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Caros amigos de chifres,
no post de hoje do nosso Blog Meus Chfres, voltamos a nos deliciar com o relato de um corno frouxo, manso e submisso que nos deixou com o pau babando de tesão com o seu relato de iniciação publicado no post #629 do nosso Blog.
O manso da vez é o Michel, corno paulista, morador de Florianópolis, SC, casado com a Diana, uma hotwife branquinha que ama ser a putinha de um macho alfa negão que deita e rola, literalmente na cama que o corno comprou para servir ao macho alfa, dentro da residência do casal.
Achando pouca a numilhação que o corno já é submetido, tanto Hotwife, quanto o macho alfa negro, resolveram expor um pouco do quanto o nosso amigo é corno e frouxo para a sociedade em geral, antes de lhe implantar mais um humilhante chifre na testa conforme podemos conferir a seguir.
Desde que tudo se iniciou, o macho negro de minha esposa foi ficando cada vez mais à vontade e consequentemente mais dominante. Uma vez perguntou o que iríamos fazer num determinado sábado à noite, pois terminaria um show que iria realizar (ele é músico) e gostaria de comer conosco. Sem falar com ela, sugeri um restaurante de picanha na brasa, próximo da nossa casa.
Cumprindo meu papel de corno na mesa, paguei a conta e rumamos para nossa casa, onde o macho alfa negro acabaria com minha esposa como uma puta, sujando meu lençol de suor e porra das mais variadas formas. Antes de sairmos do bar decidi passar no banheiro, mas a calcinha não estava mais lá.
Nos arrumamos, fomos até o restaurante e fizemos o pedido, com todos vendo um casal normal e alguns até mesmo nos reconhecendo por morarmos perto dali. Mãos dadas, beijos eventuais e carinho, claro! Até que ele chegou, já chamando a atenção ocupando o espaço do ambiente com seu belo corpo que chamava atenção de todos. Um negro enorme, que logo atraiu o olhar da minha esposa que supresa, o reconheceu. Era o SEU dono.
Ela ficou gelada, estática, não sabia o que fazer afinal não tinha se preparado para aquele encontro, supostamente casual. Ela não havia se vestido como uma hotwife. Não estava usando uma lingerie de vagabunda, nem havia se depilado como cuidadosamente faz em todos os seus encontros íntimos. De uma certa forma, ela estava "fora da personagem", por assim dizer. O olhar dela era de uma certa irritação comigo e ao mesmo tempo de tesão irrefreável por ele, e de muita vergonha por não estar "pronta".
Ele me cumprimentou com um aperto de mãos e um beijo e abraço bem formal nela, sentando-se à nossa frente na mesa. Percebendo o sentimento de constrangimento dela, assertivo, ele disse "calma Diana, relaxe! Viemos só beber, comer e conversar!" o que nos permitiu um riso que quebrou a tensão daquela situação.
Ela relaxou, finalmente. Papo vai, papo vem, a conversa cheia de malícia e segundas intenções com eles conversando diretamente olhando nos olhos, paquerando mesmo. Tenho total certeza que os mais atentos ali já haviam percebido que aquele negro iria comer a minha mulher e o corno frouxo ao lado, nada poderia fazer em contrário.
"Diana, tire a sua calcinha e me entregue por cima da mesa".
Ela pediu licença para ir no banheiro e ele disse NÃO! "Tire aqui mesmo, você está de vestido e a mesa tem toalha, ninguém vai ver".
Como se estivesse hipnotizada, obediente, como ele determinou, minha esposa tirou a calcinha, sem tirar os olhos dos olhos dele e a entregou em suas mãos.
"Isso... Obediente" disse ele, rindo de leve e levantando para ir ao banheiro. Sem nenhum controle sobre o que estava acontecendo, nos entreolhamos e achamos estranho, imaginando o que ele iria fazer ou até mesmo se pretendia que ela o seguisse para o banheiro (coisa que ela me confessou que não faria).
Minutos depois, ele retornou. Mandou eu me levantar e sentou-se ao lado dela. Totalmente tranquilo e dono da situação, ele deu um beijo intenso naminha mulher, diante de todo mundo e passou a mão nas pernas e bunda dela, enquanto eu me sentava no lugar onde antes ele estava. Estava claro para mim e para todos os que já haviam me visto ao lado da minha mulher: ele estava dominando o casal . Ele era o macho alfa da mesa. Meu pau estava duro e meu suor gelava, eu estava exposto. Ela também nervosa, mas entregue e excitada.
Até que o garçom chegou e vendo nossos dois copos vazios e mais um homem à mesa, beijando e usando a minha mulher, perguntou:. "Posso trazer mais dois chopps? E o senhor, vai querer?", perguntou. E surpreendentemente Diana respondeu "vamos querer uma porção de batatas e mais dois chopps. E você, corno, vai querer alguma coisa?" Atônito, imediatamente respondi: "só um chopp mesmo". O garçom fingiu naturalidade e saiu.
Ficamos no local por mais uma hora, mais ou menos, naquela situação de cornitude e frouxidão extrema e muito natural. Nesse meio tempo, perguntei sobre a calcinha e ele disse que a levou até o banheiro pois "só queria sentir o cheiro do cio da minha putinha", e emendou com ar de sacana dizendo que "deixei a calcinha dela em cima da pia do banheiro masculino, para o próximo homem que surgir sentir também". Quem sabe ele leva pra casa a calcinha da esposa de corno", provocando um riso misto de surpresa e excitação.
Cumprindo meu papel de corno na mesa, paguei a conta e rumamos para nossa casa, onde o macho alfa negro acabaria com minha esposa como uma puta, sujando meu lençol de suor e porra das mais variadas formas. Antes de sairmos do bar decidi passar no banheiro, mas a calcinha não estava mais lá. Quando chegamos em casa, ele jogou a pá de cal em qualquer pretensão minha de reotmar o controle sobre a situação. Diante dos meus olhos, o negro alfa namorou minha mulher no meu sofá enquanto eu lhes servia vinho antes de ser mandado para o quarto, para que eles tivessem um pouco mais de privacidade.
Quando tomei coragem de aprecer novamente na sala, vi a minha esposa de joelhos, chupando o saco preto dele que mexia no celular como se estivesse em um momento corriqueiro do seu dia. Quando me viram ali, manso, prostrado, assistindo àquela deliciosa cena, minha esposa mandou eu me plugar e ele riu com desprezo de mim.
Então fomos para o quarto, onde ele a fodeu de todas as formas, inclusive sem camisinha, em cima da minha cama, enquanto eu manso, submmisso, frouxo e plugado, só podia asssir e bater uma tímida punheta para não gozar muio cedo, já que ela prefere que eu goze sempre depois de limpar a bagunça que ele fez.
Clique nas imagens para ampliar e curtir os detalhes registrados pelo conro enquanto sua esposa comia o alfa negão na cama do corno
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