Respondi que sim.
Ela soltou um gemido longo. Na hora entendi que estava afim. Perguntei se toparia, e ela respondeu que sempre teve vontade de experimentar, mas nunca havia acontecido. Meu tesão foi às alturas. Eu iria comer uma gostosa e levar chifre na mesma noite.
Na noite seguinte fomos ao encontro, em um karaokê bastante animado que funcionava em um posto de gasolina muito conhecido. Chegamos lá e reconhecemos o casal. A esposa dele realmente não passava despercebida. Assim como nas fotos, era uma loira baixinha, de pernas grossas, bunda grande e cara de puta. O cara não tirava os olhos da minha esposa.
Nos apresentamos e começamos a conversar, comer e beber algumas cervejas. O papo acabou caminhando para o swing. Eles contaram que já estavam nesse meio havia bastante tempo e relataram algumas experiências. O papo era agradável.
Em determinado momento fui ao banheiro e o cara resolveu ir também. Entendi que queria conversar. Lá ele perguntou se estávamos gostando do encontro e disse que, da parte dele, tinha gostado bastante. Então combinamos que sairíamos dali direto para um motel.
Expliquei que seria a primeira vez da minha esposa com outra mulher e acertamos que eles poderiam começar a brincar com ela enquanto eu apenas observava. Depois eu entraria na brincadeira.
Voltamos para a mesa e as duas estavam conversando animadamente. Haviam se dado muito bem. Quando decidimos ir embora, elas entenderam imediatamente. Naquela época ainda não tínhamos carro, então fomos todos juntos no veículo deles. As duas foram no banco de trás. Não demorou muito e minha esposa já estava aos beijos com a esposa do cara. Eu nunca havia imaginado minha esposa beijando outra mulher. Quase fiquei sem ar; o tesão explodiu na hora.
Chegamos ao motel e, como era nossa primeira vez, deixei que eles conduzissem tudo. O cara não perdeu tempo e começou a dar uns amassos na minha esposa. Eu fui conferir o rabo da esposa dele. Dei aquele abraço por trás para sentir o volume e deixá-la perceber meu pau duro. Puxei-a para mim pelos peitos e ela respondeu com uma sarrada daquelas.
Falei em seu ouvido:
— Tu vai dar um pega na minha mulher?
Ela riu alto e foi se juntar ao marido.
Nessa hora, o cara já havia tirado o vestido da minha esposa e estava com a mão na buceta dela. Baixou sua calcinha e chamou a esposa. Minha mulher estava encostada no frigobar. A esposa dele se ajoelhou e começou a lamber sua buceta. Minha esposa soltou um "CARALHO!" bem alto enquanto o cara mamava seus seios.
Eu estava apenas de cueca, com o pau para fora, batendo uma punheta enquanto minha esposa era devorada pelo casal. Vocês não imaginam que visão espetacular era aquela. Fui tirar o vestido da esposa do cara enquanto ela chupava minha esposa. Para minha surpresa, a vagabunda já tinha saído de casa sem calcinha. Vi aquela bunda apetitosa e fiquei ainda mais excitado.
O cara deixou as duas se pegando. Agora estavam completamente nuas e foram para a cama. Minha esposa se contorcia enquanto era chupada pela outra mulher.
Enquanto isso, eu e ele estávamos na punheta, apreciando o espetáculo. Em determinado momento, o cara perguntou se eu estava gostando. Apenas virei minha pica dura para ele e perguntei o que achava.
Os dois caíram na risada.
Enquanto isso, as duas faziam um 69, uma chupando a buceta da outra. A esposa dele estava com o rabo virado para mim. Não resisti e fui para cima, começando a lamber aquele rabo. Então aconteceu algo inesperado: minha esposa pediu que eu me segurasse e esperasse. Na hora entendi que ela não queria que eu pegasse a esposa do cara. Fiquei puto, mas continuei excitado.
O cara então colocou minha esposa para mamar seu pau, enquanto a esposa dele continuava com a boca nela. Agora ela gemia com a boca ocupada e eu seguia me acabando na punheta.
Depois ele se posicionou atrás da esposa e meteu naquela buceta. A esposa dele continuava levando rola e chupando minha mulher. O cara socava forte, afinal conhecia muito bem a esposa que tinha. Logo resolveu meter na minha esposa, abrindo as pernas dela e enfiou a sua rola cabeçuda. minha esposa soltou um gemido forte ao sentir aquela cabeça entrando.
Para completar, enquanto era invadida, a esposa dele praticamente sentou em seu rosto e colocou a buceta em sua boca. Não perdi tempo. Subi na cama e enfiei a pica na boca da esposa dele. Ele empurrava na minha esposa, que chupava a esposa dele, que mamava minha caceta.
Estava perfeito.
A putaria continuava. Minha esposa montou na pica dele e começou a quicar. Quicou tanto que a camisinha estourou e precisou ser trocada. Enquanto isso, eu continuava sendo mamado pela esposa dele. Não aguentei e a virei de costas para meter naquela bunda.
Enfiei fundo naquela gostosa.
Dentro do quarto só se ouviam gemidos, palavrões, xingamentos e o estalo das empurradas. No meio da putaria, a esposa dele soltou:
— Come bem ela, amor. Esse trouxa não mete direito, ele é corno.
A puta ainda me xingava.
O tesão era tanto que o cara avisou que ia gozar. Tirou minha esposa de cima dele, arrancou a camisinha e aproximou a cabeça do seu pau ao rosto da esposa dele que recebeu o gozo do marido na boca e empurrou as cabeças das duas para que se beijassem com a boca cheia de porra.
Enquanto isso, eu ainda estava engatado na bunda da esposa dele. Minha esposa me lançou aquele olhar de alerta. Tirei a rola e a vagabunda deu uma risada debochada, típica de quem zomba do corno trouxa. Virou-se para mim, ainda com a boca cheia da porra do marido, e me deu um beijo de língua.
Senti que minha esposa não gostou.
As duas foram para o chuveiro. Em seguida eu e o cara também entramos e assim ficamos, os quatro, juntos no banho. O cara ainda lavou a buceta da minha esposa, passando sabonete com toda a naturalidade. Ele havia entendido que meu lance era ser corno.
Já a esposa dele mal olhava na minha cara.
Enquanto as mulheres se arrumavam, fiquei conversando com ele que me perguntou se a experiência tinha sido boa. Respondi que, da minha parte, tinha sido ótima e que minha esposa também havia gostado.
Ele comentou que ela era muito fogosa e cheia de energia, e que havia gozado rápido porque ela quicava forte. Então soltou uma proposta:
Meu sonho é ver minha esposa sendo lambida e chupada por outra mulher, na boca, nos peitos, na boceta e no cu, mas, infelizmente, ela não curte. De vez em quando vem dormir aqui em casa uma amiga dela, que sou doido pra comer. Crente e mal fodida, que eu sei. Por serem ela e o marido da igreja, casaram virgens, ambos já chegando aos 30 anos de idade. E há desconfianças que ele seja homossexual enrustido, por não ter vontade de comer ela e por alguns gostos bem peculiares. Imagina o meu tesão nessa mulher novinha, corpo mignon, peitinhos pequenos, cheia de fogo. Fico fantasiando como é a xereca dela, o cheiro, se tem pelos, se é toda raspadinha, o tamanho do grelinho. E meu pau explode ao pensar nas duas se pegando na nossa cama.
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