o post de hoje do nosso Blog Meus Chifres traz para a nossa comunidade de cornos, esposas liberadas, comedores, aspirantes e curiosos uma interessante reportagem publicada no portal metrópoles dando conta de uma importantíssima dimensaão que envolve o nosso delicioso fetiche.
Este artigo do portal Metrópoles discute a crescente popularidade do fetiche cuckold, destacando uma pesquisa onde 90% dos homens em um site especializado revelaram o desejo de ver suas parceiras com outros. Ainda, combatendo estigmas sociais sobre a monogamia, especialistas citados reforçam que, quando vivenciado de forma saudável e ética, esse comportamento pode aumentar o prazer na relação. Por fim, a matéria desmistifica preconceitos ao separar fantasias sexuais de patologias ou falta de afeto.
Confira a seguir a íntegra da reportagem e, ao final, compafrtilha conosco a sua experiência.
Corno manso:
90% dos homens já desejou ver parceira transar com outro
Muito conhecido no universo BDSM, o cuckold ganha cada vez mais espaço no meio “baunilha”. O fetiche em ver a esposa com outro homem ganhou até data oficial: anualmente, o dia 25 de abril marca o Dia do Corno. De acordo com uma pesquisa recente, são mais adeptos do que se pode imaginar.
Um levantamento do site Sexlog com usuários apontou que 90% deles já desejou ver a parceira transando com outro homem. O fetiche funciona como uma dinâmica de dominação e submissão, na qual a hotwife (termo usado para designar a esposa que trai) faz do sexo com outro homem uma forma de humilhação para o cuckold.
Contudo, apesar de usar o termo “traição” para dar o tom do fetiche, de forma prática ninguém está traindo ninguém. Uma vez que uma das principais regras do cuckold e qualquer outra dinâmica fetichista é o total consentimento de todas as partes, tudo que acontece está previamente combinado. Logo, a “traição” e “humilhação” ficam mais na parte lúdica.
“O ciúme é parte da insegurança, do sentimento de perda e de posse. Se você estiver com alguém e confia nas suas atitudes, não tem porque ter ciúmes. Como é tudo feito juntos, em acordo, não enxergo como traição”, afirma Ricardo*, de 50 anos, em nota.
E ao contrário?

Muito se fala sobre a mulher traindo o homem — o contrário acaba sendo mais banalizado dentro de uma cultura patriarcal, na qual o homem sempre teve um maior “direito” a casos extraconjugais perante a sociedade. Mas a outra configuração existe e, a ela, são atrelados os termos cuckquean (a mulher que gosta de ser traída) e hothusband (homem que é assistido traindo).
A depender do contexto, do combinado e das preferências de cada casal, a “traição” pode acontecer de várias formas: a distância, com os detalhes contados posteriormente; ou mesmo com o(a) corno(a) fazendo a vez de voyeur, assistindo a cena de longe ou de perto, e até mesmo filmando.
É saudável?
Não é incomum ver opiniões muito contrárias a práticas como o cuckold. Por se tratar de uma interação que envolve a quebra de um padrão conservador monogâmico e, muitas vezes, a dinâmica da humilhação representada pelo casal, há quem considere o fetiche um desvio ou distorção da “normalidade”, que é adquirido pelo vício em pornografia.
Apesar da exposição a conteúdos pornográficos poder, sim, moldar alguns comportamentos problemáticos, não necessariamente o que se aprende no pornô precisa ser patológico ou reproduzido de forma a prejudicar os envolvidos.
“Infelizmente ainda carregamos um estigma da ‘normosexualidade’ e do que é aceito e considerado normal dentro de determinados parâmetros. É claro que a indústria pornô é problemática por seus abusos e irrealidades, mas um casal pode entrar em contato com um fetiche por meio de material erótico e, de forma saudável e consensual, gerar muito prazer para a relação”, afirma o terapeuta sexual André Almeida.
Publicação original em https://www.metropoles.com/colunas/pouca-vergonha/corno-manso-90-dos-homens-ja-desejou-ver-parceira-transar-com-outro
E no seu caso? Quando você descobriu esse desejo em si, e como você vem lidando com a situação até hoje em dia?
Compartilhe sua esperiência nos comentários.

Minha namorada me falou do ex dela, que rolava bem o sexo entre eles e que o cara era bem dotado. Finalmente o conheci justamente na praia, o cara de sunga e não pude notar seu volume. Na hora, me senti intimidado, um pouco enciumado, parecia dar uns dois do meu (tenho 13cm), ao mesmo que a situação dela falando toda solta com ele tenha me deixado excitado logo depois. Transamos muito depois e no meio da sacanagem, perguntei se ela gostava de dar pra ele e ela disse que sim. Depois do sexo não falou do assunto. Já faz uma semana e estou esperando uma nova chance pra puxar o tema de volta, mas tenho receio do que possa dar. Sei que logo que começamos a sair, ela deu pra ele, mas disse que não saíram mais. Será que já sou ou serei corno? Confesso que tudo isso me excita muito e a descoberta desse blog tem revelado coisas que jamais imaginei!
ResponderExcluirCaro,
Excluirpriomeiramente,s eja muito bem vindo à nossa comunidade de quase um milhão e meio de cornos, hotwives, aspirantes, comedores e curiosos que orbitam o mais delicioso de todos os fetiches. Fico muito felz por saber que o Blog está servindo para lhe abrir os horizontes. Seria uma colaboração muito importante se pudesse nos dizer o que, como e quanto o blog tem te revelado, para que possamos ter uma noção mais clara do efeito que nossos compartilhamentos podem gerar em pessoas que estão descobrindo o fetiche. Se puder, me envia uma mensafgfem no e-mail cornomanso741@gmail.com pois tenho muito interesse nesse dioálogo contigo.
Seguindo, em relação á sua namorada, não me causaria surpresa se um dia vier a me dizer que descobriu que ela continuou dando pro cara depois do que vc soube (inpicio da sua relação). Pode até ser que agora não mais, mas com esse encontro e com sua postura de instigar noo momento do sexo, se ela já não foi, tá com a mão na maçaneta para abrir a porta, e as pernas, para ele entrar. Estando na sua pele, eu abriria jogo com ela, dizendo que sempre que lembra daquela conversa durante a transa, se pega excitado, já dando a dica que tá afim de vê-la com o cara diante dos seus olhos.
Começle propondo o sexo a três, você, ela e o cara e na hopra H, se afaste para deixar os dois à vontade e enquanto vc curte a cena. Essa pode ser uma abordagem que facilite as coisas para vc, postertiormente se assumir corno, manso e sunmisso.
Abraços de corno
Carlos
Caro anônimo, acredito que você tenha grande chances de ser (se já não for) corno manso.
ExcluirImportante saber o que você quer, visto que demonstrou um pouco de dúvidas e depois disso conversar com a sua companheira.
Eu como um bom corno manso, procuro e trabalho pra ter chifre até em cabeça de cavalo, infelizmente não tive essa sorte da minha esposa ter tido algum ex pauzudo, comedor e "ela gostava de transar com ele" como disse a sua companheira, já tentei incentivar a minha mesmo sem esses critérios.
Carlos, obrigado pelo convite. Com o pouco tempo que tenho tido, tenho avançado aos poucos na leitura do blog. Muita coisa que jamais havia imaginado, rs. Realmente preciso entender direito se aguento mesmo o tranco, mas já percebi que a humilhação diante de um pau maior mexe mesmo comigo. Não sei ainda como lidar com isso, mas pretendo descobrir. No dia do encontro da praia eu gozei rápido como nunca em nossa transa e ela com certeza entendeu que algo foi mexido em mim. Preciso saber o que dizer sobre o que sinto. Obrigado, estou acompanhando todo o papo por aqui. Abraço! Ah, pode me chamar de Lucas.
ExcluirAinda Lucas aqui, Anônimo. Essa ainda me parece a questão, saber mesmo o que quero, mas também perceber como ela vai lidar com tudo isso. Por enquanto, como disse acima, a experiência da humilhação me parece ser mesmo algo que me afeta bastante. Tô organizando as ideias - e o blog tá ajudando bastante. Obrigado.
ExcluirEstimado,
Excluirse aceita uma sugestão sobre o que dizer para ela, a respeito do seu desejo de vê-la na cama com outro, pense no seguinte:
A VERDADE É SEMPRE O MELHOR CAMINHO!
Se vocês são um casal sólido, se amam, e se respeitam, o melhor caminho é dizer a verdade, sempre!
A verdade é terapêutica, e alcança resultados impressionantes.
#Ficaadica!
Obrigado mais uma vez, prezado Carlos. Essa é minha intenção, a franqueza. Só não quero dizer coisas que depois me arrependa. Isso de ter me sentido humilhado e excitado tem mexido demais comigo, mas não sei o que dizer a ela sobre isso. Talvez isso, que me sentir humilhado diante do ex dela me excitou? Confesso estar passando um pequeno terremoto em meu corpo, rs.
ExcluirCaro,
ExcluirCompreendendo o seu dilema (pois já passei pela mesma encruzilhada) e, entendendo que palavras são muito fortes e poderosas, te aconselho a não falar em "humilhação" neste momento inicial.
Quando for falar com ela, use temos como prazer, realização, parceria, amor incondicional para explicar o que sente, fazendo-a perceber que vc descobriu uma forma de prazer que se origina no prazer dela, antes, durante e após o prazer dela.
Explique que vc está descobrindo o prazer que se realiza quando a pessoa amada está se realizando pois ela é o foco do seu centro de libido.
Indiretamente vc estatá fazendo uma declaração de submissão plena a ela, sem chocá-la ao se deparar com o oposto do que lhe ensinaram a esperar de um homem.
Sua mulher não está à salvo do machismo que estrutura nossa sociedade. É uma missão sua, desconstruir todo esse machismo estrutural imputado tanto na sua, quanto na mente dela para que aí sim, vc possa se ajoelhar aos pés dela e confessar toda sua humilhante (para a sociedade machista) submissão só prazer dela, seja lá como for.
Vai devagar, mas vai sempre!
Abraços de corno.
Carlos
Muito obrigado pela dica, Carlos. Faz total sentido o que fala. Realmente, meu tesão me parece mesmo vê-la ou apenas sabendo (ainda não sei bem) se satisfazendo com outro maior, sentindo o que talvez não possa mesmo sentir comigo. E embora isso seja mesmo humilhante, devo achar um jeito de não chocar a minha rainha. Li mais algumas postagens por aqui e percebo cada vez mais que estou longe de ser um dos poucos a sentir isso, vários caras se colocam em situações humilhantes com total amparo e incentivo de suas mulheres. Como não descobri isso antes é o que me pergunto todo dia!
ExcluirAmigo, essa é apergunta que todos nós nos fazemos com tofo pesar de uma vida desperdiçada. Mas, por outro lado, pense que hpá toda uma vida ela frente na qual vc poderá experimentar um sexo completamente diferente e muito mais prazeroso.
ExcluirDesejo-lhe sorte e me coloco sempre à sua disposução.
Abnbraços de corno
Sempre enxerguei o fetiche chamado cuckhold mais como uma manifestação profunda do desejo por quem você ama do que uma mera fantasia individual. Se excitar vendo uma parceira sexual qualquer com outro cara é apenas voyeurismo, enquanto que ver sua mulher gozar num pau alheio é bem diferente.
ResponderExcluirEmbora o cuckhold não seja e nem nunca tenha sido um fetiche nem meu nem da minha companheira e tampouco me interesse em saber do passado sexual dela, não vou negar que me excita pensar que ela já partilhou o prazer com outros homens, justamente por saber que esse prazer hoje é só meu.
Não tenho nenhum problema da esposa me contar que sente tesão por outro cara ou fantasiar comigo que está com outro homem. Gosto de saber das putarias que passam pela cabeça dela. Dito isso, é preciso saber separar as coisas, realidade e imaginação.
Cuckold é só uma expressão em lingua estrangeiura que usamos aqui no nosso país para "amenizar" a nsosa vergonha de nos assumirmos como "cornos mansos". Independente do termo escolhido, corno manso, submisso, é aquele homem compartilha o prazer da mulher que ama. Corno manso é aquele homem cujo prazer se realiza no gozo dela com outro homem. Por isso é submisso, pois depende do prazer dela com seus parceiros. Por isso que é manso, pois aceita, aguarda e agradece por cada realçao dela com seus amantes para enfim poder alcançar o prazer
ExcluirCorno da Fernanda
ExcluirResumiu bem, Carlos Chifrudo.
Não vejo problema com outros casais,onde o homem libera a esposa, mas TB saí com outras mulheres ou simplesmente não gosta de ser chamado de corno e tals.
Mas pra MIM, faz parte de ser um CORNO MANSO COMPLETO ser submisso a esposa.
Não estou falando de apanhar, chicote, usar roupas femininas,etc...
E sim de ter prazer em OBEDECER a esposa e saber que Ela tá fazendo o que ELA quer e tendo todo prazer que é direto dela.
É isso, como já dito no post #363, corno não manda, corno só obedece!
ExcluirCorno da Fernanda
ResponderExcluirNo nosso caso foi assim:
Sempre tive uma inclinação para submissão as mulheres.
A Fernanda não é uma pessoa Dominadora,.mas tem temperamento forte e gosta das coisas do jeito dela.
Então, apesar de não rolar um comportamento de Domme, vivemos num estilo FLR,ou seja, a mulher lidera o casal.
E nisso, após tentarmos algumas configurações dos nossos fetiches, que foram de ménage feminino, swing, acabamos nos acertar como um casal Hotwife/Cuckold.
Foi uma evolução, até chegar no nosso ideal:
A Fernanda ter a liberdade de paquerar e está aberta a outros homens, enquanto eu sou fiel totalmente somente a ela.
Nisso ela teve seus chush, ficantes e até seus Comedores Fixos, que ela gostava de chamar de Namorados ou simplesmente de Meus Sócios.
A rotina era :
ela ir a seus encontros sozinha e eu ficava em casa cuidando das crianças e do lar.
As vezes ela deixava eu assistir, mas eram ocasiões especiais.
No começo eu não curtia ficar de longe, mas me acostumei, e o meu prazer era ajudar ela,ficar bem bonita para o encontro dela!
Também brincamos um pouco de inversão, com ela usando um Strap on em mim e também eu tb tinha uma gaiola de castidade, que eu ficava usando, enquanto ela ia para seus encontros.
Mas no momento estou numa chifropausa que já dura uns 3 anos, pois ela parou com o lado liberal, pó a agora está frequentando uma Igreja
Discordo dos companheiros corno é alguém traído cuckold é uma fantasia com tudo combinado.
ResponderExcluirCaro, compreendo seu ponto de vista, mas é importante que você tenha em mente que você está falando de uma palavra em português e outra em lingua estrangfeira, o inglês, onde encontramos apenas a tradução e não a contextualização do uso do termo.
ExcluirLeia o post #182 do blog para compreender o ponto de vista da nossa fala pois estamos reinvidicando o termo corno atualmente, assim como o foi feito com o term "Cuckold" em outras curlturas, só que há umas 4 décadas atrás.
Antigamente, o termo "cuckold" era usado como uma espécis de xingamento, cuja intenção era a de diminuir a inagem de um homem cuja esposa mantinha relações exuais com outros parceiros. Evoluindo intelectuialmente, esses europeus e norte-americanos, compreendendo o direito à liberdade sexual, bem como a diversidade, deixou de usar o termo "cuckold" com a intenção de denegrir a imagem do homem que aceita a entrega da sua parceira a outros parceiros e vinculou o termo ao fetiche que adotamos.
Aqui no Brasil, pensando com algumas décadas de atraso, ainda vinculamos o termo "corno" ao sentido pejmorativo de diminuir a imagem daquele que evoluiu e encontrou razão e prazer na vivência do prazer da sua parceira com seus amantes.
Assim, manter esse tipo de visão de que o "corno" é aquele que é "traído" é manter-se num anacronismo que não compreende os direitos fundamentais, a liberdade e a diversidade sexual que vivemos, nos colocando na condição de traído e não daquele que, como o passarinho (Ciskold) edifica o seu "Lar" para outro macho da espécie chegar e despejar seu sémen nas nossas esposas, deixando para que nós cuidemos de todo o depois.
Se a palavra "Cuckold" é a tradução em inglês para o termo "Corno" não há motivos para nos chamar de homens traídos, pois não há traíção na experiência que vivemos, de entregar nossas esposas ao macho alfa que a semeia, concorda comigo?
É um trabalho duro, longo, que levarpa uyns 50 anos ou mais, mas estamos fazendo ao reinvidicar o sentido de corno para o que fazemos e deixar para os traídos, o adequado conceito do homem que vive com uma mulher que relaciona-se com outros parceiros, sem a sua anuência, o que de fato é uma traição, assim como ocorre quando um jogador abandona seu time para jogar no time rival, sem que a torcida seja informada.
Abraços de corno, cuickold, não homem traído.
caralho...tu é foda mesmo hein Carlos? Tu fez faculdade de corno? Como pode uma pessa saber tanto, com tanta profundidade sobre o tema?
ExcluirPor isso que o Blog é a minha referencia nesse assunto. Onbrigado
Meio “baunilha” ou "avacalhado" por emocionados(as) A realidade de quem é do meio e principalmente das antigas vai compreender melhor.
ResponderExcluirEssa percepção costuma envolver aspectos como: pessoas entrando no meio apenas por curiosidade ou influência de conteúdos virais; Menor preocupação com etiqueta, discrição e respeito aos limites;
Confusão entre relacionamento aberto consensual e infidelidade não consentida;
O uso dos termos "hotwife", "cuckold" e "swing" de maneira imprecisa; Exposição excessiva da vida íntima nas redes sociais em busca de engajamento.
A reportagem destaca que práticas como cuckold, hotwife e outras dinâmicas do universo liberal têm como base o consentimento, a confiança e o cumprimento dos acordos entre todos os envolvidos. Diferentemente da infidelidade, essas experiências são planejadas e negociadas, preservando a fidelidade aos limites estabelecidos pelo casal. Com a popularização dessas práticas até 2026, impulsionada por redes sociais e plataformas digitais, surgiu a percepção de uma certa banalização, em que muitas pessoas confundem fetiche consensual com traição ou buscam apenas a experiência sexual, negligenciando diálogo, responsabilidade e respeito às regras. No universo liberal tradicional, o foco sempre foi a qualidade da relação, a comunicação e o respeito mútuo, enquanto a fidelidade é medida pelo cumprimento dos acordos, e não pela exclusividade sexual.
É o que, velho?????
ResponderExcluirIsso é texto de IA, né? Faloou, falou, falou e não disse nada relacionado ao tema.
Meu querido, desde quando sexlog seria referência ? ou qualquer outra plataforma?
ExcluirMeu texto só foi reorganizado por IA sim, diante do meu pensamento, minhas vivências e minhas palavras .
Me desculpe. O buraco no mundo fetichista anda de mau a pior, e segue muito avacalhado sim.
Meio “baunilha” ou "avacalhado" por emocionados(as) A realidade de quem é do meio e principalmente das antigas (anos 80/90) vai compreender melhor.
Exposição excessiva da vida íntima nas redes sociais em busca de engajamento.
Acabou a conexão, a forma de você conhecer e ser relacionar ( raros são os homens que sabem conversar e ter um diálogo)
Também não entendi o quis dizer, Subnmalu
ExcluirConcordo com suas palavras, Lady Edna.
ExcluirEstou inserido no meio liberal desde aproximadamente 2004. Naquela época, a dinâmica era bastante diferente da que observamos atualmente. O meio era predominantemente pautado pelo sigilo, pela discrição e, sobretudo, pela preservação da privacidade dos casais. O acesso às plataformas e comunidades voltadas ao universo liberal era mais restrito, muitas vezes condicionado a convites e indicações, justamente para preservar a identidade e a segurança dos envolvidos.
Com a popularização das redes sociais e a crescente exposição do chamado “mundo liberal”, houve uma significativa mudança nesse cenário. Um universo que anteriormente era tratado de maneira mais reservada passou a ser amplamente divulgado e, em muitos casos, transformado em produto de consumo e fonte de monetização.
Há alguns anos, inclusive, tive contato com o Sexlog e confesso que a experiência foi bastante desanimadora. Encontrei uma quantidade considerável de perfis que, na minha percepção, pouco tinham relação com os princípios tradicionais da cultura liberal: homens que se autodenominam “cornos” sem necessariamente compreender a dinâmica da prática, perfis que utilizam o conceito de hotwife essencialmente como estratégia de monetização e uma grande quantidade de usuários cuja participação parece estar limitada ao voyeurismo e à busca por conteúdo sexual.
É importante deixar claro que não questiono as escolhas individuais de cada pessoa. O ponto central é outro: a descaracterização de uma cultura que, historicamente, esteve associada à cumplicidade, consentimento, respeito, discrição, liberdade sexual e, principalmente, à construção de experiências compartilhadas entre adultos que compreendem e respeitam seus próprios limites.
Dessa forma, concordo com a linha de raciocínio apresentada pela Lady Edna.
A questão que fica é: uma plataforma como essa realmente apresenta referências sólidas sobre a cultura liberal e seus princípios, ou estamos diante de uma porta de entrada para um nicho em expansão, cuja dinâmica atual pouco representa aquilo que tradicionalmente entendemos como o verdadeiro universo liberal?
Talvez essa seja a principal reflexão que deveríamos fazer.
Obrigada pelo complemento de vossas palavras Dom Caramelo. Sempre respeito o ponto de vista de cada um, só não tenho mais paciências para emocionados(as) e aventureiros(as) .
ExcluirPara as pessoas do mundo digital, foi excelente ter mais conhecimento e troca de experiências, conhecer novas pessoas. Porém as redes sociais de um tempo para cá tornou avacalhando a conexão entre as pessoas. Com exemplo que nem precisa ser sexo, sair com uma pessoa e o celular é mais importante que eu, tchau e nunca mais.
Para sexo, os emocionados não sabem nem direito seu nome é quer ir aos finalmentes, trepada de produção, quantidade. Falando resumidamente as pessoas se tornaram números.
Digo que um pequeno percentual se salva. É a nossa realidade dos tempos atuais.
Atualmente estou muito bem resolvida e realizada. No dia a dia temos nossos perrengues pessoais para se resolver, e o mais importante ter as pessoas certas que fazem o dia ficar melhor diante das tempestades enfrentadas. Ótimo domingo à todos. Parabéns Carlos , Blog sempre com tópicos interessantes. Bjs Edna
Eu dou preferência sempre a qualidade jamais a quantidade, com a maturidade temos uma outra perspectiva do mundo liberal e infelizmente essas redes sociais não agrega em nada para quem já tem um certa experiência e principalmente sabe o que quer.
ExcluirDom Caramelo, se me permite participar da conversa, fiquei intrigado com o termo que você usou no seu comentário anterior: "...homens que se autodenominam “cornos” sem necessariamente compreender a dinâmica da prática".
ExcluirPode explicar como seria essa "dinâmica da prática"?
Ou, no seu conceito, o que seria realmente um corno?
Obrigado.
Caro "Dom Caramelo",
ExcluirConcordo com o seu ponto vista no que diz respeito à queda da qualidade das epssoas presentes altualmente no meio liberal. Um simples anuncio de revistas dos anos 1980/1990, se comparado aos posts de redes sociais são mais que suficientes para comporvar a queda de nível, já partindo do domínio da língua portugesa em aspectos semânticos e ortográficos, que espelham a qualidade do nível de formação educacional e pessoal dos frequentadores dos ambnientes observados.
Ainda sobre o seu comentário, no que diz respeito à rede social "Sexlog" concordando com o seuponto de vista de que se trata de um ambiente inóspito para a busca por parceiros de qualidade, devo dizer que mesmo em meio a tanto lixo, assim como em tido na vida, se utilizar um métodod e prospecção, é possível sim, encontraer bons parceirtos por lá. Este ano já encontrei pelo menos 5 parceiros para minha esposa em meio a um mar de lixo humano que frequenta o ambiente.
Para tanto, tive que estabelecer critérios como: nicvel superio, tipo de profissão, idade acima de 40 anos, análise semiótica das fotos e checagem de bons antecedes, dialogando com quem já lhes fez indicações e menções de ser bom amante. Dá trabalho mas,como tudo o que é bom tem o seu preço, pelo menos venho conseguindo naquela rede mal frequentada, encontrar o trigo, no meio do joio.
Assi, em resposta à sua provocação, creio que a questão suscitada em si, não deveria ser em relação à plataforma em si, e sim em relação a quem está emitindo julgamentos sobre ela, pois como nos ensinou Emmanuel Kant, não podemos tomar como universal o juizo de gosto pessoal, sobretudo quando este é eivado pela ausencia de profundidade e autoridade na sua formulação
we have been doing it for a while now, and still enjoy doing it, mainly for her pleasure
ResponderExcluirLiving the cuckold/hotwife lifestyle opens the door to eternal happiness.
ExcluirWishing the couple the best of luck.
Cuckold hugs.
Boa tarde, a todos um salve!
ResponderExcluirBom tentei por 3x. Mais tenho muito ciúmes e receio de perder. Mais a alternativa que mais nos agradou por enquanto foi ela liberada. Mas temos desejo do cuck com direito a humilhação, claro com um negao roludo. No momento estamos em stand-by. Me ajuda nesse dilema.
Caro "Anônimo"
ExcluirQuando vc fala em "medo de perder", esse medo é direcionado a qual objeto: Perder a sua esposa ou perder a posição de homem dela para ele?
Já adianto que quanto ao ciumes, isso ´bem natural e,se for devidamente tratado, pode se tornar no combustível perfeito para aquecer ainda mais a relação pois quando vc tem o ciume, por medo de perder a parceira para o mante, vc atua no sentido de reconquistá-la, retomá-la dele, sem partir para a briga e sem atacar o cara, restando-lhe apenas a mais dificil, mas a mais eficiente das possibilidades: Litar por ela, sendo melhor que ele.
Isso vai valorizá-la, pois e vê no centro de uma disputa, bem como vai te fazer subir na avaliaçaõ dela pois ela verá o quanto vc se interessa e se dedica ao relacionamento com ela.