Caros amigos de chifres,
no post de hoje do nosso Blog Meus Chifres, temos mais um delicioso relato de iniciação de um leitor que ultrapassou o limite do machsimo e se permitiu à experiência do mais delicioso dos fetiches, e de quebra, como um conro manso, fouxo e submisso.
O corno da vez é o Michel, um manso sortudo, casado com a Diana, uma hotwife branquinha que ama ser a putinha de um macho alfa negão. Vivendo um relacionamento de 3 anos, ambos que já trazem experiências de casamentos anteriores, aprenderam com o pasado que a vida mongâmica nao traz a verdadeira felicidade e assim, se pertmitiram ao mais delicioso prazer, trazendo um macho alfa negao para a cama do casal que hoje vive enfim, a plena felicidade conjugal, conforme podemos ver, no relato a seguir.
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Bom, vamos lá... Meu nome é Michel e sou o corno da Diana. Estamos casados faz apenas 3 anos e temos casamentos anteriores. Eu já vivi num casamento no meio liberal e ela nunca passou perto de nada parecido. Na realidade, nem sexo fora do casamento havia feito até eu entrar na vida dela.
Já vivi de tudo no meio liberal. Saí como solteiro, como casal e sempre curti de tudo sem preconceitos e com bastante liberdade. Aí, quando encontrei a Diana, já abri pra ela a minha experiência logo de cara. Sou um homem muito verdadeiro e jamais omitiria dela as minhas vivências. Ela, ainda muito inexperiente, ao invés de rejeitar aquilo tudo, me perguntava cada vez mais sobre as coisas. Aquilo era um ótimo sinal.
Daí, quando realmente ficamos juntos e iniciamos nosso relacionamento, a levei em uma casa liberal para mostrar a ela que os preconceitos enraizados nela eram bobagem. Ela estaria segura lá e não vivenciaria qualquer problema pois faríamos apenas o combinado entre nós. Ela curtiu, dançamos, brincamos, nos excitamos e voltamos pra casa super animados para transar. A partir daquela experiência ela passou a se abrir mais e a respeitar o mundo fetichista.
Então ela me revelou o seu fetiche mais intenso, fonte das suas principais buscas no pornô e que mais mexia com sua libido no dia a dia. Ela tinha um tesão louco por negões pirocudos. Ela era alucinada, fascinada, olhava o volume na calça dos homens negros e a calcinha babava! Dava provocadas leves mas sempre com medo e vergonha, por isso nunca teve qualquer oportunidade com um negão. E isso me excitou de uma maneira diferente do que eu já havia vivenciado no meu relacionamento anterior. Ela nem tinha ficado com outro homem ainda e eu, que nunca fui corno, já me sentia um corninho manso de uma putinha de negão. Daí pra frente, sempre que ela via um negão relatava pra mim o quão excitada ela ficava. Claro que não era com qualquer homem negro, mas sim aqueles que ela achava um tesão, com cara de homem, altos, fortes, com volume entre as pernas. Quanto mais macho ele fosse, mais ela perdia a compostura e olhava, agora sem receios e preocupações, para ele. Passei a instigar cada vez mais isso nela e, na realidade, estava instigando também a minha cornitude. Ali eu já havia compreendido e aceitado: eu queria ser o corno manso e frouxo de um negão que dominasse a buceta, a boca e todos os instintos da minha mulher.
Foi quando finalmente aconteceu. Fomos em outra casa de swing e ficamos nos pegando, quando um negão se posicionou ali perto. Aproveitei a oportunidade e a virei de costas pra ele, levantando seu vestido para aparecer sua bunda enorme e linda, vistida numa pequena calcinha de renda. Ele entendeu a mensagem. Veio por trás e entrou num "abraço sanduíche" com ela no meio, beijando sua nuca.
Quando viu o braço dele, preto como carvão, ela se entregou por completo e fomos direto para um dos quartinhos do local. Encurtando a história: Esse macho é o dono da minha mulher. Ele a tem quando quer, como quer. Não é constante, só quando tem tempo e vontade de usar a mulher branquinha e vagabunda do corno frouxo aqui.
Ela não tem o controle, ele sim. Pode chegar suado do trabalho que ela lambe o corpo dele inteiro, mama aquele tronco preto como uma putinha faminta. Fode ela na minha cama, deixando o cheiro de macho fodedor no meu lençol (cheiro que ela diz ser "de macho de verdade"). Uma vez, me colocaram para servir vinho e quando cheguei no quarto ela estava com o rostinho branquinho dela nas axilas dele. Ela beijava, lambia, acariciando o bíceps enorme com uma mão e punhetava o pirocão com a outra.
Enfim, ganhei o chifre e a submissão que tanto procurei. Ela finalmente se tornou plena por ser a putinha de um negão e ele ganhou uma piranha casada branquinha que lhe serve como escravinha sexual.Ah sim, eu faço sempre as imagens. É a minha função, além de servir a eles. Faço o que me mandarem, como um corno frouxo e submisso. Sou agradecido por isso e preciso cumprir a minha função. Aceito ser humilhado verbalmente, chupar o grelo da minha deusa enquanto ele a fode e até limpá-los.
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