O corno da vez é o Sergio, um manso e assumido paraense, casado há 19 anos com a sua deiciosa e safadinha hotwife que nos enviou uma menagem no grupo dizendo que há tempos acompanha o Blog mas só agora teve a iniciativa de participar do nosso grupo no Telegram.
Minha esposa era a putinha dele. Todo fim de expediente ela tinha que mamar a
rola dele no estoque e nos fins de semana rolava inventario de estoque, ou
seja, o supermecado fechava, e ele a fodia até tarde da noite. Ela adorava dar
pra ele. Era só sexo, pois ela sabia que era casado. A única coisa que não
rolou entre eles foi o sexo anal, devido
ao medo dela.
Depois
de algum tempo trabalhando e servindo de putinha para ele no local do
expediente, ela saiu desse trabalho, mas ainda continuou se encontrando com ele
algumas vezes até que os enconro começaram a rarear pois fora do supermercado
era mais difícil alinhar as agendas. E assim eles foram se afastando até que
definitivamente perderem o contato.
Ela seguiu a vida. Nos conhecemos, e uns anos depois juntamos os panos e
tivemos um filho. Sobre a fase do supermercado, ela havia me contado tudo,
nunca escondeu, embora tenha provocado uma mistura de ciúmes e tesão quando
revelou seu passado com o ex-patrão.
Seguimos
nossa vida de casados normalmente. Anos depois, ela começou a trabalhar como
assistente administrativo de uma fábrica que ficava a cerca de uma hora e meia
de distância da nossa casa. Então, comecei
a notar algumas mudanças com o tempo que ela levava para cegar em casa em
certos dias. O percurso que deveria durar 1h30, chegava a durar até 3h, em
certas ocasiões. E ainda havia a coincidência de ser justamente nos dias em que
ela ia com maquiagem diferenciada, mais caprichada e calcinha bem atrevida, para
ir trabalhar.
Em
uma determinada ocasião, chegamos a bater boca em uma ocasião, em razão dessas “coincidências”.
Naquele tempo, em 2012, época em que era muito mais fácil grampear um celular,
eu ainda era um curioso na área de tecnologia em que atuo como profissional
hoje. Então, lancei mão dos poucos conhecimentos que tinha na época para
instalar um programa espião no celular dela que conseguia gravar até 1 minuto
de cada ligação que o celular fazia ou recebia.
Era
um peão de 40 anos, casado. Nas ligações tinha umas putarias que ele falava para
ela, demonstrando o quanto ela se excitava com o perfil de macho estupido,
grosseirão que ele tinha em si. Porém a minha surpresa mesmo foi saber que a
irmã dela sabia de tudo pois, pelo que consegui entender nos áudios, ela
contava tudo para irmã.
Continua...
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Confidência em família , adorooooo !! Bela apresentação
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