Caros amigos de chifres,
no post de hoje do nosso Blog Meus Chifres, seguimos com o compartilhamento da humilhante e excitante experiencia que o nosso leitor colaborador Rocco, vem nos relatando, dando conta de cada um dos momentos em que vem se aprofundando na arte de ser um corno,manso, submisso e humilhado pelas mais sacanas e deliciosas rainhas que mostram o que é que a Baiana tem.
Quando pensamos que o corno tinha atingido o ápice de uma vida invejável com os chifres tomados de Samara e depois de Valéria, o corno nos fez ficar com a respiração em suspenso no post anterior, descrevendo o que Adriane, a sua pedagoga do sexo, lhe proporcionou cumprindo o papel de pedagoga (aquela que conduz o aluno no caminho para o conhecimento), do sexo, sacana, humilhante e por isso mesmo, inesquecível.
Vejamos como se concluiu a experiência do corno manso que desejava algo mais.
... sem tirar os olhos dos meus, acomodou um travesseiro sob sua barriga, deitou-se de bruços, empinou a bunda para cima, que daquele jeito pareceu ainda maior, e disse:
- Agora mete essa pica em mim por trás, e vê se não passa vergonha!
Meu pau estava pingando a essa altura, não tive força de reação, apenas obedeci.
- Vai, mete, cachorro. Aprenda a
obedecer sem reclamar e mete com força.
- Sim, Adri, aii, que delícia.
- Eu não estou acreditando!
A frase de Adriane me soou como uma
repreensão devastadora. Eu não sabia o que dizer, o que fazer..., mas ainda
assim arrisquei umas palavras desencontradas. Algo como “foi mais forte do que
eu”, “não pude aguentar te ver nessa posição”, “esse rabo enorme e lindo”, “eu posso
meter de novo”, “já está duro de novo”, nada removia sua frustração.
- Agora vem aqui passar vergonha? Pode
sumir de minha frente!
Insisti que não precisávamos parar por
isso, que meu tesão por ela permitiria seguirmos, que meu pau já respondia
outra vez. Mas a verdade é que a reação dela me desencorajou. Então ela
sentou-se e pegou em meu pau, ainda meia-bomba, e disse:
- Você quer me comer com isso?! Acha
mesmo que sou mulher pra isso?
Não achei que ela poderia realmente
agir de maneira tão severa. Já havia me ameaçado antes, mas nunca achei que
levaria tão a sério um gozo precoce. E diante daquilo, não tive poder de fogo,
meu pau não respondeu imediatamente como eu imaginara e ela me mandou embora.
Em vão, tentei argumentar. Vesti a
calça e saí com o rabo entre as pernas, o pau já duro e o duro sentimento de
que talvez não mais teria a chance de contemplar aquele rabo divino.
Naquela altura do último encontro eu já havia me separado em definitivo de Valéria. Os dias se passaram e tive que me humilhar atrás de Adriane. Pouco a pouco, as coisas foram se acomodando, voltamos a nos falar pelo telefone e um novo encontro foi marcado. Entre as muitas conversas e putarias que fazíamos e conversávamos, falei-lhe de minha vontade em praticar a inversão de papéis.
Adriane nunca havia ouvido falar do assunto e
ficou muito curiosa. Mostrei-lhe alguns sites e vídeos e procurei deixá-la a
par da prática. Ela achou alguns vídeos extravagantes e outros muito
excitantes. Contou-me sobre um filme pornô que havia visto em que a mulher
mantinha o marido preso em uma jaula chupando-a sem poder tocá-la e que sempre
se lembrava de mim quando aquela imagem retornava ao seu pensamento.
Achou que a ideia de me possuir seria
muito excitante e disse que eu deveria comprar o consolo e a cinta que iria
realizar a minha fantasia. Eu tinha absoluta confiança nela para isso, algo que
não pude ter ao longo dos anos com Valéria, já minha já ex-mulher àquela
altura.
Meu peito acelerava pela antecipação.
No dia seguinte eu fui o mais cedo que
pude até a sua casa e quando ela abriu a porta entreguei-lhe uma garrafa de
vinho, beijei-a com muita vontade e pus-me de joelhos, como de costume, em
busca de sua bunda descomunal para lambê-la e tentar saciar minha sede implacável
pelo seu corpo, pelos seus fluidos.
Adriane agiu com uma displicência
espontânea, indo até a cozinha beber água e pôr a bebida que eu havia levado
para refrigerar. Segui os seus passos de joelhos, lambendo entre suas pernas,
buscando sua calcinha sob a minissaia, tal como se fosse seu cachorrinho de
estimação. Ela agia com ar ligeiramente indiferente, o que me excitava ainda
mais. Finalmente retornou à sala, puxou-me pelos cabelos e me beijou com certa
moderação. A cena toda aconteceu com tamanha naturalidade e espontaneidade que
se alguém assistisse aquilo certamente julgaria se tratar do nosso mais trivial
cotidiano, o que de fato vinha sendo a cada encontro.
- “Lambe, vai, escroto... Chupa o
pinguelo agora... vai, lambe a buceta toda... enfia a língua, enfia direito!
Deixa essa língua dura, aprende como faz, vai, aprende a chupar uma buceta, filho
da puta... enfia um dedo agora e depois mais um...isso...”
Adriane alternava as palavras de ordem
com gritos e gemidos de satisfação. O prazer de guiar-me pedagogicamente na
busca dos seus desejos adensava a sua excitação.
- Isso, estava escondendo o jogo,
safado, chupa mais rápido, vaaai... então você sabe chupar, né? Chupa,
vai...
Adriane gozou forte e gritou de tal
modo que a vizinhança certamente escutou toda a sua liberação. Eu me mantive
entre as suas pernas até que ela decidisse que era a hora de deixar aquele
santuário do prazer. Então ela puxou-me pelos cabelos para perto do seu busto exposto
e, olhando-me nos olhos, me disse para lhe mostrar o seu novo brinquedo. Saquei
a embalagem da cinta e do consolo de minha mochila e passamos à leitura da
instrução que havia no verso do pacote. Adriane disse para eu vesti-la na
cinta, enquanto analisava o consolo nas mãos. Olhou-me seriamente e me
perguntou:
Desconcertado, consenti que com
certeza seria maior, mas pedi que entendesse que era a minha primeira vez. Ela
segurou o maciço consolo já anexado à cintura, vestiu o preservativo e o
besuntou com um lubrificante que eu havia trazido. Eu estava prestes a gozar
com a imagem que vi, e achei que seria inevitável quando ela começasse a me
possuir. Uma mulher corpulenta, dona daqueles firmes seios, com aquele enorme
quadril contraído pela cinta justa e um membro em riste para me invadir, o gozo
pareceu uma pequena questão de tempo.
Eu estava diante de uma verdadeira
Rainha, a Rainha do meu carnaval particular. Ela me fez deitar carinhosamente
sobre a mesa, exatamente como ela estava antes, quando se deitou para que eu a
lambesse. Então Adriane me untou com o lubrificante e começou a forçar o consolo,
lentamente. Com total concentração, começou a me penetrar. Senti um pouco de
dor no início, mas ela foi paciente e escrupulosamente cuidadosa. Não demorou e
deu início a movimentos que precipitavam o seu quadril contra o meu e,
inadvertidamente, quando percebi, já estava com o pau já mole.
Ela alternava humilhações verbais com
carícias e palavras de cuidado com o meu corpo, perguntando por vezes se me
machucava. A certa altura, disse que eu era a sua putinha. Surpreendeu-me a sua
desenvoltura, meu pau já duro de novo, mas eu não conseguia gozar daquela
maneira, até que houve um momento em que ela retirou o consolo e disse que
estava na hora.
Comemorei internamente por achar que
finalmente poderia penetrá-la, mas não aconteceu. Adriane permaneceu ali, de
pé, entre as minhas pernas abertas para ela e começou a masturbar-me. Bateu uma
punheta de um jeito que desde sempre ela sabia que eu seria incapaz de resistir
e, enfim, enchi o meu abdome e peito de gozo.
Foi um gozo forte que me inundou
completamente, um jato forte que parecia esperar havia dias, meses, anos por chegar.
Ela riu com o volume de minha satisfação e começou a brincar com o meu pau já
meio amolecido. E não deixou de observar, entre risos de zombaria, que o dela
ainda era maior que o meu. Ficamos assim por um breve instante e fomos tomar um
banho juntos.
Não repetimos mais a prática depois
daquele dia, embora tenhamos transado mais vezes. E apesar da inversão
continuar a ser uma fantasia que ainda muito me toma, não considerei a experiência
das mais intensas.
Adriane jamais abriu mão de transar
com o seu amante casado, que ainda hoje considera o seu comedor irretocável e insubstituível,
o bem dotado que segura o gozo pelo tempo que ela quiser, que a chupa, que come
o seu cuzinho sedento e privado ao seu amante. Jamais perdemos o contato,
embora o sexo tenha rareado e hoje já não temos mais que amizade.
Até mesmo porque conheci Melina, que
me faz tremer só em mencionar o seu nome.


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