#639 - Uma ideia excitante (Relato)

Caros amigos de chifres, 

no post de hoje do nosso Blog Meus Chifres, seguimos com o compartilhamento da humilhante e excitante experiencia que o nosso leitor colaborador Rocco, vem nos relatando, dando conta de cada um dos momentos em que vem se aprofundando na arte de ser um corno,manso, submisso e humilhado pelas mais sacanas e deliciosas rainhas que mostram o que é que a Baiana tem.

Quando pensamos que o corno tinha atingido o ápice de uma vida invejável com os chifres tomados de Samara e depois de Valéria, o corno nos fez ficar com a respiração em suspenso no post anterior, descrevendo o que Adriane, a sua pedagoga do sexo, lhe proporcionou cumprindo o papel de pedagoga (aquela que conduz o aluno no caminho para o conhecimento), do sexo, sacana, humilhante e por isso mesmo, inesquecível.

Vejamos como se concluiu a experiência do corno manso que desejava algo mais.


... sem tirar os olhos dos meus, acomodou um travesseiro sob sua barriga, deitou-se de bruços, empinou a bunda para cima, que daquele jeito pareceu ainda maior, e disse:

- Agora mete essa pica em mim por trás, e vê se não passa vergonha!

Meu pau estava pingando a essa altura, não tive força de reação, apenas obedeci.

- Vai, mete, cachorro. Aprenda a obedecer sem reclamar e mete com força.

- Sim, Adri, aii, que delícia.

Eu coloquei a camisinha, e meti com ela naquela posição. Para minha desdita, não resisti bombando por três minutos com ela daquele jeito e explodi um gozo avassalador. Me contorci como pude, tentei me desvencilhar do que via em minha frente, mas a presença exuberante de Adriane, com toda a sua volúpia e aquele rabo descomunal se impuseram de tal forma que me vi vencido pelo desejo.

- Eu não estou acreditando!

A frase de Adriane me soou como uma repreensão devastadora. Eu não sabia o que dizer, o que fazer..., mas ainda assim arrisquei umas palavras desencontradas. Algo como “foi mais forte do que eu”, “não pude aguentar te ver nessa posição”, “esse rabo enorme e lindo”, “eu posso meter de novo”, “já está duro de novo”, nada removia sua frustração.

- Agora vem aqui passar vergonha? Pode sumir de minha frente!

Insisti que não precisávamos parar por isso, que meu tesão por ela permitiria seguirmos, que meu pau já respondia outra vez. Mas a verdade é que a reação dela me desencorajou. Então ela sentou-se e pegou em meu pau, ainda meia-bomba, e disse:

- Você quer me comer com isso?! Acha mesmo que sou mulher pra isso?

Não achei que ela poderia realmente agir de maneira tão severa. Já havia me ameaçado antes, mas nunca achei que levaria tão a sério um gozo precoce. E diante daquilo, não tive poder de fogo, meu pau não respondeu imediatamente como eu imaginara e ela me mandou embora.

Em vão, tentei argumentar. Vesti a calça e saí com o rabo entre as pernas, o pau já duro e o duro sentimento de que talvez não mais teria a chance de contemplar aquele rabo divino.

Naquela altura do último encontro eu já havia me separado em definitivo de Valéria. Os dias se passaram e tive que me humilhar atrás de Adriane. Pouco a pouco, as coisas foram se acomodando, voltamos a nos falar pelo telefone e um novo encontro foi marcado. Entre as muitas conversas e putarias que fazíamos e conversávamos, falei-lhe de minha vontade em praticar a inversão de papéis. 

Adriane nunca havia ouvido falar do assunto e ficou muito curiosa. Mostrei-lhe alguns sites e vídeos e procurei deixá-la a par da prática. Ela achou alguns vídeos extravagantes e outros muito excitantes. Contou-me sobre um filme pornô que havia visto em que a mulher mantinha o marido preso em uma jaula chupando-a sem poder tocá-la e que sempre se lembrava de mim quando aquela imagem retornava ao seu pensamento.

Achou que a ideia de me possuir seria muito excitante e disse que eu deveria comprar o consolo e a cinta que iria realizar a minha fantasia. Eu tinha absoluta confiança nela para isso, algo que não pude ter ao longo dos anos com Valéria, já minha já ex-mulher àquela altura.

Tremi de tesão e ansiedade quando estive no sex shop, havia um misto de sentimentos em mim. Ouvi algumas recomendações do vendedor e comprei um consolo de 14 cm e uma cinta ajustável que pareceu muito confortável para o uso. Já podia imaginar ela vestindo aquilo. 

Meu peito acelerava pela antecipação.

No dia seguinte eu fui o mais cedo que pude até a sua casa e quando ela abriu a porta entreguei-lhe uma garrafa de vinho, beijei-a com muita vontade e pus-me de joelhos, como de costume, em busca de sua bunda descomunal para lambê-la e tentar saciar minha sede implacável pelo seu corpo, pelos seus fluidos.

Adriane agiu com uma displicência espontânea, indo até a cozinha beber água e pôr a bebida que eu havia levado para refrigerar. Segui os seus passos de joelhos, lambendo entre suas pernas, buscando sua calcinha sob a minissaia, tal como se fosse seu cachorrinho de estimação. Ela agia com ar ligeiramente indiferente, o que me excitava ainda mais. Finalmente retornou à sala, puxou-me pelos cabelos e me beijou com certa moderação. A cena toda aconteceu com tamanha naturalidade e espontaneidade que se alguém assistisse aquilo certamente julgaria se tratar do nosso mais trivial cotidiano, o que de fato vinha sendo a cada encontro.

Logo Adriane passou a reclamar sobre a minha demora, muito embora eu soubesse que era apenas parte do seu jogo, já que eu chegara com ainda 15 minutos de antecedência. Procurei adulá-la tocando o seu corpo descomunal, beijei-a por toda a extensão das duas pernas e demorei-me entre os deliciosos dedos dos seus pés sedosos. Então ela foi se deixando dobrar e sentou-se sobre a mesa com as pernas inteiramente abertas para mim. Afastei a pequena e apertada calcinha entre as suas coxas grossas com os meus dentes e sorvi a fonte de minha satisfação com orgulho e total felicidade mais uma vez. Por vezes intercalava a chupada mamando os seus seios suculentos. Como sempre, ela conduziu minha chupada e eu obedecia a cada comando. 

- “Lambe, vai, escroto... Chupa o pinguelo agora... vai, lambe a buceta toda... enfia a língua, enfia direito! Deixa essa língua dura, aprende como faz, vai, aprende a chupar uma buceta, filho da puta... enfia um dedo agora e depois mais um...isso...” 

Adriane alternava as palavras de ordem com gritos e gemidos de satisfação. O prazer de guiar-me pedagogicamente na busca dos seus desejos adensava a sua excitação.

- Isso, estava escondendo o jogo, safado, chupa mais rápido, vaaai... então você sabe chupar, né? Chupa, vai... 

Adriane gozou forte e gritou de tal modo que a vizinhança certamente escutou toda a sua liberação. Eu me mantive entre as suas pernas até que ela decidisse que era a hora de deixar aquele santuário do prazer. Então ela puxou-me pelos cabelos para perto do seu busto exposto e, olhando-me nos olhos, me disse para lhe mostrar o seu novo brinquedo. Saquei a embalagem da cinta e do consolo de minha mochila e passamos à leitura da instrução que havia no verso do pacote. Adriane disse para eu vesti-la na cinta, enquanto analisava o consolo nas mãos. Olhou-me seriamente e me perguntou:

- Você acha mesmo que se eu tivesse um pau seria pequeno como esse? 

Desconcertado, consenti que com certeza seria maior, mas pedi que entendesse que era a minha primeira vez. Ela segurou o maciço consolo já anexado à cintura, vestiu o preservativo e o besuntou com um lubrificante que eu havia trazido. Eu estava prestes a gozar com a imagem que vi, e achei que seria inevitável quando ela começasse a me possuir. Uma mulher corpulenta, dona daqueles firmes seios, com aquele enorme quadril contraído pela cinta justa e um membro em riste para me invadir, o gozo pareceu uma pequena questão de tempo.

Eu estava diante de uma verdadeira Rainha, a Rainha do meu carnaval particular. Ela me fez deitar carinhosamente sobre a mesa, exatamente como ela estava antes, quando se deitou para que eu a lambesse. Então Adriane me untou com o lubrificante e começou a forçar o consolo, lentamente. Com total concentração, começou a me penetrar. Senti um pouco de dor no início, mas ela foi paciente e escrupulosamente cuidadosa. Não demorou e deu início a movimentos que precipitavam o seu quadril contra o meu e, inadvertidamente, quando percebi, já estava com o pau já mole.

O pouco de dor que me afligia e minha tensão diante da cena pareciam ter arrastado minha excitação inicial para longe dali. Adriane tomou meu pequeno pau mole, envolveu-o por inteiro em sua mão e começou a masturbá-lo sem muito sucesso em reanimá-lo. Ela, no entanto, continuou metendo. Olhava-me com cara de prazer enquanto inaugurávamos uma nova prática na cama, até que ordenou que eu me masturbasse. Incrível como assim que a obedeci, meu pau voltou a ficar duro. Naquele instante ficou claro para mim que foi muito mais o seu senso imperativo que levantou o meu membro do que o meu toque sobre ele. Eu disse que queria gozar metendo nela naquele jeito, mas este direito me foi negado. Com sua voz rouca, informou que apenas ela meteria a partir dali. Então quis experimentar me comer de costas e eu obedeci. Durou um tempo metendo e me xingando do que quis.

Ela alternava humilhações verbais com carícias e palavras de cuidado com o meu corpo, perguntando por vezes se me machucava. A certa altura, disse que eu era a sua putinha. Surpreendeu-me a sua desenvoltura, meu pau já duro de novo, mas eu não conseguia gozar daquela maneira, até que houve um momento em que ela retirou o consolo e disse que estava na hora.

Comemorei internamente por achar que finalmente poderia penetrá-la, mas não aconteceu. Adriane permaneceu ali, de pé, entre as minhas pernas abertas para ela e começou a masturbar-me. Bateu uma punheta de um jeito que desde sempre ela sabia que eu seria incapaz de resistir e, enfim, enchi o meu abdome e peito de gozo.

Foi um gozo forte que me inundou completamente, um jato forte que parecia esperar havia dias, meses, anos por chegar. Ela riu com o volume de minha satisfação e começou a brincar com o meu pau já meio amolecido. E não deixou de observar, entre risos de zombaria, que o dela ainda era maior que o meu. Ficamos assim por um breve instante e fomos tomar um banho juntos.

Não repetimos mais a prática depois daquele dia, embora tenhamos transado mais vezes. E apesar da inversão continuar a ser uma fantasia que ainda muito me toma, não considerei a experiência das mais intensas.

Penso que havia algo que não estava inteiramente ajustado naquele dia, talvez eu, talvez ela, talvez a inexperiência dos dois. Voltei a pedir que fizéssemos outra vez, mas ela não quis. Por outro lado, seguia com seu amante casado, que, segundo ela, jamais admitiria que ela vivesse algo como o que vivemos. É essa liberdade, segundo ela, um dos fatores decisivos que a fez desejar-me ainda por mais tempo.

Adriane jamais abriu mão de transar com o seu amante casado, que ainda hoje considera o seu comedor irretocável e insubstituível, o bem dotado que segura o gozo pelo tempo que ela quiser, que a chupa, que come o seu cuzinho sedento e privado ao seu amante. Jamais perdemos o contato, embora o sexo tenha rareado e hoje já não temos mais que amizade.

Até mesmo porque conheci Melina, que me faz tremer só em mencionar o seu nome.


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