#619 - A trajetória de um complacente: Cap. 2 - Primeira lição para um corno humilhado (Relato)

Caros amigos de chifres, 

no post de hoje do nosso Blog Meus Chifres, seguimos com o compartihamento da trajetória da iniciação no nosso leitor Rocco, um corno que teve a sorte de ser iniciado por uma garota que prece ter nascido para a função de hotwife, sacana e safadinha.

Depois de apresentar a delicioa putinha que o iniciou, temos, a seguir, a descrição pormenorizada do momento em que ela colocou o cabresto, e o primeio chifre, no nosso amigo.

Vejamos como se deu a estreia do corno que além de manso já foi humilhado na sua primeira experiência.    

A TRAJETÓRIA DE UM COMPLACENTE

 

Cap. 2

Primeira lição para um corno humilhado

Como ela exigira que eu respeitasse a liberdade dela em conversar com seu ex-namorado, nada me tirava da cabeça que chegaram a ter uma recaída. Mas nunca consegui provas, ou quem a delatasse para mim. Portanto, em relação a esse ‘primeiro amor da vida dela’ não tive mais registros posteriores a essa briga.

De todo modo, desconfiava que ela me mantinha fiel enquanto se satisfazia com outro ou outros. Então passamos a brigar com frequência, tendo nos ciúmes a base de quase todas as nossas discórdias. Muitas vezes Samara queria sair com as primas e exigia privacidade, liberdade e aconchego exclusivamente feminino e familiar. Então disparávamos em batalhas que se estendiam até a hora que antecedia sua diversão, uma vez que eu terminava por atender a sua exigência para que a esperasse em casa resignado.

Era isso ou a ruptura do nosso namoro, advertia-me. Diante de suas constantes ameaças, quase sempre as discussões culminavam em meus temidos e sentidos pedidos de desculpas, independente de quem estivesse certo ou errado. A razão sempre lhe pertencia, senhora que era da situação. Os meus ciúmes rivalizavam com o seu comportamento notoriamente livre para os meus padrões de macho dominador, criado nas malhas do catolicismo mais ortodoxo, em toda a sua rigidez. Algo que me via obrigado a rever a cada conflito com Samara.

O nosso relacionamento se arrastou assim, entre muito sexo e muita briga sistematicamente desencadeada por um mútuo ciúme, a maior deles de minha parte. As cenas de ciúmes dela quase sempre pareciam algo absolutamente calculado e que culminava invariavelmente no cumprimento de algum desejo dela. Nossas famílias já não encorajavam a nossa relação.

E em meio a tudo isso apareceu um cara bem mais velho. E que tinha uma enorme vantagem sobre mim, no aspecto de poder seduzir uma garota tão mais jovem, ainda mais sendo uma ninfeta como Samara. Foi já durante nosso terceiro ano de namoro, com um professor dela. Nós dois já havíamos completado 18 anos; ele contava a idade em torno de 33 ou 35, não mais do que isso, gozava a fama de garanhão na escola e ela não era a primeira estudante a ceder aos cortejos.

Não precisei pressionar muito para que ela confessasse que ficaram juntos. Disse-me, sem demonstrar muito arrependimento, que entenderia que eu rompesse a relação e que não guardaria mágoas. Fiquei péssimo e desatei o namoro, embora totalmente contra a minha vontade, naturalmente, mas em defesa da minha honra masculina. Os dias que se seguiram ao término da relação serviram apenas para acomodar a maior dor que eu já sentira até ali. Vê-la pela nossa rua, algo constante devido a nossa vizinhança, tornou-se um martírio e eu experimentei as minhas primeiras noites de insônia e de bebedeira, na mais clichê atuação piegas.

Ela simplesmente deixou a responsabilidade de terminar o namoro comigo. Entenderia se eu quisesse terminar, mas se eu aceitasse continuaria comigo assim mesmo. Não teve coragem de ser mais direta, mas anos depois entendi que ela estava propondo nas entrelinhas que eu continuasse sendo o seu namorado aceitando que ela continuasse saindo com o professor.

Resumindo, me queria um corno manso. 

Era disso que ela queria me fazer. De certa forma, eu fui corno dela, mas um manso relutante, pois como disse, ainda persistia um macho reprimido dentro da minha latente alma submissa.

Na sexta-feira imediatamente após a nossa ruptura, ela e o professor voltaram a sair juntos. Da minha janela pude vê-la entrar em seu carro e finalmente conheci as profundezas da dor de cotovelo. Fiquei zanzando, sem dormir a noite inteira, indo quase que ininterruptamente até a janela para verificar se ela chegava. Amanheceu e eu ainda não havia pregado os olhos. Finalmente, por volta das sete da manhã, pude ver Samara deixando o carro do professor e corri até o prédio que ela morava, ao lado do meu.

Sua reação não foi como eu esperava. Ela ficou muito brava por me ver ali à sua espera, tal como um vigilante a controlar os seus passos, e me disse que saísse da sua frente porque estava cansada e queria ir dormir. Não admitiria que eu ficasse inspecionando os seus passos. Ela bradou: “Acabou! Eu não sou mais sua namorada, entenda isso!” Eu não pude evitar e recaí, pedi para que voltássemos, mas ela estava irredutível. Insisti, supliquei e quando me vi já estava a implorar de joelhos aos seus pés. Nunca pude esquecer o prazer nos olhos de Samara assistindo aquela minha cena humilhante.

Naquele momento, não foi só o seu semblante que mudou, todo o seu corpo agiu em descompasso com a determinação que a dominara até então. Após alguns segundos que me pareceram uma eternidade naquela posição, ela pegou-me pelos cabelos carinhosamente e alisou-os maternalmente enquanto eu, trêmulo, abraçava seu quadril e suas pernas torneadas, beijava seus pés e coxas expostas pela justíssima minissaia jeans. Tomado pelo seu cheiro, pela sua pele macia, e, finalmente pelo conhecido cheiro do seu sexo, deixei-me levar até a sua buceta quente sem encontrar qualquer forma de resistência de sua parte.

De repente, ali, no meio do corredor do seu edifício, numa manhã de sábado, sob a possibilidade de algum vizinho aparecer e me ver naquele estado humilhante, comecei a esfregar a minha cara nela, no meio de suas pernas, e pude ver que ela já estava excitada. E então pus sua pequena calcinha preta de lado e alcancei o seu sexo com a minha língua, lambendo-a, chupando-a, sugando o seu gosto. Vagarosamente, ela puxou-me pelos cabelos, fazendo-me levantar até o seu rosto, e nos beijamos lascivamente.

A situação vista assim de hoje me parece reveladora. Ela havia acabado de chegar do encontro com ele e não fui nada relutante em chupá-la. Entramos em sua casa e ela disse que precisava de um banho. Estava sozinha em casa. Fomos ao banheiro e ela me fez despi-la. Retirei peça a peça de sua roupa que cheirava a cigarros e bebidas, arranquei tudo o que eu ainda vestia e comecei a ensaboá-la já completamente louco de tesão. Então ela colocou-me na mesma posição em que eu estava no corredor, de joelhos, mas agora nu entre as suas pernas, frente a frente a sua linda e desejada buceta, quase totalmente depilada e finalmente entregue a mim outra vez.

Chupei-a convulsivamente, com a sede de quem acaba de deixar um deserto. Creio que foi a minha primeira chupada para valer de uma buceta. Eu a havia chupado inúmeras vezes, mas nunca como naquele dia. Marcou o exato momento em que realmente passei a gostar de chupar uma buceta. Foi uma chupada com a total entrega que viria a marcar as inúmeras que a partir dali eu faria. Chupava com total devoção, sorvendo tudo o que havia a ser ofertado pelo seu corpo delicioso e suculento. Samara ficou ali, de pé, recostada à parede, absoluta e inteiramente entregue, trêmula de prazer. Recusava-me a pensar, mas o pensamento de que ela estava com outro há bem poucas horas não me deixava. Ela havia se deitado, se deixado ser penetrada e certamente gostado de ter estado com outro membro, talvez maior, mais grosso, mais intenso que o meu... 

E quanto mais eu pensava e me atormentava, maior era o meu empenho em lhe dar prazer. Eu travava uma luta interna e ela parecia indiferente, tamanho era o seu visível prazer. Não demorou e Samara gozou bastante dessa maneira. Nunca havia visto ela gozar tão intensamente com meu sexo oral. Depois, com ar piedoso e agradecido, disse que eu também poderia gozar. Eu já estava totalmente melado, meu pau pingava excitado enquanto a chupava e não foi preciso muito para que, depois de algumas poucas estocadas, eu gozasse bem fundo onde eu sempre quis estar: dentro da sua quente, confortável e acolhedora buceta que naquele momento eu sentia ligeiramente diferente e claro que era por conta do sexo que tivera há poucas horas com o professor.

Ficamos ali no chuveiro por mais um tempo e depois saímos para dormir agarrados em sua cama. Estávamos exaustos. Claro que cada um por razões diferentes. Atravessamos a manhã daquele jeito, seus pais só voltariam à tarde. Ao acordarmos, transamos mais uma vez e logo depois fui para casa, deixando-a com a esperança de que ainda poderia tê-la de volta.

Mas ela não quis voltar para mim, no sentido comum do termo. Ela continuou ainda a sair com o professor, mas às vezes trepávamos, sempre sob o seu alerta de que não era para eu me acostumar. Reforçava que já pertencia a outro homem. Nenhum pudor a inibia de transar comigo, apesar de admitir pertencer a outro. E eu sentia que ela tinha um certo prazer em ficar repetindo e deixando isso bem claro o tempo todo. Exalava, em seu sorriso sarcástico, um prazer sádico em me ver humilhado ao ouvi-la naquele mantra: “não se acostume, eu sou dele”.

Ela passou a exigir que a chupasse sistematicamente, me tornei seu chupador oficial, ela dizia entre risos. Aconteceu de eu ficar esperando que retornasse dos seus encontros com o tal professor e irmos direto para o banho em sua casa, onde repetia o mesmo ritual da primeira vez que a abordei nessa situação. Eu me sentia humilhado, e ainda assim se acendia uma fogueira de tesão dentro do meu corpo.

Nunca soube se o professor chegou a saber algo ao meu respeito. O que de fato chegou ao meu conhecimento foi que o professor tinha uma noiva, e que a mesma estava grávida. Samara só viria a descobrir após dois meses com ele, quando achou um exame de gravidez que caíra de dentro da carteira dele. Daí, como não admitia ser dividida com outra mulher, Samara o deixou e ele foi deixado pela noiva também, que descobriu a traição do docente metido a Don Juan. Ele perdeu as duas.

Foi quando voltei a encontrar Samara com maior frequência e passamos a trepar com alguma regularidade outra vez. No entanto, não reatamos a relação, apesar dos meus esforços neste sentido. Ela já não queria abrir mão de sua absoluta liberdade e já ficava com outros caras sem me esconder, até mesmo em minha frente, nas festas que acontecia de estarmos juntos. Dizia que como não éramos mais namorados ela podia ficar com quem quisesse. Para não a perder, eu aceitei aquela condição de uma vez por todas. Por outro lado, não conseguia me interessar em mais ninguém, o que ela sempre aplaudia e realçava como uma postura acertada de minha parte: “Se eu te dou tudo que você quer, para que vai atrás de outra? Ai de você se eu souber ou desconfiar de alguma coisa, hein?!”

Tudo isso acontecia com muita naturalidade. Ela nunca deixou entender que uma amiga a orientava a fazer isso, ou que aprendeu a me tratar daquela forma em alguma revista impressa ou online. Muito pelo contrário: toda aquela volúpia e autoridade sexual em me manter fiel, aos seus pés, enquanto desfrutava inquestionável de sua libertinagem, pareciam se originar espontaneamente de sua alma, sem que nada a tivesse ensinado a ser daquela forma.

Alguns meses depois, os pais de Samara haviam decidido se mudar de cidade. O trabalho os levaria para longe. Toda a família se mudou e eu fiquei muito triste.  Reprimido pela distância, recolhi meu enorme tesão em punhetas sem fim com uma Samara imaginária assombrando as minhas melhores e mais sofridas fantasias.

Foi terminando assim: fui visitá-la ainda umas duas vezes durante o verão daquele ano, e trepamos bastante ao longo de minhas estadias em sua nova cidade. Por meio de um amigo que morava por lá, soube que ela já havia conquistado a fama de putinha também em seu novo lar. Pouco tempo depois, eu entrei na Universidade e minha vida tomou outro rumo. Vieram outras namoradas, outras transas casuais. Mas a experiência com ela nunca mais me deixaria. E foi assim o início de minha trajetória de homem complacente que se consolidaria alguns anos depois. 

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