#662 - Corno manso (Reportagem)

Caros amigos de chifres,

o post de hoje do nosso Blog Meus Chifres traz para a nossa comunidade de cornos, esposas liberadas, comedores, aspirantes e curiosos uma interessante reportagem publicada  no portal metrópoles dando conta de uma importantíssima dimensaão que envolve o nosso delicioso fetiche.

Este artigo do portal Metrópoles discute a crescente popularidade do fetiche cuckold, destacando uma pesquisa onde 90% dos homens em um site especializado revelaram o desejo de ver suas parceiras com outros. Ainda, combatendo estigmas sociais sobre a monogamia, especialistas citados reforçam que, quando vivenciado de forma saudável e ética, esse comportamento pode aumentar o prazer na relação. Por fim, a matéria desmistifica preconceitos ao separar fantasias sexuais de patologias ou falta de afeto. 

Confira a seguir a íntegra da reportagem e, ao final, compafrtilha conosco a sua experiência. 

Corno manso:
 90% dos homens já desejou ver parceira transar com outro 
 

Muito conhecido no universo BDSM, o cuckold ganha cada vez mais espaço no meio “baunilha”. O fetiche em ver a esposa com outro homem ganhou até data oficial: anualmente, o dia 25 de abril marca o Dia do Corno. De acordo com uma pesquisa recente, são mais adeptos do que se pode imaginar.

Um levantamento do site Sexlog com usuários apontou que 90% deles já desejou ver a parceira transando com outro homem. O fetiche funciona como uma dinâmica de dominação e submissão, na qual a hotwife (termo usado para designar a esposa que trai) faz do sexo com outro homem uma forma de humilhação para o cuckold.

Contudo, apesar de usar o termo “traição” para dar o tom do fetiche, de forma prática ninguém está traindo ninguém. Uma vez que uma das principais regras do cuckold e qualquer outra dinâmica fetichista é o total consentimento de todas as partes, tudo que acontece está previamente combinado. Logo, a “traição” e “humilhação” ficam mais na parte lúdica.

“O ciúme é parte da insegurança, do sentimento de perda e de posse. Se você estiver com alguém e confia nas suas atitudes, não tem porque ter ciúmes. Como é tudo feito juntos, em acordo, não enxergo como traição”, afirma Ricardo*, de 50 anos, em nota.

E ao contrário?

Diferente do que muitos pensam, o fetiche em ser corno não parte apenas de homens que gostam de ver suas parceiras com outros, mas também de mulheres que sentem tesão em assistir o parceiro fazendo sexo com outra mulher.

Muito se fala sobre a mulher traindo o homem — o contrário acaba sendo mais banalizado dentro de uma cultura patriarcal, na qual o homem sempre teve um maior “direito” a casos extraconjugais perante a sociedade. Mas a outra configuração existe e, a ela, são atrelados os termos cuckquean (a mulher que gosta de ser traída) e hothusband (homem que é assistido traindo).

A depender do contexto, do combinado e das preferências de cada casal, a “traição” pode acontecer de várias formas: a distância, com os detalhes contados posteriormente; ou mesmo com o(a) corno(a) fazendo a vez de voyeur, assistindo a cena de longe ou de perto, e até mesmo filmando.

É saudável?

Não é incomum ver opiniões muito contrárias a práticas como o cuckold. Por se tratar de uma interação que envolve a quebra de um padrão conservador monogâmico e, muitas vezes, a dinâmica da humilhação representada pelo casal, há quem considere o fetiche um desvio ou distorção da “normalidade”, que é adquirido pelo vício em pornografia.

Apesar da exposição a conteúdos pornográficos poder, sim, moldar alguns comportamentos problemáticos, não necessariamente o que se aprende no pornô precisa ser patológico ou reproduzido de forma a prejudicar os envolvidos.

“Infelizmente ainda carregamos um estigma da ‘normosexualidade’ e do que é aceito e considerado normal dentro de determinados parâmetros. É claro que a indústria pornô é problemática por seus abusos e irrealidades, mas um casal pode entrar em contato com um fetiche por meio de material erótico e, de forma saudável e consensual, gerar muito prazer para a relação”, afirma o terapeuta sexual André Almeida.

Publicação original em https://www.metropoles.com/colunas/pouca-vergonha/corno-manso-90-dos-homens-ja-desejou-ver-parceira-transar-com-outro


E no seu caso? Quando você descobriu esse desejo em si, e como você vem lidando com a situação até hoje em dia?

Compartilhe sua esperiência nos comentários.

Comentários

  1. Minha namorada me falou do ex dela, que rolava bem o sexo entre eles e que o cara era bem dotado. Finalmente o conheci justamente na praia, o cara de sunga e não pude notar seu volume. Na hora, me senti intimidado, um pouco enciumado, parecia dar uns dois do meu (tenho 13cm), ao mesmo que a situação dela falando toda solta com ele tenha me deixado excitado logo depois. Transamos muito depois e no meio da sacanagem, perguntei se ela gostava de dar pra ele e ela disse que sim. Depois do sexo não falou do assunto. Já faz uma semana e estou esperando uma nova chance pra puxar o tema de volta, mas tenho receio do que possa dar. Sei que logo que começamos a sair, ela deu pra ele, mas disse que não saíram mais. Será que já sou ou serei corno? Confesso que tudo isso me excita muito e a descoberta desse blog tem revelado coisas que jamais imaginei!

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    1. Caro,

      priomeiramente,s eja muito bem vindo à nossa comunidade de quase um milhão e meio de cornos, hotwives, aspirantes, comedores e curiosos que orbitam o mais delicioso de todos os fetiches. Fico muito felz por saber que o Blog está servindo para lhe abrir os horizontes. Seria uma colaboração muito importante se pudesse nos dizer o que, como e quanto o blog tem te revelado, para que possamos ter uma noção mais clara do efeito que nossos compartilhamentos podem gerar em pessoas que estão descobrindo o fetiche. Se puder, me envia uma mensafgfem no e-mail cornomanso741@gmail.com pois tenho muito interesse nesse dioálogo contigo.

      Seguindo, em relação á sua namorada, não me causaria surpresa se um dia vier a me dizer que descobriu que ela continuou dando pro cara depois do que vc soube (inpicio da sua relação). Pode até ser que agora não mais, mas com esse encontro e com sua postura de instigar noo momento do sexo, se ela já não foi, tá com a mão na maçaneta para abrir a porta, e as pernas, para ele entrar. Estando na sua pele, eu abriria jogo com ela, dizendo que sempre que lembra daquela conversa durante a transa, se pega excitado, já dando a dica que tá afim de vê-la com o cara diante dos seus olhos.

      Começle propondo o sexo a três, você, ela e o cara e na hopra H, se afaste para deixar os dois à vontade e enquanto vc curte a cena. Essa pode ser uma abordagem que facilite as coisas para vc, postertiormente se assumir corno, manso e sunmisso.


      Abraços de corno
      Carlos

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