#595 - Desabafo de um aspirante (Relato)

Caros amigos de chifres,

o post de hoje do nosso Blog Meus Chifres traz um desabafo de um dos nossos leitores interlocutores com quem dialogo nas nossas redes sociais e que encontra-se na incômoda posição de aspirante a corno.

O aspirante da vez é o Lucas. Casado já 10 anos com a Mariana eles dividem a missão de educar dois pequenos filhos que geraram juntos 2 anos após iniciar o casamento.

Confira a seguir, o desabafo que o aspirante nos enviou pelo Telegram.


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Nos conhecemos muito jovens, em um pré-vestibular, e sempre fomos devotos, evangélicos, guiados pela fé e pelos valores que carregamos desde adolescentes. 

Eu era virgem, ela já tinha tido uma experiência antes de mim, mas também tinha se convertido à fé. Tivemos poucas relações sexuais antes de casar, e desde então a intimidade foi crescendo junto com o casamento.

Desde o começo, percebi algo que me deixou louco: a diferença brutal entre meu pau e a buceta dela. Eu, com meus 13,5 cm, e ela, com uma vagina funda, larga e inchada, que parecia pedir algo maior, mais intenso, que meu corpo sozinho nunca conseguiria preencher. 

Por anos tentei ignorar, achando que era normal sentir que meu pau “sobrava” dentro dela, mas a sensação só cresceu com o tempo, junto com o desejo de vê-la explodir de prazer.

Com o tempo, quis inovar. Comprei uma capa peniana que me deixou com 25 cm e usei com ela. Apaguei a luz e disse: “Hoje terá uma surpresa.” Ela gemeu como nunca, gozou três vezes, e quando acendeu a luz e viu a capa enorme, começou a chorar. 

Me chamou de traidor, disse que eu tinha quebrado a confiança. Mas naquele momento, tive certeza: ela tem uma buceta enorme mesmo. Profunda, funda, capaz de engolir meu pau até o talo sem reclamar de dor. Eu, ao mesmo tempo que ficava excitado, me senti frustrado — meu pau nunca daria a ela a sensação de preenchimento que ela merece.

Anos depois, comecei a usar consolos gigantes, de 22, 23 e 25 cm, simulando um ménage. Foi assim que descobri minha fantasia: ver minha mulher gozando com algo maior que eu, sentindo prazer que meu corpo sozinho não consegue dar. 

Filmes de cuckold, dupla penetração, ménage masculino — tudo isso me despertou tesão como nada mais. Hoje, oito anos depois, ela esguicha quando faço simulações com consolos, mas sempre com limites: ela não fala durante, não participa da fantasia de forma verbal, porque sua fé e seus valores não permitem.

O problema é que a frustração nunca some completamente. Ela não aceita que eu fale minhas fantasias, se arrepende depois, me ofendeu dizendo que eu seria bissexual, e recusaria qualquer experiência real. Tudo que eu tentei, ela rejeitou. 

Ela aceita usar roupas sensuais quando viajamos sozinhos, aceita consolos simulando ménage, mas nunca algo real. Nós dois já chegamos a algumas conclusões claras: Ela tem uma buceta grande, eu tenho um pau pequeno para ela, e ela jamais toparia algo real, por pecado ou por convicção.

Eu já fiz fisting nela, conheço meus limites e desejos, e sei que não sinto atração por outra mulher. Meu tesão é ver minha esposa sentindo prazer intenso com algo maior que eu, e mesmo assim compartilhar meu próprio pau. Ela vive um conflito enorme entre religião, valores sociais e desejos internos, e eu fico preso nesse limite, querendo mais do que podemos realizar.

Mesmo depois de tanta evolução, ela ainda chora quando extrapolo com a fantasia, e diz: “Lucas, eu NUNCA irei realizar essa sua fantasia podre e imunda! Essa prostituição que você vê na internet você nunca terá comigo!” Ela grita que quer prazer, mas sempre com culpa, sempre controlando os limites.

E eu fico aqui, desejando, frustrado, sabendo que meu corpo é pequeno para a mulher que amo, querendo satisfazê-la de todas as formas, mas limitado por fé, valores e nossos próprios limites. É um desabafo cru, sobre tesão, frustração e amor, sobre como amar alguém profundamente mesmo quando nossos corpos e desejos nunca coincidem perfeitamente.

Comentários

  1. Parabéns pelo relato, acredite, você não é único com problemas, muitos passaram por algo parecido. Não desista, tenha paciência, persistência. O tempo lhe trará o resultado e realização. Informação, troca de experiências com leitores aqui, táticas, abordagens novas, a decisão e qual a melhor é você que deverá aplicar e sem comprometer a relação.

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    1. Como sempre muito cirúrgica nas palavras SubMalu. ❤️👏🏻

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  2. Nada mais excitante do que sair com um macho que deixe a esposa dolorida por umas 2 semanas e que faça a nossa esposa gritar de dor e prazer.
    O macho da minha esposa é assim.
    E nossa história se parece com a sua.

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  3. Bom dia a todos que fazem este excelente blog meus chifres, muito parecida a situaççao com a nossa, vejam, ha algume tempo , leio e admiro o universo cuckold, sou casado ha 34 anos, tenho 58 igual a minha esposa, ha muito fantasio com ela sendo desjeada por outros, ja falei para ela, na cama já brincamos, comprei briqeudos ela ja fez videos e uma opottunidade me mandou ficar na janela do quarrto enquanto ela usava o brinquedo, uam vez me pergunto se era isso que eu queria mesmo, ver ela com outro, confesso que vacilei na hora, mas por mensagem ja externei minhas fantasias com ela sendo desejada, ja troquei msg sobre o assunto com ela. Pois bem, diante desses fatos , por suas experiencias , vcs acham que existe uma real possibilidade de concretizaççao desse desejo meu, que não sei se é o dela? mesmo que em algumas vezes ela tenha demonstrado e entrado na fantasia, como vcs observam essa situaçção. Como devo agir, leio muito sobre dicas, compro lingerie para ela, faço fotos etc... elogio digo que ela chama atençao e é desejada , uma vez ela me disse que se eu queria que ela saisse com fulano de tal, um amigo nosso, quando estavamos conversando por zap. me ajudem.

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  4. Caros amigos. Aproveito este espaço para convidar algum macho alfa que queira usufruir dos dotes físicos de minha esposa, pois acabei de convencê-la a transar com outro homem, pois encontro muito prazer na condição de corno manso assumido. Os interessados podem fazer contato pelo e-mail:
    paulomar633@gmail.com

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    1. Caro Paulo,

      Acho que seria mais interessante enviar fotos dela para fazermos um post especial no nosso Blog. Embora seja bem movimentado, os comentários nem sempre são lidos por todos os comedores.

      Analise a proposta que lhe enviei no e-mail.

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    2. Paulo, vocês são de onde?

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    3. Paulo Marcos13/11/2025, 09:48

      Oi, somos do Rio de Janeiro, capital.

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  5. Dificilmente uma mulher vai aceitar o fetiche só num pedido direto desse, porque é fácil ela responder com a razão. O ideal é no primeiro momento só fazer ela imaginar a situação, como por exemplo na hora que ela tiver com tesao, você pedir pra ela imaginar outro cara. Com o tempo essa parte do imaginar outro cara vai ficar comum e você dá o próximo passo.. e assim por diante. Minha namorada hoje não faz com tanta frequência, mas as vezes sai com um antigo peguete dela. Eu nunca tive a oportunidade de ver presencialmente porque ele não é do meio, apesar de saber que ela é liberada, ele não se sente à vontade. Em dezembro faz 1 ano do meu primeiro chifre que foi com um cara do sexlog. Ela diz que quando fizer um ano vai deixar eu ver pessoalmente

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    1. Exatamente.

      Uma porposta como essa só deve ser apresentada à esposa, depois de um certo amadurecimento do assunto, em momentos intimos e intensos. Lançar a proposta assim, de cara, sem a devida proparação é puxar o tapete para derrubar os dois.

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  6. não me surpreenderia ao saber que o primeiro dela foi um bem dotado. certamente ela já comparou os dois.

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    1. MAs pq vc diz isso? O primeiro, sendo bem dotado a deixara alargada para todo sempre? Amigo, um corpo humano não é um tijolo que, ao ser arromado por uma broca, jamais vota ao seu estado inicial.

      Pelo amor de Deus, né???

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