no post de hoje do nosso Blog Meus Chifres, seguimos com o compartihamento da trajetória da iniciação no nosso leitor Rocco, um corno que teve a sorte de ser iniciado por uma garota que prece ter nascido para a função de hotwife, sacana e safadinha.
Depois de apresentar a delicioa putinha que o iniciou, temos, a seguir, a descrição pormenorizada do momento em que ela colocou o cabresto, e o primeio chifre, no nosso amigo.
Vejamos como se deu a estreia do corno que além de manso já foi humilhado na sua primeira experiência.
A TRAJETÓRIA DE UM COMPLACENTE
Cap. 2
Primeira lição para um corno humilhado
Como ela exigira
que eu respeitasse a liberdade dela em conversar com seu ex-namorado, nada me
tirava da cabeça que chegaram a ter uma recaída. Mas nunca consegui provas, ou
quem a delatasse para mim. Portanto, em relação a esse ‘primeiro amor da vida
dela’ não tive mais registros posteriores a essa briga.
De todo modo,
desconfiava que ela me mantinha fiel enquanto se satisfazia com outro ou
outros. Então passamos a brigar com frequência, tendo nos ciúmes a base de
quase todas as nossas discórdias. Muitas vezes Samara queria sair com as primas
e exigia privacidade, liberdade e aconchego exclusivamente feminino e familiar.
Então disparávamos em batalhas que se estendiam até a hora que antecedia sua
diversão, uma vez que eu terminava por atender a sua exigência para que a
esperasse em casa resignado.
Era isso ou a
ruptura do nosso namoro, advertia-me. Diante de suas constantes ameaças, quase
sempre as discussões culminavam em meus temidos e sentidos pedidos de
desculpas, independente de quem estivesse certo ou errado. A razão sempre lhe
pertencia, senhora que era da situação. Os meus ciúmes rivalizavam com o seu
comportamento notoriamente livre para os meus padrões de macho dominador,
criado nas malhas do catolicismo mais ortodoxo, em toda a sua rigidez. Algo que
me via obrigado a rever a cada conflito com Samara.
O nosso
relacionamento se arrastou assim, entre muito sexo e muita briga
sistematicamente desencadeada por um mútuo ciúme, a maior deles de minha parte.
As cenas de ciúmes dela quase sempre pareciam algo absolutamente calculado e
que culminava invariavelmente no cumprimento de algum desejo dela. Nossas
famílias já não encorajavam a nossa relação.
Não precisei
pressionar muito para que ela confessasse que ficaram juntos. Disse-me, sem
demonstrar muito arrependimento, que entenderia que eu rompesse a relação e que
não guardaria mágoas. Fiquei péssimo e desatei o namoro, embora totalmente
contra a minha vontade, naturalmente, mas em defesa da minha honra masculina.
Os dias que se seguiram ao término da relação serviram apenas para acomodar a
maior dor que eu já sentira até ali. Vê-la pela nossa rua, algo constante
devido a nossa vizinhança, tornou-se um martírio e eu experimentei as minhas
primeiras noites de insônia e de bebedeira, na mais clichê atuação piegas.
Ela simplesmente
deixou a responsabilidade de terminar o namoro comigo. Entenderia se eu
quisesse terminar, mas se eu aceitasse continuaria comigo assim mesmo. Não teve
coragem de ser mais direta, mas anos depois entendi que ela estava propondo nas
entrelinhas que eu continuasse sendo o seu namorado aceitando que ela
continuasse saindo com o professor.
Resumindo, me queria um corno manso.
Era disso que ela queria me fazer. De certa forma, eu
fui corno dela, mas um manso relutante, pois como disse, ainda persistia um
macho reprimido dentro da minha latente alma submissa.
Naquele momento,
não foi só o seu semblante que mudou, todo o seu corpo agiu em descompasso com
a determinação que a dominara até então. Após alguns segundos que me pareceram
uma eternidade naquela posição, ela pegou-me pelos cabelos carinhosamente e alisou-os
maternalmente enquanto eu, trêmulo, abraçava seu quadril e suas pernas
torneadas, beijava seus pés e coxas expostas pela justíssima minissaia jeans.
Tomado pelo seu cheiro, pela sua pele macia, e, finalmente pelo conhecido
cheiro do seu sexo, deixei-me levar até a sua buceta quente sem encontrar
qualquer forma de resistência de sua parte.
A situação vista
assim de hoje me parece reveladora. Ela havia acabado de chegar do encontro com
ele e não fui nada relutante em chupá-la. Entramos em sua casa e ela disse que
precisava de um banho. Estava sozinha em casa. Fomos ao banheiro e ela me fez
despi-la. Retirei peça a peça de sua roupa que cheirava a cigarros e bebidas,
arranquei tudo o que eu ainda vestia e comecei a ensaboá-la já completamente
louco de tesão. Então ela colocou-me na mesma posição em que eu estava no
corredor, de joelhos, mas agora nu entre as suas pernas, frente a frente a sua
linda e desejada buceta, quase totalmente depilada e finalmente entregue a mim
outra vez.
Chupei-a
convulsivamente, com a sede de quem acaba de deixar um deserto. Creio que foi a
minha primeira chupada para valer de uma buceta. Eu a havia chupado inúmeras
vezes, mas nunca como naquele dia. Marcou o exato momento em que realmente
passei a gostar de chupar uma buceta. Foi uma chupada com a total entrega que
viria a marcar as inúmeras que a partir dali eu faria. Chupava com total
devoção, sorvendo tudo o que havia a ser ofertado pelo seu corpo delicioso e
suculento. Samara ficou ali, de pé, recostada à parede, absoluta e inteiramente
entregue, trêmula de prazer. Recusava-me a pensar, mas o pensamento de que ela
estava com outro há bem poucas horas não me deixava. Ela havia se deitado, se
deixado ser penetrada e certamente gostado de ter estado com outro membro,
talvez maior, mais grosso, mais intenso que o meu...
Ficamos ali no
chuveiro por mais um tempo e depois saímos para dormir agarrados em sua cama.
Estávamos exaustos. Claro que cada um por razões diferentes. Atravessamos a
manhã daquele jeito, seus pais só voltariam à tarde. Ao acordarmos, transamos
mais uma vez e logo depois fui para casa, deixando-a com a esperança de que
ainda poderia tê-la de volta.
Mas ela não quis
voltar para mim, no sentido comum do termo. Ela continuou ainda a sair com o
professor, mas às vezes trepávamos, sempre sob o seu alerta de que não era para
eu me acostumar. Reforçava que já pertencia a outro homem. Nenhum pudor a
inibia de transar comigo, apesar de admitir pertencer a outro. E eu sentia que
ela tinha um certo prazer em ficar repetindo e deixando isso bem claro o tempo
todo. Exalava, em seu sorriso sarcástico, um prazer sádico em me ver humilhado
ao ouvi-la naquele mantra: “não se acostume, eu sou dele”.
Nunca soube se o
professor chegou a saber algo ao meu respeito. O que de fato chegou ao meu
conhecimento foi que o professor tinha uma noiva, e que a mesma estava grávida.
Samara só viria a descobrir após dois meses com ele, quando achou um exame de
gravidez que caíra de dentro da carteira dele. Daí, como não admitia ser
dividida com outra mulher, Samara o deixou e ele foi deixado pela noiva também,
que descobriu a traição do docente metido a Don Juan. Ele perdeu as duas.
Foi quando voltei a
encontrar Samara com maior frequência e passamos a trepar com alguma
regularidade outra vez. No entanto, não reatamos a relação, apesar dos meus
esforços neste sentido. Ela já não queria abrir mão de sua absoluta liberdade e
já ficava com outros caras sem me esconder, até mesmo em minha frente, nas
festas que acontecia de estarmos juntos. Dizia que como não éramos mais
namorados ela podia ficar com quem quisesse. Para não a perder, eu aceitei
aquela condição de uma vez por todas. Por outro lado, não conseguia me
interessar em mais ninguém, o que ela sempre aplaudia e realçava como uma
postura acertada de minha parte: “Se eu te dou tudo que você quer, para que vai
atrás de outra? Ai de você se eu souber ou desconfiar de alguma coisa, hein?!”
Tudo isso acontecia
com muita naturalidade. Ela nunca deixou entender que uma amiga a orientava a
fazer isso, ou que aprendeu a me tratar daquela forma em alguma revista
impressa ou online. Muito pelo contrário: toda aquela volúpia e autoridade
sexual em me manter fiel, aos seus pés, enquanto desfrutava inquestionável de
sua libertinagem, pareciam se originar espontaneamente de sua alma, sem que
nada a tivesse ensinado a ser daquela forma.
Foi terminando assim: fui visitá-la ainda umas duas vezes durante o verão daquele ano, e trepamos bastante ao longo de minhas estadias em sua nova cidade. Por meio de um amigo que morava por lá, soube que ela já havia conquistado a fama de putinha também em seu novo lar. Pouco tempo depois, eu entrei na Universidade e minha vida tomou outro rumo. Vieram outras namoradas, outras transas casuais. Mas a experiência com ela nunca mais me deixaria. E foi assim o início de minha trajetória de homem complacente que se consolidaria alguns anos depois.
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