#650 - Melina e um mundo à parte (2) (Relato)

Caros amigos de chifres,

no post de hoje do nosso Blog Meus Chifres, temos a continuação do relato enviado pelo Rocco, um corno baiano que, desafiando a natureza, é o único homem deste mundo com a sorte de encontrar o rio das hotwives, de onde encontrou uma surpreendete sequencia de 4 hotwives que lhe adornaram a testa, sem que ele precisasse fazer qualquer esforço como de costume temos que fazer.

Vejamos agora a segunda parte do relato do manso sortudo, a respeito de Melina, a sua vizinha e quarta hotwife que o manso teve na vida.

Melina me contou que faria uma apresentação na próxima sexta-feira numa casa de dança. Seria um evento pequeno, onde apenas profissionais da área discutiriam formas viáveis para atrair novos alunos para a modalidade. No encerramento haveria algumas exibições e ela faria um breve número de dança do ventre. 

Disse que adoraria contar com a minha presença, que seria um dia muito especial para ela. Animei-me com o convite, pois embora ela já fizesse uma dança particular para mim, ainda não a havia visto em uma performance profissional. Porém, continuou ela: 

- Espero que não se importe que eu tenha convidado o João também. 

Engoli seco e disse que, caso preferisse, eu poderia ir outra vez, que não faltaria oportunidade, apesar de minha enorme vontade de vê-la dançar. Melina afirmou que ficaria desapontada com a minha ausência, uma vez que até já havia trazido o meu convite com antecedência, e retirou o ingresso da bolsa. Agradeci com um beijinho na boca e não tive mais como negar. 

- Outra coisa, posso ir com você? É que fica muito mais perto para mim e não quero pedir para João vir de tão longe e voltar para academia que fica aqui perto. 

- Sem problemas, vamos juntos - respondi.

Na sexta-feira, pontualmente às 18 horas, eu estava pronto à espera da “minha” dançarina. Ela havia chegado do ensaio às pressas para um banho e já teria que retornar para fazer a sua apresentação. Às 18h30min a campainha tocou, estava estonteante, belamente maquiada, os longos cabelos presos.

- Você está devastadora! Melina beijou-me e disse que gostou muito de minha nova camisa preta com botões que eu havia comprado especialmente para a sua apresentação.

- Você parece o Drácula vestido assim, disse rindo.

Seguimos como dois apaixonados de mãos dadas até o carro, onde fiz questão de lhe abrir a porta. Chegamos à academia e João já estava lá. Um rapaz que devia ter um pouco mais do que a idade dela, de estatura média e de físico atlético, diferente do meu, um tipo magro nada atlético. Descemos do carro e já não demos as mãos, ela foi em direção ao seu “amigo” e o beijou na boca rapidamente, uma bitoca ligeira. Trouxe-o em minha direção, nos apresentou e disse que teria que ir porque estava em cima da hora, deixando-nos os dois a sós. O rapaz pareceu-me simpático e nos falamos brevemente sobre alguma amenidade. E então permanecemos calados até que a chamada para o início do evento nos salvasse do flagrante constrangimento da situação. Deslocamo-nos todos os convivas ao salão. Aproveitei a situação e aleguei precisar ir ao banheiro e deixei-o seguir sozinho. Ao retornar, pude perceber, com grande satisfação, que já não havia lugar nas cadeiras ao seu lado e fiquei num assento ainda um pouco próximo a ele.

Iniciaram-se as apresentações. Tango, salsa, flamenco, seguiram-se os ritmos e os dançarinos até que, por fim, o nome de Melina foi anunciado para a dança do ventre. Ela entrou em companhia de outras duas bailarinas, mas, em minhas fantasias, tudo me fazia crer ser ela a senhora de um harém montado especialmente para mim. Dançou divinamente até que as outras duas deixaram o palco e, finalmente, reinou soberana, sozinha sobre o tablado. Suspirei quando pude notar os seus olhos penetrantes em minha direção e, como se não bastasse, veio até mim e sacudiu o quadril freneticamente como uma sacerdotisa encantando uma serpente. A rapidez de seu quadril pareceu equivaler ao tempo que ficou em minha frente, pois logo em seguida foi em direção a João e fez muito mais. Sacudiu o quadril, levou o busto em sua direção, rebolou como se quisesse nos hipnotizar a todos e manteve o rapaz ali, embasbacado, até que ela se virou de costas para ele, lançou-me um olhar penetrante e deixou o tablado, sob o fim da música e uma enxurrada de aplausos. Tudo pareceu minuciosamente calculado por Melina. E não poderia ser de outro jeito sendo ela quem é.

Houve pouco tempo para que respirássemos e logo uma professora foi ao centro do tablado, decretou o fim da Jornada e agradeceu a todos pela presença. Os dançarinos todos se reuniram e também agradeceram e logo os amigos e familiares ali presentes foram cumprimentá-los. Melina se desvencilhou das colegas, olhou-me de longe e seguiu em direção a João até que se abraçaram e se beijaram, dessa vez com alguma demora. Ela acenou em minha direção como se fôssemos velhos amigos e eu fui até ela para parabenizá-la. Disse-me que não precisava se preocupar que retornaria com João para casa. Despedimo-nos e deixei a academia. Parei num posto de gasolina próximo, comprei alguma coisa para comer e fiquei ali tentando entender tudo o que estava acontecendo. Logo em seguida, pude vê-los sair no carro preto de João. Ela me viu no posto e não acenou, apenas seguiu-me com os olhos. Permaneci ali por um tempo e finalmente entrei no carro e segui para casa.

Ainda não era tão tarde, não passavam de 22 horas quando cheguei. Desfiz-me das roupas e fui ver os meus e-mails, ler alguma coisa, enfim, tentava remover os pensamentos da imagem de Melina com aqueles quadris exuberantes de um lado ao outro a seduzir outro homem. Estava definitivamente enciumado e ao mesmo tempo impotente para fazer ou dizer o que fosse. Fui à janela algumas vezes na vã esperança de que ela logo retornasse para casa, até que desisti e liguei a TV para ver um filme o qual era incapaz de me manter concentrado. Olhei meu telefone inúmeras vezes na expectativa de que houvesse alguma mensagem de Melina, mas nem sinal de seu paradeiro. Amarguei uma espera, minha tentativa de esquecê-la era inútil e a sensação me era familiar, havia sentido algo semelhante nos tempos de Valéria.

Passadas quase duas horas de uma espera desiludida, ouvi a campainha ser acionada. Achei que seria a mãe de Melina, então vesti uma camisa e fui abrir. Errei, era ela! Não houve espaço para muitas palavras: arranquei sua roupa e a arrastei até minha cama. Agi com muita agressividade e tentei possuí-la por trás, mas ela resistiu, se virou em seguida e dei-lhe um tapa no rosto para que voltasse em sinal de obediência. Foi inútil, ela se virou e, ao contrário do que acontecia habitualmente, revidou-me a tapa e disse-me que hoje seria do jeito dela, que eu metesse logo. Perguntei se ela havia dado para ele.

- Mete logo e para de conversa.

- Responda, sua puta, você deu, não foi? Responda!

Disse isso e meti com força, penetrei-a quase em desespero.

- Você quer mesmo saber, não quer?

- Quero, fala, vai, eu sei que você deu!

- Quer?

- Quero, fala, sua puta, vadia, você deu essa bucetinha gostosa para outro macho, não foi?

Ela se virou para mim, me olhou daquele jeito safado de sempre e respondeu:

- Eu não dei.

Ouvir aquilo aqueceu meu coração que há poucos instantes padecia no frio de um possível abandono. Mas não me dei por satisfeito e insisti:

- Mentira, vadia, eu sei que deu.

As sensações foram se misturando loucamente dentro de mim. Os sentidos iam pouco a pouco se desfazendo e eu já não era capaz de organizar o mais elementar raciocínio. Apenas a volúpia me movia.

- Mas bati uma punheta para ele. E é bom que você saiba que ele quer muito me comer...

Nessa hora ela gozou forte, então eu dei-lhe mais um tapa e ela gemeu um pequeno grito que misturava entre a dor e o prazer.

- Ele quer me comer, ele quer muito enfiar o pau enorme dele em mim, mas não dei... Ai, mete, vai, mete mais, eu quero mais, mete para eu não querer deixar outro pau entrar em mim, vai, mete...

Ao falar essas palavras, ela bateu em meu rosto enquanto me olhava com firmeza.

- Mete, vai, mete feito macho, me come mais, cachorro.

- Você não deu mesmo, não é? Me fala que não vai dar, vai...

Coloquei-a de costas outra vez e meti como um cão numa cadela, atado ao seu tórax. Ela gemeu forte com minha estocada.

- Eu não sei, ele quer muito...

- Você é mesmo uma putinha, né?

- Sim, sou, sou uma puta e por isso que eu acho que vou terminar dando pra ele, aiiiii.

- Estou gozando, Melina, estou gozando em você, sua puta escrota, sua puta safada! Eu não estou aguentando mais te comer, estou gozando.

- Eu sei que você não aguenta com uma puta de verdade... Goza, vai, goza, safado...

Arfei abraçado a ela. Eu estava liquidado, derrotado e humilhado por uma tirania sexual que se impunha de uma vez por todas sobre o meu sexo. Ela então me apertou contra seu corpo e também gozou outra vez. Rolamos na cama e ficamos ali deitados, abraçados, e dormimos assim. Havia uma poça de gozo na cama de tanto liquido que saíra de dentro de nossos corpos, mas nada mais nos importava além de nos mantermos atados incondicionalmente.


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Comentários

  1. Já fui casado com uma mulher promíscua, que rapidamente me fez entender que desde nova era vadia, e deixei ela perceber que me excitava ao saber das aventuras do passado, quando percebeu, passou a me torturar mais, flertando com outros machos por telefone na minha frente antes mesmo de eu assumir que queria ser corno manso.
    Depois que assumi, levei chifre de toda forma que imaginar, em casa, na rua, no carro, no trabalho, cheguei a levar 3 chifres no mesmo dia com 3 caras diferentes. Um deles, simplesmente chegou e comeu ela, sem nenhum contato anterior, ela era MUITO promíscua, ao ponto de falar que não se importava com a aparência, e sim com o pau do macho. Me chifrava em frente de casa, deixava vestígios de chifres que nunca me contou... passou um tempo, fui pra castidade, começou me mandar usar as calcinhas dela, me enrabar, fazer fisting. Levei chifre em público, ela não se importava com nada, e eu simplesmente me entreguei porque meu pau chegava pingar de tanto tesão com a audácia daquela vagabunda em não ter um pingo de vergonha muito menos de pena. Muitas e muitas vezes lambi aquela buceta toda gozada, toda fodida, brigava comigo pra sair e me botar chifre.
    Separamos por outras circunstâncias e cada um seguiu.

    Hoje, solteiro, só consigo pensar em levar chifre da minha futura mulher. Quero ser casto, aceito até ser castrado se assim a futura dona quiser, quero ser feminizado por ela, cuidar dos afazeres e levar muito muito muito mas muito chifre, chifres grandes. E que minha futura mulher tenha quantos namorados quiser, onde quiser, na forma que quiser e que se quiser que isso seja exposto, eu aceitarei sendo fiel.

    Ser corno é caminho sem volta, acho que experimentei quase tudo que é possível, mas não estou satisfeito, gosto de buceta e de gozar dentro, mas não tem satisfação maior do que ver a própria mulher se deliciando com machos tarados que metem nela de uma forma que um manso como eu jamais vai conseguir.

    To na casa dos 30, se alguma tiver interessada, vou monitorar esse comentário por um tempo hehehe.

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    1. Caro amigo anônimo, você daria muito certo com a minha ex esse é o perfil dela.

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  2. Amo ser capacho de mulher, eu ficaria facilmente assistindo minha mulher se arrumando com as amigas pra sairem pra vadiar, ouvindo elas falarem de machos, de putaria, na minha frente e sem puder. Levá-las pras festas, buscar no motel, lavar as roupas que usaram pra vadiar. Eu sou completamente louco por mulher promíscua que vive livre, que usa a buceta sem receio, que se sacia sem se importar com regras e moralidades, esse perfil de mulher é o que tanto quero pra mim ser fiel.

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  3. Isso é sério mesmo? Estou sem palavras😱!!!!

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    1. Oi Nara,
      Sim, isso é sério, real e muito comum, embora pareça que não.

      Muitos dos que e vivem e convivem ao seu redor com certeza vivem de alguns forma o fetiche sobre o qual dialogamos aqui no blog.

      A questão é que o machismo estrutural da nossa sociedade, demoniza, reprime e invizibiliza o nosso fetiche não permitindo a liberdade sexual para lucrar com toda rede alternativas e estratégias que se precisa criar para podermos viver, ainda que clandestinamente, pequenas doses de vida liberal e plena.

      Permita-se, descubra-se e e desvele um mundo muito melhor de viver, onde você poderá experimentar a verdadeira experiência libertadora.

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    2. As historias do nosso amigão corno Rocco são fantasticas , que puta deliciosa essa Melina , é um lindo o jeito que ela domina o tesão dele fazendo ele de corno manso conformado,
      A dança do ventre sempre me fascinou , como as mulheres se vestem , como se movimentam , imagina o quanto o nosso amigo deve ter ficado fissurado vendo a putinha dele dançando dessa forma e ainda se mostrando para outro , imagina o tesão de chifrudo indo a mil vendo sua safada indo embora se enroscar com outro macho , para depois ir finalizar a noite dando a buceta de puta para ele , e como viagra de corno é chifre ele devia estar com o pau estourando de tanto tesão pois sua biscatinha estava a pouco punhetando outro safado e agora estava ali dando pra ele e confessando suas putarias
      Esse tipo de relato faz nosso coração de corno maso chifrudo safado disparar sem controle
      Quem sabe um dia eu tenha a sorte que todos vcs meus amigos cornos tiveram, em ter uma deliciosa esposa se entregando ao prazer de se tornar uma puta chifradeira

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  4. O editor do blog deva tomar muito cuidado com esses "relatos" que esse cara vem enviando pois em alguns momentos nos deixa a sensação de ser conto de ficção e não relato real, meta deste blog que acompaho por 8 anos, justamente por isso.

    Penso que se o blog cair nessa de ficar postando relatos de ficção, pode perder na qualidade se reduzindo ao monte de lixo e obviedade que encontramos na internet. Acho muito dificil, para não dizer impossível que um homem tenha tomado tantos chifres assim, de tantas mulheres diferentes.
    É muito estranho....o que mais vejo aqui sao homens reclamando do quanto é dificil convencer suas esposas e esse cara acha o caminho das mulheres liberadas assim, sem nenhum esforço?
    Isso aocntece na minha cabeça, quando bato punheta. Na realidade, mulheres tem muito o que preservar diante de uma sociedade machista e violenta contra elas. Nem parece que essas mulheres sçao barsileira e mais absurdamente, nordestinas.

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    1. Francisco Edson25/06/2026, 21:17

      Eu não quis ser indelicado mas tambpem sinto o mesmo em relação a esses "contos" do Rocco. Acho curioso que ele nunca manda fotos das mulheres, dos encontros, como é comum de ver nos outros relatos do blog, pelo menos na sua grande maioria. Vai ver que é por isso que o editor tá até usando IA para fazer as imagens do relato, se nada é verdade, que as imagens sigam o mesmo curso

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    2. Vou colocar minha posição e opinião resumida, até por que eu tenho meus pontos de vista, respeito as publicações, o crivo de nosso amigo Carlos. Realmente quem não esteve ao lado extremo do prazer fica está situação "artificial" e quem vivenciou ou vivencia, atualmente conhece as infinitas possibilidades e realizações e tais prazeres. Eu já fui muito porra loka, promiscua e nem sei como Edy ainda casou comigo pelo que fiz, hoje sou mais seletiva. Mas enfim, quando conheci na minha aborrecência o mundo liberal e principalmente o BSDM isso era coisa de doido, achava que estava sonhado devido as bizarrices que presenciei e senti na pele. Descrevo resumidamente, "prazer" não há limites para quem tem a mente aberta e sabe aceitar e usufluir do mesmo / da oportunidade. Evitem rotulações e julgamentos. Rotulações somente para dar ignição a chama do prazer. Quanto a fotos reais "CAIU NA NET" , respeite, possíveis traumas com a chegada da internet e a exposição ( fui vitima ) a muito tempo atrás, meu marido / corno sabe lidar melhor com isso, eu não. Não comentarei o que ocorreu por que já são águas. O Blog só tomei conhecimento e participação recentemente, meu corninho que segue desde o inicio e amo muito as publicações e compartilhamento de experiências.
      Nada contra as publicações nos comentários, incrementando o ponto de vista que talvez não tenha sido avaliado.
      Busquem por curiosidade: enemas , fisrting, squirt , switcher entre outras e me diga se é ficção cientifica . Pois é, para mim eram, até sentir na pele.

      ótimo dia a todos !!
      Parabéns Carlos, blog está surreal

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    3. Caros, o nosso blog, conforme vem sendo desde o seu início há 8 anos é um espaço para relatos reais.

      Obviamente que não posso entrar na mente de cada colega colaborador e os impedir de enviar alguma coisa que não tenha base no fato concreto mas, da mesma maneira, não vejo razão para alguém vir a mentir para toda nossa comunidade sem nenhuma razão, sem nenhum benefício para si.

      De fato, o relato domRocco tem uma particularidade exibindo uma sequência invejável e incomum de encontros naturais com mulheres que se assumem Hotwives sem esforço,.à despeito dos preconceitos da nossa sociedade machista,.mas não podemos afirmar que não se trata de um caso ímpar de boa sorte que ele teve na vida .


      Sigamos em frente

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    4. ... Completando,
      "Sigamos em frente... com ética e respeito aos princípios do blog!"

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  5. I was reluctant at first, but now I has learned to enjoy it after repeated exposure to cuckolding

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    1. Fetishes and pleasures I love indulging in—especially with the presence and support of my cuckold.

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    2. What made you reluctant at the start of your experience? What was the moment your opinion changed? How did that shift happen?
      Are you currently an active Hotwife?

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    3. Este comentário foi removido pelo autor.

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    4. Eu devia ter aprendido inglês 😞😂

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  6. Como o amigo Anonimo disse acima realmente é muito dificil trazer a esposa para esse mundo liberal , quando confessei abertamente para minha esposa que eu gostaria de viver esse tipo de vida e disse com todas as letras que meu sonho era ser um corno manso dela , abri o jogo e disse que eu gostaria que ela tivesse outras experiências , falei com todas as letra que se ela se tornasse uma puta chifradeira eu seria um homem feliz ,eu tinha 38 anos na época , ja estou com 47 anos e até hj nada
    Os relatos do amigo Rocco é de deixar qualquer aspirante a corno com inveja
    Eu acredito nele pois ja vi muita putaria em minha vida , muita gente sendo feito de corno e muita irmã evangélica sendo mais promiscua que as moças do job
    Esse mundo é grande e tudo é possivel , tenho um amigo que toda mulher que ele arrumou fez ele de corno , algumas ele descobriu e separou outras ele nem ficou sabendo , ( e não sou eu quem vai contar )
    Tem mulheres que ja deram tanto que agente nem faz ideia e tem homens que ja comeram tantas bucetas que nem no meu melhor sonho eu conseguiria acompanhar
    O mundo é um riu de possibilidades , tenho pra mim que ninguem viria aqui contar mentiras , cada um sabe o que viveu
    Minha amiga Edna mesmo ( submalu) relata historias incriveis e até crueis que ela passou na adolescência , aqui é um lugar onde podemos nos abrir sobre nossos desejos e fetiche
    Onde mais eu iria falar com todas as letras que quero ser corno , só aqui mesmo
    Amigo Rocco eu acredito em vc e aguardo mais historias seu cornão safado nos deixando cheios de inveja e tesão por suas aventuras que essas putas maravilhosas que cruzaram sua vida

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    1. Obrigado pelas palavras, amigo Jamil! Rocco.

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  7. Olá, pessoal, aqui quem fala é Rocco.
    Em primeiro lugar, muito obrigado pela leitura de vocês, fico feliz que esses relatos causem algum tipo de satisfação e seja mais uma oportunidade para dividirmos nossas experiências nesse lugar tão sério e ao mesmo tempo excitante. Quanto aos comentários sobre meus relatos serem “contos”, eu poderia simplesmente ficar lisonjeado com o que o que parece ser uma “acusação” de alguns de vocês. Isto porque não sou um contista e me vejo aqui equiparado a alguém que pratica um ofício que admiro. Também poderia apenas me envaidecer pelo fato de minha história de vida ser tão rica em experiências que tantos buscam e se esbarram em dificuldades, enquanto eu tenha dado a sorte de encontrar mulheres que não mediram esforços em viverem seus prazeres ao meu lado.
    Mas sei que preciso dizer mais, sobretudo, pelo meu grande respeito e admiração ao trabalho desenvolvido por Carlos e confiado por tanta gente que sofre por tentar viver com seus desejos, sem ofender ou violentar ninguém, e encontra aqui um ambiente sadio e livre. Pois bem, por tudo isso, creio que cabe uma explicação.
    Em primeiro lugar, quero dizer que, num primeiro momento, minhas experiências foram endereçadas a outro veículo que divulga histórias mescladas com algum tipo de literatura, com fantasias. Minha ideia inicial, portanto, foi transformar minhas vivências em algo como uma novela e divulgar noutro site, o que sempre achei que não conseguiria por não ser um escritor, como mencionei acima. Pois bem, publiquei uma parte, gostei do resultado, Carlos leu e iniciamos uma conversa. A ideia era eu retirar toda a parte literária, inventiva e deixar apenas o relato que traduzisse o que me aconteceu realmente. Titubeei, segui inseguro, mas o fiz e ele iniciou as postagens. É claro que nem tudo eu deixo no texto. Nomes, lugares e talvez uma ou outra profissão seguem ficcionais para preservar a minha identidade e das pessoas envolvidas. Mas os fatos mesmos, asseguro, todos aconteceram.
    Sobre as fotos, eu jamais as publicaria aqui, pois precisaria da autorização delas e, como podem notar pelas leituras, já não tenho contato com quase nenhuma das minhas ex-hots (vou chamar assim, rs). Também não sei se eu mesmo gostaria disso, então não teremos quaisquer fotos publicadas, lamento.
    Chamo atenção para que a leitura de minhas histórias não cause frustrações desnecessárias. Observem que nem tudo que vivi está nos relatos, mas apenas o que acho que importa, o que pode ajudar e/ou despertar a excitação que tantos buscam reconhecer naqueles que vivem situações como as que narro. Muita coisa difícil, brigas, desencontros, e mesmo problemas sérios são deixados de lado, coisas da vida de qualquer casal normal que não vejo sentido contar. Então, gente, calma, nem tudo é paraíso!
    No mais, reitero meus agradecimentos a Carlos pela confiança, assim como a de leitores como Jamil, Edna e tantos outros e outras leitoras que comentam por aqui. Se for a vontade de Carlos, chegaremos ao último capítulo do meu RELATO, mas saberei respeitar se e/ou quando não mais desejar. Abraços, Rocco.

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