#655 - Mais puta ainda! (Relato)

Caros amigos de chifres, 

o post de hoje do nosso Blog Meus Chifres já começa com uma advertência para os cardíacos: Este post pode lhes causar infartos fulminantes! so continue a leitura se estiver disposto a encarar o perigo de ter um orgasmo de parar o coração. 

A Advertencia não é exagero, afinal trata-se de mais uma deliciosa colaboração do maior corno que já pude conhecer, o Caco, corno gaúcho, manso, submisso e humilhado pela maisputa e deliciosa hotwife do sul deste país, se não do mundo inteiro. Com mais de 500 chifres na conta (e na testa) o manso nos relata os delicioso detalhes do momento, ou melhor do encontro, que fez a sua esposa se reencontrar com a ninfomaníaca que habitava nela, conforme relatado nos post #333 e post #334 e que estava adormecida há um bom tempo, e assim retomar a sua melhor performance como nos tempos de início das suas aventuras como "a punheteira da sala", dos tempos de escola.

Sem ais delongas, vamos ao que realmente interessa, que são os detalhes do encotro dessa deliciosa puta casada com ogaranhão negro que libertou a ninfomaníaca, para a felicidade do corno manso gaúcho. 

Quem já leu meus relatos, sabe que somos muito experientes. Minha esposa já teve amante fixo por muitos anos, outros amantes a comeram mais de uma vez. Estávamos nesta vidinha, ela dando gostosinho para um fixo só, enquanto eu sempre insistia para que ela provasse outros, mas ela ficou mais exigente com o tempo e com isto restringindo muito novos.

Casais como nós sabem o quão dificil é achar um cara que faça bem o seu papel de macho alfa. Muitos acham que transar bem é meter bastante, gozar, gozar, desconhecendo a realidade, na qual cada mulher tem sua peculiaridades.

Ela não estava mais querendo outros parceiros até que um dia, ela foi a Porto Alegre, cidade onde trabalho, para fazer uns exames e, em seguida, ter o dia livre, enquanto me esperava para voltarmos juntos à nossa cidade. Nessa espera, ela aceitou a minha proposta de sair com alguém. Fiquei animadíssimo e corri para arranjar logo um comedor num perfil que mantemos numa rede social. 

Embora não seja uma tarefa fácil arranjar um macho alfa para um encontro no mesmo dia, consegui encontrar um cara legal, pauzudo, com quem eu já conversava há algum tempo. Como ele não dispunha de local para o encontro, acabamos indo a um motelzinho para um enconntro que foi ótimo. 

Ela adorou, eu também, mas o melhor foi que aquele encontro trouxe segurançara para minha esposa que se animou para iniciar novos relacionamentos com novos parceiros, superando a insegurança que vem naturalmente após uma mulher ultrapassar a linha dos 40 anos e ganhar alguns quilos que a deixa ainda mais deliciosa, 

O cara era novinho, bom de cama ela adorou e o contato com ele levantou a moral dela de uma maneira que na semana seguinte, ela ja combinou outro encontro a sós com ele que ja havia conquistado a nossa confiança. No segundo encontro,  ela foi pela manhã e ficaram duas horas no motel, tempo suficiente para que ele  desse três gozadas que a deixou em estado de graça, mas não saciada.

Como o encontro foi no horário da manhã, mais uma vez ela me esperaria para irmos embora juntos para casa. Depois do cara ir embora, ela me falou que mesmo trepando três vezes com ele, ela  ficou ainda com muito tesão. Então, perguntei se ela estaria disposta a encontrar com outro alfa e ela acabou aceitando instantaneamente, o que achei um milagre, ainda mais depois de levar 20cm de pau grosso na xota.

Sem pestanejar, corri para cumprir o meu papel de marido corno e  consegui um outro alfa para minha esposa. Essa é a vantagem de ter uma rede social ativa: Sempre há um pau duro pronto para meter na nossa esposa. Assim, logo encontrei um contato que há muito tempo estava conversando comigo na rede social, cheiode vontade de meter a pica na minha esposa. 

Para melhorar ainda mais o cenário perfeito, o cara é um negão, e minha esposa  ela adora homens negros, é claro. O único problema é que naquele momento ela não estava tomando pilula pois estamos tentando ter outro filho e isso me deixou muito apreensivo pois já foi perigoso com o alfa branco, imagina com o negro? Imagina se desse algum acidente, como explicar o filho negro de um casal de brancos? Não dá para explicar, né? Mas o tesão tava demais, então combinamos que ele usaria camisinha e gozaria fora por precaução.

Encontramos ele num shopping, perto do apartamento dele. Primeiro eu cheguei para conversar com ele e aguardar a chegada dela que não demorou e já chgeou demonstrando estar com o fogo nas alturas pois puco tempo depois dela chegar e o cumprimentar, ela logo aceitou o convite dele para para ir ao seu apartamento, dizendo um "vamos" instantâneo que revelava a sua intensa vontade de se entregar para aquele macho negro. Era evidente que ela tinha gostado dele e estava a mil, ainda mais pela condição dele ter um local para o encontro pois  embora a gente curta motel, minha esposa prefere quando o alfa tem o seu local próprio, discreto, sem preocupação de alguem ver.

Assim que chegamos no apartamento dele,  logo eu fui para o banho, para deixá-los a sós. Demorei um pouco e quando voltei,  encontrei minha esposa com os seis expostos, namorando com ele no sofá. Sentei numa cadeira admirando a cena. Ele quis tirar o restante da roupa, então ela pediu para tomar banho. Não gostei porque minha ideia era chupá-la para conferir como tinha sido a foda da manhã com o outro cara pois, por vezes, ela não resiste e deixa meter sem  camisinha, como de fato aconteceu, só que nao pude conferir.

Então ela foi para o chuveiro, e o alfa negro foi atrás me fazendo sentir o sangue gelar porque eu bem sei o quanto que ela adora arretos no chuveiro, cedendo facilmente às tentações.  No inicio escutei apenas os murmúrios deles falando sem que fosse possível distinguir o que diziam até que houve um silencio eloquente que deu a certeza que eles já estavam se pegando, para, em seguida enfim ouvir o gemido alto do garanhão negro que estava sendo chupado pela minha esposa. 

Depois de algum tempo, novamente o silêncio se fez presente e em seguida os murmurios. Fui à loucura pois sabia que estavam se esfregando, a um passo dele a penetrar ali mesmo. Criei coragem e fui espiar como um corno manso. Pelo box embaçado, vi que que ele estava encaixado atrás dela e isto é perigoso pois ela ama um pau por trás assim. Espiei e sai, pois ainda fico constrangido de ficar atrapalhando, mas meu coração estava a mil pelo tesão, pelo medo.

Mais tarde, em casa, ela me falou que ele colocou o pauzão enorme em sua bunda e ela ficou louca. Era um pau de 23cm e muito grosso. Talvez o maior pau que ela já havia experimentado. Ela até tentou guiar o pau para o cuzinho pois ela adora fazer anal no chuveiro com bastante espuma, é a forma mais fácil de dar o cu para ela que estava curiosa, querendo sentir aquela tora no seu rabo, Mas ele não entendeu ou não quis na hora, e guiou o pau para sua buceta, provocando o protesto dela ao que ele reagiu tranquilizando-a dizendo que só iriam brincar. 


Então ela relaxou e deixou ele esfregar aquela mangueira preta que ia lá na frente, saindo pelo meio de suas coxas e roçando seu clitoris mesmo que o quadril dela ainda estivesse por detras do dela. Enquanto isso, eu continuava ansioso. Já havia passado mais de 20 minutos desde que eles foram para o chuveiro. Até que, para meu desespero, escuto um grito alto da minha esposa. Não era um grito de dor. Era aquele grito de prazer, demorado, gostoso. Grito que só poderia indicar uma coisa: A CADELA DEIXOU ELE METER SEM CAMISINHA"

Mais uma vez me vi naquele misto de tesão, medo e adrenalina que só quem é corno manso sabe. Mas dessa vez, o medo era ainda mais forte porque tinha o componente da humilhação pois não quero er que passar pela situaao de explicar para a família e para os amigos, a origem de um filho negro, gerado na minha esposa. Atônito, me vi perdido, sem saber o que fazer. Ir ia lá ou não? Demorei uns dois minutos talvez, até decidir entrar.

Tomei uma coragem inimaginável, entrei no banheiro e abri o box para ver, estupefato, a cena: ele estava agarrado atrás dela, segurando-a fortemente pelos peitos. Minha esposa estava de olhos fechados e assim continuou, ignorand comoletamente a minha presença, sendo resgatada do seu transe sexual pela minha pergunta: 

TÁ DEIXANDO ELE METER SEM CAMISINHA, PUTA? 

Ela só me ignorou, não falou nada. Ele que me respondeu, dizendo que não, que só estavam brincando. Porém, em casa, ela me contou tudo e disse que ele ficava esfregando aquele pau delicioso na entrada da sua buceta molhada de água e líquido vaginal que escorria de tanto tesao que ela sentia.

Estava tudo muito bom e incontrolável. Ela estava imóvel de tanto tesão que sentia, por isso deixou ele brincar à vontade com seu corpo. Ela disse que o ferro duro, quente e enorme daquele negro é algo inacreditável. Até que quando, de repente, ele cravou fazendo-a soltar o grito expontâneo que escapou naturalmente. Ela até queria dizer "não" mas não conseguiu. Ficou imóvel esperando ele fazer algo. Mas ele também ficou imóvel esperando por ela, talvez aguardando o consentimento em forma de reboladas e isto certamente aconteceu.

E assim ficaram por instantes, se beijando com a cabeça dela virada para trás, enquanto ele acariciava a sua xoxota com uma mão e mantinha a outra grudada no peito da minha esposa que ja estava em ponto de gozar assim como ele, provavelmente. Imagina a merda que ia dar? 

Então, quando eu entrei, discretamente ele foi tirando o pauzão de dentro dela. Mesmo tendo enfiado, no máximo, a metade da sua ferramente, ela sentiu o poder daquele negro cujo calibre é um pau GG, muito grosso mesmo. Da glande ao meio é uma grossura imensa, só ficando mais fino na base. Enfim, depois desta esfriada que o corno proporcionou, ele a convidou para ir para a cama.

Quando minha esposa fica com muito tesão, ela fica com a pele bem vermelha feito peru, por ser muito clara e loira. Assim logo percebi que ela estava muito excitada pela situação pois ele, diferentemente de todos os alfas com quem ela já esteve, já iniciou com uma pegada forte, de macho dominador, dando-lhe ordens que ela cumpriu em silêncio, caminhando para o quarto dele, obedientemente.

Com aquela pegada de macho dominador, ele deitou minha espsa na sua cama e  a colocou à sua dsposição para chupar a buceta, dela que havia sido usada há pouco tempo por outro macho. Sem saber do que ela hava feiio horas antes, ele deitou e caiu de boca para ficar por chupando a buceta que eu desejava mamar por um bom tem tempo. 

Percebi que ele não ficava com o pau duro e logo me preocupei pois já havia acontecido conosco do macho ter falta de ereção e disfarçar prolongado o sexo oral. Neste momento, ele a virou e a colocou de quatro para continuar chupando a sua buceta e aproveitando a posiççao, chupar tambem o cu da minha esposa. Normalmente ela não me permite fazer isto, alegando ter nojo e por isso, ela quis protestar, até disse uns nãos. Mas como ele era o macho alfa dominador, a sua  vontade era a que prevalecia e, ignirando a negativa da minha esposa, agora sua puta submissa, ele não quis saber e mandava empinar a bunda, recebendo com resposta dela, a fiel obediência, facilitando as lambidas que iniciavam no clitoris, passavam pelo buracão da buceta e  terminava numa intensa chupada no cu dela que ria, se contorcia, e gemia, perdendo de vez qualquer chance de tercontrole sobre algo naquele momento.

Por trás, eu via aquele pau enorme batendo na cama, e imaginava o tesão da minha puta ao ver aquilo no banheiro. Finalmente ele parou, vestiu uma camisinha e foi meter nela, ainda naquela posição de cachorrinha que ela dificilmente permite que o macho meta, assim, logo no início da transa. Ela curte que o macho a beije por cima e a penetre no papai mamãe. De quatro, só depois, com o clima já do meio da relação pra frente.

Mas com ele foi dferente. Submissa, ela não reclamou quando começou a sentir aquela mangueira entrando e entrando firme até o fundo sem nenhuma do nem piedade. Ela gemeu e deixou escapar um "ai que pau delicioso!" me fazendo quase enfartar pois em todos esses anos de chifres, ela nunca foi de ficar elogiando assim um estranho. Esse tipo de postura dela só rola quando há muita intimidade dela com o parceiro. Assim, logo aquele pau iimenso, colossal, sumiu  dentro da minha mulher que urrou longa e profundamente ao senti-lo todo dentro dela. Perverso, ele tirou e meteu de novo, com certo ar de sadismo e em instantes estava socando forte e rapido na minha mulher que apenas recebia tido aqi lem oferecer nenhuma resistência.

Em outras ocasiões, ela teria pedido para ele ir devagar. Mas ele era o macho alfa dominador e por isso ela apenas se submeteu, excitando-se com a posição de fêmea dominada. Vi a incontestável excitação dela nos seus gemidos e súplicas que logo viraram ordens efusivas para que ele metesse ainda mais intensamente.

O negro castigou minha mulher. Metia forte, fraco e parava. Alternava a frequência com a intenção de impedi-la de prever o seu proximo movimento. A maestria com que ele surrava a buceta dela foi tanta que ela não aguentando mais, caiu de bruços sobre a cama, o que para ele foi como a cereja do bolo, pois ela fechou as pernas e ele montou nela cravando tudo, arrancando os mais profundos gemidos da minha esposa que assim como seu macho dominador, adorou essa nova posição, ainda mais excitante para os dois. 

Sem conseguir me conter, deixei as fotos de lado e fui mexer na buceta dela, acariciando seu clítoris enquanto o negão cravava em minha esposa. Perdi de vez o medo e, vendo aquele saco preto tão perto, passei a acariciá-lo também,  apertando-o e pedidndo para ele criar leite para ela que tentava rebolar mas estava sufocada por ele.

Totalmente integrado à sacanagem, mandei ele morder o pescoço dela, dando a dica de que ela gostava e nessa hora os gemidos dela se multiplicaram e se intensificaram de modo a eliminar qualquer duvida de que ela estava gozando sob aquele garanhão preto que lhe dominava e lhe imobilizava com o poder do seu pênis. Ele parava de mexer, se controlando para não gozar. E seguindo as minhas dicas, deu uma chupada no pescoço dela, 
bem perto do cabelo, para lhe deixar uma marca, totalmente a despeito dos protestos dela que só não gozou novamente porque ele interrompia os seus movimentos para não gozar ainda.

Depois de meter um bom tempo, ele colocou minha esposa novamente de quatro para iniciar, enfim, a verdadeira tortura. Ele meteu muito nela, meteu forte puxando-a pelos cabelo e estapeando a bundona da minha mulher como se ela fosse a mais vagabunda das putas da cidade. E de fato, vagabunda, ela não protestava. Só gemia cada vez mais gosotoso, favorecendo em todos os aspectos, a gozada daquele macho alfa perfeito.

Assim foi que se consumou a primeira gozada do negro na minha esposa. Quando vi aquele o pauzão saindo de dentro com a camisinha cheia, achei que ele iria descançar pois estava suando muito. Mas não, ele retirou a camisinha amarrou, pegou outra e colocou na vara feito ferro ainda, comos e nada tivesse acontecido.

Minha esposa me olhou admirada, e com aquela cara de safada foi fazer o que mais gosta nessa vida: sentar no cacete de um macho alfa de verdade. Já vi esta cena muitas vezes mas devo ser sincero e dizer que fiquei impressionado ao ver a buceta dela engolindo facilmente aquele cacete descomunal que não se abalava mesmo depois de uma gozada tão intensa. Assim que ele enfiou tudo, ela se arrumou para poder rebolar forte nele, e assim o fez, gozando feito a cadela na qual ele a transformou com sua vara mágica. Ela gozou por mais de um minuto urrando, gemendo, elogiando aquele cacete enorme, até perder as forças e desabar sobre o peito dele que a acolheu, carinhosamente, beijando-a com ternura até que ela quisesse descer da sua montaria para me deixar ver, mais uma vez, outra camisinha completamente lotada de leite de um verdadeiro homem macho alfa. 

Repetindo o movimento como se fosse um ritual, ele retirou o peservativo, o amarrou para não vazar o leite e quando achei que descansaria, mais uma vez sou surpeendido com ele vestindo outro preserativo e se enfiando na minha mulher novamente.

Era a terceira foda dele sem parar. Minha esposa ainda tinha espasmos do orgasmo quando ele reiniciou o movimento de penetrá-la e obediente, aceitou o macho dentro de si, sendo muito carinhosa com ele que logo a virava novamente, para colacá-la na posição de quatro, para montar nela como um garanhão monta numa égua para copular.

Ela gemia maravilhosamente, então ele gozou 
novamente. Senti um frio na espinha quando o vi tirar a camisinha novamente, amarrar e largar ao lado das outras. Para o meu alívio, dessa vez ele  se deu por vencido e ficou apenas namorando um pouco a minha esposa. Porém, não demorou muito para que ele já fosse biscar a quarta camisinha. 

A partir dali, perdi as contas de quantas vezes ele foi por cima, botou de quatro, fez o que quis, do jeito que quis, por que quis. Só não a deixou cavalgar mais, mas ficou a usando e abusando, batendo na bunda dela que evidenciava estar gostando do tratamento que estava recebendo.

Então, ele tirou aquela mangueira de dentro dela e ordenou com força e determinação:  "VEM!" Não vi, mas entre os murmúrios, devem ter combinado algo, pois ela sabia o que fazer ou ouvir aquela ordem de macho dominador. Magneticamente, minha esposa se ajoelhou na cama perante a ele que ficou de pé, batendo punheta, com o pau perto do rosto da sua vagabunda, que esperava ansiosa pelo leite daquele homem. 

Por ser a quarta gozada,achei que seria uma gozada fraca, poucas gotinhas de porra dado o tanto de porra que ele ja havia expelido. Mas qual não foi a minha surpresa quando ele começou a urrar e deu um banho de porra nos seios da minha mulher. Ela não mamou pois o combinado era ele gozar nos seus seios e por isso pude contar quatro jatos fortes, fartos de porra, antes dele apertar aquele cacete para expelir as últimas gotas no pescoço e peitos de minha esposa. 

Enfim ele caiu morto e ela foi tomar banho. Antes que ela saísse do chuveiro, ele foi atrás dela e lá eles e namoraram mais um pouco, esfregando aquele pau que mesmo mole, equivale a quase três do meu, nas coxas e na bunda dela. 

Nos vestimos e fomos embora. Minha esposa estava totalmente impactada. A experiência com ele ressignificou todos os seus conceitos, fazendo-a mudar de mulher pragmática, que não queria envolvimento com os parceiros, para a postura da  a querer manter contato com ele, sair para jantar com ele e dar para ele novamente. 

Fiquei admirado e assustado,  mas adorei essa mudança de postura. Finalmente a puta estava ficando completa. Sabia que toda esta tara dela tinha alguns motivos: Primeiro, a superação de uma insegurança decorrente do aumento de peso depois do nascimento do nosso filho - como qualquer mulher, ela ficou com vergonha do seu corpo, pos maternidade. Depois, a incrível performance daquele garanhão a deixou mais senhora de si, mas confiante, e isto fez ela entrar em contato com a sua versão adolescente, ninfomaníaca que adormecia nela há anos.

Depois dele, ela só pensava em sexo o dia todo. Todos os seus pensamentos eram pau, em macho, e eu, obviamente, incentivando tudo.

A partir daí, ela começou a trocar mensagens com vários homens que entravam em contato com ela no seu perfil pessoal de um determinada rede social liberal. Mas nem mesmo assim, com tantos homens conversando com ela, o garanhão negro nunca saiu da sua cabeça, fazendo-a elaborar cenários de sonho, passando uma noite com ele, sendo sua puta para tudo o que ele quisesse. 

Infelizmente a incompatibilidade de agendas impediu que ela realizasse o seu sonho até agora. E enquanto isso, contiua dando para outros enquanto aguarda para ser mais puta ainda.


Clique na imagem abaixou ou siga o QR Code e confira os demais posts do corno gaúcho publicados no nosso Blog Meus Chifres.

Comentários