#214 - Ou divide ou perde! (Relato)

Caros amigos de chifres, 

Engana-se quem acha que a vida de casado é monótona e sem emoção. Aquele que pretender ingressar nesta aventura deve fazê-lo com a devida consciência que todo dia é dia de conquistar, ser conquistado... e descobrir as safadezas do seu cônjuge antes de vocês se conhecerem. 

É óbvio que sou casado com uma mulher safadinha, graças a Deus! Muito já falei aqui no Blog Meus Chifres a respeito da proatividade da minha esposa no que diz respeito à realização do seu prazer.

Desde que deu o pontapé inicial na sua vida sexual, como pudemos conferir nos posts #25, #27, #28 ela nunca poupou esforços e tão pouco perdeu qualquer chance que teve de provocar ereções e ejaculações em marmanjos, sobretudo nos mais velhos sobre os quais seus famintos olhos pairaram.

Numa das nossas habituais conversas sobre sexo, sexualidade e perversões, acabamos retomando o período em que ela chegou a sustentar um relacionamento com quatro parceiros diferentes ao mesmo tempo (relato do post #161). Quando lhe perguntei se aquele foi o auge da sua safadeza, descobri que ela ainda tinha algo mais a revelar, diante do longo silêncio que se fez após a minha pergunta.

Com um olhar sacana, ela riu e respondeu que talvez não. Ela ainda havia aprontado bastante em outro momento da sua vida e confidenciou que, enquanto esteve noiva pela  primeira vez, transava com o seu noivo na frente de casa para excitar um determinado vizinho mais velho que ficava observando-a pela fresta da janela, conforme relatado no post #28. Enquanto o namorado metia gostoso, ela olhava para o vizinho que visivelmente se masturbava assistindo à cena de defloração da ninfa dos seus sonhos.
 
Porém, o que eu não sabia era que, quando o seu namorado ia embora, minha esposa  plantava-lhe chifres duas ou três vezes por semana, aumentando o prazer do vizinho voyeur em duplas sessões de safadeza na varanda de sua casa. Este detalhe até então oculto veio à tona erguendo junto com as suas lembranças, o meu pênis que latejava enquanto as imagens iam se formando na minha mente, na medida em que ela descrevia o cenário no qual ela se fez hotwife, ainda antes dos seus dezoito anos de idade.

Explicando  seu modus operandi, ela relata que depois de satisfeito com a transa na varanda de casa, o seu noivo ia embora, sem saber que pouco tempo depois, ela receberia a visita de um amigo da escola. Este amigo, que é o atual parceiro fixo dela, ficava aos beijos e amassos com minha esposa na mesma varanda em que ela havia transado com o noivo, oferecendo ao seu vizinho motivos suficientes para gozar a noite inteira masturbando-se imaginando estar no lugar dos dois rapazes com os quais ela se satisfazia.

Obviamente esse homem percebeu a tendência que a ninfa tinha para  o perfil de putinha chifreira. Além de sacanear o namorado com o amigo do casal, ela ainda se exibia para um homem que tinha idade de ser seu pai.  Insaciável no desejo de possuir a garota, aquele homem de meia idade passou a dar plantão na janela todas as noites após as 22h, horário em que habitualmente minha esposa iniciava os seus shows de sacanagem e perversão, comendo o namorado, sarrando com o amigo e se exibindo na intenção de ser "homenageada" pelo vizinho. Ocultando-se por trás de uma cortina para assistir, na penumbra, aos deliciosos shows de sacanagem que a vizinha ninfeta promovia em sua homenagem, ele presenciou incontáveis performances de uma menina que, apesar de nova, já havia descoberto qual o seu lugar no jogo do sexo e da sexualidade.

Sentindo-se extremamente excitada por ser olhada e desejada por um homem que tinha quase o triplo da sua idade, enquanto transava com o noivo ou sarrava com o amigo, ela, de uma certa forma, agradecia ao vizinho voyeur, oferecendo-lhe performances sexuais intensas açucaradas por uma excitante troca de olhares com o vizinho, denunciando saber que ele estava ali, vendo-a e deixando bem claro que gostava de ser vista e desejada por ele também.

Aquela situação provocava gozos mútuos entre ela, o vizinho, o seu noivo e o seu amigo. Ela gozava por se sentir safada, colecionadora de amantes, e ainda pela sensação de ser a cereja do bolo que aquele homem tanto desejava. Essa era a fonte do tesão dela, que alimentava o prazer dele, que se masturbava desejando estar no lugar dos dois e possuir aquela ninfa deliciosa e safada.

Para facilitar a vida de ambos, ela se colocava numa posição que o namorado e o amigo ficassem de costas para a rua. Estando naquela posição, ela poderia olhar diretamente para o vizinho e perceber o prazer daquele homem mais velho que tanto a desejava e se masturbava na intenção de possuir aquela deliciosa e sacana ninfa.

Como o vizinho era um homem negro, mais velho que tinha a idade de ser seu pai, ela sentia-se completamente atraída por ele. No entanto, como se tratava de um condomínio fechado, ela não podia dar vacilo, ainda mais diante da fama que a mulher dele tinha, o que representava um grande risco de exposição da sua imagem, caso ela viesse a tomar conhecimento de qualquer contato entre os dois. 

Mas ele não abriria mão da realização do seu maior fetiche que era comer aquela ninfa que lhe oferecia os mais intensos shows de sacanagem diante da sua janela nas silenciosas madrugadas do condomínio. Por isso, ele passou a cercá-la fora do ambiente da vizinhança, procurando contato com ela nos ambientes externos que ela frequentava. 

Nas suas investidas, ele chegou a dar plantão na porta do cursinho que ela frequentava à noite para lhe oferecer uma carona que, evidentemente não teria o condomínio como destino final.  No entanto, como a esposa daquele homem sempre inspirou medo e cuidado na vizinhança, devido ao seu perfil explosivo e violento, por maior que fosse o tesão que minha esposa sentia naquele homem mais velho, o medo de uma exposição era muito maior, fazendo com que ela declinasse diante de todas as investidas daquele homem que lhe ensopava al calcinha.

Neste sentido é que, a fim de debelar as investidas do macho alfa mais velho, mas sem abrir mão do jogo de provocação e exibição que fazia com ele, minha esposa ela logo tratou de encontrar um colega do cursinho que servisse de objeto sexual para estimular o seu voyeur particular.

Sabendo que um dos seus colegas do cursinho era completamente apaixonado por ela, logo ela passou a se aproximar do rapaz, fazendo dele uma espécie de "chaveirinho", um capacho que ela usava para provocar e afastar ao mesmo tempo o seu vizinho que insistia num contato pessoal. 

Usando o rapaz, ela curtia altos sarros com ele, para mostrar ao vizinho que ela era safada sim, e que naquele ambiente já tinha alguém curtindo o pedaço.

"Era uma forma de mantê-lo longe, mas de deixá-lo excitado, com mais vontade ainda", diz ela, rindo da situação que provocou. Aproveitando a deliciosa sensação de sentir um pau rígido latejando nas suas nádegas, ela ficava aos abraços e beijinhos com um colega do cursinho enquanto o macho alfa a observava dentro do seu carro estacionado na frente do colégio. 

Pela janela da sala de aula, ela percebia quando o vizinho chegava na porta do cursinho, estacionando o carro em frente a um trailler que reunia diversos estudantes ao seu redor para lanches rápidos. 

Vendo o seu delicioso vizinho à sua espera, ela chamava o seu peguete do cursinho para ir tomar uma água ou comer algo no trailer. Estrategicamente, ela se colocava numa posição que o vizinho pudesse vê-la aos beijos e amassos com o rapaz para deixar o seu voyeur ainda mais excitado.

Ela o beijava e o deixava apalpar a sua bunda, estrategicamente postada de frente para o carro onde  aquele pobre homem de meia idade ficava em ponto de surtar de tanto tesão pela ninfa que brincava com os seus desejos sexuais.

Enquanto ela ia narrando esses fatos, perguntei como ela fazia para convencer com tanta facilidade os seus peguetes a se submeterem à condição de ficar com ela, sabendo que ela iria se relacionar com outros rapazes. 

Rápida e precisa, com a sua resposta ela me colocou no cenário e me fez perceber que eu era mais um, na sua coleção de cornos mansos ao dizer, sem nenhum pudor: "Ou divide, ou perde!" A resposta em tom ameaçador, seguido do mais eloquente silêncio que já pude ouvir na vida, me fez ter a certeza que estou casado com uma mulher cujo DNA é impregnado com o mais puro código genético que faz uma mulher hotwife. 

Segundos depois, ela rompeu o silêncio me olhando e rindo com evidente ar de deboche, de quem sabe que domina a situação e conduz o marido corno como um cachorrinho na coleira, e rindo lançou o desafio que funciona como uma sentença irrecorrível: E ai, vai perder?

Comentários

  1. maravlha, o meu mardo boi pede-me para eu o enganar e sso dá-me tesão...

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  2. Esse wilson é uma figuraça.

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    Respostas
    1. Desconfio fortemente que wilson é o autor do conto. Mas isso é o de menos. O que importa é que o conto é bom.

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    2. Ah, sim. Entendi.
      Bom, de toda maneira, saber se é o Wilson ou não é irrelevante para os fins deste blog que ocupa-se apenas em compartilhar experiências. Ademais, é importante frisar que este conto, bem como todos os demais publicados são reais..

      Mais uma vez agradecemos pela sua presença e participação no nosso blog Meus Chifres.

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    3. E isso mesmo.

      E parabéns pro " Wilson".

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