só teve um alfa fixo até então, aquem me refiro como "namorado" nos meus relatos.O relacionamento sexual deles durou pouco mais de 5 anos, sendo interrompido apenas poprque ele teve qe se mudar para fora do nosso estado, mas ainda assim, sempre que vem de férias, ele a tem como sua putinha de ferias.

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    3. Corno da Fernanda
      Respondendo ao amigo Anônimo:
      Acho que o mais duradouro foi um de dois anos ou mais.
      Interessante é que esse o namorado não sabia que eu era Corno MANSO, ou seja , sabia de tudo. A Fernanda não quiz abrir pra ele, pois achava ele muito Dominador e ciumento. Não admitia que a Fernanda tivesse nenhum macho além de mim e ele. Ela achou que se ele soubesse que eu era mansinho, ele ia querer dominar na nossa casa também, tipo chegar a QQ hora e querer sair com ela,etc...e a Fernanda não queria problemas desse tipo, que podia expor a nossa família.

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    4. Corno da Fernanda
      Respondendo ao meu colega chifrudo Meus Chifres:
      A Fernanda teve no total, 3 Namorados, que é como chamamos qdo a relação fica íntima a ponto de além de ter encontros repetidos, rola coisas como eles dormirem fora, transarem em nossa cama de casal,etc...
      Interessante é que todos esses ela conheceu fora do mundo liberal.
      Foram pessoas que cantaram ela, e acabou rolando troca de whatsapp, encontros e qdo foi ver, já estavam como SÓCIOS da minha esposa ( outra expressão que usamos para os amantes fixos)

      Esse namorado da sua esposa mantém contato, mesmo de longe? Tipo fazer ela mandar selfie dela nua ou ligações de vídeo? E ela está sempre a disposição dele?

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    5. Caro,
      o namorado da minha esposa é um amigo de infância dela, ou seja, se conhecem há mais de 20 anos. Eu já falei sobre ele no post #74 e em outros depois. Ele é um amigo de longa data que sempre teve uma queda por ela, desde a época da escola em que estudavam juntos e se paqueravam, cheios de tesão um no outro, mas nunca tiveram a oportunidade para ter um contato íntimo. Depois que percebeu que eu era uk corno manso e submisso, ela fez me fez a proposta de ter um amante fixo e disse que queria que fosse ele quando concordei, alegando que sempre teve vontade de experimentar o pau de 23 x 5 cim que ele esferegava nela nos sarros que tiravam nos cantos da escola, quando estudavam.

      Dessa maneira, como sempre foram amigos, independente do contato sexual, eles sempre mantiveram uma proximidade que não se perdeu depois que ele se mudou. Por isso, volta e meia eles se falam e, confrme dito no relato, ela envia algumas fotos mais sensuais para ele que retribui com as homenagens em vídeo para ela. E quando ele pode vir à nossa cidade, ela é a sua putinha oficial

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  4. Sou negro transo com esposas noivas namorada 1194196eduard@gmail.com meu teams sou de Guarulhos

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    1. Se intressa pela casada das fotos? Se sim, salvaremos seu contato para quando estivermos em SP novamente

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  5. Amigo Carlos mesmo depois de anos sendo corno e levando chifre vc ainda sente estomago revirar ,ciumes , pernas bambas ,
    Amigo parabens pela esposa puta , deve ser uma delicia viver essa cumplicidade ,
    Se proteja da minha inveja kkkkk

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    1. Caro Jamil, Conforme cito no post #83, "Sempre será como na primeira vez", emboja já tenha alguns anos de chifres acumulados na testa. Creio que isso se dê pelo fato de que hoje reconheço que não sou o mesmo homem que fui ontem e da mesma forma vejo minha esposa como uma nova mulher a quem devo conqusitar à cada dia.
      Tendo essa consciência, cada ato, cada fato das nossas vidas será sempre um ato e um fato novo, que sempre será acompanhado de toda insegurança que a novidade nos traz.

      De fato, é uma delícia, uma bença viver ao lado da minha esposa, MAs devo deixar registrado aqui que essa bençao só foi alcançada depoisque tive coragem de messumir como verddeiramente sou (corno, manso, submisso e humilhado) e ainda ter trabahando bastante para ela poder se liberar e ser exatamente quem ela é (hotwife, puta, que pode ser e fazer o que quiser da vida).

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  6. Muito boa a narrativa e gostei também da sinceridade nos relatos dos leitores.

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    1. Olá Valéria,

      de fato, a participação dos leitores vem se confirmando como um detalhe muito positivo no nosso blog. Ficmo muito feliz por saber que estamos reunindo pessoas adultas, maduras, centradas e interessadas no aprofundamento das questões relacionadas ao nosso delicioso fetiche.


      Abraços de corno

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