#623 - Segredos de um ex-comedor - Parte 2: Foda Essa puta! (Relato)

Caros amigos de chifres,

o post de hoje do nosso Blog Meus Chifres contina com o relato iniciado no post anterior, no qual o nosso amigo de chifres, corno, manso e viadinho, o nosso amigo Paulo Marcos compartilha conosco mais uma das suas excitante memórias de um momento muito antes de se tornar um corno manso irremediável como se fez ao longo da sua trajetória com as suas esposas. 

Confira a seguir o que aconteceu no apartamento do seu amigo Jonathan, depois que ele jogou ao chão a saia da deliciosa Teresa.


Segredos de um ex-comedor 

Parte 2 - Foda essa puta!

Senti o meu corpo ser invadido por uma onda morna de inquietação que me tocava muito positivamente. Ver a esposa de meu amigo metida apenas numa diminuta calcinha muito transparente e os seus seios à disposição tanto do meu como do olhar de Jonthan, era contagiante.

Jonathan aproximou-se de Teresa e tomou-a pelos ombros, que segurava prudentemente longe do seu corpo e inclinando-se, beijou-a de leve na testa, enquanto murmurava um "obrigado" que pela emoção saiu quase inaudível. Passado o primeiro momento de revelação, quebrado o gelo, mostramo-nos os três mais à vontade. Foi servida mais uma rodada de uísque.

Retomando o controle dos acontecimentos, Jonathan disse que era um marido liberal, partidário da relação de confiança e da honestidade entre os casais e me perguntou o que eu achava do “casamento aberto”. Respondi que como não era casado, não tinha opinião formada a respeito. Jonathan, então, prosseguindo, indagou-me se eu teria vontade de beijar Teresa. Meio desconcertado com a inusitada sugestão, respondi que, sim, é claro, que ela era uma mulher muito atraente, mas não ousava fazê-lo, pois era mulher de amigo.

- Pois então, pergunte a ela se pode beijá-la.Tem o meu consentimento explícito.

Teresa não esperou pela solicitação. Adiantando-se para mim, e diante da minha estupefação, pousou suavemente os lábios carnudos nos meus, que  não mais consegui mse controlar. Meu pau quase furava minha cueca de tão excitado que estava depois do showzinho de Teresa e da maliciosa sugestão do marido. Apertei-a nos braços e esmaguei aquela boca morena com fome, com desejo. Exultei ao perceber que Teresa não opunha qualquer resistência. Quando ela se afastou, notei que Jonathan estava nos observando, quieto. Então Teresa virou-se para mim:

- Está no seu direito. Se quiser, pode me beijar de novo.

Passando a mão pela cintura dela, uni-me aos seus lábios quentes. Teresa grudou-se toda em mim, abrindo os dentes para receber ansiosa a língua pontuda e úmida, sob o olhar complacente de Jonathan.

As palavras não se faziam muito necessárias, num momento como aquele. Por fim, Teresa quebrou o silêncio, com voz calma, segura:

- Já está ficando tarde.  Por que não vamos todos para o quarto? Que acha, querido? 

Jonathan levantou, aproximou-se e a beijou de leve nos lábios, pegando-a pelo braço em seguida,  e a conduziu, deixando-a perto de mim. Depois, voltou-se para mim, que havia me recuperado da surpresa, e me apontou Teresa. Abracei-a e a beijei com ardor. Em seguida, ele próprio a livrou da saia e abaixou-lhe a calcinha fio-dental, ante meu cada vez maior espanto. Acariciou-lhe um e outro seio, obrigando-os a tremerem. Voltou-se para mim:

- Vamos logo para o quarto. Não posso deixar de falar.  Acho que a franqueza é tudo, e...

Eu o interrompi, meio envergonhado, pois meu pau apontava visivelmente na minha braguilha.

- Sabem, eu nunca pratiquei sexo com mulher casada, ainda mais sendo esposa de amigo. Mas, confesso,sempre tive vontade de fazê-lo. Dêem-me essa chance, por favor.

- Eis aqui a sua oportunidade – respondeu o meu amigo, empurrando-nos gentilmente para dentro do espaçoso e muito bem decorado quarto do casal.

- E Teresa?  Precisa haver comum acordo – indaguei.

Jonathan voltou-se para Teresa. Esta sorriu-lhe.

-  Eu quero.

- Obrigado, amor.

Jonathan, que a esta altura, mostrava-se bastante ansioso, a face vermelha, mal pronunciando as palavras, com a voz rouca, dirigiu-se a mim:

- Quero ver Teresa gemendo. Quero ver você entrar nela, quero que Teresa seja possuida na minha frente, olhando nos meus olhos. Deite-se na nossa cama para ele, querida.

Teresa  ajudou Jonathan a livrar-se da sua roupa. Eu estava ainda um pouco aturdido. Despi-me inteiramente, o pau apontando para cima, Colei-me a ela e a beijei. Deixando os braços caírem, deitou-se na cama do casal. Jonathan ficou sentado, à cabeceira do leito, afagando os seios da esposa.  Quando me afastei para deixá-los à vontade, Jonathan pediu:

Foda ela, Paulo, foda essa puta!


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Comentários

  1. Um relato EXTREMAMENTE excitante, mal posso esperar pela continuação da história…

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    1. Segura o gozo pq o que vem ai é de fazer voar porra no teto do quarto

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  2. A primeira foto é escandalosamente excitante, palavras de minha senhora.

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