Caros amigos de chifres,
Após ouvi-la admitir que queria continuar dando para o colega de trabalho, minha reação foi uma confusão de emoções como raiva, ciúmes, insegurança e tesão. Ainda mais quando soube que ele queria marcar um encontro para esclarecer as coisas e até pedir desculpas por toda a confusão que poderia ter causado.
no post de hoje do nosso Blog Meus Chifres, voltamos ao compartilhamento de uma série de chifres especiais compartilhado por um dos nossos leitores do norte do país, o Sérgio, um um sortudo corno paraense que vive há duas décadas com uma delicosa e safadinha hotwife que o chifra na capital paraense.
Nos seus dois relatos anteriores, o manso nos contou os detalhes da sua iniciação na vida de corno manso, quando sua esposa se entregou ao patrão no depósito da empresa em que trabalhava e a confirmação do seu status de corno manso e submisso quando, depois de reatar o casamento interrompido pela descoberta do chifre, o manso baixou a cabeça diante da esposa que aproveitou o momento da separação para arranjar outro macho alfa para a sua coleção de comedores.
Vejamos a seguir como as coisas se organizaram depois que o corno ouviu a esposa dizer que queria sim, continuar dando para o novo colega de trabalho.
Após ouvi-la admitir que queria continuar dando para o colega de trabalho, minha reação foi uma confusão de emoções como raiva, ciúmes, insegurança e tesão. Ainda mais quando soube que ele queria marcar um encontro para esclarecer as coisas e até pedir desculpas por toda a confusão que poderia ter causado.
Obviamente que era papo furado e que ele queria mesmo era pegar minha mulher de novo. Perguntei se ela queria ter essa conversa com ele e ela logo percebeu minha intenção de jogá-la novamente no colo dele, por isso, disse que iria pensar.
Alguns dias depois, ela veio me perguntar se eu realmente estava "de boa" sobre a ideia dela ir "conversar com ele". Respirei fundo e falei que sim, mas com a condição de que ela não deveria fazer nada que não se sentisse confortável em fazer.
Dito isso, eles marcaram em um sábado a tarde e como ela já sabia que terminariam indo para o motel, ela não bancou a discreta, fez cabelo, unha, sobrancelha, depilou a buceta, fez maquiagem, colocou uma calcinha bem puta e um vestidinho que ajudava a foder em pé.
Como ainda não havia Uber nessa época, ela foi de taxi rumo ao restaurante muito discreto, dentro de um prédio comercial, no qual marcaram o encontro, Às 17h. Depois que ela saiu de casa, parecia que a qualquer momento eu teria um infarto. Me arrependi muito no inicio, mandava mensagem toda hora pra saber como estava, se estava tudo bem, até que fui tão insistente, chato que ela ligou e me pediu para parar de mandar mensagem, alegando que depois falava comigo.
Fiquei sem notícias dela até as 21h quando enfim ela me mandou uma mensagem avisando que estava retornando. poucos minutos depois, ela chegou com todas as evidências que havia dado para ele: maquiagem apagada, cheiro de motel e sem calcinha. Como que me dando um prêmio de consolação, ela me deu um beijo com um evidente sabor de halls, que denunciava o que havia acontecido nas 4 horas em que esteve onge de mim, com seu amante.
Num esforço sobre humano, me controlei e não pedi detalhes na hora, esperando ela ir tomar um banho. Porém, quando ela saiu do banheiro não pude mais me conter. Puxei ela para a cama e, com o pau duraço, parti pra cima dela que me conteve com a alegação de que estava muito cansada e que por isso não conseguira fazer nada, naquele momentos um balde de água fria em mim, mas fiz questão de saber dos outros detalhes.
Ela começou dizendo que ele ficou assustado ao vê-la tão arrumada, afinal, sempre a via vestida no uniforme do trabalho. Recomposto do susto, ele perguntou se estava bem e quis saber como estava as coisas em casa, demonstrando uma preocupação que cera de 15 minutos depois já não era mais suficiente para evitar que ele a convidasse para ir ao Motel.
Sem oferecer nenhuma resistência às intenções dele, ela topou na hora, indo ao motel para ser comida por ele das 18h às 21h, três horas nas quais, ele usou e abusou dela como quis, comendo minha mulher na cama, na hidromassagem e no chuveiro da suíte, dando-lhe tapas na cara e proferindo ofensas que quase fizeram minha rola quase explodir de tesão com a descrição do momento em que aquele macho alfa tratou minha esposa como uma vagabunda qualquer que ele usava para o seu prazer.
O cara estava com muito tesão naquela tarde, e por isso, submeteu minha esposa aos seus desejos mais sacanas, colocando-a ela pra fazer muita coisa que ela nunca tinha feito. Não rolou anal, mas o safado enfiou o dedo no cu dela, disse que era pra começar a se acostumar e iniciar, mas a mais humilhante foi botar ela pra mamar o saco dele e lamber o cu dele, o cara não teve pena dela.
Perguntei se ela havia gostado dessas paradas, ela falou que gostou de experimentar, mas a melhor parte foi que o cara deu 2 gozadas, uma ele botou ela pra engolir o leite, a outra ele colocou a cabeça da pica bem na entrada do cu dela, mas não forçou, só fez isso pra gozar na entrada do cu dela. Ela disse que achou ótimo, ela falava tudo isso batendo uma pra mim, gozei, não deu pra segurar, aí ela me perguntou se eu gostei do chifre, falei que adorei.
Mas havia uma parte da conversa que não foi legal, perguntei se ela havia interesse em repetir de novo com ele outro dia, ela me responde que iria não mais rolar. Na mesma hora fiquei sem entender, segundo ela, depois que terminaram a putaria sentaram pra conversar, ela disse que o papo dele deu um banho de água fria nela, o cara veio com historia que estava pensando todo dia nela e que estava se afastando da esposa, estava pensando em largar a esposa e queria saber da minha esposa se ela não topava "começar uma nova vida com ele", ou seja, o comedor estava apaixonado.
Ela achou melhor não responder nada na hora, mas que não era isso que ela queria, por isso ele estava despachado.
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O cara gostou tanto da bctinha dela que queria só pra ele. Errou feio…
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