seguimos com a série de postagens dedicadas à compreensão do maior mal que pode atormentar a vida de um corno manso, a chifropausa.
No
post anterior, lançamos luz sobre o conceito de chifropausa, a fim de compreender os contornos do nosso maior fantasma e falamos sobre a origem do termo, deixando o pedido de ajuda aos leitores para nos ajudar e encontrar a publicação que pela primeira vez apresentou esse termo no universo de blogs e sites dedicados ao nosso fetiche.
Ainda, analisamos as quatro características que identificam a maldita suspensão da alegria da vida de um corno.
Seguindo a análise do problema, a afim de fortalecer a cada um de nós maridos cornos mansos, o nosso Blog Meus Chifres apresenta no post de hoje, a valiosa informação a respeito dos fatores deflagradores da chifropausa e em seguida, os efeitos colaterais que o o nosso pior inimigo pode provocar na vida do casal.
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4. fatores deflagradores
Depois de observar com a devidas minúcias, as características indicativas da chifropausa nas nossas rainhas, fica mais fácil então perceber pelo menos três níveis de fatores deflagradores da maldita pausa, dada as suas íntimas relações entre as causas e as suas respectivas consequências. Em um primeiro nível de fatores que interferem pode ser relacionar a pressão que o amante, parceiro de todo casal liberal pode exercer para o estabelecimento da chifropausa nelas. Depois, chamando a responsabilidade para nós mesmos, identificamos o segundo nível de fatores que fazem com que as hotwives se afastem das aventuras liberais e por fim, num terceiro nível, identificamos alguns problemas, que são mais complexos e desenvolvem dentro da mente dela, a partir de elementos externos como veremos a seguir.
4.1 - Os comedores.
Podem me chamar de repetitivo, de disco furado, do que quiserem, mas nunca vou me negar à missão de dar um puxão de orelha naqueles que deveriam ser a imagem da nossa felicidade e que insistem em fazer o impossível e o inimaginável para se transformarem no maior de nossos problemas.
Já perdi as contas de quantos posts aqui do blog já foram dedicados aos incontáveis problemas gerados pelos malditos punheteiros que inventam de ocupar o lugar de comedores no nosso fetiche. Esses malditos chegam ao limite absurdo de tirar algumas hotwives do ramo tamanho é o trauma que eles causam nelas por vacilos inimagináveis, praticados por falta de bom sendo, educação e ate mesmo empatia com o ser humano.
Alguns irresponsáveis, depois de passar, horas, dias, meses excitando nossas esposas em chats ou conversas por aplicativos e até mesmo por chamadas telefônicas, simplesmente desaparecem e dão o bolo naquele momento definitivo do encontro real para o sexo. No post #250 falo sobre duas traumáticas experiências que tivemos, uma seguida da outra, aqui em casa que colocou a minha esposa na geladeira por um bom tempo. Depois de tomar um bolo dentro do motel esperando o cara que a perturbou por cerca de 2 meses numa casa de swing, tomamos outro bolo depois de viajar de Natal para São Paulo para um encontro com um punheteiro que se dizia comedor que prometia virar minha esposa pelo avesso quanto conversávamos pelo chat. Quando desembarcamos na capital Paulista, o cara desapareceu e a deixou esperando durante os 5 dias que reservamos para ela servir de puta dele na capital paulista.
Outros não controlam suas emoções e se apaixonam pela hotwife que só o deseja para o sexo e nada mais. E pois mais surreal que pareça ainda tem aqueles que chegam aos o encontros, sujos, mal vestido, sem o menor asseio, bêbados (!) ou completamente alterados psiquicamente após terem usado drogas, o que é um risco altíssimo para eventos violentos e traumáticos.
Ainda podemos listar situações como a inconveniência de ficar procurando as nossas esposas após os encontros, ligando insistentemente para falar sobre assuntos totalmente desnecessários, a fim de marcar o território que não lhe cabe ou chegando ao ponto de segui-las no caminho para o trabalho, para casa ou em rotinas cotidianas, a fim de forçar encontros "casuais" com a intenção de obter um encontro a sós com ela, sem a presença do marido.
Diante da chateação, do incômodo e da insegurança que eles proporcionam para elas, muitas vezes a hotwife prefere dar um tempo das aventuras, aderindo à chifropausa, a fim de afastar não só o comedor chato, bem como suas lembranças inconvenientes e até mesmo o risco de passar por tudo aquilo novamente.
4.2 - O marido.
Cortando na própria carne, devo admitir também que não é só o comedor que dá mancadas com as nossas rainhas chifreiras. Muitas vezes o próprio marido ansioso termina criando as condições perfeitas para que ela entre numa chifropausa, muitas vezes sem volta.
No post #76 do nosso Blog Meus Chifres, por exemplo, já abordamos os cuidados que o corno deve ter com o seu comportamento a fim de não jogar por terra todos os esforços e vitórias alcançadas na missão de convencer a esposa a nos chifrar.
Neste sentido alguns cuidados como conter a ansiedade, não se masturbar enquanto ela transa com o amante, não tomar atitudes impulsivas sobretudo em redes sociais, não expor fotos e intimidades dela sem a devida autorização são algumas dicas de ouro para evitar que você seja o motivo para a entrada na chifropausa na sua relação.
Destaque especial deve ser dado ao corno iniciante, sobretudo para o momento pós primeiro chifre. Neste sentido, recomendo a leitura dos posts
#144,
#237 e
#247, nos quais os maridos relatam experiências nas quais, de alguma forma, deram vacilo e perderam o direito de continuar o desejado caminho de corno manso que alcançaram. E se isso não lhe for suficiente para entender, leia o conselho do
post #421 que dei a um outro leitor que descobriu o que queria, e estando em conflito com alguns critérios machistas que foram implantados na sua mente, estava à beira do precipício quase a ponto de por tudo a perder.
4.3 - Ela mesma.
Conforme citado no tópico 3.3, as frustrações com os problemas que circundam o casal são um dos maiores deflagradores de uma chifropausa na libido das nossas rainhas.
Toda uma gama de problemas da vida diária que se acumulam sobre os ombros de uma hotwife, ou acontecem de uma vez só, tendem a aniquilar a libido delas em razão da afetação da sua paz, da sua tranquilidade e que a colocam em "modo de sobrevivência" o que quer dizer, reunir todas as energias físicas e psíquicas para a resolução do problema, e desligando, obviamente, a energia sexual que é uma das maiores fontes de energia da mente de uma pessoa.
Os problemas familiares também entram nesse circulo de fatores porque tanto requerem o mesmo tipo de reação para a superação quanto são de origem externa à ela, mas de, alguma forma, de responsabilidade dela. Neste sentido, cercar a esposa de cuidados, agindo com ações de prevenção aos conflitos, sobretudo na esfera familiar (que é aquela que podemos controlar minimamente) pode ser uma forma de minimizar ou mesmo afastar a instalação de uma chifropausa na sua vida de corno manso.
Ainda, é preciso estar atento ao problema do
desemprego pois este é um momento de extrema dificuldade para a mente humana que vive em uma sociedade capitalista que tanto valoriza o emprego e a geração de renda. Estar inativa economicamente pode deflagrar uma chifropausa nela, sobretudo se as finanças do casal não estiverem devidamente equilibradas. No
post #394 temos um triste relato de um aspirante que pode servir de alerta para os cornos. o Aspirante em questão estava convencendo a esposa a se abrir para o fetiche mas, depois de fazer um péssimo negócio que consumiu todas as reservas financeiras da família, viu todos os seus esforços caírem por terra.
Por outro lado, o corno que consegue lidar com inteligência perante as questões financeiras pode alcançar resultados positivos conforme vejo entre muitos dos nossos interlocutores que aproveitam o momento de desemprego das suas hotwives para curtir ainda mais o fetiche uma vez que ela tem todo tempo do mundo para se encontrar com os amantes, a qualquer hora do dia.
Agindo de forma acertada, o manso estabelece um clima para a vivência da humilhante e, por isso mesmo, excitante situação do corno manso que banca todos os detalhes de chifre que a sua deusa do prazer lhe impõe, enquanto ele trabalha e ela está em casa, disponível para o amante.
5. Efeitos colaterais
Compreendendo do que se trata, tendo clareza quanto aos sintomas indicativos, assim como dos fatores que atraem e instalam a chifropausa, agora é hora de lançarmos luz sobre os efeitos da chifropausa na vida de um corno manso e da sua hotwife.
Obviamente o primeiro efeito tem o caráter suspensivo de um momento ímpar na vida do casal. Se observarmos o avanço na qualidade de vida do casal que adere ao fetiche e chega ao
nível 7 das fases de um casal cuckold X hotwife, perceberemos o poder devastador de uma chifropausa na vida de um casal que tinha uma vida sexual ativa, movimentada, diversa e que de repente, entra num modo de congelamento abrupto causando efeitos como síndrome de abstinência e até mesmo o esfriamento da relação.
5.1 - Abstinência
As síndromes são, por definição, um conjunto de sinais e sintomas que ocorrem simultaneamente e que tem origem em uma determinada causa. No nosso caso, falando de chifropausa, conforme descrito no tópico 3, os sintomas se sobrepõem deixando as nossas esposas sem vontade de nos chifrar ou até mesmo sem libido para qualquer coisa que se relacione a sexo ou sexualidade (uso de roupas sexies, exibicionismo, paquera, etc.). Não se iluda, não dê vacilo. Percebendo a ausência de qualquer uma das marcas do comportamento de uma hotwife (autoestima, libido, independência, proatividade, expansividade, bom humor, sagacidade, uso de roupas mais decotadas, vontade e prazer para curtir baladas e eventos públicos, etc.), atue com firmeza pois são sintomas que podem ocorrer isoladamente ou, o que é pior, ao mesmo tempo, indicando inequivocamente, a existência de uma chifropausa na sua vida.
5.2 - Esfriamento da relação
Se há uma coisa nesta realidade que ninguém pode negar é que um casal liberal vive um relacionamento pra lá de quente, o tempo inteiro. Obviamente, a chifropausa vai causar um efeito devastador na temperatura do relacionamento do casal, baixando-lhe dezenas de graus e deixando a relação bem diferente do que costuma ser.
Obviamente, o corpo e a mente do corno vão reagir exigindo o maior combustível da sua vida e tal exigência pelo chifre pode levar o casal a embates ideológicos que podem causar fissuras na união. É muito importante ter em mente que ser um corno submisso requer inclusive a passividade de aceitar ter a sua sexualidade e o seu prazer posto em segundo plano durante o curso de uma chifropausa. É difícil, eu sei, mas, o corno inteligente, tem que ter a competência de lidar com a situação adversa usando sua capacidade intelectual, dando um jeito de extrair prazer de todo esse cenário desfavorável, a fim de não complicar ainda mais a situação caso venha a tomar atitudes erradas que possam levar à definitiva retirada da hotwife do fetiche ou até mesmo à separação do casal.
Por isso, todo corno deve ter em mente dois axiomas fundamentais para poder viver sabiamente com a chifropausa:
1. Por mais importante que seja o chifre, ele não pode ser valer mais que a vida a dois com sua esposa e;
2. a chifropausa é uma pausa nos chifres. Ela não é o fim deles!
Estando ciente disso, tendo autocontrole e disciplina, tudo passará e os chifres voltarão a florescer na testa do manso.
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Não perca os outros posts da série "Chifropausa", no post do Blog Meus Chifres e fique por dentro dos Fatores deflagradores da chifropausa, dos efeitos colaterais que a chifropausa pode gerar na vida do casal e saiba como enfrentar esse mal.
Minha chifropausa é eterna....rs. Casado desde 2005. Nós dois com 50 anos. Tenho o fetiche desde 2000, quando nem existia o termo. Tive coragem de falar sobre o tema com ela em 2010 e quase tomei um soco. Em 2012 retomei o tema com vários dedos. Principal argumento era que ela tinha conhecido meu pau e etc. E tinha medo do divórcio,.pois acho q a uma mulher q não tem mais experiência fica com uma pulga atrás da orelha. Ela pelo menos ouviu....rs. Baseado nisso, quando bebiamos muito, fantasiavamos que eu era outro cara. Em 2014 uma amiga dela divorciou e começou a dar que nem chuchu na cerca. Isso ajudou muito. Nesse mesmo ano, em duas oportunidades, embebedei ela e no meio de duas viagens, fiz ela ficar com dois caras. Só beijos e passadas de mão. Porém ela ficava com uma culpa tremenda nos dias posteriores e ficávamos meses sem tocar no assunto. Em 2017 numa viagem a Punta Cana, conhecemos um casal italiano. Lindíssimos e uns 10 anos mais novos que eu. Eram muito safados e confessaram no meio de uma balada que eram liberais. Após a balada, eles convidaram a ir pra suite deles. Na bebedeira acabamos todo mundo na jacuzzi de cueca e sutiã. No meio da conversa e brincadeiras a italiana falou que o Pietro, poderia realizar a fantasia do casal. No meio da bebedeira, fui ao banheiro e quando voltei ele estava no meu lugar. Resumindo, eu e a Italiana, colocamos tanta pilha e deixamos os dois lá e fomos para um bar tomar uma. Na volta, descobri que tinham transado. Até o final da viagem não falamos mais no assunto. Depois de uma semana, perguntei se ela tinha gostado da experiência e para me contar os detalhes. Ela confessou que tinha sido diferente, mas tinha gostado, mas sem muitos detalhes. Entrei em contato com o italiano e pedi os detalhes, pois tava morrendo de curiosidade . Se ele me falou a verdade, foi top: comeu de todo jeito e ela gostou muito. Após alguns meses voltamos a fantasiar esporadicamente, mas ela foi enfática que não repetiria. Nesses últimos 7 anos, cheguei uma vez perto. Numa outra viagem, mas nunca mais depois disso. É me contentar em fantasias e esperar uma outra oportunidade.
ResponderExcluirCaro "Anônimo", seu relato nos excita e nos deixa com a esperança de um dia sabermos que sua esposa enfim superou as barreiras que a impede de de vier a sua vida íntima livremente.
ExcluirImagino que ela viva sob uma forte pressão cultural vinda da família ou da religião para ser tão resistente à abertura da relação. Mas, por outro lado, a experiência com os italianos deixou claro que se vocês tivessem amigos liberais no seu ciclo de convívio cotidiano, ela poderia mudar de opiniçao mais facilmente.
Assim acho que a dica de outro que se extrai deste relato é que você deve procurar entre os seus amigos, ou fazer amizades com os casais liberais para que sua esposa se aproxime e veja que não há nada de mais no fetiche Cuckold X Hotwife>
Desejo-lhe sucesso e coloco-me à disposição para alongar o assinto no e-mail cornomanso741@gmail.com.
Abraços de corno
Carlos