#446 - Um guia sobre a chifropausa - Parte 3 (Dica)

 Caros amigo de chifres,  

concluindo a série de postagens dedicadas à compreensão da chifropausa, o maior mal que pode atormentar a vida de um corno manso, o nosso Blog Meus Chifres apresenta no post de hoje uma síntese das atitudes que já experimentamos para superar o mal da chifropausa, no sentido de ajudar os amigos de chifres que possam passar pelo mal algum dia.

É importante relembrar que, conforme sempre dissemos em nossas postagens com dicas, não estamos apresentando uma receita de bolo, infalível. São dicas experimentadas em nossas relações pessoais, compartilhadas em conversas sobre o assunto e que percebemos alguma efetividade quando aplicadas em determinados contextos.

Por isso, nunca é demais relembrar ao leitor que antes de colocar qualquer uma das sugestões em prática, ele deve analisar o contexto da sua relação pessoal a fim de cercar-se de certezas que tais sugestões aplicam-se ao seu caso concreto, afinal, cada caso é um caso, porque as pessoas são diferentes e influenciadas por contextos diferentes ao seu redor.

Nesse sentido, depois de ter identificado o conceito de chifropausa, falamos sobre a origem do termo, analisamos as quatro características  que identificam a maldita suspensão da alegria da vida de um corno e identificado os fatores deflagradores, bem como os seus efeitos colaterais, nesta última parte do guia elaborado pelo Blog Meus Chifres, apresentamos sugestões do que fazer para eliminar esse mal da vida do casal liberal.

São ações já experimentadas, com resultados positivos, aplicadas em dois níveis de atuação onde no primeiro nível de ações, propomos diligências aplicadas diretamente sobre os fatores deflagradores expostos no post anterior e depois um segundo nível de atitudes, todas aplicáveis no nível pessoal do corno, quando ele assume a responsabilidade de lutar pelo que lhe é mais caro nessa vida, resgatando a sua esposa e trazendo-a de volta ao seu lugar de rainha.


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1. O que fazer?  

Tendo ciência e controle sobre tudo o que  foi dito anteriormente, só resta ao marido manso lutar contra aquele que é o seu maior problema na vida de corno. Neste sentido, assim como listamos três níveis de fatores que podem deflagrar a chifropausa nas nossas esposas, listo a seguir, as sugestões que temos conhecimento de enfrentamento a cada um desses níveis de origem do mal indesejado.

6.1- Primeiro nível de diligências 

          6.1.1 Lidando com os maus comedores.

No espectro no nível 1, cabe a nós maridos mansos atuar desde antes da chegada deles junto às nossas esposas. Se houver espaços para a participação do manso na escolha dos amantes para ela, cabe ao corno ter a competência de identificar sinais no comportamento do candidato que possam ser indícios de um comportamento problemático para a sua esposa. 

Aqui em casa, por exemplo, quando em uso de redes sociais, forço ao máximo uma conversa inicial para ver se: a) o cara tem paciência e capacidade de levar uma conversa mais adiante e b) o nível de competência escolar, a partir da qualidade da sua escrita observando a  competência do candidato no que diz respeito à ortografia, gramática e semântica, tendo assim um fiel desenho da sua capacidade intelectual.

Claro que escolaridade não corresponde à educação doméstica. Por outro lado, nesses 15 anos de experiências de busca pelo macho alfa perfeito, já pudemos perceber que a ausência de um nível mínimo de escolaridade, corresponde sim a um nível de pensamento limitado e tosco que reverbera até mesmo na higiene pessoal do cidadão. Insistir no erro de dialogar com quem não consegue se comunicar  minimamente é certeza de se deparar com um pau peludo e fedorento mais à frente.

Testando a capacidade de diálogo dele, podemos ver o seu nível de ansiedade e paciência, competências fundamentais para por em prática o respeito pelo corpo e pela pessoa nas nossas amadas esposas, no momento da intimidade. 

Não havendo possibilidade do corno participar desse procedimento de escolha do amante, a recomendação é alertar a hotwife para a necessidade de antecipar esse olhar sobre os indícios de comportamento inadequado do próximo alvo dela. Mais uma vez invocando nossa própria experiência, cito o exemplo de um caso no qual minha esposa estava paquerando um colega de trabalho que em determinado momento deixou evidente uma característica que para nós é sinal de risco altíssimo.

Quando ela verbalizou a informação sobre o cara, descrevendo uma atitude da sua esposa, que era usuária de drogas, perguntei à minha esposa se não seria um ponto de atenção que ela deveria observar pois ou ele também seria usuário ou minha esposa correria o risco de uma reação destemperada da esposa dele que poderia, por estar sob efeito de entorpecentes, ter uma crise de ciúmes e agir com violência contra a minha esposa.


Levantando tal questão, fiz o meu papel de antecipar qualquer estresse futuro, mesmo estando afastado do processo de aproximação e negociação do relacionamento da minha esposa com o seu amante desejado. 

E, de fato, evitamos uma dor de cabeça daquelas!


Por fim, falando sobre o problema deles ficarem importunando nossas esposas após o encontro, resolvemos essa situação aqui em casa de uma forma simples e barata utilizando um app de mensagens exclusivo para o diálogo com os amantes dela. 

Conforme exposto no post #246, a depender da marca e modelo do seu aparelho telefônico, você pode ter de 2 a 4 aplicativos de whatsapp instalados no seu aparelho, usando um número de telefone diferente para cada um deles, o que lhe garante a devida segurança e discrição por não misturar seu contato pessoal com os amantes e candidatos a amantes da sua esposa. 

Ainda, sempre que iniciamos a abordagem por meio de redes sociais, o contato inicial é com o meu número de whatsapp e somente depois do primeiro encontro, se ela se interessar por ele, é que ele terá acesso ao whatsapp dela, exclusivo para fins de nossa vida liberal.

Obviamente que tanto no meu caso, quanto no da minha esposa, os chips não estão instalados nos nossos telefones, de modo que se o cara ligar, não conseguirá contato conosco. E para eliminar o risco dele tentar fazer uma chama de voz ou de vídeo pelo WhatsApp, damos o aviso que não toleramos sequer, ligações por engano, punindo com o o bloqueio eterno aquele que fizer o app tocar uma única vez que seja, anunciando uma chamada de vídeo ou de áudio.

Como o cara só terá acesso ao número dela depois de conhecê-la pessoalmente, ele já terá uma noção do que irá perder caso não tenha o devido cuidado com o nosso número na sua agenda. 

Aqui em casa, isso vem funcionando há pelo menos, 12 anos.

6.1.2 - Lidando com os nossos vacilos

Observando que os três níveis de fatores deflagradores da chifropausa estabelecem um circulo sobre o comedor, outro sobre nós maridos mansos e outro sobre as nossas rainhas,  chegamos então àquele que configura-se como o mais fácil de lidar para nós cornos mansos, obviamente porque o que há de se enfrentar está em nós mesmos e não depende da possibilidade de contato ou da aceitação de um terceiro sobre os cuidados que precisaremos tomar.

Conforme listado no tópico 4.2, basicamente o nosso vacilo se constitui quando não cuidamos dos nossos impulsos e agimos com ansiedade, tomando ações impensadas que não serão bem recebidas por elas e que poderão deflagrar o processo de início de uma longa (e até irreversível) chifropausa.

Neste sentido a primeira diligência que um homem deve tomar quando descobre, aceita e assume o fetiche é ir para a terapia e conversar com seu terapeuta sobre tudo isso e sobre suas vontades. Falando sobre o assunto, o corno estará mais aliviado e consciente de que atitudes ele deve tomar ou não a fim de evitar que sua ansiedade seja o seu maior inimigo na busca pelo chifre dourado.

Se não for possível ir ao terapeuta, recomendo a prática constante de autorreflexão a fim de identificar os pontos de maior tensão no fetiche para a cabeça do corno e assim ter planos "B", "C", "D"  e tantos outros sejam necessários para aqueles momentos em que venha a sentir no limiar de fazer algo que termine impactando negativamente o andamento do chifre ou do caminho para o chifre.

Diz um grande amigo de chifres, leitor do nosso blog, que o nosso espaço é terapêutico, é o seu divã de corno. Não tendo como fazer sessões de terapia, o corno alivia o seu estresse dialogando conosco por meio do WhatsApp e nos 6 anos de diálogos, podemos perceber uma mudança substancial nele que repercute em um comportamento mais ativo e lascivo da sua esposa que agora o chifra sem pudores ou reservas, bem diferentemente do que ocorria anos atrás.

Dessa forma o corno evita os atos impulsivos como exibição de fotos e vídeos da esposa sem a anuência dela o  que volta e meia terminam em chifropausa ou em saída definitiva do fetiche. Outro problema já relatado aqui no Blog é quando o corno vacila e atrapalha o momento da foda da esposa com o amante, um erro imperdoável que os iniciantes e os mais ansiosos tendem a cometer muito comummente. Para saber como lidar com isso, recomendo mais uma vez, a leitura da dica do post #76 do nosso Blog Meus Chifres


        6.1.3 - Prevenindo e lidando com as frustrações dela

Chegamos portanto ao terceiro nível de fator deflagrador da chifropausa, que são as frustrações a que elas estão submetidas. Diante da mente competitiva típica das mulheres e do senso de responsabilidade com tudo ao seu redor, igualmente comum a elas, cabe ao corno manso agir sempre no sentido de prever e antecipar a orquestração de todos os fatores que possam interferir negativamente na libido da sua esposa.

Este é um exercício fácil para o verdadeiro corno manso pois trata-se de um cuidado muito comum para aquele que ama a pessoa com quem convive. Identificar se há problemas no casamento, é uma missão eterna e constante para quem de fato está comprometido com a sua relação.

Agindo assim, caso perceba a existência de qualquer ponto de conflito ou de risco para conflitos atue no sentido de dirimir a questão e  depois passe ao 2º nível de diligências, aplicável ao casal livre de problemas

6.2 Segundo nível de diligências 


Não havendo problemas no casal, tente agir com algumas dessas sugestões, ou todas:

6.2.1 - Carta na manga - mostre a ela algumas fotos fotos, vídeos, áudios de seus encontros com os seus amantes que ela ainda não tenha visto ou mesmo que já tenha visto, exibam as suas melhores performances. O corno diligente tem um acervo de fotos e vídeos da esposa organizado por data e/ou por amantes que ela teve e deve incluir nessa coleção uma pasta especial com os melhores momentos dela para lançar mão como um estímulo em momentos de baixa libido.

6.2.2 - Redes sociais - Recados e mensagens em perfis de redes sociais, mostrando novos interessados nela bem como procurando novas opções de amantes ou novas possibilidades a experimentar no fetiche, podem ajudar a reativar o desejo adormecido nela.

6.2.3 - Presentes - ofereça presentinhos que a estimule a se exibir e, obviamente faça ela se reconectar com a hotwife adormecida Shortinhos, minissaias, blusas decotadas, tornozeleiras, tatuagens, saltinhos, etc... tudo aquilo que seja aplicado em favor dela sair e mostrar os seus melhores atributos.  

6.2.4 - Rede de apoio - faça contato com os comedores orientando-os sobre como lidar com ela a fim de ampliar o cerco e reforçar a ação de estímulo à autoestima dela. Esse tipo de apoio só deve ser requisitado se o amante for um cara 101% ao ponto de ter a devida sensibilidade de participar dessa luta contra a chifropausa. ADVERTÊNCIA: Todo cuidado é pouco quando o assunto é comedor. Se você tiver, 0,001% de dúvida quanto à capacidade dele manter-se fiel ao foco de ajudá-la a sair da chifropausa, não lance mão desse recurso pois os danos que um comedor pode causar às nossas esposas e às suas sexualidades, é comparável a uma bomba atômica.

6.2.5 - Sair do ambiente natural. - A rotina é o maior inimigo de um casal, seja ele liberal ou não. Nem mesmo os casais liberais estão à salvo desse fator de risco, pois ter um terceiro na cama pode se tornar a rotina de um casal que adota a vida liberal. Neste sentido, uma viagem a dois para uma praia badalada ou uma outra cidade, onde possam curtir uma paquera ou exibicionismo pode ser uma excelente forma de reativar o apetite sexual da sua esposa, retirando-a da chifropausa. Uma dica valiosa para  Quem estiver com as finanças mais organizadas é o Resort Hedonism II que fica na em Westmoreland, Jamaica. Neste resort liberal há espaço para tudo que um casal liberal já conhece precisa para tirar a hotwife da chifropausa. No site Lado B Viagem há um guia com 10 dicas sobre o Resort cuja hospedagem custa em média 200 dólares por pessoa, em apartamento duplo

6.2.6. - Bom comportamento e atitude de corno - Vigie a sua ansiedade e tome cuidado com todos os seus atos e falas a fim de não gerar mais desequilíbrio para a libido dela. evite o comportamento ansioso, compulsivo que só fala em chifres o tempo inteiro. Faça uma programação, planeje os ataques que devem ser discretos e precisos em uma dosagem certa distribuída ao longo do dia. Alimente a  mente dela com mensagens subliminares que induzam o comportamento lascivo

Atenção ao ciclo da libido dela dela -  tenha em mente que o corpo dela é uma máquina que funciona motivada pela variação dos níveis de estrogênio e testosterona. A ciência já comprovou de forma irrefutável que após o fim da menstruação há um período de tempo no qual o nível de estrogênio delas sobe consideravelmente e, por consequência, impulsiona os picos da libido fazendo com que ela se sinta mais interessada por sexo, mantendo-se mas excitada, confiante e por isso, mais suscetível a dar um fim na maldita chifropausa.

O cálculo é simples: fique de olho na menstruação dela e conte os dias. Anote a data do  primeiro dia do ciclo menstrual dela e prepare-se para que tudo esteja pronto por volta do 14º dia dali pra frente. Ou seja, duas semanas após o início do ciclo é o dia "D". Mais fácil de lembrar, impossível! 

Mantenha o foco e cuide, pois esse pico de estrogênio infelizmente se desfaz no máximo em 3 dias, ou seja, no 17º dia, se não tiver alcançado os resultados desejados, é hora de pisar no freio e voltar às diligências mais discretas, fazendo menos pressão nela já que a progesterona estará em baixa, arrastando consigo a libido da sua deusa dos chifres.

De uma maneira geral, devemos ficar de olho nos três momentos do ciclo menstrual delas, a seguir

  • Pré-ovulação: A libido aumenta após a menstruação, quando os níveis de estrogênio e testosterona começam a crescer. A mulher pode sentir-se mais confortável com o seu corpo e ter mais energia física. 
  • Período fértil: A libido atinge o pico por volta do 14º dia do ciclo, quando o corpo se prepara para liberar o óvulo. Os níveis de estrogênio e testosterona estão altos, o que aumenta a lubrificação e o desejo sexual. 
  • Após a ovulação: A libido diminui a partir do 17º dia do ciclo.

Enfim, imaginamos que sejam dicas suficientes para o enfrentamento do problema que consideramos como o mal maior da vida de um corno manso assumido. Obviamente, conforme dito, trata-se de um direcionamento, propedêutico, inicial que pode nos ajudar de alguma forma a abreviar essa fase que tanto nos incomoda. Certamente outras atitudes poderão surtir efeito e por isso mesmo, serão sempre bem vindas nos nossos comentários a fim de ampliar a nossa gama de possibilidades, fortalecendo a nossa experiência no melhor e mais prazeroso de todos os fetiches

Esteja atento, vigie, identifique, atue e mantenha-se corno! 

Clique nos links abaixo e confira as postagens relacionadas ao tema da chifropausa no nosso Blog Meus Chifres.






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Série - Um guia sobre a Chifropausa


 

Comentários

  1. Simplesmente fantástico. Realmente digno de ser nomeado como "guia". Uma visão em 3D sobre o assunto falando sobre sua etimologia, suas origens, características, efeitos e até como contornar.

    O mais curioso de tudo é ver um conteúdo de tamanha qualidade, gratuito e aberto em uma épocas de monetização de tanta porcaria na internet.

    O blog está de parabéns por está verdadeira prestação de serviço

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    1. Caro Neto,

      Agradeço pela crítica que nos indica que estamos no caminho certo. Quanto ao conteúdo ser aberto, realmente não tenho nenhuma intenção de monetizar o conteúdo do nosso blog, embora tenha notícias de outros blogs que pegam o nosso conteúdo e vendem em suas plataformas que cobram até 500 Reais pelo acesso.
      Diferentemente desses mercenários, o nosso intuito é o de fortalecer e ampliar o alcance do nosso fetiche. Não somos prostitutos que lucra com o fetiche.

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  2. que inveja dessa sapiência córnica de décadas. parabéns. fiquei abismado com o fato do autor conversar com seu terapeuta sobre o fetiche. é muito domínio de si mesmo.

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    Respostas
    1. Caro anônimo,
      não precisa invejar nada não...rs. Há 25 anos trás eu era cego, completamente leigo no assunto e tive tanto medo da situação que terminei o namoro com uma mulher que com certeza é uma das maiores hotwives do mundo, conforme pode ser conferido no post #03.

      O processo de aceitação foi longo, mas foi feito e a ajuda de um terapeuta e fundamental para isso. Ele é o único profissional com quem podemos nos abrir pois há a devida segurança quanto ao nosso maior segredo, bem como a devida compreensão de que não há nada de anormal no que escolhemos como fetiche para o nosso prazer sexual.
      Abraços de corno

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