#654 - Batismo de fogo (Relato)

Caros amigos de chifres,

no post de hoje do nosso Blog Meus Chifres, temos a deliciosa conclusão do relato de inciação do nosso amigo Edu, corno do interior de São Paulo que há  6 anos iniciou a sua colaboração com nosso Blog, relatando a delícia de ser um corno motorista e depois a sua inciação como corno morcego.

Percebendo que ainda nos devia o relato da sua iniciação, o nosso amigo manso nos enviou no post anteior, a primeira parte da sua iniciação, contando como se deu o surgimento do desejo de ver sua esposa na pica alheia e agora, ele conclui essa confidência nos deixando por dentro do passo definitivo que o casal deu, realizando o "batismo de fogo" da sua esposa na arte de ser uma hotwife, numa das mais conhecidas casas de Swing do país, como podemos conferir a seguir.

Nos sentimos inseguros depois que encontramos alguns vizinhos da nossa cidade na primeira casa de swing que fomos, numa cidade vizinha à nossa, para ver como as coisas eram e se conseguíamos iniciar. A experiência nos deixou apavorados mas depois de algum tempo, voltamos a conversar sobre o assnto e chegamos ao consenso de irmos conhecer a Inner.

A ida pra Inner foi de muita apreensão, pois a experiência anterior de ser reconhecido ainda nos causava pânico. O medo de sermos reconhecidos ainda era um pouco maior pois nessa época eu trabalhava na capital, o que ampliava as chances de dar de cara com algum conhecido, pois agora além do círculo de convivência na cidade do interior, eu ainda tinha outro círculo, na capital.

A excitação já imperava desde a preparação antes de sair de casa. Escolhi um fiozinho bem pequeno e uma saia, num tamanho entre média e curta, o que já destoava completamente das vestimentas habituias da minha esposa que sempre foi, e até hoje ainda é, muito discreta. Meus pensamentos já eram movidos pela intenção de facilitar caso rolasse algo com algum 'single'. Usando a saia e o fio, bastava que que ele simplesmente levantasse a saia dela, puxasse o fiozinho de lado e introduzisse sua rola quente e pulsante na bucetinha da minha esposa para que tudo desse certo.

Mesmo perante toda apreensão, o tesão  foi mais forte e por isso, seguimos com o nosso plano de conhecer o templo do Swing.  Fui bem apreensivo, mas com muito tesão e desejo de que enfim conseguisse realizar minha fantasia de ser corno naquela noite.

Achamos tudo muito legal na casa, fomos no cinema e no ônibus. Lá tinham algumas poucas pessoas transando, mas nada de mais. Assistimos por um momento os shows interativos dos stripers, mas eu já estava impaciente para irmos para as cabines para quem sabe, gozarmos. 

Enfim saímos, e fomos rumo às cabines, para entrar numa elas. O ambiente estava à meia luz, criando um clima todo sensual no ar. Começamos a nos beijar, e de repente em um dos buracos apareceu uma rola bem grande e brilhante de tão dura. Pelos buracos de cima o single colocou os braços e começou a tocar minha esposa, enquanto nos beijávamos. A mão do comedor percorreu o corpo da minha esposa levantando sua saia e acariciando seu bumbum. 

Peguei a mão da minha esposa e conduzi para que ela apalpasse a rola do comedor. Inicialmente, meio sem jeito, ela passou a punhetá-lo discretamente, enquanto me beijava. Me afastei e pedi que ela se ajoelhasse para mamar aquela vara misteriosa, e assim aconteceu, ela me pediu camisinha, encapou o pau alheio e enfiou na boca.

Ela permaneceu mamando aquela rola estranha por um tempo. Quando se levantou, nos beijamos bem gostoso, me fazendo sentir o gosto de látex de camisinha de macho na  sua boca. Quase explodi tesão em sentir o gosto da camisinha na boca da minha esposa. A sensação foi muito forte pois até quele momento só conhecíamos sexualmente, um ao outro e, de repente, ela me trazia o sabor do látex de outro pau que ela colocou na boca, para a minha boca.

Era o sinal que eu precisava para conduzi-la de modo a compreender que eu queria, ali, naquele momento. Eu queria  vê-la sendo possuída e penetrada por outro homem. Ainda aos beijos, fui conduzindo-a para a reta do Glory Hole em direção àquele pau veiudo. Pedi que ela inclinasse o bumbum, na altura do buraco,para que o macho alpha pudesse, sem demora, introduzir o seu membro na bucetinha da minha amada esposa. Enfim, estava acontecendo a desejada coroação do tímido e aprendiz de corno manso. 

Tudo estava  consumado! 

Congelei por um instante. Ao recuperar a consciência, beijei a minha esposa, agora puta, hotwife, enquanto ela era penetrada bem gostosamente. Enquanto a beijava, eu me masturbava, enlouquecidamente, explodindo de prazer por ver minha esposa recebendo o pau de outro homem e tendo prazer com aquilo. 

Não demorou e logo gozei, sendo seguido pela minha esposa e pelo macho alfa misterioso que gozou fartamente, denunciando o prazer que minha espoa tinha lhe proporcionado, como uma puta vadia, sem sequer saber quem ele era. Permanecemos nos beijando mais algum tempo na cabine, até que a Cris arrumou a roupa, se recompôs e saímos para ficar perambulando mais alguns minutos na casa antes de pegar o táxi para voltarmos para o hotel,  aliviados e atônitos, meio passados do ambiente fascinante que encontramos na Inner e das experiências vividas. 

Aquela noite foi o start, o primeiro contato com o modo de vida e de obtenção de prazer que adotamos e que nos faz felizes até hoje. Foi a barreira ultrapassada em busca do prazer alcançado
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