#636 - Uma mulher galinha e incorrigível (Relato)

Caros amigos de chifres, 

o post de hoje do nosso Blog Meus Chifres já começa com um avso fundamental: Senta, fecha a janela e se prepara para um gozo pois hoje voltamos a presenciar um deliciosorelato de um leitor que parece que nasceu para ser corno e nada mais nessa vida.

O corno da vez é o Rocco, leitor amigo,conhecido do nosso Blog desde o ano de 2022 quando nos deu a noticia da sua deliciosa humilhação quando foi fazer um exame de urofluxometria e terminou sendo deliciosamente humilhado por uma enfermeira que é uma domme natural e que zombou, com toda razão, da ridícula verriguinha de corno que o amigo carrega entre as pernas.

Em seguida, o manso nos contemplou com outros dois deliciosos textos, dando conta da sua iniciação nessa vid de corno manso e agora, nos permite cntinuar invadindo suas intimidades para saber o que ele passou nas mãos pernas coxas e buceta de Valéria, a sua segunda hotwife, conforme podemos conferir, a seguir.



Após a minha experiência com Samara, tive outras namoradas, mas nada que valha ser mencionado nesse espaço. Mas enfim, conheci valéria, com quem me casei, aliás, ela praticamente me intimou a casar-me com ela.

Nos conhecemos ainda adolescentes e nos paquerávamos desde então (ao menos eu a paquerava, é bem verdade), mas Valéria, além de comprometida, ainda contava alguns poucos anos a mais do que eu e, por estas razões, jamais nutri esperanças em tê-la naquela época. Dona de um rosto marcante, longos cabelos pretos, corpo escultural, de curvas generosíssimas, belas coxas, bunda redonda e empinada, Valéria era muito assediada pelos homens e tinha o mesmo tipo de fama de Samara: a de que era uma galinha incorrigível.

Diziam que ela traía o namorado, mas eu sabia, ou ao menos desconfiava, que diziam isso pela sua maneira de se vestir, se relacionar com as pessoas e estar entre os amigos. Também como Samara, era dona de uma personalidade expansiva e extremamente comunicativa, mas além disso, destacava-se por uma inteligência que não se podia notar em Samara. Sua inteligência já era cultivada em livros que lia, músicas que ouvia, filmes que via. Era capaz de tratar sobre variados assuntos com versatilidade, o que muitas vezes terminava por intimidar homens e mulheres ao seu redor. Também havia sido muito namoradeira antes da relação em que se encontrava e, convenhamos, também depois dela.

Reencontrei-a por acaso em um restaurante, algum tempo depois de nossos anos escolares, e houve uma mútua alegria. Eu estava sozinho e fui convidado por ela a juntar-me ao seu pequeno grupo de amigos. O jantar rendeu papos da época em que nos conhecemos, os amigos em comum, o destino que havíamos tomado profissionalmente desde os poucos mais de dez anos que se passaram. Ela tinha 29 anos e eu 26, mas a diferença já não era significativa como na época em que nos conhecemos. Passadas algumas horas de conversas e chopes, descobri que a sua casa ficava um pouco depois da minha e então lhe ofereci uma carona. Para minha surpresa e satisfação, Valéria aceitou o convite, então despedimo-nos dos seus amigos e zarpamos em meu carro. No caminho de volta para casa resolvemos fazer uma parada em um conhecido boteco da região em que morávamos. A desculpa foi tomarmos algo e esticar um pouco mais a agradável conversa, mas na verdade já estavam claras as nossas intenções. Finalmente a sós, alcançamos a almejada intimidade e, depois de alguns tragos, quando dei por mim, já nos beijávamos.

Foi questão de pouco tempo para dali irmos parar direto em minha cama convictos de que não nos largaríamos tão fácil. A convicção foi tamanha que sequer fomos prudentes com o uso do preservativo, num irrefletido gesto de entrega. Uma urgência nos impedia de parar para o que quer que fosse e logo Valéria pôde sentir-me dentro de si. Eu enfiava com toda a vontade e desejo que, naquele momento, se revelavam represados há quase uma década, e Valéria correspondia em igual intensidade. No entanto, estranhamente e de maneira inédita, eu não conseguia gozar de jeito nenhum. Nunca isso havia me acontecido antes. E ela notou a minha aflição e revelou viver sentimento idêntico. Não sei se por nervosismo, ansiedade, falta de intimidade ou mesmo se pela combinação desses sentimentos com o álcool que havíamos ingerido, nenhum de nós dois conseguimos chegar lá. Nos demos por vencidos e dormimos agarrados como os melhores e românticos casais apaixonados.

No dia seguinte acordei, fui trabalhar e deixei-a adormecida em minha cama. No trabalho, encontrei Orlando, um amigo nosso em comum, e lhe contei sobre a minha noite anterior. Surpreso pela minha conquista, quis saber se eu estava pensando em namorar com Valéria, se eu teria coragem, apesar da sua fama. Ele me perguntou:

“Ela é um furacão de tesão, eu sei, uma linda, mas você não teme ser traído? Você lembra da história lá com Gustavo, né?”

Orlando retomava uma antiga história sobre um suposto caso extraconjugal de Valéria com um homem casado enquanto namorava Gustavo, rapaz com quem namorou por longos anos desde a nossa época de escola. Eu disse que sim, mas que eu confiava em meu taco, e ele, com discrição, não insistiu em perguntas. Passamos o dia trocando mensagens pelo telefone, romanticamente, como um casal de adolescentes. Valéria retornou à sua casa e prometeu que nos veríamos naquela mesma noite. Cheguei o mais cedo que pude e preparei um jantar para recebê-la. Não demorou em que batesse à minha porta deslumbrantemente vestida numa minissaia em couro preto, botas, uma meia arrastão e uma camiseta que revelava as rendas do seu sutiã preto. 

Não conseguimos esperar pela refeição e logo estávamos trepando outra vez. Incontido em minha sede, fui direto à sua buceta e a chupei com vontade. Desde Samara, chupar uma buceta que eu tanto cobiçava havia se tornado um ato de devoção para mim. 

Acariciei o seu clitóris, dedilhei-o sutilmente e toquei-o com leves e delicadas lambidas, para só então, com uma reverência quase religiosa, invadir a sua bucetinha deliciosa com o meu pau. No entanto, foram poucas as estocadas que ela me permitiu aplicar-lhe, logo quis retribuir-me a chupada e colocou-se de joelhos com total entrega pelo meu membro rijo. Chupou-me de tal maneira que logo me fez descobrir estar diante de um dos melhores boquetes que eu já havia experimentado na vida. Pouco depois, passei a ficar por um longo tempo lambendo sua enorme e arredondada bunda, suas pernas torneadas, seus pés macios, seus dedos, os quais chupava sem a menor pressa, sentindo o sabor de cada um deles... Deitada, Valéria se deliciava com as minhas carícias que por vezes subiam até a sua nuca. Não tardou para que eu retornasse o meu pau dentro de sua buceta inteiramente lambuzada e encharcada de tesão. Valéria colocou-se de quatro e finalmente meti com uma paixão que havia tempo que já não experimentava.

Senti-me como um vencedor diante de uma rainha que me concedia as benesses de uma guerra vencida. Dessa vez eu estava mais relaxado, sem o efeito das cervejas do dia anterior, e finalmente gozei muito gostoso. Inundei a buceta de Valéria. Em seguida, ela me virou sobre a cama e montou por cima de mim, ainda rijo. Ao encaixar novamente a buceta em meu pau, pude sentir as contrações de seu quadril e de seus músculos vaginais. Ela agarrou-se forte em mim, comprimiu as suas unhas escrupulosamente pintadas de vermelho contra o meu peito, desatou um gozo frenético carregado de fortes gemidos, e desabou relaxada sobre o meu tronco exausto.

Já relaxados e saciados, ficamos ali na cama conversando até que, inadvertidamente, a mesma cena ocorrida com Samara há alguns anos atrás se repetiu. Talvez um pouco mais incisiva até: Valéria desceu a mão em meu membro já mole e exaurido pelas nossas investidas anteriores, sentou-se rapidamente e disse como que assustada: 


“Nossa, como é  pequeno!

  Nunca havia  ficado com um  assim antes!” 


Ela falou aquilo com tanta espontaneidade que eu não soube o que dizer na hora, de tão aturdido que me vi diante daquela sincera e nada maliciosa humilhação. Valéria havia acabado de cruzar a mais solene etiqueta que uma mulher, segundo os manuais dos machos, em tese, deve resguardar ao seu homem. Involuntariamente atingira as raias da virilidade, de modo que até ela, certamente, tenha se assustado com a própria franqueza que ouviu das suas palavras. Balbuciei algo que não pareceu fazer muito sentido, talvez alguma justificativa frívola pelo esforço anterior em satisfazê-la, talvez um frio inexistente nos trópicos, talvez qualquer grunhido nonsense. Valéria concluiu a sentença e não se deu por rogada, quis ver com os próprios olhos o que o seu tato acabara de lhe revelar. E quando puxou o lençol para conferir sua intuição, o meu pau já dava fortes sinais de que aquilo havia mexido com o meu ímpeto, sem que restasse tempo para conferi-lo em estado de repouso.

Instintivamente, puxei-a para perto e a beijei sem dizer mais uma única palavra. Dali em diante eu untei todo o seu corpo com a minha língua, cada curva, dobra, articulação, pêlos, tudo, e passei a querer o seu sexo ininterruptamente, uma chama havia se acendido em mim e parecia não mais querer deter-se. Todo o meu corpo parecia querer apagar a abordagem anterior por meio de uma impressão ainda mais poderosa, mais intensa do que tudo que ela até então experimentara. O seu gesto humilhante em relação ao meu dote pareceu despertar a ira do meu membro que se negava a se encolher, inteiramente em riste. Um fogo que não se abrandava parecia consumir o meu corpo, que também incendiou o dela, e dali em diante ficamos vários dias trepando sem sair de casa, exceto para comprar alguma coisa na padaria da esquina que nos mantivesse de pé. Valéria estava de férias e quando a semana se iniciava eu saía para trabalhar e já não podia dizer que eu voltava para casa, mas para a nossa cama, agora convertida em ninho de amor. Vivemos uma verdadeira maratona sexual quase ininterrupta, uma epopeia sexual, de modo que cheguei a faltar o trabalho alguns dias por pura imposição do meu corpo sedento pelo santuário que passou a ser para mim o corpo de Valéria.

Então, depois disso, os dias se passaram e Valéria também retornou ao trabalho. Nossa rotina sofreu, inevitavelmente, drástica alteração e finalmente pude recobrar maior concentração em meus afazeres. Muitas vezes ela saía do trabalho e ia à casa dos pais, de alguma amiga ou a algum bar com amigos e retornava no horário em que eu chegava do meu trabalho. Numa sexta-feira, Valéria me disse que um amigo dançarino iria se apresentar num teatro da cidade. O rapaz vinha de outro estado com a sua companhia e ela me disse que iria ver o espetáculo com duas amigas. Como o horário da apresentação era impreterivelmente às 19h, era impossível acompanhá-la, já que era o horário que eu sairia da empresa naquele dia.

Fiquei sabendo por ela que era um ex-namorado e me vi bastante enciumado com a situação. Inicialmente com bastante cautela, pedi a Valéria que não fosse e a ouvi dizer, ríspidamente, que isso não estava em discussão, que ela iria. Sua negativa foi a senha para que eu deixasse a cautela e então brigamos pela primeira vez. Valéria foi incisiva: eu deveria escolher logo ali o que queria porque não iria admitir isso em nosso relacionamento, eu não controlaria os seus passos, então se eu não aceitasse a sua liberdade era melhor pormos um fim em nosso namoro desde ali porque seria sempre daquele jeito. 

Fiquei atônito com a sua reação intempestiva, definitivamente não esperava isso dela. Antes de sair de casa disse-me que eu fosse trabalhar e pensar bem no que eu queria. Pateticamente, retruquei afirmando que estava tudo acabado entre nós e fui ao trabalho sem que ela me desse a mínima atenção. Não lhe pedi de volta uma das chaves de minha casa que havia lhe entregue anteriormente, apesar de ter declarado a ruptura. Dessa maneira, passei o dia na esperança de encontrá-la em casa quando retornasse, mas, infelizmente, quando cheguei, ela não estava lá.

Enfim, por volta de uma hora da manhã, Valéria abriu a porta com a chave que ainda guardava consigo. Seu perfume exalava um cheiro forte de bebida e cigarros. Estava com uma meia calça, minissaia, um top vermelho e botas em cano alto, quase exatamente como estava no dia em que nos beijamos pela primeira vez. Fiquei confuso com a presença de Valéria, sobretudo ao ouvi-la dizer que estava ali para saber o que eu havia decidido: se ficaríamos juntos ou não. 

Não duvido que tenha me ocorrido apresentar alguma resistência, mas em meio a minha confusão mental e inteiramente entregue pela paixão e confessa dependência pelo seu amor, puxei-a contra o meu peito e nos beijamos lascivamente. Claro que fomos parar na cama outra vez e voltei a chupá-la com devoção. Ali, de pé, suja de uma noite entre cadeiras de teatro, bares, suor e bebidas, estava Valéria, ao meu dispor, e então eu sorvi as suas secreções de uma noite inteira de amor negado e espera sem fim. 

Ela virou-se de costas e, de pé, abriu as pernas, empinou suas fartas, empinada e brancas ancas, puxou a sua micro calcinha de lado e me fez penetrá-la enquanto me olhava com aquela expressão mais safada que eu poderia algum dia conhecer. Quando finalmente estoquei o meu pau duro em sua buceta macia e encharcada, gozei rapidamente e ela teve como mensurar, piedosa, o tamanho dos meus desejos.

Dali em diante, podem imaginar que a situação se repetiria várias vezes, não é mesmo? Ela saía quando queria, eu nada podia dizer e sempre transávamos muito quando retornava. Já estava totalmente entregue quando ela disse que queria morar comigo. Eu não podia acreditar naquilo: a mulher que eu havia superestimado, que sequer imaginei que fosse me beijar algum dia, que eu julgava ser areia demais para o meu pequeno caminhão, estava ali dizendo em minha cama que estava louca por mim e que não queria mais me perder, que queria viver comigo. Eu fiquei alucinado na hora: havia em mim um frêmito de paixão, de tesão, de vaidade... enfim, a amava definitivamente e a queria mais do que tudo. Marcamos a data e nos casamos numa pequena e discreta cerimônia civil. Ela havia me enlaçado.

Pode-se imaginar que o nosso casamento foi marcado pela liberdade que ela impunha e que de outro jeito não haveria como ser. Valéria sempre gostou da noite, da boemia, enquanto eu não alimentava tanto prazer pela vida noturna. Ela saía quando queria, de modo que na maioria das vezes eu ficava em casa. Ocasionalmente pelo meu trabalho e outras simplesmente porque não queria e preferia ver um filme ou ler alguma coisa. Muita gente do nosso convívio chegou a pensar, como vim saber depois, que tínhamos uma relação aberta, mas na verdade não tínhamos. Eu não cogitava essa ideia e ela fez questão de deixar claro em diversas momentos que isso não seria possível numa relação com ela.

Certo dia Valéria atendeu ao telefone de uma amiga e, em minha presença, a amiga contou-lhe sobre a noite anterior e lhe confessou que havia ficado com dois caras. A reação de Valéria foi de tanta vibração que foi inevitável perguntar o que houve quando ela desligou. “Marina transou com dois caras!”, revelou. Perguntei se era motivo para tanta celebração e ela afirmou peremptoriamente que esse era o desejo de toda mulher, embora a maioria não tivesse a devida coragem de confessar. Vacilante, quis saber se também era o dela: “Claro que sim! Mas não acho que você tenha a abertura para isso ainda.” A palavra “ainda” não me soou muito bem e logo a rebati ao afirmar que realmente não tinha. Valéria disse me entender, embora nutrisse esperança de algum dia mudar isso em mim.

Com o tempo, aquilo ficou em minha cabeça e sempre que possível Valéria atualizava o assunto, insistia apresentando argumentos de difícil contraponto e, quando eu não conseguia me desviar do tema, terminava por lhe negar a possibilidade de um ménage à trois com ar autoritário. A situação foi ficando difícil em relação a isso, sobretudo pelo fato de normalmente gabar-me de ser uma pessoa aberta e ao mesmo tempo ser capaz de contrapor-me aos seus cada vez mais lógicos e rigorosos argumentos. Valéria então mudou de estratégia. Passou a colocar filmes em que havia ménage à trois feminino, mas também masculino, e os comentava enquanto assistíamos. Falava das posições, das chupadas, dos paus enormes dos atores, enfim, atacava de outras formas. Uma estratégia que evitava o embate, a argumentação e ao mesmo tempo inibia minha reatividade. Curioso é que eu me via excitado com a situação, mas não conseguia ceder aos seus desejos e talvez àqueles que também já eram os meus.

Certo dia resolvi ir até um sex shop e comprei um consolo que havia um anel em que eu enfiava o meu pau e me permitia ficar com ele por cima, como se tivesse dois paus. Não há como negar que houve um avanço e mesmo um aceno meu em direção a uma maior liberalidade em nossa relação. E ela tremeu de tesão quando cheguei em casa com aquilo. Passamos então a transar inúmeras vezes com o novo apetrecho que media 14 cm. Enfiava o meu pau na sua buceta e os 14 cm de consolo no seu cu. Às vezes invertia e metia por trás.

Valéria sempre gozava muito e a partir de certo momento passei a pedir para que imaginasse que era outro de verdade: um entregador de pizza, o porteiro do prédio, o mecânico do nosso caro, algum amante imaginário. O que ela invariavelmente fazia com imenso prazer. Então pensei haver resolvido a inquietação de suas fantasias, mas com o tempo o tema da presença real de outro macho em nossa cama retornou com intensidade. Valéria nunca foi de se deixar vencer fácil, ela queria um pau de verdade.



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Comentários

  1. Adoro brincar com um consolo quando estou com meu amante, Lucas.

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