no post de hoje do nosso Blog Meus Chifres, temos mais um delicioso relato enviado por nossos leitores que nos acompanha e faz o nosso Blog ser o mais diferenciado blog sobre o fetiche cuckold nos mais de 55 países de onde somos acessados e compartilhados, todos os dias.
O corno da vez é um leitor que se apresenta como "Nomade Proibido". Ele nos acompanha há algum tempo e vem compartilhar a inusitada experiência de um chifre que foi facilitado por uma postagem do nosso Blog Meus Chifres, que o ajudou a identificar o macho alfa que partiu para cima da sua esposa, na Paria do Sonho, cenario do relato do post #395.
Vejam a seguir, como se deu esse inusitado chifre.
Cara, deixa eu te contar uma coisa que aconteceu comigo nesse último fim de semana em Itanhaém, porque até agora eu ainda fico pensando em tudo aquilo.
Minha filha, é praticamente uma versão mais nova da mãe. As duas têm o mesmo biotipo: baixas, pernas grossas, corpo bem definido. Minha esposa tem 35 anos, cerca de 1,55 de altura, cintura marcada e aquele jeito de quem chama atenção mesmo sem tentar. Nossa filha herdou muito disso, inclusive às vezes as pessoas pensam que elas são irmãs quando estão juntas.As duas estavam de biquíni naquele dia, daqueles modelos mais modernos. Nada exagerado, mas chamavam atenção na praia vazia.Quando minha filha pediu a foto, o salva-vidas que estava ali respondeu na hora:Pode tirar sim, fica à vontade.E foi aí que começamos a conversar.
O cara parecia ter uns 40 anos, tranquilo, educado, daqueles que conversam olhando nos olhos. Como a praia estava vazia, ficamos ali batendo papo por bastante tempo. Ele falou sobre a cidade, sobre os dias em que a praia fica cheia, sobre os pontos mais conhecidos de Itanhaém. Minha filha perguntava bastante coisa. Perguntou se sempre tinha quadriciclo ali, se a praia ficava cheia no verão, se dava para ver golfinho às vezes. Ele respondia tudo com paciência, até brincava com algumas perguntas dela. Uma coisa que me chamou atenção foi que, apesar de minha esposa e minha filha chamarem atenção naturalmente, ele nunca ficou com aquele olhar seco ou desconfortável. Sempre conversando de forma respeitosa.
Isso acabou criando uma certa confiança. Depois de um tempo ele comentou que, se precisássemos de alguma coisa na cidade, poderíamos chamar ele. E me passou os seus contatos no WhatsApp e no Telegram.Foi quando aconteceu algo curioso. Quando vi o usuário do Telegram, senti que já tinha visto aquilo antes. Demorei alguns segundos olhando e então lembrei: era o mesmo contato citado em um relato que eu tinha lido anos atrás em um blog que eu e minha esposa acompanhávamos. Se não me engano, era o relato do post #395 daqui do Blog.
Na hora eu não falei nada. Mas aquilo ficou martelando na minha cabeça. No sábado aconteceu outra situação. Acordamos e descobrimos que tinha faltado água. Já era quase uma da tarde e o fornecimento ainda não tinha voltado ao normal. Ficamos todos irritados com aquilo. Minha esposa até falou que nem estava mais com vontade de ir para a praia. Acabou indo de vestido mesmo, por cima da roupa, dizendo que talvez nem entrasse no mar.Eu até brinquei com ela, perguntando se "pelo menos uma calcinha sexy você colocou, né amor?" Ela riu e respondeu que "lógico, né".
Ficamos ali conversando mais um tempo. Em determinado momento minha filha entrou no mar várias vezes e acabou voltando cheia de areia e sal. Foi quando ele simplesmente pegou a chave e falou que poderíamos subir no apartamento dele para tomar um banho rápido. Subi primeiro com minha filha. Usamos o banheiro rapidamente e descemos. Depois de um tempo ele virou para minha esposa e falou que ela também poderia subir, caso a água do hotel ainda não tivesse voltado.
Tentando dissimular o fato evidente, falei que talvez ela estivesse lavando o cabelo, criando uma justificativa plausível para o que, no meu íntimo, desejava qie estivesse acontecendo. Mais um tempo passou, e nossa filha volta a perguntar já com algum incômodo na sua fala: "Será que ela está arrumando o cabelo lá em cima?" Repetindo o esforço, tentei ser o mais natural possível concordando com a hipótese plausível que minha própria filha havia lançado: "Pode ser… ou o chuveiro lá é bom e ela resolveu aproveitar".
Minha filha ficou olhando para o prédio de vez em quando, e suas desconfianças pareciam se consolidar:
- A mãe falou que ia ser rapidinho. Eu ria meio sem jeito e tentava mudar de assunto:
- Vai lá molhar o pé no mar de novo.
Falava tentando passar um ar de tranquilidade mas, por dentro, minha cabeça estava completamente confusa.
Quase uma hora já hava se passado quando minha filha comentou, evidentemente incomodada
- Pai, será que ela esqueceu a gente aqui?
Brincando, respondi dizendo que era bem capaz e emendei com um "Já, já, ela desce." Mas naquele momento eu estava vivendo uma mistura muito estranha de sentimentos: curiosidade, ansiedade e uma expectativa que eu mesmo não sabia explicar direito.
Finalmente minha esposa apareceu depois de quase uma hora e meia no partamento do salva-vidas sarado. Cabelo molhado, rosto bem vermelho, como se tivesse feito um esforço físico grande. O batom que ela estava usando mais cedo já tinha desaparecido.
Minutos depois ele também desceu, agora apenas de short. Conversamos mais alguns minutos ali como se nada tivesse acontecido até que nos despedimos. Ele começou a recolher as coisas dele enquanto nos preparávamos para ir embora.
Então, me vi surpreso, com a pergunta que minha filha fez para ele: " - Você vai estar aqui amanhã de novo?
Ele sorriu e respondeu: "- Vou sim. E amanhã eu deixo você andar de quadriciclo."
Por isso, que só tenho a agradecer ao blog por sempre encorajar casais e maridos cuck a viver essas fantasias. Ver minha esposa esfolada foi a realização de um sonho.

Que delícia de relato! Já quero levar a Bruna nessa praia! Parabéns ao casal!
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