#626 - A história do meu chifre - Parte 1 (Relato)

Caros amigos de chifres, 

no post de hoje do nosso Blog Meus Chifres, temos mais uma excitante contribuição enviada por um dos nossos amigos de chifre, interlocutor no grupo de mensagens no Telegram, que compartilha com a nossa comunidde de cornos, hotwives, comedores, aspirantes e curiosos, como se deu a sua iniciaçao nesta deleiciosa vida de corno manso que vive com a sua deliciosa e safada esposa.

O corno da vez é o Sergio, um manso e assumido paraense, casado há 19 anos com a sua deiciosa e safadinha hotwife que nos enviou uma menagem no grupo dizendo que há tempos acompanha o Blog mas só agora teve a iniciativa de participar do nosso grupo no Telegram.

"Sou  corno manso e assumido e gosto de compartilhar experiencias, assim como aprender com a experiencia dos outros casais",

diz o manso que há, pelo menos 14 anos, aceita, submisso, cada um dos chifres que sua esposa quis lhe colocar na testa. 

Longe de todo falso pudor machista-cristão, o manso ainda assume, orgulosamente, que vem dividindo a esposa com o macho alfa fixo, que usa e abusa da mulher do corno, antes de devolve-la recheadinha com o leite de macho que todo corno ama limpar.

Vejamos então como ele chegou a este patamar na vida.
A história do meu chifre
  Parte 1  - Um certo mau costume

Antes de conhecer minha esposa, ela trabalhava em um supermercado, desses de bairro. Na época, ela tinha seus 19, 20 anos, mais ou menos. O supermercado era dirigido pelo proprietário e seu filho que tinha uns 29 anos de idade, já era casado e tinha uma filha.

Minha esposa era a putinha dele. Todo fim de expediente ela tinha que mamar a rola dele no estoque e nos fins de semana rolava inventario de estoque, ou seja, o supermecado fechava, e ele a fodia até tarde da noite. Ela adorava dar pra ele. Era só sexo, pois ela sabia que era casado. A única coisa que não rolou entre eles  foi o sexo anal, devido ao medo dela.

Depois de algum tempo trabalhando e servindo de putinha para ele no local do expediente, ela saiu desse trabalho, mas ainda continuou se encontrando com ele algumas vezes até que os enconro começaram a rarear pois fora do supermercado era mais difícil alinhar as agendas. E assim eles foram se afastando até que definitivamente perderem o contato.

Ela seguiu a vida. Nos conhecemos, e uns anos depois juntamos os panos e tivemos um filho. Sobre a fase do supermercado, ela havia me contado tudo, nunca escondeu, embora tenha provocado uma mistura de ciúmes e tesão quando revelou seu passado com o ex-patrão.

Seguimos nossa vida de casados normalmente. Anos depois, ela começou a trabalhar como assistente administrativo de uma fábrica que ficava a cerca de uma hora e meia de distância da nossa casa.  Então, comecei a notar algumas mudanças com o tempo que ela levava para cegar em casa em certos dias. O percurso que deveria durar 1h30, chegava a durar até 3h, em certas ocasiões. E ainda havia a coincidência de ser justamente nos dias em que ela ia com maquiagem diferenciada, mais caprichada e calcinha bem atrevida, para ir trabalhar.

Em uma determinada ocasião, chegamos a bater boca em uma ocasião, em razão dessas “coincidências”. Naquele tempo, em 2012, época em que era muito mais fácil grampear um celular, eu ainda era um curioso na área de tecnologia em que atuo como profissional hoje. Então, lancei mão dos poucos conhecimentos que tinha na época para instalar um programa espião no celular dela que conseguia gravar até 1 minuto de cada ligação que o celular fazia ou recebia.

Bastaram apenas duas semanas para eu pudesse colher as provas de que estava sendo traído por ela. Na primeira oportunidade que tive, peguei o telefone e verifiquei os áudios gravados. Para minha total ausência de surpresa, ela estava me traindo. Fiquei puto com o que ouvi nas conversas gravadas. O homem era colega de trabalho dela. Ela tinha 29 anos na época e trabalhava no escritório da empresa enquanto ele, com sua experiência de 40 anos de idade, atuava como encarregado na produção.   

Era um peão de 40 anos, casado. Nas ligações tinha umas putarias que ele falava para ela, demonstrando o quanto ela se excitava com o perfil de macho estupido, grosseirão que ele tinha em si. Porém a minha surpresa mesmo foi saber que a irmã dela sabia de tudo pois, pelo que consegui entender nos áudios, ela contava tudo para irmã.

Continua...

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