Acordo feito,
passamos a pensar como poríamos a nossa vontade em prática. Partiu dela a
sugestão de que contratássemos uma garota de programa, mas eu sugeri que
guardássemos essa carta como última opção. Ela acatou de bom grado e passamos a
avaliar algumas mulheres que nos cercavam. Tínhamos uma linda amiga que
frequentava a nossa casa. Luana era uma mulher solteira de 32 anos, 1,70 de
altura, esguia, de curvas absolutamente generosas, longos cabelos negros, pele
branca e traços marcantes que me lembravam das mais sedutoras mulheres do
cinema italiano que eu havia visto. Ela sempre tinha muitos namorados, mas
nunca se fixava num relacionamento duradouro, o que eu tinha dificuldade de
entender.
Nunca havia ficado com duas mulheres e logo de cara estive com duas exuberantes presenças do sexo feminino que qualquer homem ou mulher dariam qualquer coisa para estar em meu lugar. Luana era muito fogosa, não tanto como Valéria, é bem verdade, e, ao contrário de minha mulher, inclinava-se à submissão. Adorava apanhar e ser submetida sexualmente, o que também a tornava muito afetuosa e disposta ao que quer que fosse quando se tratasse de sexo.
Logo me vi realizando uma das minhas mais perseguidas e cobiçadas fantasias. Deitado na cama com Luana cavalgando sobre o meu pau, eu sorvi toda a buceta de Valéria sentada em meu rosto. Com uma de frente a outra, puderam trocar beijos e mútuas carícias em seus rijos e rosados seios. As duas beijaram-se e se abraçaram assim por um bom tempo até que Luana gozou em cima de mim e tombou de costas na cama.
Então Valéria levantou-se e
colocou-se de quatro diante de nossa amiga, deitada e totalmente à nossa mercê.
Então começou a chupá-la. Luana gritou, urrou, puxou o travesseiro contra o
rosto e o mordeu com força, tamanho foi o tesão que sentiu com aquele
bombardeio de estímulos. Diante da deslumbrante imagem de Valéria exposta com
as suas belas ancas ao meu dispor, a satisfazer nossa amiga com devoção,
restou-me penetrá-la por trás segurando as suas volumosas ancas pela cintura.
Valéria agia como uma maestrina e regia todo o nosso concerto particular. Por fim gozamos os três, primeiro elas e por fim eu, após fortes estocadas exigidas por uma Valéria que se empinava de quatro em meu pau enquanto se contorcia agarrada a cintura fina de Luana que, por sua vez, acariciava os seus seios exuberantes. Exaustos e satisfeitos, bebemos mais uma taça de vinho celebrando a nossa volúpia e adormecemos juntos, os três, agarrados na cama.
Por alguns meses
tornamo-nos namorados. Saíamos juntos e nos divertíamos nos fins de semana, que
era quando Luana vinha estar conosco. Vivemos, enfim, um triângulo amoroso. A
certa altura da convivência, a novidade já não me animava ao ponto de acompanhá-las
nas saídas noturnas e eu seguia preferindo as diversões domésticas, sobretudo
as diversões da alcova com as minhas duas lascivas amantes.
Então havia
momentos em que só as duas saíam juntas e passaram a me provocar com isso,
fazendo de minhas ausências um novo jogo erótico. Certa noite, Valéria se
vestiu muito sensualmente e Luana me chamou ao nosso quarto e perguntou se eu
não iria mesmo com elas: “Vai mesmo deixar esse mulherão todo sozinha por
aí?” Perguntou enquanto exibia o belo corpo da minha mulher a trajar apenas um
conjunto que integrava um corselet de inspiração medieval preto, uma
cinta-liga igualmente preta e uma saia plissada da mesma cor.
Com sua maquiagem
forte, parecia uma rainha a sair dos confins de um reino matriarcal do medievo.
Eu precisei respirar fundo diante daquela exuberância e procurei explicar as
razões profissionais que me impedia de acompanhá-las. Então Luana mandou
Valéria ficar de costas encostada à parede. Em seguida levantou a sua saia e
mostrou a microcalcinha que estava usando sob a cinta-liga para em seguida
desferir uns bons tapas nas ancas alucinantes de Valéria: “Você não a
quer?” Luana me questionou provocante.
Tudo indicava se tratar de uma espécie de castigo premeditado pelas duas, uma punição pela minha ausência quase constante em suas saídas noturnas. Embora Valéria já fosse familiarizada com o meu hábito caseiro, custava a Luana adaptar-se à nossa forma de vida neste sentido.
Naquele dia eu esperei em vão,
já que só retornaram pela manhã. Ao retornarem eu quis saber se haviam transado
na minha ausência e as duas negaram com veemência. Achei por bem acolher o que
me contaram, mesmo porque a ideia de terem ou não transado não livrava minha
imaginação de divagar excitada com a ideia. Sem contar que jamais pude
desconsiderar a possibilidade de terem incluído outro macho entre elas.
Os dias transcorriam tranquilamente e os nossos fins de semana seguiam povoados pela nossa festinha a três em nosso aconchegante apartamento. De certo modo, eu sentia-me como um sultão e acreditava fazer inveja ao mais bem aventurado dos homens.
Até que certo dia notei que Valéria começava a dar mostras de ciúmes de Luana comigo. De alguma maneira estava ficando insegura, achava que eu estava gostando além do que deveria de nossa parceira. Luana, como nenhum de nós, também não poderia controlar os seus sentimentos e parecia cada vez mais envolvida conosco. Tudo isso pareceu não fazer bem a Valéria que já não mais se sentia com o total controle da situação, o que, vim a entender mais tarde, a desequilibrava a ponto de imobilizá-la. Valéria era um tipo que precisava estar sempre no controle.
Para fazê-la entender que não havia nada mais importante para mim do que ela, apesar de todo o bom sentimento que eu nutria por Luana, decidi que era a hora de pararmos. Valéria também entendeu que seria apropriado e conversamos com Luana que compreendeu a situação, apesar da confessa falta que viria a sentir da nossa convivência, de certo sentimento de rejeição que teria que aprender a lidar e, principalmente, disse lasciva, do nosso sexo a três.
Não sei muito bem como, de onde retiramos maturidade para isso, mas seguimos amigos como antes, inclusive a amizade delas permaneceu imaculada. Saíram juntas outras vezes como já faziam e a vida seguiu normalmente, mas agora sem ménage à trois, para tristeza dos três, mas com o emocional de Valéria mais ajustado, sem dúvidas. Ao menos era assim que tudo parecia ser, mas jamais poderei ser categórico diante da possibilidade delas terem mantido encontros secretos.
Valéria pareceu ter
sido a que saiu mais fortalecida do nosso triângulo amoroso. Os dias se
passaram e nosso sexo já não apresentava o mesmo vigor inicial, certamente
estávamos passando por um segundo tombo desde o momento que antecedeu a chegada
de Luana entre nós. A certa altura experimentamos um sexo protocolar, o que
jamais imaginei ser possível entre nós dois. Luana havia deixado a indelével
marca em nosso sexo. Foi então que Valéria voltou a falar de fazermos com outro
cara, mas sem muita insistência e ponderando em cada palavra. Havia um pacto
que ela sabia ter de honrar. Durante o período que tínhamos “uma namorada” ela
passou a sair menos, mas agora que havíamos rompido com Luana ela voltou a
frequentar mais as noites.
Passara a ir a mais espetáculos, shows e baladas e retomamos algumas das antigas discussões, sobretudo quando seu ex-namorado dançarino vinha se apresentar na cidade e ela não abria mão de ir prestigiá-lo. Mas Valéria jamais cedera e seguia firme em seus propósitos de liberdade. Saía sempre que queria. Era isso ou rompíamos, deixou claro inúmeras vezes.
Além do mais, quando queria sair comigo e eu declinava do convite passava a me provocar de várias maneiras. Dentre as suas provocações prediletas, havia o inusitado de andar só de calcinha pela casa enquanto se arrumava com a janela inteiramente aberta, independentemente de haver vizinhos ou não à sua espreita.
Muitas vezes se arrumava, desfilava para mim e pedia minha opinião exigindo que eu aplicasse notas aos seus trajes provocativos. Adorava usar roupas curtíssimas e toda aquela situação me excitava muito. Algumas vezes acabava de se vestir e transávamos muito antes que alguma amiga ou amigo com que ia sair chegasse para apanhá-la. Outras vezes eu implorava, mas ela dizia que só me daria quando retornasse. Aconteceu de me acordar no meio da noite, quando chegava da rua, para transarmos, noutras eu já acordava com o meu pau em sua boca, ou então com o cheiro quente de sua buceta em minha cara já a espera de uma chupada.Por essa época, conheci uma Domme num chat e fui me inteirando um pouco mais sobre BDSM. Chamava-se Lili e comecei a lhe contar sobre a minha relação com Valéria. Me abri pra valer com Lili que me disse não ter dúvidas de que eu era corno da minha esposa, uma dúvida que eu nutria, mas que nunca encarava para além das discussões com Valéria nas horas em que ela queria sair.
Lili achava que eu mantinha a situação porque eu gostava e me excitava com tudo aquilo, com a possibilidade de ter minha mulher sendo assediada e mesmo possuída por outros machos. Na verdade, a essa altura o nosso casamento estava começando a ficar muito desgastado, principalmente, por conta de sérias dificuldades financeiras que se impunham cada vez mais. Eu havia tido uma diminuição do meu salário, já que a empresa entrou numa crise financeira. Valéria havia deixado o trabalho e achava que eu não podia cobrá-la por isso, já que procurava empregos, mas não encontrava. Quando tratava deste assunto com quem quer que fosse, buscava responsabilizar a todos pelo seu insucesso profissional e se dava por satisfeita com seu discurso vitimista. Mas a verdade é que ela já não queria trabalhar. Ao longo dos anos, Valéria nunca conseguiu se firmar em um emprego. O último, e o mais longo entre todos, havia durado pouco mais de um ano e quando retornou das férias fez de tudo para ser demitida. Quando foi convidada a ocupar um cargo mais alto e que lhe exigia mais responsabilidade conseguiu alguma boa desculpa para evitar o novo desafio.
Certo dia ela quis
transar e eu não quis, me encontrava sem clima. Então Valéria aproveitou a
situação para me dizer que teria que procurar outro homem para comê-la já que o
seu marido não queria mais foder com ela: “O que você quer que eu faça?
Você sabe o quanto eu sou fogosa, o quanto adoro sexo e se você não quer me
comer o que posso fazer senão procurar outro para fazer o que meu marido não
quer mais fazer?” Confesso que fiquei com muita raiva na hora, mas reagi
de forma inesperada, partindo pra cima dela e meti meu pau com muita raiva e
tesão. Valéria não deixou isso passar incólume enquanto transávamos: “Isso, me
fode assim, vai. Não deixa espaço para outro vir fazer o seu serviço, vai, meu
homem...” Respondi: “É isso que você quer? É pica?” Ela prosseguiu: “Sim,
você sabe o quanto eu preciso disso e se você não me der eu vou ter que buscar
fora daqui... fode, vai, fode sua tarada...” Um novo aviso era dado em
nossa relação.
Então retomei as conversas com Lili. Foi por essa época que descobri que existiam os “cuckolds”, mas jamais achei que me encaixava entre os que nutrem tal fetiche. Lili insistia que eu era um cuckold e que eu deveria aceitar de vez a ideia de minha mulher dar para outro cara, mas eu segui resistindo à ideia, muito embora já buscasse cada vez mais informações sobre o assunto e até mesmo me flagrasse fantasiando a respeito enquanto transávamos, sobretudo antes ou depois de suas saídas noturnas ou mesmo enquanto usávamos o consolo e a penetrava duplamente.
Certo dia, fomos a uma festa e nos encantamos por uma garota que conhecíamos há algum tempo, mas que não tínhamos muita aproximação. Chamava-se Andreia, era casada e o seu marido um velho conhecido de Valéria. Nos aproximamos e bebemos algo em a sua companhia. A conversa ficou animada e a convidamos para terminar a noite em nossa casa antes que voltasse para casa. Já estávamos mais experientes nesse tipo de abordagem e não foi muito difícil envolvermos a garota. Foi apenas uma questão de pouco tempo para estarmos os três nos beijando no sofá de nossa casa. Mas quando estávamos quase lá, na cama, Andreia desistiu. Disse que não conseguiria levar a situação adiante por conta do marido e pediu para que a levássemos para casa. Ficamos desapontados e decepcionados, mas não havia o que ser feito.Apesar da breve
aventura da última noite, a nossa crise não diminuiu, pelo contrário,
brigávamos cada vez mais. Certa vez ela foi à casa dos pais e quando retornou
disse que Andreia havia nos convidado para jantar com ela e o seu marido em sua
casa. Valéria sabia que eu iria trabalhar naquela noite e que eu não poderia
ir. Tal recusa foi motivo para uma briga feia, eu não queria que ela fosse
sozinha, mas, mais uma vez, de nada adiantou. Não apenas Valéria foi sozinha,
como dormiu na casa deles. Acordei pela manhã com ela entrando em casa e
imediatamente quis saber se transaram, mas ela negou. Contei a Lili o que havia
se passado e ela afirmou não ter dúvida de que os três haviam transado. O
marido de Andreia, segundo acreditava Lili, havia concluído o que eu havia
começado e não conseguira consumar. Eu estava realmente enciumado e impotente
diante do ocorrido e passamos o dia sem trocar única palavra.
Reconciliamo-nos um
dia depois, mas na mesma semana Valéria foi à casa de outro “amigo” que eu já
sabia que a cortejava. Mais uma vez ela só retornou no outro dia pela manhã.
Contou-me ter bebido demais e preferiu não se arriscar no trânsito. Eu aceitei a
sua explicação como um acordo tácito de que não interferiria em suas decisões
sobre o que quer que fosse, ainda que implicassem em explícita traição.
Definitivamente, ela se sentia inteiramente autorizada a dormir na casa de
outros homens e contava com a minha plácida aceitação. O que terminei por fazer
resignado. Aconteceu de ela sair algumas vezes e ao chegar me procurar para
transarmos sem que eu pudesse oferecer resistência. Também aconteceu de se
arrumar para sair e me pedir que a ajudasse a se vestir, ajustar as alças de
seus vestidos, fechar seu zíper, ajustar as barras de suas saias para não
manchar suas unhas pintadas. Certa vez ela estava estonteantemente sensual e
não medi esforços para que transássemos antes que saísse, mas ela negou-me
cruelmente. Disse-me já estar pronta, que não se desalinharia, pois seu amigo
já a esperara na garagem do prédio: “Se você for um bom menino eu te dou
minha bucetinha quando eu chegar. Agora ponha esse pinto pra dentro e nada de
bater punheta comigo fora, hein!”
Produzida para outro macho, deixava o marido em casa à sua espera, enquanto se divertia como desejava sob lençóis clandestinos. Nesse dia, escutei ela abrir a porta ainda pela madrugada. Ela se despiu, tomou banho e veio para a cama. Avancei sobre ela como se estivesse acabado de deixar a cadeia.
Valéria tentou esquivar-se,
cheirava a álcool e estava visivelmente exausta, talvez até mesmo satisfeita de
sexo, mas tamanhos foram meus apelos que ela não pode resistir. Agiu de maneira
protocolar e acionou os botões que ela sabia acionar em mim como
ninguém: “É minha bucetinha que você quer, é safado?” “Sim, você sabe
que eu quero muito...” “Você já sabe que quando eu quiser não pode negar fogo,
né?” “Eu sei, eu sou seu, todo seu...” “É sim, meu bom menino...” “Eu não tenho
como te negar fogo...” “Ou então outro macho vai ter que comer essa sua
bucetinha. Você sabe disso, não é?” “Sua escrota...” “Cala a boca e mete com
força, vai...” Aquelas palavras de Valéria me nocautearam de uma vez e em
menos de cinco minutos ela já dormia ao meu lado. Eu gozei com muita força, ela
sabia exatamente os botões que acionavam o meu desmoronamento e usava isso ao
seu bel prazer. Valéria, definitivamente, exercia um enorme poder sobre mim,
apesar das fortes desavenças e dos claros sinais de desgaste que enfrentávamos.
As saídas de Valéria passaram a ser mais frequentes e, junto a isso, infelizmente, também se acentuou a sua inclinação sobre o álcool. Isto fez o que restava entre nós ruir de uma vez. Passou a beber com frequência e foi se tornando cada vez mais agressiva e descontrolada. Tentei fazer com que procurasse uma terapia, alguma ajuda especializada, mas ela negou-se e arrastamos a situação dessa maneira por mais um ano, até que, após inúmeras tentativas para que se tratasse, eu decidi pôr um fim no relacionamento.
Isso até reencontrar Adriane, uma antiga amiga...


Nossa! Eu adorei o relato que é extremamente excitante e encontro semelhança com meu casamento. Não sou lésbica e minha experiência com outra garota faz bastante tempo, quase 20 anos, somente beijos com uma amiga já bêbeada em um bar no bairro da Lapa, Rio de Janeiro. Mesmo assim, propus que meu marido aceitasse uma outra garota entre nós para poder apimentarmos a relação. E essa é a questão: ele é travado e nãop aceitou. Eu estaria disposta a vivenciar essa experiência, dar esse prazer a ele e até mesmo introduzir ideias mais liberais na mente dele e também em nossa rotina. Mas a diferença é que ele negou e inviabilizou todo o processo, diálogos, tentativas de sedução na cama, etc. Por isso resolvi dar meus passos sem ele...
ResponderExcluirMas no caso do relato eu imagino o tesão que ela deve ter sentido conseguindo converter o Rocco em corno aos poucos. Primeiro com uma mulher... e depois com diversos amigos podendo dormir fora e voltar pra casa realizada e bem comida.
Sinceramente, acho que da mesma forma que meu desejo em experimentar coisas liberais e fazer meu marido de corno, estar com outros, etc foi algo que foi aflorando ao longo do tempo, mas que percebi que eu tinha esse desejo por gostar muito de sexo e sempre ter tido a mente aberta para certas safadezas, o oposto também acho que seja verdade: para o homem ser corno, é preciso certo "talento", vocação, ter o prazer despertado sim. Ter a oportunidade sim. Mas também ser da natureza dele. No meu caso meu marido é pertencente a uma família muito religiosa e acho que isso acaba criando obstáculos na mente dele que até hoje não consegui desmontar, mesmo com muita conversa.
Acho que no caso do Rocco pode ter sido mais fácil por uma série de situações que vão desde (talvez) uma formação religiosa e experiências de vida dele, até mesmo o fato da Valéria ser mais impositiva do que eu (que prefiro ser dominada) sou capaz de ser. Acho que esse é um bom ponto para reflexão que pretendo fazer e talvez compartilhar aqui ou mesmo no meu blog.
Amei o relato e agora fiquei altamente pensativa. Tanto pela experiência parecida como também pelos resultados diferentes.
Beijos,
Rê