Enfim, nesse jogo de bate daqui, aperta dali, vivi um dos melhores momentos da minha vida de muler adulta (e adúltera, se me permite o trocadilho). Pude sentir a delícia de ser tratada como gosto, dentro de minha casa, na minha cama, com o meu marido. Mas ainda assim, o silêncio se manteve e nunca tocamos no assunto, o que por um lado acho ótimo pois tenho medo de perder o controle, trocar os pés pelas mãos e estragar tudo o que tenho nas mãos.
Só que, como bem sabemos, a vida não é um mar de rosas e mesmo que eu tenha conseguido, de alguma forma, manter o controle da situação com o meu marido, e já tendo establizado o relacionamento com Lucas, acabei me mentendo numa enrascada que me faz sentir um frio na espinha só de lembrar.
Conforme disse, no relato anterior, enquanto Lucas viajava com a esposa, fiquei enciumada, sim. Me aborreci por saber que ele estava curtindo a sós com ela e eu não poderia tê-lo para mim, para sentir e aproveitar um pouco da sua felicidade comigo, em mim. Meio que inconscientemente, me permiti agir como se tivesse 15 anos, tomando decisões sem considerar o cenário mais amplo e agindo em nome apenas do desejo irresponsável da menina mimada que sempre fui. Chateada por ter sido "deixada pra trás" por Lucas, enquanto estavamos abastecendo o carro para ir à nossa casa fazenda, flertei com um rapaz que trabalha num posto de gasolina, no qual abastecemos nosso carro quando pegamos a estrada.
Nildo é um rapaz bem mais novo que eu. Ele tinha apenas 26 anos, mas já era um homem feito, preparado pela vida difícil que levava e que lhe obrigou a começar a trabalhar ainda criança. Os anos de experiência na rua, lidando com um tudo e com todos lhe ofereceram alguma malícia que o fez olhar para mim e perceber que eu não era uma mulher comum, como tento aparentar mediante todos os esforços que faço para interpretar a minha personagem de mãe, esposa, empresária, para o nosso círculo social. Acho que o aborrecimento com a viagem de Lucas era tanto que a verdadeira Sabrina estava na luz, querendo se vingar por ter sido preterida em favor da esposa de Lucas que se divertia sozinha com ele.
O faro de alfa de Nildo percebeu o meu cio de fêmea abandonada e sedenta, fazendo com ele não tivesse o menor pudor de me olhar com evidente intenção quando se ofereceu para limpar o para brisas do carro, aproveitando que o meu marido havia ido à loja de conveniência do posto. Aquele minuto em que ele me olhou foi muito intenso e longo. Me senti despida e acuada, como se fosse uma indefesa gazela acuada pelo leão predador.
Aquele minuto bastou para que aquele homem, aliás, aquele menino negro, impertinente, abusado, alugasse um condomínio inteiro na minha mente, fazendo-me pensar tanto nele, quanto na sua atitude, a ponto de me fazer me tocar no banho imaginando o que ele pensava enquanto me olhava pelo vidro do carro. Gozei muito pensando nisso e como acho um absurdo o desperdício de um orgasmo na mão, resolvi que ele teria que me pagar, com seu fluido, pelo gozo solitário que me obrigou a ter.
Assim, revivendo os meus deliciosos dias de adolescente, quando usava e abusava do poder de filha do patrão nas fazendas do meu pai, passei a frequentar o posto para, de algum forma ter aquele homem para mim. Foram diversas idas e vindas ao posto até encontrar com Nildo, na terceira semana de buscas pelo meu novo alvo.
Numa certa manhã de quarta-feira, enfim nossos ponteiros se encontraram. Fui abastecer o carro pela segunda vez naquela semana e enfim nossos olhares se cruzaram novamente enquanto ele abastecia uma moto parada na bomba do outro lado do posto. Após concluir o meu abastecimento, inventei um subterfúgio para o olhar mais um pouco e levei o meu carro ao ao calibrador de pneus, para poder observá-lo melhor, mais de longe.
Sagaz, ele percebeu a minha manobra e como o calibrador ficava um pouco mais afastado das estações de abastecimento ele fez questão de vir correndo para me atender, sob o pretexto de verificar a pressão dos pneus do meu carro. Vendo que estava sozinha, ele faz questão de deixar claro que não havia nenhum respeito entre nós e logo cuidou de assumir o lugar de alfa perante a fêmea que ele queria copular, comentando que o meu carro parecia ser bem confortável e com um riso largo que ia de orelha a oelha, disse que "é bom para namorar ai dentro".
Corei na hora. Como minha pele é bem clara, eu sabia que ele havia percebido a mudança da minha fisiologia, então não era mais possível me fazer de desentendida. Ou reagia ríspidamente, reativa, rechaçando a sua investida, ou eu me abria de vez para ele.
E como ele era um homem negro daqueles que tem o poder hipnótico de ensopar minhas calcinhas, cedi ao uivo do alfa e acenei como uma fêmea que entra na dança do acasalamento perguntado "você ja namorou num carro desses?" ao que ele prontamente respondeu que não, afirmando ter muita vontade de experimentar um dia. Largando de lado a personagem da família tradicional, deixei a melhor versão da Sabrina assumir dali por diante perguntando se ele queria experimentar no seu horário de almoço.
Ele ficou imóvel por uns 30 segundos como se estivesse tentando porcessar o que ouviu e não estivesse acreditando que eu havia acenado positivamente à sua cantada. Assim, perguntei novamente "então, quer experimentar hoje ou prefere almoçar aqui mesmo no posto? Aquele reforço foi o suficiente para fazê-lo destravar e, claudicante, dizendo que não daria certo porque tinha só uma hora pra almoçar e não ia dar tempo dele tomar um banho e se organizar para poder aproveitar ao máximo a experiência.
Numa virada daquelas, encostei o macho alfa na parede dando-lhe o ultimato, dizendo que para mim, não havia probelma quanto a isso, e sapequei, já com o tom de voz meigo dizendo "eu até prefiro assim, suado" e entrei no carro, colocando os meus óculos escuros para disfarçar a vergonha que vem à reboque desses momentos de exposisção que a safada da Sabrina me submete.
Ele ficou imóvel o que facilitou para me ouvir dizendo que às 13h estaria de volta para levá-lo para um passeio no meu carro.
Às 13h voltei e não o vi no posto. Desci do carro com o pretexto de ir até a loja de conveniência a fim de procurá-lo mas não o achei. Por um instante me senti envergonhada, achando que ele havia declinado da minha proposta, o que me fez me sentir péssima, um lixo. Quando já estava voltando para o carro, o vi saindo de uma área restrita aos funcionários e me senti aliviada daquela sensação ruim. Como já estava com o carro ligado, mais uma vez fui até o calibrador onde o esperei e o orientei a me encontrar no estacionamento do supermercado que tem na quadra vizinha à quadra do posto para que ele não fosse visto entrando no meu carro, já que moramos relativamente perto dali.
Cerca de 5 minutos depois, no estacionamento do supermercado, o meu carro já estava impregnado pelo delicioso aroma do suor daquele macho alfa. Assim que ele entrou no carro, quis se chegar para merto de mim, como quem queria me beijar, mas eu fui seca e lhe mandei por o cinto de segurança e conduzi o carro com toda velocidade em direção à BR, de onde pegaria uma estrada secundária para uma área de chácaras que ficam ao redor da cidade. Na BR, perguntei a ele se ela sabia dirigir e se era habilitado e quando ele disse que era, encostei o carro no acostamento da estada para trocar de lugar com ele, ordenando-lhe que seguisse rumo à região das chácaras.
Seguindo as minhas ordens, ele então foi surpreendido pelo movimento das minhas mãos que, estando livres do volante, poderia enfim tocar aquele corpo de ébano que me fez gozar tantas vezes em meus pensamentos. Não demorou muito e eu já estava sentido a sua pulsação na palma da minha mão que apertava aquele membro negro e suado com intensidade.
Chegando à região das chácaras, pedi a ele que saísse da estrada e encostasse o carro no estacionamento de uma universidade que existe no local. Quando ele estacionou o carro entre algumas árvores, coloquei aquele pau de macho na minha boca sugando e masturbando-o e pedindo que gozasse para mim até que ele inundasse a minha garganta com seu delicioso leite. Há tempos não sentia um homem gozando tão intesamente assim para mim e por isso me vi encantada com o desejo daquele garoto que me fez sentir renovada, com auto-estima multiplicada por mil à cada vez que o procurava para levá-lo para passear no meu carro, que ele agora tinha total ceteza do quanto era confortável para namorar.
Até que um dia, fomos abordados por uma viatura da polícia de trânsito que passava e viu o carro ligado, com os vidros filmados e resolveu verificar se estava acontecendo algo de errado, como de fato estava...rs! Extremamente constrangida, e morrendo de medo de ser identificada e reconhecida (minha família jamais poderia saber que eu me enconrava ali, em tal condição) tomei o sermão do policial que nos advertiu quanto ao risco a que estávamos nos expondo por estarmos naquela condição, naquele local.
Aquele susto me fez recuperar o juízo que parecia ter ficado em casa, embaixo da cama e tomasse a atitude de não me expor mais de tal maneira. No encontro seguinte, pedi a ele que me levasse diretamente para um motel. Como ele ia conduzindo o carro enquanto eu ia me divertindo com a boca, ele me levou para um motel que ele provavelmente cosumava frequentar com as suas namoradinhas ou peguetes.
O lugar era um pulgueiro. Era um motel barato, desses que a cama é de cimento, de quinta categoria mesmo. Estar ali, num motel de quinta categoria, me deu um tesão imenso pois me fez entender como ele me via: eu era mais uma das putas que ele comia, e aquilo era tudo o que eu mais queria: ser a puta daquele macho suado.
Ele nunca soube, mas foi assim que conseguiu me envolver de um jeito que eu simplesmente me entreguei completamente a ele. Eu me sentia a sua puta, todas as vezes que ele me levava para locais como aquele pulgueiro. Eu gosto, me realizo sendo a puta de um homem. Me levando para aquele motel barato, ele me deu o tratamento que eu mais desejava, sendo tratada como se eu fosse apenas mais uma puta que ele usava.
Então, quando o Lucas viajou novamente com a esposa, msmo que eu estivesse conseguindo conviver em paz com a situação de ter dois amantes além do meu marido, mais uma vez fiquei chateada, por ter sido preterida em face da sua esposa para um feriadão prolongado na praia.
Movida por um ciume juvenil e inconsequente, fiz a loucura de levar Nildo para o apartamento que até então só havia servido de alcova para as minhas tardes de amor com Lucas.
Tomada pelo ciúmes de Lucas, trouxe outro homem para a cama em que ele me tinha como sua mulher. Meu terapeuta acha que tomei tal atitude de forma simbólica, usando o Nildo como usei Lucas na ocasião que o levei para a minha casa de praia porque me senti preterida pelo Lucas, assim como me sinto preterida pelo meu marido que sempre dá preferência às suas putas, e me nega o tratamento que mereço na intimidade.
Quando me perguntou quem era o dono daquele apartamento que estavamos usando como motel, Nildo se transformou. Ele não conseguiu lidar bem com a situação quando lhe disse que eu era a dona do apartamento e que o mantinha para encontros com um amante fixo há alguns anos.
Acho que ele se sentiu traído ou enciumado pois logo ele passou a dizer que não achava certo eu estar tendo caso com dois homens além do meu marido, chegando a dizer que não iria admitir que eu continuasse me encontrando com Lucas, ameaçando até vir ao apartmento até nos encontrar e falar diretamente com Lucas para que ele se afastase de mim.
Obviamente aquele comportamento foi o suficiente para por um fim a todo o desejo que sentia por ele. Gosto de ser submissa, tratada com certo rigor e até mesmo desprezo, em certa medida, pelos meus amantes. Gosto de me sentir acuada, sem forças para negar o desejo do macho por mim, mas não admito ter a minha liberdade cerceada e por isso vi que era hora de encerrar o mau affair com o delicioso frentista que demonstrava ser um macho tóxico.
E para o meu infortúnio, eu estava certa: a sua pouca idade, associada ao fato de não ter ninguém, ou nenhum relacionamento a preservar, fez com que Nildo assumisse uma postura ainda mais invasiva e até mesmo intimidatória, chegando a me ameaçar por alguns momentos, de entregar todo nosso segredo ao meu marido.
De repente me percebi extorquida quando ele me fez lhe comprar um aparelho telefônico novo em troca da manutenção do segredo do meu apartamento para meus encontros particulares. Aquilo foi a gota d'água para encerrar o nosso contato. Ele não tinha noção, graças a Deus, que, conforme ja disse no meu primeiro relato, faço parte de uma família muito influente e por isso, consegui chegar, discreta e indiretamente ao proprietário do posto e consegui uma "transferência" do Nido para outra empresa do mesmo proprietário, em outra cidade, de modo que ele se distanciou sem me incomodar ou me causar qualquer dano.
Por precaução, mudei o endereço da minha alcova com Lucas e convenci meu marido a trocar de carro, fazendo com que Nildo perdesse o contato comigo definitivamente. Embora tenha tido muito prazer com ele, sinto-me aliviada por ter passado ilesa por duas situações que podedriam ter me arruinado, assim como à minha família quando fomos abordados pelos policiais, bem como quando Nildo se mostrou tão possessivo, instável e chantagista.
Eu largaria minha batina para ser seu corno, Sabrina
ResponderExcluirOi? Batina?????
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