Caros amigos de chifres,
o post de hoje do nosso Blog Meus Chifres contina com o relato iniciado no post anterior, no qual o nosso amigo de chifres, corno, manso e viadinho, o nosso amigo Paulo Marcos compartilha conosco mais uma das suas excitante memórias de um momento muito antes de se tornar um corno manso irremediável como se fez ao longo da sua trajetória com as suas esposas.
Confira a seguir o que aconteceu no apartamento do seu amigo Jonathan, depois que ele jogou ao chão a saia da deliciosa Teresa.
Segredos de um ex-comedor
Parte 2 - Foda essa puta!
Senti o meu corpo ser invadido por uma onda morna de inquietação que me tocava muito positivamente. Ver a esposa de meu amigo metida apenas numa diminuta calcinha muito transparente e os seus seios à disposição tanto do meu como do olhar de Jonthan, era contagiante.
Jonathan aproximou-se de Teresa e tomou-a pelos ombros,
que segurava prudentemente longe do seu corpo e inclinando-se, beijou-a de leve
na testa, enquanto murmurava um "obrigado" que pela emoção saiu quase
inaudível. Passado o primeiro momento de revelação, quebrado o gelo,
mostramo-nos os três mais à vontade. Foi servida mais uma rodada de uísque.
Retomando o controle dos
acontecimentos, Jonathan disse que era um marido liberal, partidário da relação de confiança e da honestidade entre os
casais e me perguntou o que eu achava do “casamento aberto”. Respondi que como não era casado, não tinha opinião formada a respeito. Jonathan, então,
prosseguindo, indagou-me se eu teria vontade de beijar Teresa. Meio
desconcertado com a inusitada sugestão, respondi que, sim, é claro, que ela era
uma mulher muito atraente, mas não ousava fazê-lo, pois era mulher de amigo.
- Pois então, pergunte a ela se pode beijá-la.Tem o meu
consentimento explícito.
- Está no seu direito. Se quiser, pode me beijar de novo.
Passando a mão pela cintura dela, uni-me aos seus lábios quentes.
Teresa grudou-se toda em mim, abrindo os dentes para receber ansiosa a língua
pontuda e úmida, sob o olhar complacente de Jonathan.
As palavras não se faziam muito necessárias, num momento
como aquele. Por fim, Teresa quebrou o silêncio, com voz calma, segura:
- Já está ficando tarde.
Por que não vamos todos para o quarto? Que acha, querido?
- Vamos logo para o quarto. Não posso deixar de
falar. Acho que a franqueza é tudo, e...
Eu o interrompi, meio envergonhado, pois meu pau apontava
visivelmente na minha braguilha.
- Sabem, eu nunca pratiquei sexo com mulher casada, ainda mais sendo esposa de amigo. Mas, confesso,sempre tive vontade de fazê-lo. Dêem-me essa chance, por favor.
- Eis aqui a sua oportunidade – respondeu o meu amigo,
empurrando-nos gentilmente para dentro do espaçoso e muito bem decorado quarto
do casal.
- E Teresa?
Precisa haver comum acordo – indaguei.
Jonathan voltou-se para Teresa. Esta sorriu-lhe.
- Eu quero.
- Obrigado, amor.
Jonathan, que a esta altura, mostrava-se bastante
ansioso, a face vermelha, mal pronunciando as palavras, com a voz rouca,
dirigiu-se a mim:
Teresa ajudou Jonathan a livrar-se da sua roupa. Eu estava ainda um pouco aturdido. Despi-me inteiramente, o pau apontando para cima, Colei-me a ela e a beijei. Deixando os braços caírem, deitou-se na cama do casal. Jonathan ficou sentado, à cabeceira do leito, afagando os seios da esposa. Quando me afastei para deixá-los à vontade, Jonathan pediu:
Foda ela, Paulo, foda essa puta!
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Um relato EXTREMAMENTE excitante, mal posso esperar pela continuação da história…
ResponderExcluirSegura o gozo pq o que vem ai é de fazer voar porra no teto do quarto
ExcluirA primeira foto é escandalosamente excitante, palavras de minha senhora.
ResponderExcluirConcordo em gênero, numero e grau....
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