Caros amigos de chifres,
no post de hoje do nosso Blog Meus Chifres, temos a continuação do relato enviado pelo Rocco, um corno baiano que, desafiando a natureza, é o único homem deste mundo com a sorte de encontrar o rio das hotwives, de onde encontrou uma surpreendete sequencia de 4 hotwives que lhe adornaram a testa, sem que ele precisasse fazer qualquer esforço como de costume temos que fazer.
Vejamos agora a segunda parte do relato do manso sortudo, a respeito de Melina, a sua vizinha e quarta hotwife que o manso teve na vida.

Melina me contou que faria uma apresentação na próxima sexta-feira numa
casa de dança. Seria um evento pequeno, onde apenas profissionais da área
discutiriam formas viáveis para atrair novos alunos para a modalidade. No
encerramento haveria algumas exibições e ela faria um breve número de dança do
ventre.
Disse que adoraria contar com a minha presença, que seria um dia muito
especial para ela. Animei-me com o convite, pois embora ela já fizesse uma
dança particular para mim, ainda não a havia visto em uma performance
profissional. Porém, continuou ela:
- Espero que não se importe que eu tenha convidado o João
também.
Engoli seco e disse que, caso preferisse, eu
poderia ir outra vez, que não faltaria oportunidade, apesar de minha enorme
vontade de vê-la dançar. Melina afirmou que ficaria desapontada com a minha
ausência, uma vez que até já havia trazido o meu convite com antecedência, e
retirou o ingresso da bolsa. Agradeci com um beijinho na boca e não tive mais
como negar.
- Outra coisa, posso ir com você? É que fica
muito mais perto para mim e não quero pedir para João vir de tão longe e voltar
para academia que fica aqui perto.
- Sem problemas, vamos juntos - respondi.
Na sexta-feira, pontualmente às 18 horas, eu
estava pronto à espera da “minha” dançarina. Ela havia chegado do ensaio às
pressas para um banho e já teria que retornar para fazer a sua apresentação. Às
18h30min a campainha tocou, estava estonteante, belamente maquiada, os longos
cabelos presos.
- Você está devastadora! Melina beijou-me e
disse que gostou muito de minha nova camisa preta com botões que eu havia
comprado especialmente para a sua apresentação.
- Você parece o Drácula vestido assim, disse
rindo.
Seguimos como dois apaixonados de mãos dadas até o
carro, onde fiz questão de lhe abrir a porta. Chegamos à academia e João já estava lá. Um rapaz que devia ter um pouco
mais do que a idade dela, de estatura média e de físico atlético, diferente do
meu, um tipo magro nada atlético. Descemos do carro e já não demos as mãos, ela
foi em direção ao seu “amigo” e o beijou na boca rapidamente, uma bitoca
ligeira. Trouxe-o em minha direção, nos apresentou e disse que teria que ir
porque estava em cima da hora, deixando-nos os dois a sós. O rapaz pareceu-me
simpático e nos falamos brevemente sobre alguma amenidade. E então permanecemos
calados até que a chamada para o início do evento nos salvasse do flagrante
constrangimento da situação. Deslocamo-nos todos os convivas ao salão.
Aproveitei a situação e aleguei precisar ir ao banheiro e deixei-o seguir
sozinho. Ao retornar, pude perceber, com grande satisfação, que já não havia
lugar nas cadeiras ao seu lado e fiquei num assento ainda um pouco próximo a
ele.
Houve pouco tempo para que respirássemos e logo uma professora foi ao
centro do tablado, decretou o fim da Jornada e agradeceu a todos pela presença.
Os dançarinos todos se reuniram e também agradeceram e logo os amigos e
familiares ali presentes foram cumprimentá-los. Melina se desvencilhou das
colegas, olhou-me de longe e seguiu em direção a João até que se abraçaram e se
beijaram, dessa vez com alguma demora. Ela acenou em minha direção como se
fôssemos velhos amigos e eu fui até ela para parabenizá-la. Disse-me que não
precisava se preocupar que retornaria com João para casa. Despedimo-nos e deixei a academia. Parei num posto de
gasolina próximo, comprei alguma coisa para comer e fiquei ali tentando
entender tudo o que estava acontecendo. Logo em seguida, pude vê-los
sair no carro preto de João. Ela me viu no posto e não acenou, apenas seguiu-me
com os olhos. Permaneci ali por um tempo e finalmente entrei no carro e segui
para casa.
Ainda não era tão tarde, não passavam de 22 horas quando cheguei.
Desfiz-me das roupas e fui ver os meus e-mails, ler alguma coisa, enfim,
tentava remover os pensamentos da imagem de Melina com aqueles quadris
exuberantes de um lado ao outro a seduzir outro homem. Estava definitivamente
enciumado e ao mesmo tempo impotente para fazer ou dizer o que fosse. Fui à
janela algumas vezes na vã esperança de que ela logo retornasse para casa, até
que desisti e liguei a TV para ver um filme o qual era incapaz de me manter
concentrado. Olhei meu telefone inúmeras vezes na expectativa de que houvesse
alguma mensagem de Melina, mas nem sinal de seu paradeiro. Amarguei uma espera,
minha tentativa de esquecê-la era inútil e a sensação me era familiar, havia
sentido algo semelhante nos tempos de Valéria.
- Mete logo e para de conversa.
- Responda, sua puta, você deu, não foi? Responda!
Disse isso e meti com força, penetrei-a quase em desespero.
- Você quer mesmo saber, não quer?
- Quero, fala, vai, eu sei que você deu!
- Quer?
- Quero, fala, sua puta, vadia, você deu essa bucetinha gostosa
para outro macho, não foi?
Ela se virou para mim, me olhou daquele jeito safado de sempre e
respondeu:
- Eu não dei.
Ouvir aquilo aqueceu meu coração que há poucos instantes padecia no frio
de um possível abandono. Mas não me dei por satisfeito e insisti:
- Mentira, vadia, eu sei que deu.
- Mas bati uma punheta para ele. E é bom que você saiba que ele
quer muito me comer...
Nessa hora ela gozou forte, então eu dei-lhe mais um tapa e ela gemeu um
pequeno grito que misturava entre a dor e o prazer.
- Ele quer me comer, ele quer muito enfiar o pau enorme dele em
mim, mas não dei... Ai, mete, vai, mete mais, eu quero mais, mete para eu não
querer deixar outro pau entrar em mim, vai, mete...
Ao falar essas palavras, ela bateu em meu rosto enquanto me olhava com
firmeza.
- Mete, vai, mete feito macho, me come mais, cachorro.
- Você não deu mesmo, não é? Me fala que não vai dar, vai...
Coloquei-a de costas outra vez e meti como um cão numa cadela, atado ao
seu tórax. Ela gemeu forte com minha estocada.
- Eu não sei, ele quer muito...
- Você é mesmo uma putinha, né?
- Sim, sou, sou uma puta e por isso que eu acho que vou terminar
dando pra ele, aiiiii.
- Estou gozando, Melina, estou gozando em você, sua puta escrota, sua puta safada! Eu não estou aguentando mais te comer, estou gozando.
- Eu sei que você não aguenta com uma puta de verdade... Goza, vai,
goza, safado...
Arfei abraçado a ela. Eu estava liquidado, derrotado e humilhado por uma
tirania sexual que se impunha de uma vez por todas sobre o meu sexo. Ela então
me apertou contra seu corpo e também gozou outra vez. Rolamos na cama e ficamos
ali deitados, abraçados, e dormimos assim. Havia uma poça de gozo na cama de
tanto liquido que saíra de dentro de nossos corpos, mas nada mais nos importava
além de nos mantermos atados incondicionalmente.

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