Enfim, nesse jogo de bate daqui, aperta dali, vivi um dos melhores momentos da minha vida de muler adulta (e adúltera, se me permite o trocadilho). Pude sentir a delícia de ser tratada como gosto, dentro de minha casa, na minha cama, com o meu marido. Mas ainda assim, o silêncio se manteve e nunca tocamos no assunto, o que por um lado acho ótimo pois tenho medo de perder o controle, trocar os pés pelas mãos e estragar tudo o que tenho nas mãos.
Só que, como bem sabemos, a vida não é um mar de rosas e mesmo que eu tenha conseguido, de alguma forma, manter o controle da situação com o meu marido, e já tendo establizado o relacionamento com Lucas, acabei me mentendo numa enrascada que me faz sentir um frio na espinha só de lembrar.
Conforme disse, no relato anterior, enquanto Lucas viajava com a esposa, fiquei enciumada, sim. Me aborreci por saber que ele estava curtindo a sós com ela e eu não poderia tê-lo para mim, para sentir e aproveitar um pouco da sua felicidade comigo, em mim. Meio que inconscientemente, me permiti agir como se tivesse 15 anos, tomando decisões sem considerar o cenário mais amplo e agindo em nome apenas do desejo irresponsável da menina mimada que sempre fui. Chateada por ter sido "deixada pra trás" por Lucas, enquanto estavamos abastecendo o carro para ir à nossa casa fazenda, flertei com um rapaz que trabalha num posto de gasolina, no qual abastecemos nosso carro quando pegamos a estrada.
Nildo é um rapaz bem mais novo que eu. Ele tinha apenas 26 anos, mas já era um homem feito, preparado pela vida difícil que levava e que lhe obrigou a começar a trabalhar ainda criança. Os anos de experiência na rua, lidando com um tudo e com todos lhe ofereceram alguma malícia que o fez olhar para mim e perceber que eu não era uma mulher comum, como tento aparentar mediante todos os esforços que faço para interpretar a minha personagem de mãe, esposa, empresária, para o nosso círculo social. Acho que o aborrecimento com a viagem de Lucas era tanto que a verdadeira Sabrina estava na luz, querendo se vingar por ter sido preterida em favor da esposa de Lucas que se divertia sozinha com ele.
O faro de alfa de Nildo percebeu o meu cio de fêmea abandonada e sedenta, fazendo com ele não tivesse o menor pudor de me olhar com evidente intenção quando se ofereceu para limpar o para brisas do carro, aproveitando que o meu marido havia ido à loja de conveniência do posto. Aquele minuto em que ele me olhou foi muito intenso e longo. Me senti despida e acuada, como se fosse uma indefesa gazela acuada pelo leão predador.
Aquele minuto bastou para que aquele homem, aliás, aquele menino negro, impertinente, abusado, alugasse um condomínio inteiro na minha mente, fazendo-me pensar tanto nele, quanto na sua atitude, a ponto de me fazer me tocar no banho imaginando o que ele pensava enquanto me olhava pelo vidro do carro. Gozei muito pensando nisso e como acho um absurdo o desperdício de um orgasmo na mão, resolvi que ele teria que me pagar, com seu fluido, pelo gozo solitário que me obrigou a ter.
Assim, revivendo os meus deliciosos dias de adolescente, quando usava e abusava do poder de filha do patrão nas fazendas do meu pai, passei a frequentar o posto para, de algum forma ter aquele homem para mim. Foram diversas idas e vindas ao posto até encontrar com Nildo, na terceira semana de buscas pelo meu novo alvo.
Numa certa manhã de quarta-feira, enfim nossos ponteiros se encontraram. Fui abastecer o carro pela segunda vez naquela semana e enfim nossos olhares se cruzaram novamente enquanto ele abastecia uma moto parada na bomba do outro lado do posto. Após concluir o meu abastecimento, inventei um subterfúgio para o olhar mais um pouco e levei o meu carro ao ao calibrador de pneus, para poder observá-lo melhor, mais de longe.
Sagaz, ele percebeu a minha manobra e como o calibrador ficava um pouco mais afastado das estações de abastecimento ele fez questão de vir correndo para me atender, sob o pretexto de verificar a pressão dos pneus do meu carro. Vendo que estava sozinha, ele faz questão de deixar claro que não havia nenhum respeito entre nós e logo cuidou de assumir o lugar de alfa perante a fêmea que ele queria copular, comentando que o meu carro parecia ser bem confortável e com um riso largo que ia de orelha a oelha, disse que "é bom para namorar ai dentro".
Corei na hora. Como minha pele é bem clara, eu sabia que ele havia percebido a mudança da minha fisiologia, então não era mais possível me fazer de desentendida. Ou reagia ríspidamente, reativa, rechaçando a sua investida, ou eu me abria de vez para ele.
E como ele era um homem negro daqueles que tem o poder hipnótico de ensopar minhas calcinhas, cedi ao uivo do alfa e acenei como uma fêmea que entra na dança do acasalamento perguntado "você ja namorou num carro desses?" ao que ele prontamente respondeu que não, afirmando ter muita vontade de experimentar um dia. Largando de lado a personagem da família tradicional, deixei a melhor versão da Sabrina assumir dali por diante perguntando se ele queria experimentar no seu horário de almoço.
Ele ficou imóvel por uns 30 segundos como se estivesse tentando porcessar o que ouviu e não estivesse acreditando que eu havia acenado positivamente à sua cantada. Assim, perguntei novamente "então, quer experimentar hoje ou prefere almoçar aqui mesmo no posto? Aquele reforço foi o suficiente para fazê-lo destravar e, claudicante, dizendo que não daria certo porque tinha só uma hora pra almoçar e não ia dar tempo dele tomar um banho e se organizar para poder aproveitar ao máximo a experiência.
Numa virada daquelas, encostei o macho alfa na parede dando-lhe o ultimato, dizendo que para mim, não havia probelma quanto a isso, e sapequei, já com o tom de voz meigo dizendo "eu até prefiro assim, suado" e entrei no carro, colocando os meus óculos escuros para disfarçar a vergonha que vem à reboque desses momentos de exposisção que a safada da Sabrina me submete.
Ele ficou imóvel o que facilitou para me ouvir dizendo que às 13h estaria de volta para levá-lo para um passeio no meu carro.
Às 13h voltei e não o vi no posto. Desci do carro com o pretexto de ir até a loja de conveniência a fim de procurá-lo mas não o achei. Por um instante me senti envergonhada, achando que ele havia declinado da minha proposta, o que me fez me sentir péssima, um lixo. Quando já estava voltando para o carro, o vi saindo de uma área restrita aos funcionários e me senti aliviada daquela sensação ruim. Como já estava com o carro ligado, mais uma vez fui até o calibrador onde o esperei e o orientei a me encontrar no estacionamento do supermercado que tem na quadra vizinha à quadra do posto para que ele não fosse visto entrando no meu carro, já que moramos relativamente perto dali.
Cerca de 5 minutos depois, no estacionamento do supermercado, o meu carro já estava impregnado pelo delicioso aroma do suor daquele macho alfa. Assim que ele entrou no carro, quis se chegar para merto de mim, como quem queria me beijar, mas eu fui seca e lhe mandei por o cinto de segurança e conduzi o carro com toda velocidade em direção à BR, de onde pegaria uma estrada secundária para uma área de chácaras que ficam ao redor da cidade. Na BR, perguntei a ele se ela sabia dirigir e se era habilitado e quando ele disse que era, encostei o carro no acostamento da estada para trocar de lugar com ele, ordenando-lhe que seguisse rumo à região das chácaras.
Seguindo as minhas ordens, ele então foi surpreendido pelo movimento das minhas mãos que, estando livres do volante, poderia enfim tocar aquele corpo de ébano que me fez gozar tantas vezes em meus pensamentos. Não demorou muito e eu já estava sentido a sua pulsação na palma da minha mão que apertava aquele membro negro e suado com intensidade.
Chegando à região das chácaras, pedi a ele que saísse da estrada e encostasse o carro no estacionamento de uma universidade que existe no local. Quando ele estacionou o carro entre algumas árvores, coloquei aquele pau de macho na minha boca sugando e masturbando-o e pedindo que gozasse para mim até que ele inundasse a minha garganta com seu delicioso leite. Há tempos não sentia um homem gozando tão intesamente assim para mim e por isso me vi encantada com o desejo daquele garoto que me fez sentir renovada, com auto-estima multiplicada por mil à cada vez que o procurava para levá-lo para passear no meu carro, que ele agora tinha total ceteza do quanto era confortável para namorar.
Até que um dia, fomos abordados por uma viatura da polícia de trânsito que passava e viu o carro ligado, com os vidros filmados e resolveu verificar se estava acontecendo algo de errado, como de fato estava...rs! Extremamente constrangida, e morrendo de medo de ser identificada e reconhecida (minha família jamais poderia saber que eu me enconrava ali, em tal condição) tomei o sermão do policial que nos advertiu quanto ao risco a que estávamos nos expondo por estarmos naquela condição, naquele local.
Aquele susto me fez recuperar o juízo que parecia ter ficado em casa, embaixo da cama e tomasse a atitude de não me expor mais de tal maneira. No encontro seguinte, pedi a ele que me levasse diretamente para um motel. Como ele ia conduzindo o carro enquanto eu ia me divertindo com a boca, ele me levou para um motel que ele provavelmente cosumava frequentar com as suas namoradinhas ou peguetes.
O lugar era um pulgueiro. Era um motel barato, desses que a cama é de cimento, de quinta categoria mesmo. Estar ali, num motel de quinta categoria, me deu um tesão imenso pois me fez entender como ele me via: eu era mais uma das putas que ele comia, e aquilo era tudo o que eu mais queria: ser a puta daquele macho suado.
Ele nunca soube, mas foi assim que conseguiu me envolver de um jeito que eu simplesmente me entreguei completamente a ele. Eu me sentia a sua puta, todas as vezes que ele me levava para locais como aquele pulgueiro. Eu gosto, me realizo sendo a puta de um homem. Me levando para aquele motel barato, ele me deu o tratamento que eu mais desejava, sendo tratada como se eu fosse apenas mais uma puta que ele usava.
Então, quando o Lucas viajou novamente com a esposa, msmo que eu estivesse conseguindo conviver em paz com a situação de ter dois amantes além do meu marido, mais uma vez fiquei chateada, por ter sido preterida em face da sua esposa para um feriadão prolongado na praia.
Movida por um ciume juvenil e inconsequente, fiz a loucura de levar Nildo para o apartamento que até então só havia servido de alcova para as minhas tardes de amor com Lucas.
Tomada pelo ciúmes de Lucas, trouxe outro homem para a cama em que ele me tinha como sua mulher. Meu terapeuta acha que tomei tal atitude de forma simbólica, usando o Nildo como usei Lucas na ocasião que o levei para a minha casa de praia porque me senti preterida pelo Lucas, assim como me sinto preterida pelo meu marido que sempre dá preferência às suas putas, e me nega o tratamento que mereço na intimidade.
Quando me perguntou quem era o dono daquele apartamento que estavamos usando como motel, Nildo se transformou. Ele não conseguiu lidar bem com a situação quando lhe disse que eu era a dona do apartamento e que o mantinha para encontros com um amante fixo há alguns anos.
Acho que ele se sentiu traído ou enciumado pois logo ele passou a dizer que não achava certo eu estar tendo caso com dois homens além do meu marido, chegando a dizer que não iria admitir que eu continuasse me encontrando com Lucas, ameaçando até vir ao apartmento até nos encontrar e falar diretamente com Lucas para que ele se afastase de mim.
Obviamente aquele comportamento foi o suficiente para por um fim a todo o desejo que sentia por ele. Gosto de ser submissa, tratada com certo rigor e até mesmo desprezo, em certa medida, pelos meus amantes. Gosto de me sentir acuada, sem forças para negar o desejo do macho por mim, mas não admito ter a minha liberdade cerceada e por isso vi que era hora de encerrar o mau affair com o delicioso frentista que demonstrava ser um macho tóxico.
E para o meu infortúnio, eu estava certa: a sua pouca idade, associada ao fato de não ter ninguém, ou nenhum relacionamento a preservar, fez com que Nildo assumisse uma postura ainda mais invasiva e até mesmo intimidatória, chegando a me ameaçar por alguns momentos, de entregar todo nosso segredo ao meu marido.
De repente me percebi extorquida quando ele me fez lhe comprar um aparelho telefônico novo em troca da manutenção do segredo do meu apartamento para meus encontros particulares. Aquilo foi a gota d'água para encerrar o nosso contato. Ele não tinha noção, graças a Deus, que, conforme ja disse no meu primeiro relato, faço parte de uma família muito influente e por isso, consegui chegar, discreta e indiretamente ao proprietário do posto e consegui uma "transferência" do Nido para outra empresa do mesmo proprietário, em outra cidade, de modo que ele se distanciou sem me incomodar ou me causar qualquer dano.
Por precaução, mudei o endereço da minha alcova com Lucas e convenci meu marido a trocar de carro, fazendo com que Nildo perdesse o contato comigo definitivamente. Embora tenha tido muito prazer com ele, sinto-me aliviada por ter passado ilesa por duas situações que podedriam ter me arruinado, assim como à minha família quando fomos abordados pelos policiais, bem como quando Nildo se mostrou tão possessivo, instável e chantagista.
Eu largaria minha batina para ser seu corno, Sabrina
ResponderExcluirOi? Batina?????
Excluir😯 Batina eita um padre cuckold , o mundo esta doido mesmo kkkk
ExcluirEstou que não me aguento de curiosidade e imaginando o que esse cidadão vive na sua mente...
ExcluirEle é um padre que quer ser corno????
Pelo que sabemos padres não se casam , um padre com esposa ja é exceção , um padre casado e corno ai ja algo surreal , o que vai deixar nossos chifres coçando de curiosidade , tomara que ele entre em contato e nos conte um pouca de sua história
ExcluirSó se ele for um padre em conflito com a batina, por causa de uma mulher que ele imagina na cama com outro...
ExcluirMeu deus.....kkkkkkkk
ExcluirTô rido de nervosa, só de imaginar a situação
Mais uma vez fica claro que os melhores comedores são os casados não só pelo prazer que eles proporcionam as nossas esposas, mas também pela segurança e o sigilos que eles passam.
ResponderExcluirExatamente! Já passei por situações de problemas assim. Muitos confundem a situação. Os mais novinhos então... eles acabam confundindo e querendo namorar. Eu não quero namoro, já sou casada. Assim como a Sabrina, o que busco é sexo e nada mais! E esses pseudocomedores que ficam apaixonados só trazem problemas pra gente. Nós temos emprego, família, marido, filhos, etc. É muita complicação. Por isso preferimos os casados, porque há um interesse mutuo de prazer e descrição. Sou puta e o casado é comedor. E ambos temos interesses em preservar nossas famílias. Por isso funciona.
ExcluirEm tempo: parabéns para a Sabrina por mais um excelente relato. São várias coisas que você descreveu que me vi em situações muito parecidas, os mesmos dilemas. Acho que certos tipo de problemas são bem comuns para nós mulheres que damos os passos sem nossos maridos. Não que um comedor casado não possa passar por problemas, não é isso. Mas acho que na nossa condição de mulher, um comedor mal intencionado pode explorar nossa fragilidade enquanto um homem que trai a esposa tem uma condição mais favorável pelo fato da sociedade enchegar ele como um "comedor" (no sentido positivo) e nós como putas (no sentido negativo da palavra). E quem paga o preço é nossa família...
E parabéns também ao blog por sempre abrir espaço para nós mulheres!
Bjoss,
Rê
Regina, Sabrina, e todas as demais Hotwives que fazem o nosso blog,
ExcluirEu que lhes agradeço, em nome dos mais de 1.420.000 leitores do nosso blog por fazer o nosso espaço ser o espaço plural e democrático no nosso fetiche, com debates que tanto expõem o ponto de vista masculino quanto o feminino.
Isso não só nos dá credibilidade, mas nós confere o crédito da realidade, da pertinência dos diálogos e opiniões que, vindo de ambos os polos da realização do fetiche, terminam fortalecendo a todos os que participam (falando ou ouvido) desse imenso e intenso fórum que virou o setor de comentários de cada postagem.
Sinto muito orgulho por te-las como interlocutoras. Tenho certeza que estamos construindo um capítulo da história do movimento liberal no nosso país. Com certeza seremos citados 3 lembrados daqui a 50 ou 100 anos, por aqueles que se benefeciarão, caminhando pela estrada que estanos pavimentando
Como já disse antes, minhas experiências com meus dois amantes "oficiais" (lucas, Nildo) me deixaram a certeza que homens solteiros são muito inseguros para uma mulher que não é liberada. Se eu não tivesse uma certa condição, poderia estar arruinada ou refém de um homem mau caráter que não soube lidar com uma mulher que assume seus desejos. Quanto aos demais, os que trabalhavam para o meu pai, a necessidade de manter o emprego fez com que o caso de ser casado ou não fosse indiferente. Suas condições eram tão precárias que o foco era manter o trabalho, para ainda de quebra, ter a filha do patrão nas suas mãos.
ExcluirDelicioso relato , parabens a sabrina eu ia adorar saber que minha esposa fosse uma mulher assim ,segura de si ao ponto de flertar ,e dar igual puta faminta para lagum comedor de sua escolha , adoraria ouvir da boca dela aventuras que aprontaria sem a minha presença .
ResponderExcluirTipo , ela chegar dizendo amor tem um frentista que to doido pra dar pra ele ,quando eu conseguir te conto cada detalhe de como te coloquei mais um chifrinho ,
Uma pena ela ser fechada , eu ia adorar ela tão safada e putinha quanto a Sabrina e a Regina .
Jamil, como você já deve ter percebido, no meu caso, não posso viver esse sonho de mulher que você idealiza. Infelizmente, nem se meu marido quisesse, poderíamos viver tal relação pois sofremos muita pressão do nosso meio social para ostentar a imagem de uma família perfeita, nos moldes tradicional, cristão, etc, etc, etc....
ExcluirSe a sua família não lhes obrigar a tanto, porque não investir no diálogo com sua esposa para exercer esse direito? Meu maior sonho era ter uma vida comum, anônima, como a grande maioria vive e poder me entregar à minha verdadeira sexualidade
Bom dia Sabrina , eu gostaria que minha esposa tivesse uma libido mais alta fosse assim como vc ou a Regina ,logico que para a sociedade ela seria uma dama , uma mulher casada e fiel, aos moldes tradicionais ,mas que ela tivesse suas aventuras assim como você , mas com meu total consentimento e meu imenso tesão em saber que ela foi puta para algum macho e volte pra mim usada deliciosa e muito safada , em vez de se masturbar lembrando das fodas com seu amente ela poderia sim lembrar dele mas sendo devidamente acariciado no clitores com minha hablidosa lingua de corno,enquanto rla me chama de corno vai contando como foi muito bem comida pela comedor safado enquanto é chupada e degustada vom toda a dedicação e carinho que um corno mansinho sabe dar para sua biscate chifradeira
ExcluirClaro seria um segredo só nosso para a familia e para nosso circulo social seriamos os mesmo de sempre, uma casal normal sem fetiches
Alguma esposa disponível pra sexo em São Paulo? Sou casado tenho 40 anos e quero comer a mulher de algum corpo aqui no blog.
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirEu estava pensando , vou procurar aqui no blog ,um relato de algum marido que queria ver a esposa transando com outro , ela no começo não gostou da ideia ,depois resolveu experimentar, e depois adorou o fato de poder ser puta e ter um corno só pra ela ,
ResponderExcluirAcharei um relato nesses moldes e vou enviar para ela , quem sabe lendo sobre o assunto ela comesse a ter curiosidade sobre o fetiche
Se algum amigo sabe de algum relato específico nesses moldes aqui no blog pode me enviar ,
Mas hj a noite ,com mais tempo vou garimpar o blog para encontrar um relato que se encaixe nesse modelo
Desde ja agradeço aos amigos
CAro, recomendo começar procurando na seção "como virei corno" (https://meuschifres.blogspot.com/p/como-virei-corno.html)
ExcluirNessa página estão reunidos os relatos de como os amigos que já foram contemplados com os desejados chifres, fizeram para mereceros chifres que recebem.
Espero ter ajudado
Garanto que não vai encontrar nada assim entre o meus relato...rs. Amei me entregar aos meus amantes desde o primeiro, há 36 anos atrás
ExcluirEstou impressionada. Achei este blog por acaso ontem de manhã e passei o dia inteiro pensando no que li aqui e em alguns textos que pude ler.
ResponderExcluirNão sei nem o que dizer
Oi, Nara! Não nos deixe assim curiosos. Sua impressão foi positiva ou negativa? Já percebeu que as mulheres são muito bem tratadas por aqui, não é? Então sinta-se à vontade (e tenho certeza que Carlos, nosso anfitrião, fará com que assim se sinta) . Abraço, Rocco.
ExcluirAliás, bem lembrado, também Anfitrião teve sua esposa possuída por outro por 3 noites enquanto guerreava por aí, segundo o mito grego. Rocco.
ExcluirBom dia Nara menezes , bem vindo a 3ste maravilhoso blog onde podemos ler relatos de deliciosas histórias de esposas putas e maridos que adoram ser cornos mansos , um lugar onde podemos conversar abertamente sobre nosso fetiche
ExcluirMas nos diga gostou do que leu , vc é simpatizante do meio liberal ?
Se vc tiver vontades, desejos de realizar algo no relacionamento ,fetiches aqui é um espaço que poderá se abrir sem julgamentos sinta-se acolhida
É um grande prazer uma nova participante no blog, tenha um excelente dia minha querida ,um forte abraço
Oi,
ExcluirIsso aqui é novo pra mim.. não conhecia esses ambientes. Sabia sim de mulheres que traem os maridos e maridos que aceitavam traição,, mas nunca olhei pelo ponto de vista que vocês tratam.
É impressão minha ou os termos "Hotwife e Cuckold" são diferentes do corno, marido traído?
Enfim, ainda estou me vendo diante de algo que me causa um estranhamento, mas aí mesmo tempo, um curioso (e excitante, em certa medida) interesse por saber mais, e entender porque simplesmente não deixei de voltar aqui no blog, pelo menos umas 5 vezes durante o dia
Oi Nara, tudo bem? Espero que volte aqui e que leia essa minha interação pois queria te dizer que é preciso repensar esse conceito de "mulher que trai o marido". Sim, sei que existem aquelas que traem , mas é preciso entender que algumas, como eu, ao se entregar a outros homens, não estão traindo seus maridos e sim, sendo fiéis à sua natureza.
ExcluirEssa questão de "trair" depende do ponto de vista de quem está olhando a cena. No meu caso, se você considerar o meu histórico, estarei traindo meu marido se você olhar pelo ponto de vista dele, quando aceitou casar comigo, no acordo que as nossas famílias fez para a ampliação de um plano de negócios na nossa região. Agora, se você olhar pelo ponto de vista de uma mulher que teve sua primeira relação enquanto era aluna de uma quinta série, e que sempre se sentiu bem, validada, reconhecida e respeitada quando se entregava aos empregados da sua família, a traição é justamente o ato dela abrir mão da sua verdadeira fonte de prazer e reconhecimento. A traição é se condenar a uma vida na qual ela nunca mais se realize intimamente, em nome da estabilidade de um plano financeiro que sequer foi elaborado por ela.
Então, a "traição" é só um ponto de vista exposto por alguém que se sente prejudicado por ter entrado em uma sociedade, sem ter se cercado das devidas certezas que aguentaria os ônus que os bônus lhe exigiria. Posso até concordar contigo se olhar a traição pelo ponto de vista dos pais do meu marido que o obrigaram a casar comigo, mesmo sabendo que havia um certo "boato" que eu era um tanto safada e que tinha certas predileções por perversões, na ótica das pessoas do nosso circulo social. Os pais deles já tinha maturidade para enxergar quem eu era e o que eu fazia e ainda assim colocaram o seu filho neste casamento com vistas apenas no conforto financeiro que vivem hoje e que talvez não tivessem, caso nosso casamento não tivesse sido realizado.
Enfim, são muitas camadas sob a pele de uma mulher casada que se entrega a outros homens. Espero ter te ajudado de alguma forma a compreender um pouco mais este ambiente muito complexo e por isso mesmo, interessante. se sentir vontade, fala comigo no e-mail (sabrinamarrie30@gmail.com) não será nenhum incômodo para mim, te ajudar a compreender, pelo menos, a minha relação com essa experiência que venho relatando aqui no blog do Carlos.
Sabrina,
ExcluirAgradeço pelas palavras que além de revirar o meu referencial, acendeu completamente todas as luzes na minha mente sobre tudo isso que estou descobrindo aqui neste blog.
Sua colocação sobre ser fiel a si mesma mexeu comigo. Aliás, acho que plantou uma semente em mim.
Tô morrendo de medo de mim mesma agora...rs. E se eu estiver sendo infiel a mim durante todos esses anos em que vivo escondendo de mim mesma a vontade de olhar um pouco mais para outros homens??
Será que um dia eu teria coragem? E se eu tiver coragem, como vou dizer ao meu marido? E se ele não aceitar?
Estou de um jeito que não indigo parar de pensar nisso, há dois dias
Oi Nara Menezes, tudo bem?
ExcluirE ai, como anda a sua cabeça depois desse tempo em que você falou conosco? Continua refletindo sobre ser fiel? Imagino que se houve algum incomodo na sua mente é porque há algo que aparentemente não está 100% pacificado entre o que você vive o que o passou a perceber depois de ler o que leu aqui, né?
então, movida pela nossa sororidade, quero que saiba que estou aqui, tá?
Sabrina,
Excluirconfesso que tenho pensado muito em tudo isso, quase todos os dias, principalmente quando o meu marido demonstra merecer tomar um belo par de chifres, se é que você me entende.
O pior é que depois de tomar conhecimento de tudo isso aqui (falo no blog em geral, cujos relatos venho lendo e que estão me puxando o tapete), umas amigas no trabalho começaram a comentar que há um colega nossa que não para de olhar para mim e ele é uma tentação daquelas que vale uma boa briga em casa...rs
Não sei o que está acontecendo, mas é como se o universo estivesse conspirando para que eu perdesse a cabeça e fizesse uma besteira no meu casamento que já não anda às mil maravilhas com um marido que à cada dia me trata de maneira mais fria e indiferente, merecendo um belo par de chifres.
Enfim,é como se estivesse numa montanha russa de emoções e sentimentos na qual a parte reservada aos desejos é justamente na hora do looping, me deixando totalmente de cabeça para baixo, excitada, sem nenhum controle da situação, morrendo de medo, mas com uma sensação deliciosa de frio na barriga e querendo sentir de novo.
Tá tudo muito confuso e conflituoso...é a única certeza que tenho neste momento.
Amiga (me permita te chamar assim)
ExcluirSe o universo esta conspirando, porque você deveria se opor? Apenas viva, permita-se e verá que não há nada de tão errado, se o seu coração deseja.
Agora, não esqueça de se resguardar pois vivemos em um mundo que é determinado por homens. Eles nunca terão qualquer piedade se algo vier à tona. Você é mulher, sabe como azer para que ninguém descubra.
Desejo-lhe sorte.
Seja feliz
Sou negro de sp transo com esposas noivas namorada meu teams 1194196eduard@gmail.com
ResponderExcluirHum, negro é???...rs
ExcluirOi, Sabrina? Desculpe se pareço indiscreto, mas sua personalidade sempre me enche de uma deliciosa curiosidade. Ser negro tem uma importância especial em suas escolhas diante de um possível comedor? Sou o Pedro. beijo.
ExcluirOi Pedro.
ExcluirSim, sempre, desde a minha primeira lembrança de excitação, o homem negro é o protagonista dos meus desejos.
Acho que já falei sobre isso no meu primeiro relato aqui no blog do Carlos. Fui criada num ambiente no qual haviam muitas pessoas negras que sempre achei muito lindas. Até que, inevitavelmente, em um certo dia, a libido despertou em mim.
Não sei se esse desejo por homens negros vem por causa de um certo homem negro que trabalhava na fazenda da nossa família, ou se foi por ele ter sido o primeiro homem que vi quando percebi o despertar da minha sexualidade.
O fato é que quando olhei para ele, me encantei, me apaixonei, para nunca mais deixar de sentir borboletas no estômago (e na ppk) quando vejo um negão sarado na minha frente.
Corno da Fernanda
ResponderExcluirQue relato delicioso, Sabrina.
Um tesão saber que na vida real, um frentista jovem e de condição mais simples,teve a condição de fazer uma dama da Socieade, casada e respeitada, virar a sua PUTA particular e tratar ela como a sua rapariga, levando ela para seu motel pulguento, pra se saciar nela.
Infelizmente isso , do macho virar a chave e começar e se tornar tóxico, acontece.
Ele tinha a faca e o queijo ( ou a PUTA disponível para ele) e jogou fora, por conta de seus instintos de dominação fora de proporção e principalmente RESPEITO.
Sim, as nossas esposas são Raparigas dos Machos, mas esses tem que entender que existe um limite sim, e é a vida pessoal dela.
A Fernanda já teve um problema desses, em graus diferente:
Leve:teve um comedor que qdo soube que ela era LIBERADA, achou um absurdo e começou a pegar no pé dela, dando lição de moral ( sim, é isso mesmo,rs) dizendo que esse tipo de relação é errado. ou seja, queria que ela fosse somente uma esposa pulando a cerca..
Médio: um comedor CASADO, começou a ficar ciumento com ela, pois sabia que ela era liberada, e achava errado ela poder ter amantes, além dele. Pegou no pé dela, ficava com ciúmes e queria que eu ficasse amigo dele, para só ele ser o meu "sócio".
Alto:Um comedor comedor que era noivo, e não sabia que ela era liberada, começou a ter tanto ciúmes, que até controlava ela ,qdo ela saía e uma vez qdo brigaram, ele começou a me ligar de modo anônimo, dizendo que a Fernanda tava pulando a cerca, ou seja seu eu não fosse CORNO Manso e ciente de tudo, poderia até ter acabado com o nosso casamento !
Com todos esses casos uma coisa em comum:
Ninguém deles era do meio liberal, ou seja, não entendiam direito como funcionva a relação, Ciclope/e principalmente HoTWIFE. .
Enfim é o risco que se corre, qdo pessoas leigas nesse fetiche e que acabam confundindo as coisas.
Virar a puta, rapariga de um homem mais simples é a minha realização nesta vida. O modelo de sexo e sexualidade que eles vivem, sem tanto pudor, me provocam uma sensação muito intensa que me permitem a um orgasmo muito mais intenso do que os que tenho com meu marido, no nosso modo de viver a nossa sexualidade.
ExcluirConfesso que mesmo ja tendo dormido em hotéis em mais de 30 países, a cama daquele "pulgueiro" foi uma das camas onde pude ter o mais delicioso e intenso repouso. Quando me pegava imaginando o nível das mulheres, das prostitutas que haviam se deitado ali, antes de mim, me vinha uma onda de choque de libido, misturada com perversidade que me fizeram ter orgasmos que jamais pude sentir novamente e que dos quais morro de saudades.
Se Nildo não tivesse sito tão canalha, poderia estar me usando (ou sendo usado por mim) até hoje...rs
Fico impressionada com o tanto de problemas que vocês tiveram com esses homens mal resolvidos, e mau educados. É uma pena ver o quanto de prazeres e orgasmos são impedidos por homens que não deveriam nem existir neste mundo.
Corno da Fernanda
ExcluirAcho que além do lado sexual, o lado do inverso, do que é a nossa rotina, apimenta o sexo em si.
Lembrei de um posto aqui sobre Política, e tinha um casal que era super conservador e de Direita, mas tinha fantasia da esposa virar rapariga de um Petista. Ou dlo inverso, o casal é de Esquerda, mas sonha que a esposa seja puta de um Bolsonarista.
TB rola com time de futebol.
Nós torcemos para o Santos , mas um Corintiano Roxo, acabou ganhando uma aposta, e a Fernanda teve de ir com ele, a.assistir um jogo do Coringão num barzinho, vestida com roupas do Corinthians ( até a calcinha fio dental TB era do Corinthians)
Enfim, acho que o Oposto é sempre um desafio, que torna o fetiche mais gostoso.
Que vc encontre muitos homens rústicos e humildes, que saibam a sorte que eles terem uma Dama como vc, como PUTA deles na cama e que muitos sejam casados, assim TB vc será a rapariga dele.
Aliás, vc já pegou o marido de alguma Empregada sua?.e que li um conto sobre isso e achei sensacional.
Claro que isso é ficção, mas no Conto, e esposa chegou a mandar a empregada acompanhar a família num sítio com a família, para poder ir até a Favela onde a empregada morava e lá tomar o Lugar dela na cama, virando a rapariga do Marido da Empregada.
Corno da Fernanda
ExcluirE ora terminar, acho que o Nildo foi muito babaca mesmo, querendo seguir as normas dessa Sociedade Machista e Puritana, ao invés de saber aproveitar a Dama maravilhosa, que tava ali, feliz em ser a PUTINHA dele, e ainda nas condições que ele tava acostumado, ou seja, num Motel Barato, pra ela ser a sua Rapariga por completo.
De certa forma,a já peguei sim. Na época em que eu era mais nova, na fazenda do meu pai. Lá em bem comum contratar os homens e suas esposas como uma forma de ajudar as famílias da região, afinal se já estamos precisando de alguém para a prestação de algum serviço, porque não, contratar o seu marido ou esposa? Desta forma, alguns dos funcionários que tive algum envolvimento, tinham esposas trabalhando para a nossa família também.
ExcluirAgora, em nenhum desses casos, embora me apeteça bastante, nunca tive essa sorte de ser a puta dele nas suas próprias camas, em suas casas. O mais próximo disso que cheguei foi nas vezes em que ia para kitnet dos funcionários do condomínio em que morava, para ser amada por um jardineiro que me fazia perder a linha quando o via.
Corno da Fernanda
ExcluirObrigado pela a resposta, Sabrina.
Que delícia saber que muitas mulheres que trabalharam para vcs, os maridos delas tiveram filha do patrão servindo eles na cama!
Acho que no fundo, é até um orgulho para elas rs.
Pra finalizar o conto ficção,que eu tinha comentado, a esposa em questão, qdo foi na favela pra dar para o marido da empregada dela, na cama deles, ela foi disfarçada, para não ter o risco de ser reconhecida, então ela usou uma peruca loira comprida e se vestiu como uma periguete rampeira, de sainha curta, blusa decotada e saltão.
Dias depois,a empregada comenta com a Patroa, que brigou com o marido, pois uma amiga dela, viu uma "prostituta" entrando na casa dela, qdo ela tava dormindo no serviço!
A Patroa, dá uma risadinha e fala que "todo homem é cachorro safado mesmo",rs
Lendo os seus relatos, me lembrei na hora desse conto.
Acho que vc viveria essa história com tranquilidade, não é?
A única diferença é que o marido da Patroa, é um Corno Manso como eu, e tava dando toda ajuda para a esposa e curtindo muito o Chifre.
Sabrina, seu relato me fez lembrar quando tive um caso com uma mulher casada e a levei para um motel bem chinfrim, quase um puteiro, mas era motel. Ela era casada e era tipo patricinha. Depois tivemos um namoro duradouro quando ela se separou e nesse tempo de namoro ela confessou que quando saímos na primeira vez e eu a levei para esse motel, ela não acreditou que estava indo para aquele lugar. Como podia ela estar ali, sendo que estava acostumada com motéis 5 estrelas? Nesse mesmo depoimento, ela disse que depois passou a se sentir muito excitada em estar naquele lugar. Se sentia muito puta e aquilo lhe dava mais tesão, pois estava fazendo coisas "erradas" e escondidas em um lugar tão baixo. Acho que ela se realizou como uma legítima puta naquela pocilga.
ExcluirSei bem o que ela sentiu...rs
ExcluirCorno da Fernanda
ResponderExcluirAchei delicioso o detalhe de vc Sabrina, ser pega namorando com o frentista dentro do carro, pela Polícia!
Lembrei de uma vez que isso aconteceu com a Fernanda, mas foi num estacionamento do shopping, qdo ela estava num love, com um de seus namorados fixos e um segurança de lá apareceu e pediu para eles pararem,pois isso era proibido lá!
Apesar do Susto, a Fernanda achava engraçado e até um tesão, ser pega mamando um pau.
Se sentiu uma adolescente!
E se eu e disser que depois me toquei imaginando o policial entrando no carro e participando da minha "festinha"...rs
ExcluirSafada ,adoro mulher safada
ExcluirDeus do ceu, a coisa só melhora.....
ExcluirCorno da Fernanda
ExcluirSabrina, vc é demais, não perdoa nem o policial,rs!
E falando de policial, a Fernanda já teve um caso com um vizinho nosso ,que era policial. .Foi no começo da nossa vida liberal e no princípio eu fui contra, pois tinha medo do povo do nosso prédio descobrir que eu era corno.
Mas , como uma boa Hotwife, com jeitinho a Fernanda que já tava interessada nele, deu um jeitinho de se aproximar dele e qdo vi, eles já estavam tendo um caso. Ele era solteiro, então ela subia para o apartamento dele e transavam lá.
Ele deixava a farda dele pendurada,bem a vista e seu cinto com a arma numa mesa.
A Fernanda me confessou que isso dava um pouquinho de medo, mas ao mesmo tempo, dava mais tesão nela.
....nem o policial.
ExcluirQueria tanto ser pega por ele dentro daquela viatura...aff
Corno da Fernanda
ResponderExcluirDestacando mais um detalhe que achei tesão demais no seu relato:
Qdo o rapaz começa a dirigir o seu carro e vc sentada no banco do passageiro, começa a mamar a rola dele!
O Nildo deve ter se sentindo como tivesse ganhado na Loteria!
Uma mulher de classe, ali, como uma namoradinha dele, dando carinho pra ele e ele ainda dirigindo o carrão dela.
A Fernanda namorou um amante casado, que trabalhava de Uber, e por isso gostava muito de passear, com ela mamando ele antes de irem para um motel ou então transavam no carro mesmo, se ele tivesse que chegar cedo em casa. Ele comentou que já pediu para e esposa dele fazer isso, mas ela era muito travada e nunca aceitou.
Que bom ,para esses Alfas, que a esposa da gente, tá disponível para realizar essas fantasias, né?
Ele dizia que nunca havia dirigido um carro daquele (que é bem caro mesmo), e aquilo me excitava de alguma forma pois ele estava saciando seus desejos mais impossíveis comigo. Dirigindo um carro importado, pegando uma mulher do meu círculo social...tudo isso me deixa ainda mais excitada.
ExcluirQue tristeza esse Nildo, hein? Infelizmente a gente encontra muitos emocionados neste meio (na verdade o mundo está complicado em geral, rs), uma pena, ele poderia ter tido mais momentos com você.
ResponderExcluirSabrina, me permita lhe fazer algumas perguntas, se for do seu interesse em respondê-las:
1) como lida com o sexo com o seu marido? Já vi casos de esposas que tem um certo tesão de chegar em casa e beijar ou até mesmo transar com o marido sem ele nem imaginar que o que estava fazendo horas atrás, você tem esse costume? Ou é mais do tipo que chega em casa e segue a vida e rotina normalmente sem vontade de sexo, etc.
2) seu marido nunca desconfiou de nada? Nunca "coçou" a cabeça dele?
Oi Fidel, tudo bem?
Excluira minha história com o Nildo não se iniciou para ser uma história longa, mas me conhecendo bem, se ele tivesse caminhado na direção certa, teria tido muitas experiências comigo. Eu estava adorando a coisa toda com ele porque ele tinha uma distância imensa de mim, do meu ambiente, o que fazia dos nossos encontros um ato subversivo de romper a bolha e ir passear em outro mundo muito mais excitante para mim..
Mas, o destino quis que aquilo tudo tivesse um fim, o que por um lado, acho até que foi necessário pois tenho medo da minha falta delimites quando a libido toma conta daminha consciência.
Quanto às suas perguntas, 1) o sexo com meu marido sempre foi de morno a frio. O único momento em que aqueceu um pouco e chegou perto da temperatura ideal foi quando ele percebeu algumas marcas que Lucas deixou em mim, quando eu o provoquei ao ponto dele perder a cabeça e pesar mais a mão enquanto estávamos junto. Meu marido percebeu que alguém havia me tocado e me tratou com uma força, uma rigidez que eu nunca imaginei que lhe fosse possível e por isso, naquele dia, tive um orgasmo com ele, como nunca tive antes, nem depois. Não tenho esse costume de beijá-lo ou me entregar a ele depois de ter meus encontros com Lucas. Já aconteceu, mas não é meu estado normal. Prefiro continuar sentido o cheio e o gosto de Lucas em mim pelo máximo de tempo possível. Além disso, há a distância entre nós dois que nunca nos amamos quimicamente, a ponto de sentirmos desejo pelo corpo do outro, o que faz com "chegue em casa e vida que segue". 2) Como já disse, tenho toda certeza que ele sabe de algo. Não seu se ele sabe que mantenho um amante, mas tenho certeza que ele sabe que eu já deitei com outro homem, conforme dito a respeito das marcas que Lucas deixou em meu corpo quando o provoquei e conforme a reação do meu marido na nossa única noite de sexo intenso até então.
Oi Sabrina, primeiramente peço desculpas pela demora visto que tenho me ausentado do blog devido a correria do dia a dia.
ExcluirSegundo, agradeço o seu retorno, principalmente das perguntas que eu lhe fiz, acho interessante ver o pensamento alheio, visão das coisas e como é a sua vida.
Eu iria fazer outras perguntas mas acredito que enxerguei bem a sua posição sobre... Novamente agradeço o seu retorno e que tenha muitas felicidades e realizações 🙏🏻
Fique à vontade para perguntar sempre que desejar. Falar sobre isso tem sido libertador para mim. Responderei, sempre que possível, no meu tempo, ok?
ExcluirBjos