#638 - Adriane, a pedagoga do sexo (Relato)

Caros amigos de chifres,

no post de hoje do nosso Blog Meus Chifres, seguimos esmiuçando os segredos da vida de um dos nossos leitores que resolveu abrir a caixa preta e nos contar os detalhes da sua vida de corno manso, submisso e humilhado, para nos deixar babando de tesão com as experiências que pode viver, sob os pés de hotwives que teve a sorte de encontrar. 

Depois de nos contar o que passou nas mãos de Samara, a sua priemra hotwife, Rocco, o corno baiano nos deixou à par do momento em que enfim tomou consciência da esxistência do mais delicioso dos fetiches nas mãos de Valéria, e agora o manso compartilha com a nossa comunidade de quase 1 milhão e meio de cornos, hotwives, comedores, aspirantes e curiosos as delicias que pode viver com Adriane, a sua terceira rainha, conforme podemos conferir a seguir.

 

Desde o meu relacionamento com Samara, minha primeira namorada, que durou entre os meus 16 e 19 anos, os sentimentos, digamos, mais submissos ficaram como que adormecidos ao longo dos anos. Foi quando eu já estava na faculdade, aos 21 anos, que soube pela primeira vez, por exemplo, sobre a existência da prática da inversão de papéis. Soube por meio de uma charge que saiu numa revista com a Tiazinha, personagem de um programa de televisão.

Na imagem ela trajava uma cinta-liga e lingerie pretas e penetrava um conhecido político com um consolo na cintura.Foi em uma festa na casa de um amigo que ele me mostrou a charge e minha surpresa foi tamanha que mal consegui disfarçar o impacto daquela imagem sobre mim.

Creio que ele notou algo estranho em minha reação, já que ele esperava um simples desdobramento da chacota com o político exposto e do ridículo que todos achavam num macho ser assim penetrado por uma mulher.

Depois daquele dia passei a procurar por mais imagens e informações a respeito do que havia visto. Encontrei pouquíssima coisa em revistas eróticas dispostas em bancas de revistas ou sebos e, passados os anos, finalmente, acessei ao vasto material disponível na internet, a maioria em língua inglesa.

Foi uma descoberta sensacional e que me afetou em grande medida, mas que ficou guardada, represada em minha imaginação como uma expressão suprema da dominação feminina. Ao longo da faculdade tive algumas namoradas até encontrar uma pela qual me apaixonei perdidamente e ficamos juntos por dois anos.

Não havia nada que envolvesse qualquer jogo fetichista na relação, tudo muito convencional, mas com muito tesão e amor até o dia em que ela me deixou por outro cara e eu retornei à terra arrasada.

Entre uma e outra aventura, durante um carnaval, conheci Adriane, que encarnava um dos meus ideais físicos de mulher, além de ser uma pessoa bastante afetuosa.

Adriane era mulher de rosto delicado, linda pele negra, longos cabelos trançados e um corpo escultural. Naquele sábado inesquecível de carnaval, ela trajava um curtíssimo short jeans, um bikini minúsculo e colorido por baixo (fazia muito calor), calçava um par de tênis e, como acessório, além de delicados pares de brincos e colares de prata, uma pena de índia atada aos cabelos negros.

Sua simples presença a acompanhar as atrações musicais que por ali passavam inebriava a todos por conta de sua exuberante beleza. Para agravar o desespero dos despossuídos, era dona de uma enorme, redonda, empinada e aveludada bunda.

Há poucos anos, conforme vim saber depois, Adriane havia vencido o prêmio de “Rainha do carnaval” da cidade em que morava, o que a tornara, desde muito cedo, consciente e orgulhosa dos seus encantos. Para minha sorte, naquele sábado carnavalesco ela estava acompanhada do irmão que havia sido meu colega de escola, o que permitiu uma real aproximação entre nós.

Adriane me deu alguma conversa, engatamos um longo e agradável papo e, apesar de não ficarmos juntos naquela noite, trocamos telefones e iniciamos uma longa troca de ligações que culminou num relacionamento clandestino. Para minha infelicidade, Adriane revelou ser casada, e que morava com o marido, mas, jurava-me, não havia mais nada entre os dois, sexualmente falando. Apesar disso, nossa rotina tinha que ser escondida e só podíamos nos ver de vez em quando, sob o risco, alegava Adriane, dela cair em desgraça moral entre amigos, vizinhos e familiares.

Ficamos juntos por alguns meses, mas a situação ficou insustentável porque eu queria que ela saísse logo de casa e se desvencilhasse do seu, na prática, ex-marido, mas ela alegava ainda não poder ceder às minhas exigências por conta do filho e tudo o que implicava uma separação com uma criança, coisa que, na época, eu tinha enorme dificuldade em entender. Um traço de minha imaturidade juvenil.

Os nossos encontros eram sempre marcados por sexo, muito e intenso. Conversávamos menos do que transávamos. Havia mais de um ano, disse-me, que não se relacionava com o seu ex-marido e com nenhum outro homem. Logo percebi que ela conseguia superar a minha primeira namorada em termos de lascívia. Quando transávamos, pedia para apanhar bastante, sobretudo com fortes tapas em sua avantajada bunda e coxas. Por vezes pedia tapas também no seu delicado rosto, o que nem sempre eu fazia com completo desprendimento.

Gritava como eu nunca havia visto uma mulher gritar daquela forma, era como se uma intensa onda de eletricidade se apoderasse do seu corpo e ela de deixava se descontrolar. Não foram poucas as vezes em que me vi em apuros para segurar o meu gozo antes que ela se satisfizesse por completo, e aconteceu de não me controlar. Porém, isso nunca foi um empecilho para que logo engatássemos a próxima transa com minha ereção quase que imediata após a primeira gozada.

Passamos um bom período entre encontros clandestinos que variavam entre a minha casa, motéis e mesmo a casa dela quando o marido viajava, o que era bastante frequente. Apesar de todo o fogo que consumia o nosso sexo, os elementos fetichistas ainda eram algo que nos passava ao largo, mas a minha sensação a cada encontro sexual era o equivalente a uma visita ao paraíso.

Quatro anos mais velha do que eu, Adriane também já carregava a experiência do casamento, além do que eu interpretava ser uma espécie de dom natural para o sexo. A natural selvageria com que encarava cada encontro era inédita para mim até ali e foi provavelmente essa naturalidade que impulsionou a minha paixão. O resultado desse sentimento não poderia ser outro: eu a pressionava para que se separasse e fosse viver comigo, um estudante em início de carreira com toda a atribulação econômica que disso se segue.

Por fim, minha impaciência e desespero em tê-la só para mim fez com que nos separássemos em pouco tempo. Ela não podia atender aos meus apelos desesperados. Contudo, mantivemos a amizade e chegamos a transar algumas vezes mais, apesar da separação, e seguimos nos encontrando eventualmente. Definitivamente, ela parecia que jamais sairia de minha vida e segui acreditando nisso ao menos até o dia em que encontraria Valéria e viveria tudo o que relatei no capítulo anterior.

Então parei de encontrar com Adriane quando conheci Valéria. Mas quando estava quase separado de Valéria, voltei a falar com Adriane.

Os últimos meses que antecederam a separação com Valéria foi, de certo modo, já uma separação de fato, uma vez que apenas estávamos morando na mesma casa e dividindo a mesma cama. Transávamos às vezes, mas creio que muito mais pelo fato de termos uma libido devidamente cultivada. Como já disse antes, Valéria me procurando muito mais do que o contrário, apesar de sempre conquistar em mim os prazeres que queria e eu me sentir devidamente retribuído.

Certa vez, aconteceu d’eu gozar antes de Valéria, antes que se satisfizesse e ela não gostou nem um pouco da situação, então pegou o consolo e começou a se masturbar em minha frente até gozar. A situação foi marcante e, confesso, também me pareceu bastante humilhante.

Mas voltemos à Adriane.

Foi por esta época que voltei a me comunicar pela internet com Adriane com mais intensidade. A situação dela dessa vez era um tanto oposta da que se encontrava quando nos conhecemos alguns anos antes. Já estava separada há alguns anos e agora era ela que estava saindo com um cara casado de quem não conseguia se desvencilhar, tamanho era o domínio sexual que ele exercia sobre ela. Achava-o um cafajeste, mas não conseguia se livrar do cara que, segundo ela, era dono de um membro enorme, chupava sua buceta como poucos e a fazia gozar como ninguém.

Nesse clima de confissão, também ficou a par do que se passava comigo e resolvemos nos reencontrar e renovar as chances de um pelo outro. Saímos algumas vezes, fomos a motéis, à casa dela, e na verdade transávamos muito melhor do que antes. Adriane parecia ainda mais fogosa, muito mais experiente e decididamente mais dominante. Na cama eu ainda não havia visto uma mulher tão senhora do que queria como ela. Não permitia o mínimo deslize. Uma chupada errada era já motivo de orientação e uma recondução correta de minha boca, do uso de minha língua e dedos em sua buceta.

Notei que ela passou a ter uma firmeza que me tomou. Havia se tornado uma pedagoga do sexo! Aconteceu por vezes de quando saíamos do meu carro e entrávamos em sua casa eu já me colocar de joelhos a lamber a sua bunda enorme em busca de sua carne macia e suave e por fim de sua apetitosa buceta. 

Meu tesão por Adriane retornou completamente e com muito mais força. Certa vez, ela subiu em meu pau e eu disse que não estava conseguindo me controlar, que ia gozar, e ela fez estalar um forte e ensurdecedor tapa em meu rosto. Disse que se eu gozasse seria a última vez que a tocaria. E disse aquilo muito seriamente, olhando nos meus olhos, o que me deixou totalmente atordoado e inseguro, de tal modo que realmente eu não consegui me manter totalmente concentrado em seu sexo e, portanto, incapaz de gozar. Sexo de menos de duas horas não fazia sentido para ela, esclareceu-me.

Nunca fui capaz de passar mais do que vinte minutos metendo em sua buceta quente, apertada e deliciosamente convidativa sem que explodisse em gozo. Ela era absolutamente consciente disso, mas por algum motivo me fazia acreditar que eu conseguia mais, sendo sempre muito generosa comigo. Então eu me revezava entre preliminares, penetrações, chupadas, uso de acessórios, putarias ditas ao pé do ouvido, e tudo o mais que ela exigia.

Como antes, Adriane ainda gritava muito enquanto trepava, mas agora ainda dizia coisas ainda mais vulgares e provocantes e aquilo me deixou louco de uma vez por todas. Eu estava diante de uma nova mulher, havia se tornado um verdadeiro furacão sexual.

Por outro lado, quando nos falávamos pela internet ou pelo telefone, ela fazia questão de me deixar a par de tudo o que fazia com o seu amante. Muitas vezes foi muito humilhante ler e/ou ouvir sobre o magnífico desempenho dele diante dela. Fazia questão de me fazer saber sobre a capacidade dele em controlar o gozo por horas, até mesmo pela noite inteira se ela assim o quisesse, e pela quantidade de gozo que lhe proporcionava.

Certo dia, após um muito picante papo pelo telefone, eu não me contive de desejo por visitá-la, mas ela disse que eu não deveria ir porque havia marcado com o seu amante casado. Insisti e ela me explicou que seria inconveniente porque eu teria muito pouco tempo com ela, mas que se eu queria tanto deveria me contentar em não poder ter tudo o que eu desejava. Insisti mais uma vez e, por fim, ela cedeu. Mas deixou claro que seria algo muito rápido.

Naquele dia aconteceu-me o que jamais imaginara. Adriane abriu a porta de sua casa vestindo um vestido branco de tecido fino que deixava transparecer todas as suas curvas intimidadoras, e revelava que ela estava sem calcinha e sutiã. Logo ali, ainda com a porta recém fechada em minhas costas, me vi de joelhos mais uma vez, beijando-a, lambendo as suas pernas em busca do cheiro quente de sua buceta. 

Ela sentou-se no sofá e disse que eu não poderia demorar porque receberia o seu homem logo mais e quis saber se eu queria chupá-la assim mesmo. Eu supliquei por um pouco de seu sexo em minha boca. E então Adriane me pegou pelo queixo e me disse olhando nos meus olhos: “então hoje você vai me preparar para ele”. Eu gelei com aquelas palavras, mas minha única reação foi levantar o seu fino vestido, pôr meu pau para fora e começar a chupá-la como se fosse a última vez. Ela controlava o meu ritmo, tirava e colocava o meu rosto, ordenava que sugasse mais ou menos o seu clitóris, enrijecesse mais ou menos a língua, a pedagoga do sexo em ação, e eu simplesmente a obedecia com devoção.

Estava totalmente entregue e meu pau simplesmente pingava de tesão sobre o tapete de sua sala impecavelmente arrumada para receber o seu amante. Ficamos assim por um tempo, até que pude ouvi-la urrando de prazer, apertando a minha cabeça contra a sua buceta inundada de minha baba e todo o líquido que escorria de seu gozo. Eu estava com o meu pau jorrando a essa altura. O tapete estava marcado de minha porra que não parava de pingar. Deixei que ela recobrasse o fôlego e saquei a camisinha do meu bolso para me vestir. Foi quando Adriane pegou o pacote entre os seus dois dedos e me olhou com a cara mais safada do mundo. 

Pude reconhecer aquela expressão de quem realmente estava preparada para a minha metida e cheguei a pensar que ela queria, ela mesma, vestir o preservativo em meu pau com as suas habilidosas e treinadas mãos. Mas, para minha surpresa, ela me puxou para bem pertinho, beijou meus lábios encharcado de sua buceta e sussurrou em meu ouvido: “eu não disse que você hoje me prepararia para ele? Estou pronta. Seu tempo acabou.” Fiquei atônito, eu não podia acreditar no que ela estava fazendo.

“Ele já está por chegar. Agora vá ao banheiro e lave bem esse rosto pra tirar o cheiro de buceta antes de entrar em casa. Sua mulher não precisa sentir isso.” (E foi realmente incrível que, como numa espécie de bruxaria, Valéria comentou que eu estava exalando buceta quando entrei em casa naquele dia, coisa que, nem antes nem depois, jamais havia comentado).

Adriane deixou claro que precisava ficar só para receber aquele que lhe daria algumas horas de prazer, continuou. Não permitiu que eu a contestasse. Cheguei a abraçá-la ainda de joelhos, tomando o seu rabo enorme entre os meus braços, mas toda a minha súplica foi em vão, o que tornou a minha cena quase patética ali no meio da sala. Não tive opção a não ser me recolher de pau duro e me despedi ainda atordoado.

Enquanto eu dirigia, meu celular tocou e pude ouvir as palavras sussurradas de Adriane, provavelmente para seu amante não ouvir. Quis saber se eu já havia chegado em casa porque ela deixaria o celular ligado para que eu pudesse escutar o que ele faria. Disse-me que se ainda estivesse na rua eu deveria estacionar o carro em algum lugar antes de seguir. Obedeci, parei no estacionamento de um supermercado próximo de casa e pude ouvir os seus gritos de tesão, os tapas que ele lhe dispensava enquanto metia nela com força. Fez-me entender que era o cu dela que ele estava comendo, algo que ela nunca havia me concedido, e parecia chorar, num misto de dor e tesão enquanto se deixava penetrar pelo seu amante que a estocava impiedosamente.

Aquilo ainda demorou por algum tempo enquanto eu escutava tudo consumido pelo ciúme, pelo tesão acumulado e, inadvertidamente, bloqueado desde a sua casa, sem direito ao gozo. Ouvi os ruídos da penetração e as falas safadas dela, dizendo que ele a estava arrombando e a fazendo gozar como se fosse uma cadela no cio. Aquilo me fazia sentir como se eu estivesse lá, ao lado deles, na cama, acompanhando toda a cena bem de perto.

Quis me masturbar ali mesmo, mas não podia por se tratar de um lugar público. Então escutei tudo tocando-me discretamente por dentro da calça. Não sei explicar exatamente o que houve, mas a verdade é que gozei ali mesmo, sem maiores movimentos de uma punheta convencional. Limpei-me e segui para casa.

Mais tarde, umas quatro horas depois, havia uma mensagem dela querendo saber se eu gostei do que ouvi. Confessei que não me controlei e gozei no carro. Ela riu de mim e disse que estava muito feliz com tudo o que aconteceu, que gozou muito com ele enquanto se lembrava de minha cara de “cachorro abandonado” pela dona deixando a sua casa. Disse que iria querer repetir a experiência. E por mais duas vezes, saí de lá na mesma situação, com o gozo interrompido após fazê-la gozar em minha boca antes de receber o seu amante.

Não aconteceu mais de escutar pelo telefone, mas todo o resto da cena repetiu-se. Por mais de uma vez preparei-a para receber o pau de outro macho. Com o tipo de educação que tive, filho de uma ortodoxa família católica, jamais poderia me imaginar naquela situação.

Resistir a Adriane se tornara algo cada vez mais difícil. E ela se mostrava cada vez mais exigente. Abusava de sua voz rouca, seu belo corpo, sua pele macia, seus seios firmes, suas coxas torneadas, sua bunda volumosa e empinada como que olhando para o céu, em sincero agradecimento aos deuses pela sua voluptuosidade.

Sempre que ela me coloca em situações tensas me retornava aquela visão que tive quando a encontrei no carnaval de nossa cidade, numa dança discreta, como se tomasse cuidado para não acender a legião de machos que poderia atiçar num movimento mais brusco. Custou-me tê-la pela primeira vez. Ela impõe esforço ao macho que a deseja. Exige-lhe devoção. Em tudo uma rainha consciente dos seus poderes, a coroa do carnaval não havia se assentado em sua cabeça por acaso, sua vocação monárquica era evidente.

E nesse dia ela ardia em fogo. Uma putinha fogosa com o sexo em chamas, encharcada de tão molhada, como pude notar ainda pela pequena calcinha preta que estava usando. Vê-la naquele estado, ainda de sutiã e com a saia para cima, sustentada pela bunda maravilhosamente descomunal, me fez tremer de tesão. Ela passou a mão em meu pau e conferiu que eu estava já latejando e molhado, com o pau babando de tanta excitação. Ela me beijou e empurrou minha cabeça em direção a sua buceta.

Esfregou minha cara nela e arranquei a minúscula calcinha com os dentes. Desci até suas coxas, lambendo as suas pernas até alcançar a sua bunda. Também lambi toda a sua bunda enorme, dando pequenas mordiscadas. Fiquei desse jeito por um bom tempo, ali onde estava, de joelhos, sob seus pés, no centro de sua sala, até que ela me puxou pelos cabelos em direção ao sofá. 

Deixou-me sentado no chão, com as costas no sofá, em seguida ela subiu no estofado, agachou-se com a buceta em minha cara e apoiou-se no encosto. Ela estava literalmente sentada em minha cara. Tudo que pude fazer foi apoiar sua bunda e seguir lambendo sua buceta encharcada. Ela gemia cada vez mais.

- Chupa, safado, chupa essa buceta, seu puto.

Eu não podia responder de outro jeito senão obedecendo. Meu pau parecia que ia estourar de tanto tesão, eu já estava inteiramente nu e meu pau totalmente melado. Vê-la naquela posição me enlouquecia de tesão. Chupei Adriane por bastante tempo nessa posição até que a senti contraindo meu rosto com força em direção à sua buceta; percebi seu corpo se contorcendo, ouvi seus urros de satisfação.

- Chupa, sacana, chupa, seu cachorro, chupa essa putona, vaiii, chupaaaa.

Ela espremeu sua bunda contra meu rosto, então apertei-a e senti algo ainda mais quente em minha boca. Ela se remexeu ainda mais e levantou. Eu não podia acreditar no tesão que sentia.

- Agora mete essa pica em mim, vai, agora.

Puxou meu pau contra ela e notou meu estado.

- Já tá molhado desse jeito?

- Estou louco de tesão, Adri. Te chupar assim por tanto tempo foi uma tortura. Fiquei morrendo de vontade...

- Cala a boca e mete esse pau!

- Ai, Adri...

- O que foi? Não quer? Eu quero pica e quero agora sua pica nessa minha buceta.

Eu respondi com a voz já trêmula, arrastada, quase balbuciando, sem conseguir falar. Parecia uma criança indefesa diante daquele furacão de mulher, tamanho era o meu tesão.

- Acho que não vou aguentar, estou com muito tesão.

Definitivamente, não foi a melhor coisa que eu poderia ter dito. Ouvir aquilo despertou a ira típica de uma domme. Ela olhou-me no fundo dos olhos, séria e, quase tocando meus lábios, segurando meu queixo com a mão direita, e disse-me com a sua voz rouca, bem baixinho:

- Não se atreva a gozar antes que eu autorize, se é que ainda tem planos de me comer outra vez.

Ela disse isso, desferiu um tapa em meu rosto e, sem tirar os olhos dos meus, acomodou um travesseiro sob sua barriga, deitou-se de bruços, empinou a bunda para cima, que daquele jeito pareceu ainda maior, e disse:

- Agora mete essa pica em mim por trás, e vê se não passa vergonha!



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Comentários

  1. Amigo Carlos se olhar a postagem anterior vera que tem uma pessoa que a algum tempo vem me atacando gratuitamente e dizendo mentiras e usando palavras como louco doente e retardado para se dirigir a minha pessoa
    Sempre que eu posto um comentário procuro ser sempre muito educado com todos ,se analisar meus comentarios verá que em momento algum eu sou mal educado ,ou agressivo ,pelo contrario sempre busco interagir aqui de forma cordial ,
    Peço sua ajuda ,pois sei que aqui é um lugar sério e não permitirá esse tipo de atitude desde ja agradeço pela sua colaboração
    Muito obrigado

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    1. Olá

      vou analisar e, conforme a política do Blog, se hoouve algum comentário que ultrapasse os limitesdo bom senso ou de qualquer lei, sera removido.

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    2. Jamil, sempre leio seus comentários muito elegantes e cordiais nas diversas postagens e espero que esse tipo de situação não se repita consigo e nem com ninguém por aqui. Carlos já remediou, como de costume. No mais, que sigam os nossos agradáveis e deliciosos diálogos por aqui, um raríssimo espaço que temos para isso. Abraço, Rocco.

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    3. Amigo carlos obrigado pela ajuda
      Amigo Rocco obrigado pelo apoio

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  2. Adorei essa ideia de fazer o "esquenta" com um e terminar a noite com o outro.

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    1. Nossa, Sabrina, que perversão terrivelmente deliciosa essa que ela me submeteu. Certamente corre o risco de você querer sempre, rs. bj, Rocco

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    2. Sabrina eu ia amar se minha esposa fizesse a mesma coisa comigo

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  3. Amigo Rocco , mais uma vez vc me deixa de queixo caido com seus relatos , que morena é essa meu amigo , que delicia de mulher , o jeito que ela te dominou é exatamente o tipo de relação que nós cornos manso e aspirantes que é meu caso queremos , essa nasceu para ser uma Rainha hotwife , amigo a vide te presenteou com uma safada mais deliciosa que a outra , é como sebo universo percebesse que nasceste para ser um corno manso , e te mandou as mais safadinhas para se relacionar contigo,
    Essa Adriana te deixou de pau duro ao escutar o sexo selvagem com seu amante e me deixou de pau duro lendo seu relato ,uma situação que eu adoraria vivenciar , minha Rainha pedindo corrigindo mandando pq rainha não pede ela ordena , para chupa-la , e prepara-la para receber um comedor safado , e depois me mandar audio dela sendo devidamente macetada , e me deixando claro que meu lugar na relação é de corno manso apaixonadinha dela , amigo estou adorando cada relato de sua vida de corno , muito obrigado por suas palavras de apoio

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