#624 - Segredos de um ex-comedor - Parte 3: Lambe corno! (Relato)

Caros amigos de chifres,

o post de hoje do nosso Blog Meus Chifres traz mais um delicioso relato enviado por um leitor colaborado, já conhecido pelos nossos quase 1.400.000 leitores espalhados pelos mais de 50 países de onde o nosso Blog é acesado e compartilhado.

Embora seja um corno, manso e viadinho, o nosso amigo Paulo Marcos compartilha conosco mais uma das suas excitante memórias de um momento muito antes de se tornar um corno manso irremediável como se fez ao longo da sua trajetória com as suas esposas. Assim como muitos de nós cornos assumidos, o amigo também teve os seus dias de comedor que, quase como uma regra, servem para nos despertar a curiosodade a respeito do prazer que existe do outro lado desse delicioso fetiche.

Vejamos então como se deu a experiência do manso viadinho,  depois de receber o sinal verde do corno para meter na sua esposa.

Segredos de um ex-comedor 

Parte 3 - Lamba a porra que o seu amigo derramou em mim

- Livrei-me dos últimos escrúpulos e avancei para a mulher, que entreabria as pernas e se tocava nos genitais com volúpia.

Estático, Jonathan acompanhou apenas com os olhos, enquanto sentia liberdade plena para masturbar-se. Então, já inteiramente nu, meu pênis pulou como uma mola, batendo no olho esquerdo de Teresa.

Ela, ante a visão, daquilo, descontrolou-se. Passou as mãos em volta da minha bunda e fez com que eu trouxesse os quadris para a frente. Fechou os olhos e colocou meu pênis  na boca, sugando-o com tanta calma quanto lhe permitia a excitação. 

Sei que Teresa não me considerava um homem exatamente bonito. Mas, estávamos os dois despidos, frente a frente, eu apontando firme para ela que contava apenas o fato de serem um homem e uma mulher. 

Obrigou-me a sentar na cama. Virou-se de costas para mim e sentou-se sobre meu membro quente. Era um pênis estranho, de um felizardo amigo do marido que deslizaria suavemente, que se deliciaria com o tanto que ela podia e era capaz de dar, e que ao mesmo tempo a faria gozar como nunca. 

Deixou o corpo descer e dentro de mim foi sentindo que eu ia entrando, fundo. Ao terminar a descida, encostou-se ao meu tronco e me abraçou. O detalhe da minha barba no seu ombro a agradou, e ainda mais que eu a segurei firmemente pelos seios, fazendo com que Jonathan deixasse de acariciá-los, enquanto enterrava o pênis vitorioso no mais quente e fundo da sua vagina, para retirá-lo ainda sem descarregar. 

Coloquei Teresa de bruços. Fi-la abrír as pernas, expondo a vagina e a bunda bem junto ao meu nariz. Ali, colei a boca, iniciando uma escaramuça com a língua.

A certa altura, Teresa pediu:

- Entre. Mete aí dentro, por favor, meu amor. Já não aguento mais.

As minhas mãos acostumadas a apertar seios grandes, agora apertava os seus, com sofreguidão, com volúpia. Teresa sentiu entre as coxas, o primeiro quente contato. Sentiu-me forçar, obrigando-a a se abrir. Sentiu-se arreganhar, à medida em que ia sendo possuída pelo orifício anal. Vibrou quando aquele elemento estranho entrou nela. Não era mais o membro de Jonathan, não era mais o seu dedo. Era um outro homem que a estava penetrando.

Atingiu um orgasmo explosivo.

Pude perceber pela expressão  contraída de Jonathan que ele havia ejaculado no tapete do quarto, ao contemplar a sodomização da esposa. 

Meu amigo gozara ao me ver dentro de sua esposa.  O sexo de Jonathan, agora murcho após a primeira esguichada, foi crescendo novamente, ante o espetáculo que presenciava. Tudo estava sendo como ele imaginara e desejara. Estava vendo sua esposa tendo prazer com outro home, diante dos seus olhos.

Olhou para os quadris de ambos. Ver o meu pênis aparecer e sumir dentro da bunda de sua Teresa, molhado do suco da vagina dela e do meu esperma, encheu-o de sensualidade, de desejo. 

Colocou a mão entre os nossos dois corpos. Póde sentir entre os dedos o meu membro deslizando para dentro de Teresa, a sua Teresa, a mulher aparentemente tímida, que se revelava agora uma verdadeira puta. Era a realização do seu sonho de ser corno manso.

Enquanto a mão continuava sentindo, ergueu-se, beijando Teresa com ardor. As faces da esposa estavam vermelhas. Seus mamilos completamente endurecidos, túmidos. Teresa compreendia Jonathan. Sabia que ele estava atravessando seu momento de libertação. Jonathan olhou para ela, que o beijou ardentemente enquanto olhou para mim.

Jonathan levou as mãos nos seios de Teresa, apertou-os. Notou que um ficou molhado, pois havia estado com a mão a masturbar-se e a sondar entre o sexo de Teresa e o meu pênis. Passou a língua pelo seio molhado, sentindo o gosto de porra deliciosamente forte. Fui para trás de Teresa, onde a visão era gratificante.

Enquanto o marido beijava Teresa, enfiei o membro dentro da boceta dela, por trás, com presteza. Com isso, Teresa levou a língua mais para dentro da boca do marido. Imitando um animal iracional, comecei a entrar e sair da gruta da mulher, aumentando gradativamente a velocidade, proporcionando, assim, junto com Teresa, espasmódicos gemidos de prazer.

Saí de dentro delas, jogamo-nos na cama, saciados. Jonathan também acomodiu-se. Três corpos nus, suados, mas satisfeitos, dispostos à colaboração mútua, a se dar ao máximo, para com isso, proporcionar o melhor.

- Eu sabia que seria maravilhoso.  Não acha, Teresa? – perguntou Jonathan.

- Muito.  Muito bom mesmo – respondeu desavergonhada.

- Gostou da Teresa? – Jonathan quis saber.

- Eu a amei, Jonathan.  Ela é bem quente, sabe?

- Teresa é ótima.  Muito apertada e molhada.  Adoro seus seios. E as pessoas não lhe dando o valor merecido, hein?

Mas eu não quis ouvir muito diálogo.  Encostei-me em Teresa e entrei nela com desejos incontroláveis. Jonathan iniciou uma nova masturbação. Gozou, mais uma vez, dando urros de prazer. Depois, como podiam variar, ela saiu de baixo de mim e foi até Jonathan, tirando-o da pausa necessária, depois das punhetas.

Senhora da situação, ela o levou até a poltrona no canto do quarto, onde deitou-se, erguendo as pernas. A vagina ficava à altura dos quadris de Jonathan. Quando este chegou, Teresa descansou as pernas em seus ombros. 

- Agora lambe, corno, a porra que o seu amigo derramou em mim! 

ordenou, de um modo que não admitia contestação.

A posição lhe proporcionou uma penetração extremamente profunda, gratificante, da língua pressurosa do marido. Senti que o clima e o tempo da festa estava se esgotando.

Vesti minha roupa, devagar, enquanto observava o casal já se recuperando, de mãos dadas. Teresa andou até a mim, toda transformada num sorriso. Estava realmente muito à vontade.

Eu conhecera sensações novas. A visão de seu marido com a boca colada à vagina de Teresa foi outra dádiva, que coroou aquele dia inesquecível.

- Você é um bom macho, sabe?  Me satisfez.  Venha mais vezes nos visitar. Nós amamos você, não é, querido.

Jonathan apenas sorriu e acenou com a cabeça.

Voltei para casa pensando nas delícias que tinha vivido, e principalmente na expressão de felicidade estampada no rosto de Jonathan ao ser chifrado pela esposa, assistindo a tudo e participando.

Fiquei empolgado pela inusitada ideia. Quem sabe, eu podia tentar ser como ele, também? Arranjar uma esposa e...Mas isso é uma outra história.


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