#645 - A realização de um sonho. (Relato)

Caros amigos de chifres, 

no post de hoje do nosso Blog Meus Chifres, temos mais um delicioso relato enviado por nossos leitores que nos acompanha e faz o nosso Blog ser o mais diferenciado blog sobre o fetiche cuckold nos mais de 55 países de onde somos acessados e compartilhados, todos os dias.

O corno da vez é um leitor que se apresenta como "Nomade Proibido". Ele nos acompanha há algum tempo e vem compartilhar a inusitada experiência de um chifre que foi facilitado por uma postagem do nosso Blog Meus Chifres, que o ajudou a identificar o macho alfa que partiu para cima da sua esposa, na Paria do Sonho, cenario do relato do post #395.

Vejam a seguir, como se deu esse inusitado chifre.

Cara, deixa eu te contar uma coisa que aconteceu comigo nesse último fim de semana em Itanhaém, porque até agora eu ainda fico pensando em tudo aquilo. 

Eu fui passar dois dias na cidade com minha esposa e nossa filha. Ficamos perto da Praia do Sonho . Era sexta-feira à tarde, por volta das quatro, e o tempo estava meio estranho, nublado, aquele clima de praia que parece que vai chover a qualquer momento. Por causa disso a praia estava quase vazia. Estávamos caminhando tranquilos pela areia quando nossa filha viu um quadriciclo estacionado perto do posto de salva-vidas e falou que queria tirar uma foto. Ela é bem animada com essas coisas, gosta de registrar tudo quando a gente viaja.

Minha filha, é praticamente uma versão mais nova da mãe. As duas têm o mesmo biotipo: baixas, pernas grossas, corpo bem definido. Minha esposa tem 35 anos, cerca de 1,55 de altura, cintura marcada e aquele jeito de quem chama atenção mesmo sem tentar. Nossa filha herdou muito disso, inclusive às vezes as pessoas pensam que elas são irmãs quando estão juntas.As duas estavam de biquíni naquele dia, daqueles modelos mais modernos. Nada exagerado, mas chamavam atenção na praia vazia.Quando minha filha pediu a foto, o salva-vidas que estava ali respondeu na hora:Pode tirar sim, fica à vontade.E foi aí que começamos a conversar.

O cara parecia ter uns 40 anos, tranquilo, educado, daqueles que conversam olhando nos olhos. Como a praia estava vazia, ficamos ali batendo papo por bastante tempo. Ele falou sobre a cidade, sobre os dias em que a praia fica cheia, sobre os pontos mais conhecidos de Itanhaém. Minha filha perguntava bastante coisa. Perguntou se sempre tinha quadriciclo ali, se a praia ficava cheia no verão, se dava para ver golfinho às vezes. Ele respondia tudo com paciência, até brincava com algumas perguntas dela. Uma coisa que me chamou atenção foi que, apesar de minha esposa e minha filha chamarem atenção naturalmente, ele nunca ficou com aquele olhar seco ou desconfortável. Sempre conversando de forma respeitosa.

Isso acabou criando uma certa confiança. Depois de um tempo ele comentou que, se precisássemos de alguma coisa na cidade, poderíamos chamar ele. E me passou os seus contatos no WhatsApp e no Telegram. 

Foi quando aconteceu algo curioso. Quando vi o usuário do Telegram, senti que já tinha visto aquilo antes. Demorei alguns segundos olhando e então lembrei: era o mesmo contato citado em um relato que eu tinha lido anos atrás em um blog que eu e minha esposa acompanhávamos. Se não me engano, era o relato do post #395 daqui do Blog.

Na hora eu não falei nada. Mas aquilo ficou martelando na minha cabeça. No sábado aconteceu outra situação. Acordamos e descobrimos que tinha faltado água. Já era quase uma da tarde e o fornecimento ainda não tinha voltado ao normal. Ficamos todos irritados com aquilo. Minha esposa até falou que nem estava mais com vontade de ir para a praia. Acabou indo de vestido mesmo, por cima da roupa, dizendo que talvez nem entrasse no mar.Eu até brinquei com ela, perguntando se "pelo menos uma calcinha sexy você colocou, né amor?" Ela riu e respondeu que "lógico, né".

Nossa filha, pelo contrário, estava animada. Tinha levado um biquíni novo para estrear e resolveu usar justamente naquele dia. Quando chegamos na praia mandei mensagem para o salva-vidas e o encontramos ele no mesmo lugar do dia anterior. Ele estava com um cooler cheio de coisas: Skol Beats, suco, água, que nos ofereceu sem cerimônia. O detalhe que mais me chamou atenção foi quando ele tirou um sorvete de pistache da marca Bacio di Latte. Minha esposa e minha filha adoram essa marca. Na hora percebi que ele devia ter guardado aquilo de algum comentário do dia anterior, o que demonstrava o interesse e astúcia dele, confirmanso o interesse dele na minha esposa. Minha filha ficou super animada: "Nossa, eu amo esse sorvete!" — ela falou, ele só riu.

Ficamos ali conversando mais um tempo. Em determinado momento minha filha entrou no mar várias vezes e acabou voltando cheia de areia e sal. Foi quando ele simplesmente pegou a chave e falou que poderíamos subir no apartamento dele para tomar um banho rápido. Subi primeiro com minha filha. Usamos o banheiro rapidamente e descemos. Depois de um tempo ele virou para minha esposa e falou que ela também poderia subir, caso a água do hotel ainda não tivesse voltado. 

Ela olhou no fundo dos meus olhos dava para sentir ela ofegante. Apenas sorri e disse "sobe com ele, eu já subi com a Aline", e fiquei lá embaixo com nossa filha esperando. No começo, tentamos agir normalmente. Conversamos sobre a viagem, sobre o sorvete, sobre o mar. Depois de uns vinte minutos, minha filha começou perceber a demora da mãe:  "a mãe demorou, né?"


Tentando dissimular o fato evidente, falei que talvez ela estivesse lavando o cabelo, criando uma justificativa plausível para o que, no meu íntimo, desejava qie estivesse acontecendo. Mais um tempo passou, e nossa filha volta a perguntar já com algum incômodo na sua fala: "Será que ela está arrumando o cabelo lá em cima?" Repetindo o esforço, tentei ser o mais natural possível concordando com a hipótese plausível que minha própria filha havia lançado: "Pode ser… ou o chuveiro lá é bom e ela resolveu aproveitar".

Minha filha ficou olhando para o prédio de vez em quando, e suas desconfianças pareciam se consolidar:

 A mãe falou que ia ser rapidinho. Eu ria meio sem jeito e tentava mudar de assunto:

- Vai lá molhar o pé no mar de novo.
Falava tentando passar um ar de tranquilidade mas, por dentro, minha cabeça estava completamente confusa.

Quase uma hora já hava se passado quando minha filha comentou, evidentemente incomodada

- Pai, será que ela esqueceu a gente aqui?

Brincando, respondi dizendo que era bem capaz e emendei com um "Já, já, ela desce." Mas naquele momento eu estava vivendo uma mistura muito estranha de sentimentos: curiosidade, ansiedade e uma expectativa que eu mesmo não sabia explicar direito.

Finalmente minha esposa apareceu depois de quase uma hora e meia no partamento do salva-vidas sarado. Cabelo molhado, rosto bem vermelho, como se tivesse feito um esforço físico grande. O batom que ela estava usando mais cedo já tinha desaparecido.

Minutos depois ele também desceu, agora apenas de short. Conversamos mais alguns minutos ali como se nada tivesse acontecido até que nos despedimos. Ele começou a recolher as coisas dele enquanto nos preparávamos para ir embora.

Então, me vi surpreso, com a pergunta que minha filha fez para ele:  " - Você vai estar aqui amanhã de novo?

Ele sorriu e respondeu: "- Vou sim. E amanhã eu deixo você andar de quadriciclo."

Minha filha abriu um sorriso enorme. Saímos andando pela praia. Pouco depois meu celular vibrou. Era uma mensagem dele com uma foto. E naquele momento eu tive a sensação de que aquela viagem simples para a praia tinha se transformado em uma história que eu jamais imaginei viver fora da internet. Minha esposa me contou tudo o que rolou. Ate o cu dela, ele comeu. Ele a esfolou tanto, a ponto da su buceta dela ficar inchada e ardida até o dia seguinte.

Por isso, que só tenho a agradecer ao blog por sempre encorajar casais e maridos cuck a viver essas fantasias. Ver minha esposa esfolada foi a realização de um sonho. 

Comentários

  1. Que delícia de relato! Já quero levar a Bruna nessa praia! Parabéns ao casal!

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  2. Delícia de relato! Se sua filha for maior de idade, conte pra nós como foi o passeio de quadriciclo dela…

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  3. Parei de ler um outro blog porque suas narrativas envolviam relações incestuosas. Achei que esse relato traria algo próximo e já achei que iria desistir desse também. Ainda bem que não avançou nessa direção. Amo putaria, mas esse limite é fundamental para minha saúde mental. Penso que nossos filhos, sobretudo, têm que ficar fora desse jogo que é nosso.

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    1. Caro,

      Perante o seu comentário, torna-se imprescindível esclarecer que no Brasil, o relacionamento incestuoso não configura ilícito criminal. A ilegalidade do relacionamento incestuoso é determinada pelo código civil para fins de proteção do patrimônio, determinando a proibição do casamento entre parentes consanguineos, ascendentes e descendentes para fins de proteção do direito relacionado à sucessão.

      O problema de natureza criminal da relação incestuosa decorre de quando tal relação se constitui a partir de abuso de ascendente maior de idade sobre descendente menor de idade, o que geralmente configura o abuso de vulnerável.

      Diante do exposto, devo informar que aqui no Blog Meus Chifres você poderá ler algum relato que envolva relação incestuosa, conforme já foi publicado em dois relatos, experimentada por parentes adultos, sem nenhum abuso praticado contra menores de idade ou pessoa vulnerável.

      O incesto é fetiche, assim como o é a nossa prática de Cuckold & Hotwife. Ocorre que por força da pressão exercida pela Igreja, em busca do dízimo, terminamos por demonizar a prática que no princípio da humanidade era considerada normal.

      Como somos seres culturais e superiores, faço este alerta para que tenhas a devida clareza quanto só que te faz de afastar de um blog quando o tema do incesto é abordado.

      Concordo contigo se o motivo for relacionado à questão da proteção da Criança e do Adolescente, questão inegociável. Agora se o problema for decorrente da alienação religiosa, devo informar que meu cérebro já é imune a tal estímulo.

      Abraços de Corno

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    2. Exatamente era a isso que me referia, à proteção à criança e adolescentes. Na medida que eu lia, me parecia que se tratava de uma adolescente e temi que a coisa tomasse esse rumo, mas felizmente, como disse, não tomou. E como nunca vi algo assim aqui no blog, fiquei apreensivo. No mais, embora, particularmente, eu não tenha qualquer apreço pelas práticas incestuosas, estamos de acordo - embora deva apenas sublinhar, a título de mera informação, que o cristianismo não seja a única cultura que demonize tal prática. No oriente não cristão, por exemplo, também encontraremos algo do tipo. Abraço.

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  4. Assim: gostei do relato, mas não seria mais fácil vc e sua esposa só abrirem a real pra filha de vcs sobre como é o casamento de vcs 2? Pergunto isso pq ficou muito aquelas situações nas quais as pessoas sabem o que tá rolando, porem ela não abrem o jogo entre si. Pelo seu comentário sua filha deve ter no mínimo uns 16 anos, e isso é idade o bastante pra poder sentar e explicar pra ela, pois se isso tivesse ocorrido a cena dela perguntando sobre a demora da mãe não teria existido

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    1. Caro,
      Nunca é fácil para um pai uma mãe, abrir o jogo para um filho quando o assunto envolve um fetiche tão demonizado.

      A teoria, na prática, é diferente.

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    2. A verdade é que ninguém vai sair contando sobre a sua própria vida sexual para todo mundo principalmente para os filhos.
      No caso das fantasias sexuais as pessoas tentam se resguardar mais aínda.

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    3. Inclusive a maioria dos cuckolds são conservadores.
      Isso é mais um dos motivos para não sair falando sobre a fantasia com ninguém.

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  5. Conforme já muito bem esclarecido pelo dono do blog, a prática do incesto não configura crime se ocorrer entre duas pessoas maiores de idade, plenamente conscientes do que estão fazendo, de livre e espontânea vontade e não envolver qualquer tipo de coação, abuso ou violência, física ou psicológica.

    Posto isto, não sei se foi impressão minha ao ler o texto, mas me pareceu que existe uma vontade do narrador da história de que sua filha saiba do seu fetiche em ser corno e que talvez haja também uma vontade dele que a filha faça parte desse mundo liberal do casal, seja como amante dos dois ou dos homens que satisfazem a mãe.

    Se for esse o caso, sem dúvida a história se torna muito mais provocante. Transformar a filha numa hotwife ao lado da mae é um passo muito ousado e perigoso, porém excitante, não dá pra negar.

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    1. Independente do que possa parecer, a vontade da filha é dela. Se o pai a induzir ao mundo liberal, é abuso.

      Um ser humano sadio, com a sua mente em paz, não dedica a sua energia sexual aos seus filhos. Se ele esta pensando nisso, é urgente que propcure um terapeuta pois seus traumas de infância ultrapssaram os limites da sanidade, ja beirando a psicose

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  6. Caros amigos: concordo, que relato excitante! Quanto ao incesto, perguntaria ao coordenador do Blog, que foi muito claro ao explicar que incesto consentido entre adultos não é crime no Brasil: o que tem a dizer sobre o incesto entre irmão e irmã menores de idade? É crime? Obrigado.

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    1. Acredito que não há impedimento legal para um relacionamento sexual entre duas pessoas menores de idade, mesmo que sejam parentes, como é o caso de irmãos, desde que exista vontade livre e consciente das duas partes e que não haja, claro, qualquer tipo de abuso, coação ou violência física ou mental de uma sobre a outra.

      Claro que isso somente se aplica a pessoas com pleno discernimento mental. Um jovem com qualquer tipo de distúrbio neurológico ou psicológico, que não é plenamente capaz de tomar decisões lógicas por si só e que por isso precisa ser acompanhado, deve ser cuidado e preservado na sua intimidade, pois, do contrário, sim, se estaria praticando um crime, sobretudo se cometido por um irmão.

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    2. Uma criança não tem livre consentimento para nenhuma pratica sexual. Qualquer ato libidinoso, sexual, que se pratique com um menor de 14 anos é estupro de vulnerável e se for maior de 14 e menor de 18 é abuso sexual. Caso seja promovido ou praticado por pessoa meno de 18 anos, este será punido na forma prevista no ECA, a depender do ato e da idade do agente, desde as medidas sociodeducativas mais leves reclusão em Centro de Ressocialização

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  7. Corno da Fernanda
    Que belo depoimento!
    Queria ter frequentado essa praia, qdo a Fernanda ainda tava curtindo o seu lado Hotwife.
    Acho que ela ia curtir conhecer esse salva vidas tão simpático e cativante.
    Ia amar ficar só sentado na cadeirinha e vendo ela de longe, conversando e interagindo com ele, pois ela é uma pessoa bem simpática e expansiva.
    Aposto que ia rolar uma troca de whatsapp, pra uma saída mais tarde.
    Qto a questão da filha, não vejo uma situação de "incesto" pois a filha não desconfia que o pai é Corno Manso da mãe dela, portanto, o que poderia acontecer com ela, é depois do passeio de quadriciclo, o salva vidas TB dar um pega nela.

    Claro, imaginando que ela é maior de idade, pra mim até na faixa dos 20 anos.

    Aliás isso nem é tão difícil de acontecer, pois já vi relatos de Sogras que acabaram dando para o genro delas e até para de mães que tinham amante, que depois conheceu a filha e namorou com ela ,( sem a filha saber que ele era o garanhão da mãe).
    Sobre contar para os filhos, acho complicado na vida real.
    São questões que mexem muito com a cabeça dos envolvidos e nem todo filho/filha, teria maturidade para entender esse lado dos pais.

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    1. No caso em tela, só haveira incesto se o pai ou a mãe pegasse a filha. Se a filha ficasse com o salva vidas, o pai que se foda com isso, ele nao tem nada a ver com a vida íntima dela que já é maior de idade. Larguem mão de discutir isso...E se não conseguem é sinal que estão precisando de um terapeuta urgentemente para analisar essa falha de formação do superego

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    2. Corno da Fernanda
      Também não entendi onde entraria o "incesto", nesse relato...

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    3. Ou é fissura (beirando a psicose) ou é equívo no conceito

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  8. Rapaz, fiquei com vontade de visitar essa praia junto com minha mulher. A desculpa de não ter água no hotel foi perfeita. Adoraria ficar esperando na praia enquanto ela se divertiria com o salva chifres, digo, salva vidas.

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    1. ..."Salva-Chifres"..kkkk excelente. Vou até perguntar a ele se está de acordo alterar o seu nome na sa página pessoal aqui do blog

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  9. Não achei que o conto iria caminhar para algo incestuoso me parece ser uma conversa normal e não abri o jogo com a filha talvez seja por não ser a hora pelo que entendi foi o primeiro chifre do cara e ele nem contava com isso por isso faz sentido a filha estar e como o comedor foi educado tudo fluiu como uma amizade

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