#618 - A trajetória de um complacente: Cap.1 - O início de tudo (Relato)

Caros amigos de chifres, 

seguindo a sua vocação natural, o nosso Blog Meus Chifres aproxima-se do seu 8º aniversário, consolidado como um espaço de compartilhamento de experiências de homens e mulheres que ao descobrirem o maior de todos os fetiches, procuram dar vazão a todo o tesão que não se esgota na prática da relação cuckold & hotwife, anunciando para o mundo o quanto somos cornos e/ou safadas liberadas.

Assim é que no post de hoje do nosso Blog, temos o prazer de compartilhar mais um relato de iniciação de um corno que se denomina como "corno complacente" inspirado nas experiências que vem vivendo há 15 anos, desde quando teve coragem de assumir o fetiche e lutar por cada um dos chifres que carrega, com orgulho, na testa de corno que tem, cujo início se deu nos termos a seguir.

A TRAJETÓRIA DE UM COMPLACENTE

Cap. 1

Samara: o início de tudo

O que passo a contar não é nada muito diferente de como acontece com a maioria dos garotos virgens de dezesseis anos que conquistam a mais desejada das garotas do bairro. Isso até certo ponto, como verão mais adiante, caso eu consiga traduzir essa iniciação que seria definitiva para o homem complacente que me tornaria com as mulheres que me relacionaria a partir dali.

Seu nome era Samara e havia acabado o namoro com um amigo muito próximo há poucos dias. Ela passou a flertar comigo de uma maneira que eu mesmo duvidava ser verdade e com certeza não correspondia como ela esperava. Embora tivéssemos a mesma idade, ela parecia anos luz à minha frente nesse tema.

Minha timidez pareceu apenas motivá-la ainda mais. Estávamos chegando da escola em uma tarde de verão. Era uma quarta-feira e fazia um calor terrível, não somente pela estação do ano, mas também por tudo o que Samara despertava. Não apenas em mim, mas em quase todos os garotos e homens da rua em que morávamos. Ela era uma espécie de frenesi coletivo. Sobre mim, particularmente, exercia um enorme magnetismo com a visão diária das mechas loiras se acomodando em suas ancas volumosas; de suas calças jeans justas ou minissaias escandalosas de curtas; suas meias-arrastão rasgadas revelando partes insinuantes de suas coxas brancas e grossas.

Ela me cumprimentou na entrada do prédio que eu morava e se aproximou o máximo que pôde sem me dar tempo de reação. Tascou-me um beijo de um jeito que eu jamais havia dado. Senti como se meus pés já não tocassem o chão e logo mais estávamos em minha casa. Minha mãe e minha irmã ainda não haviam chegado naquela hora e o terreno estava livre por pelo menos uma hora.

Tiramos a roupa com uma velocidade que eu não saberia calcular e logo ela me induziu para dentro de sua buceta quente, apertada e aconchegante. Foi uma sensação indescritível. Eu inaugurava a liberdade e a volúpia da minha vida. Ainda assim, todo sentido atribuído a essas palavras me pareceu gasto naquele momento. Samara, quase divina, estava ali nua, entregue, a mais bela entre as mulheres que eu podia supor... Enfim, entrei na terra prometida e a inundei com meu gozo. E preciso dizer que isso foi quase que instantaneamente, em pouquíssimos segundos depois de penetrá-la. 

Por um instante o paraíso pareceu breve demais, mas tão logo percebi que não acabaria ali, tão rápido. Meu pau continuou duro como uma rocha, sequer tirei-o de dentro de Samara e continuei metendo e metendo, tamanha era o meu tesão misturado a uma dose cavalar de nervosismo, associado a um enorme receio de acabar fracassando em meu desempenho como homem.

Ela foi minha primeira experiência. Estava com as suas pernas grossas e macias ali, abertas para mim, que nunca havia visto aquela beleza toda ao vivo e em cores. Ela, no entanto, já havia se entregado para ao menos três amigos meus, que moravam ali no bairro. Além disso, já havia tido um namorado noutro bairro em que ela havia morado. Foi este último, inclusive, que lhe tirou a virgindade e que ela, por um longo tempo, pareceu que jamais iria esquecê-lo.

Sua mãe não aprovava a relação entre os dois e não gostava do rapaz, que era mais velho e, creio, já tinha em torno de 25 anos. Samara me contou que eles transaram mesmo ela tendo dez anos a menos que ele. Era muito precoce quando se tratava de sexo e certamente isso estava diretamente relacionado à prematura desenvoltura física do seu corpo: aos 15 anos, já era um mulherão, seus hormônios pareciam ter sido uma explosão súbita. Bunda, coxas, peitos rosados e fartos, todos os atributos capazes de deixar um homem alucinado de desejo, além de um rosto que inspirava um misto de mulher e menina, enlouquecedor.

Era eu quem a penetrava, mas eu não conseguia conduzir a cena. Seus olhos apertados e decididos destinavam os meus olhares. Suas mãos delicadas e firmes guiavam as minhas para deslizar por sua pele macia e branca. Seus sussurros assertivos me ordenavam como, quando e o quanto mexer. Resumindo, ela guiava toda a cena e sem dúvida foi ela que me comeu com toda a experiência que eu estava muito longe de ter.

Samara era radiante, ao passo que transmitia um misto de melancolia e uma súplica nunca atendida em seu olhar. De longe, era comunicativa, alegre e sorridente, mas de perto, no aconchego do dia a dia, muitas vezes destilava uma tristeza que éramos incapazes de adivinhar a origem. Contudo, sempre que tomada por esse sentimento, encarregava-se de transformá-lo em lascívia, para o benefício dela, invariavelmente.

Quando andava não parecia querer se deslocar de um ponto a outro, mas apenas desfilar. Isso fazia a todos nós, os infelizes do sexo masculino que a circundavam, seus simples vassalos, tamanha era a devoção que inspirava em cada gesto aparentemente desinteressado. Também não passava despercebida pelas outras garotas: despertava nelas uma rivalidade latente contra a sua inata capacidade de deslizar no ar, de exalar um erotismo desinteressado. E, sob qualquer pretexto, era incapaz de abrir mão de suas roupas justas e curtas, o que nos desterrava de uma vez por todas. Para mim, ela era um acontecimento pessoal e arrasador.

Cobiçada e livre, ganhou fama de “galinha” por possuir quem quis (e da forma como quis), em nossa rua. Quando ficamos a primeira vez ela já era, digamos, no jargão juvenil que eu frequentava na época, muito rodada. Mas a verdade é que eu não ligava a mínima para isso, pelo contrário, isso me excitava ainda mais, embora alguns amigos achassem que namorá-la fosse o mesmo que encomendar um par de chifres a curtíssimo prazo.

Eu não pensava em nada disso, apenas aspirava secretamente pela chance de tê-la em minha cama, coisa que eu achava muito difícil, senão impossível. E no entanto, ela estava ali inteiramente entregue em meu quarto. Até então entendia, talvez equivocadamente, que ela era areia demais para o meu tímido caminhãozinho. Minhas medidas, se bem me entendem, não me ajudavam a nutrir a confiança necessária para possuí-la algum dia, e no entanto era exatamente isso que estava acontecendo.

Ela havia simplesmente me escolhido. Abordou-me como uma cliente que aponta um vestido em uma vitrine dizendo para a vendedora: ‘quero experimentar esse aqui’. Encantou-se por mim, confessou-me entre risos, e quis me beijar. Disse assim mesmo, sem protocolos e só me restou atender à sua solicitação, quase uma ordem: decidida e certa de sua conquista.

Com o passar dos dias, após aquela primeira vez que gozei quase instantaneamente ao penetrá-la, queríamos sempre mais e mais, e mais e mais. Na garagem, nas escadas, nos elevadores, nos banheiros públicos, nas salas de espera dos consultórios, nos bancos traseiros dos carros que nos oferecessem caronas, todo e qualquer lugar era um ninho de amor. Trepávamos muito. Havia em nosso sexo uma regularidade quase atlética. Claro que, principalmente, por causa de nossas juventudes e vasto tempo ocioso. A mãe dela saía para trabalhar e ficávamos sozinhos em casa todas as tardes, já que estudávamos pela manhã. Nossa excitação era sempre premida por uma urgência inadiável. Jamais havia especulado passar um único dia sem o seu sexo. Queríamo-nos para sempre. Foi assim no primeiro mês, no segundo, terceiro, quarto, quinto, o sexto e finalmente veio o sétimo mês. 

- O ex-namorado dela passou a ir ao nosso bairro algumas vezes com o pretexto de visitar um primo. Mas eu desconfiava que era para encontrá-la. Até que me certifiquei. Certa vez, cheguei da escola e eles estavam conversando num bar próximo a nossa casa. Vi aquilo com muita revolta e tristeza, mas não esbocei nenhuma reação capaz de interromper o que eu via. Ela me viu passar, mas continuou com ele como se eu não estivesse passado por ali...

Mais tarde, nos encontramos e brigamos feio. Disse-me que, se eu quisesse, poderia terminar com ela, mas que não ia deixar de falar com ele somente porque eu queria assim. Recolhi meu autoritarismo de imediato pois, como não queria perdê-la de jeito nenhum, acabei aceitando os seus termos. Sem dúvida, naquele exato momento, eu havia acabado de cruzar a primeira fronteira em direção ao meu destino inexorável.

Eu já tinha muitos ciúmes dele especialmente por um motivo: ele não só a havia desvirginado, como ela me fez entender algumas vezes, com todas as mais claras letras, que ele era um cara muito bem dotado e que havia lhe dado muito prazer enquanto estiveram juntos. Por mais de uma vez a ouvi fazer comparações entre os membros dos caras negros (ele era negro) e os brancos, o meu caso.

E sobre este assunto ela foi explícita comigo uma vez, pouco depois de começarmos o namoro. Encontrava-nos em um banco próximo a uma quadra de futebol e o sol já dava seus últimos sinais. Conversávamos distraidamente, imediatamente após termos transado na escada do prédio em que eu morava, e ela pegou em meu membro já flácido e falou, entre risinhos: ‘caramba, como ele é pequenininho, assim quando tá molinho, né? Fica ainda menor do que quando está duro’. Ela não exagerava.

Quando ela falou aquilo eu fiquei muito deslocado com a situação, mas, estranhamente, percebi que também fiquei muito excitado. Um calor abrasador me tomou e pude sentir o meu pau duro como uma pedra. Aquela fala foi um divisor de águas na minha sexualidade. Dali em diante, meu tesão, já saliente por conta da adolescência, foi turbinado pela angústia em ouvir que meu pinto era pequeno. Fora o desafio de provar que eu era capaz de dar a ela prazer com minha penetração, a despeito de meu pouco provimento.

Incialmente, eu não conseguia entender o porquê de minha excitação. Ser pequeno lá embaixo era um peso enorme em minha alma masculina. Escutar isso daquela “musa de todos os homens” era ainda mais demolidor e, no entanto, eu não me contive e puxei-a à escada para transarmos mais uma vez. Logo pude vê-la de quatro com um largo e malicioso sorriso no rosto, o seu longo vestido erguido sobre o quadril, a esperar pela minha nova investida. Não foi preciso nos preocupar por muito tempo com um possível flagrante de algum morador vizinho, já que não precisei de muitas estocadas para verter uma boa quantidade de esperma sobre as suas ancas divinas. Quase como a primeira vez, gozei após pouquíssimas estocadas. Assim que gozei ela riu e me questionou que tesão súbito teria sido aquele, no que não consegui responder, já que nem eu mesmo ainda entendia aquilo.

A situação, refleti em seguida, embora aparentemente humilhante aos olhos da maioria dos homens, repercutiu em mim de uma maneira absolutamente excitante. Certamente, a própria humilhação carregava o componente da excitação, conforme viria a descobrir conscientemente mais tarde, anos mais tarde. Dessa primeira trepada ‘pós-humilhação peniana’, seguiu-se mais uma, já em minha casa, quero dizer, na casa de minha família, e depois mais outra na casa dela, assim que seus pais saíram para a missa. Minha excitação passou a atingir picos inimagináveis a partir daquela fala espontânea e inesperada. E ainda hoje sou capaz de me lembrar com total nitidez daquela cena.

O fato é que Samara havia disparado um tesão descomunal em mim. Era linda, gostosa, fogosa e uma safada insaciável na cama. E para completar, acabava de descobrir que o traço dominante dela permeava tudo em nossa relação. Para começo de conversa, ela foi quem tirou minha virgindade, o que me marcaria independentemente de todo o resto. Ela tinha como característica imutável querer comandar e conduzir tudo na cama. Rapidamente me ensinou que adorava que eu lhe batesse, especialmente na bunda, e a chamasse de puta enquanto transávamos. Ela literalmente exigia ser colocada de quatro, pelo simples prazer de ser puxada pelos seus longos cabelos enquanto era humilhada verbalmente por minhas palavras degradantes, as quais recitava nas preliminares para que eu as repetisse em seguida, enquanto a penetrava.

Até então, com toda a minha sexualidade aprendida nas páginas de revistas masculinas, eu jamais havia imaginado que alguma mulher que não fossem as atrizes dos filmes pornôs se excitasse daquela forma, tampouco poderia imaginar que aquela prática pudesse também despertar tanto prazer em mim. Eu adorava satisfazê-la, esse era o meu foco. Em poucos meses, passei a viver tantas novidades com Samara, que não tardou para tornar-me seu dependente sexual. 

Eu fazia o que ela queria, embora nada lhe parecesse suficiente, ao menos era como eu interpretava a nossa situação na época.

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Comentários

  1. Corno da Fernanda
    Eu amo, qdo percebo que a Nanda me domina de maneira sutil. Nem precisa gritar. Só o olhar deixa claro que é ELA quem decide as coisas.

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    1. As que dominam por vocação, fazem isso espontaneamente, não é mesmo?

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    2. Depois que a verdade é exposta no relacionamento, e elas se livram da pressão de ser uma mulher tradicional, sim

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  2. Boa tarde. Tem a continuação?

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    1. Com certeza, sim. Por enquanto já temos mais 5 posts da trajetória do manso na fila de postagens do Blog

      Fica de olho que em breve estaremos compartilhando a sequencia deste delicioso relato de iniciação

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    2. Obrigado, estou no aguardo então. Por enquanto, tá moreninho, né?

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    3. Não entendi...O que vc quis dizer com "Tá moreninho"?

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    4. Desculpe, não percebi o erro de digitação. Quis dizer que até aqui está "morninho" o relato.

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    5. Compreendo. Agardecemos

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  3. Este relato está muito bem escrito. O leitor pode perceber e sentir o tesão invadindo e tomando conta do amigo “complacente”

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    1. Bom saber. Isso confirma a enorme divergencia de pontos de vistas dos nossos leitores. Hoje vc considera o relato como excitante, já outro leitor, dias atrás, o considerou apenas "morninho". Por isso que devemos ser sempre "complacentes" com as críticas que recebemos.

      Sigamos em frente
      Abraços de corno em todos

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    2. Obrigado pelas palavras, amigo Anônimo. A intenção é expressar por meio da escrita o mais próximo possível do que senti no corpo. Que bom que esteja chegando em você. Abraço, Rocco.

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    3. Meu caro editor, a divergência é sempre bem vinda, não é mesmo? Seu blog já é ele mesmo uma dissidência, uma prova de que somos adeptos do dissenso, rs. Um abraço, Rocco.

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    4. Concordo em gênero, numero e grau. A divergência nos exige a diligência. Por elas é que evoluimos da era das cavernas à este chat.

      NO entanto devo fazer uma única correção no seu comentário: O nosso Blog Meus Chifres não é uma dissidência. Ele emerge da necessidade de dar vazão à vontade que eu tinha de gritar para o mundo o quanto sou corno e como isso me faz feliz. Nao houve dissidência em relaçao a nenhum outro espaço .


      Abraços de corno

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  4. Compreendo e acho que talvez não tenha sido mesmo a melhor palavra. Usei o termo no sentido de que o blog expressa uma recusa a uma única norma, uma única forma vigente de se viver a sexualidade. Mas compreendi seu ponto, amigo. Abraço, Rocco.

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